Sem dizer nada e só sorrindo peguei Amanda nos braços depois dela me fazer gozar em sua boca pela primeira vez e a levei até cama subindo ajoelhado e a colocando no centro de vestido branco e lingeries brancas florais que a vi vestir naquela manhã. Tive dificuldade com a calça e a cueca presas no meio da coxa, mas estava perto e deu certo.
Por conta Amanda já dobrou os joelhos se pondo em um papai e mamãe, mas o vestido longo cobria tudo. Babando de tesão por realizar minha tara também com minha filha, depois de ter feito muito com sua mãe, empurrei a barra do vestido subindo pelas canelas, coxas e depois depositando o volume embolado em sua cintura. Sua calcinha que totalmente a vista e transparente revelava o fundo úmido e uma babinha em torno de sua fenda mostrava o quanto ela estava excitada.
Levei minhas mãos a seus joelhos nus e os abri junto com a pernas deixando todo seu ventre visível.
– Meu deus filha. Você é maravilhosa e gostosa demais. O dia todo pensei em você com essa lingerie e está bem mais gostosa que em meus pensamentos. Não é facil me controlar.
Falei isso como um elogio para dizer que ela era irresistível, mas mesmo com muito esforço e sabendo do que eu queria alcançar com ela, poderia me controlar. Amanda não entendeu da mesma forma que eu.
– Não precisa ir tão devagar como se tivesse medo que fosse me quebrar papai. Você já fez coisas muito intensas com esse corpo e ele não quebrou. Só quero continuar sentindo que estou fazendo amor com o homem que amo. Lembre-se. Até o limite que você fazia com a mamãe. Agora venha, falou abrindo os braços.
Afastei sua calcinha facilmente por não ter elásticos e empunhando meu pau fui me inclinado até que achei sua fenda e após alguns escorregões o posicionei e enfiei um pouquinho.
– Ahhhhh papai, até entrando só um pouquinho já me faz sentir dor.
– Se está doendo assim, melhor parar, a provoquei.
Amanda nem respondeu e levou as mãos a minha bunda e me puxou fazendo que toda minha glande entrasse.
– Aaaahhhuuuuuuu. Essa é a única dor que gosto. A dor do amor por você.
– Te amo filha, falei indo empurrando com sua mão me ajudando.
– Eu te amo mais do que tudo papai. Não viveria sem você. Aaaaaahhhiiiii. E não mais sem esse seu pau gostoso.
– O mesmo filha. A única bucetinha que ele vai frequentar pelo resto da vida é essa.
– Aaaaauuuuuu papai. É ao mesmo tempo recatado fazer amor assim com roupas, mas também safadinho. Parece que não as tiramos com medo de sermos pegos por alguém, falou pegando a essência de minha tara.
Meu pau já estava na metade entrando espremido naquele forninho quente e melado a fazendo ter leves gemidos de dor entre os de prazer.
– Aiiiiii. Ahhhhmmmmm. Aiiiiii. Ahmmmmmmm.
– Fazia muito assim com sua mãe lá na casa de seus avós com medo que eles chegassem e nos pegassem e assim dá para se vestir rápido. Daí o motivo de eu continuar gostando.
– Também estou gostando muito papaiii. Você perdeu a mamãe tão novo, mas agora me tem para fazer tudo que gostava de fazer com ela por a amar e nunca ter feito com as outras por não as amar.
– Vou fazer filha. Fazer amor com que se ama é imensamente melhor.
Meu pau chegou ao fundo e logo já o puxei devagar o afundando lentamente de novo. Não ia ficar assim, mas Amanda estava ansiosa.
– Mais forte papai.
Era incrível o que acontecia sob meus olhos. Muito, muito antes do que eu e a terapeuta previmos de que poderia levar meses ou mais de ano para Amanda deixar de ser tão recatada e eu pudesse fazer com ela o mesmo sexo que fazia com Diana, ela estava se libertando das amarras de sua personalidade recatada. As justificativas ela tinha dado pouco antes, mas ver acontecendo meu animou muito. Aumentei só um pouquinho querendo que ela pedisse mais, mas nem deu tempo.
– Estou gozaaaaaaaando papaiiiiiii.
– Goza meu amor. O papai adora te fazer gozar. Estava tarada porque chupou o pau do papai?
Ele só balançou a cabeça concordando enquanto tinha um orgasmo imenso, mas mesmo mais altos ainda eram contidos
Eu curtia aquela bucetinha palpitando em meu pau indo e vindo com calma. Eu estava no céu dando alegria a minha filha que tantos problemas teve, mas que parecia que através do sexo e do amor por mim, estava cada vez mais feliz. Quando terminou ela estava preocupada.
– Papai, você não gozou.
– Não porque quero te dar dois orgasmos e você já tinha me feito gozar gostoso demais. Agora vamos de um jeito que ainda não fizemos e vai deixar minha tara lá em cima.
Nem dei tempo de Amanda perguntar e a segurando nos girei ficando deitado de costas no colchão e Amanda por cima, sem ter deixado que escapasse, o que com o tamanho de meu pau e a dureza naquela hora não foi complicado.
– Agora você por cima montada no pau do papai. E deixe o vestido cair para esconder o que estamos fazendo. Se alguém entrasse nem conseguiria ver o que estamos fazendo, falei sorrindo safado.
Amanda me olhou parecendo alucinada de tesão e já se arrumou como eu mandei. Olhando para si e para mim não conseguindo ver nada do que fazíamos por baixo daquele vestido, ela disse algo que me deixou esperançoso com sua evolução rápida.
– Papai, olhando assim é uma cena tão recatada, mas na verdade é tão safado que deixa ainda mais safado, mesmo estando vestidos.
– É sim, por isso eu gosto. Lá embaixo estou sentindo sua bucetinha apertando meu pau desesperada querendo gozar de novo, a provoquei.
– Seria tão excitante fazer isso em um lugar onde tem pessoas caminhando que só achariam que estou inocentemente em seu colo.
Devagar Amanda começou ir para trás e para frente em meu pau, tudo coberto por seu vestido. Eu não iria durar muito.
– Seria sim, mas ninguém acharia inocente um monumento de mulher dessas sentada em meu colo, mesmo se não visse o que estaria acontecendo por baixo do vestido.
– Se eu sentasse de costas em seu colo como se olhássemos para algo, seria mais discreto.
– Você realmente está pensado que faria isso de verdade filha? Não seria nada recatado.
– Seria super recato papai, porque ninguém veria nada. Poderia até imaginar, mas seríamos discretos.
– Vou tentar pensar em algo seguro filha. Agora vamos pensar aqui pois eu quero gozar, sem que ninguém nos veja brinquei a excitando mais.
– Eu também papai. Eu também, falou começando um ir e vir bem fogoso e bem mais intenso da forma que fiz amor com ela pouco antes.
Naquele movimento de vai e vem, mesmo se ninguém visse nada, saberia o que estava acontecendo e talvez por isso Amanda começou a ir bem mais forte me surpreendendo.
– Vai papai. Goza para mim goza. Me diz que sou tão gostosa com a Diana.
– Ohhhh deus filha, você está tão safadinha. Está me lembrando sua mãe. Não tem..... ninguém mais..... gostosa que você. De um modo diferente...... e delicioso vocês .... são gostosas do mesmo jeitoooooo. Estou gozaaaaaaando.
– Estou gozaaaaaandooooo papaiiiiiii.
Amanda acelerou ainda mais e só não foi mais intensa porque em sua natureza menos intensa já era muito intenso o que ela fazia se deixando levar pelo tesão.
Eu gozava muito forte imaginando seu corpo por baixo daquele vestido usando aquela calcinha sensual e com meu pau enterrado em sua bucetinha, mas sem ver nada. Meu deus, como era bom.
– Me enche papai, me enche. Adoro seu esperma dentro de mim.
Logo Amanda diminuiu o ritmo até que parou saindo de seu orgasmo e sem sair de meu colo, se inclinou para frente se deitando sobre meu peito ainda com uma perola de surpresa para me administrar.
Eu acariciava suas costas sobre o vestido e seus cabelos. Deitada em meu peito, não olhava para mim.
– Papai, posso dormir sem tomar banho?
Claro que ela podia, mas fiquei curioso.
– Porque?
– A Diana já me fez acordar cheia de esperma. Já está na hora dela retornar e se for ela quem vai acordar amanhã, quero que sinta e saiba o que nós fizemos.
Eu sorri sem que ela estivesse olhando para mim.
– Claro que pode. Nem vou precisar contar a ela o que aconteceu, brinquei.
– Depois você me conta se ela ficou curiosa do que fizemos? Ela as vezes me deixa recado que sou muito careta e quero que ela saiba que sou romântica, não careta. Gosto de sexo com quem amo, gosto muito. Você está percebendo, não está?
– Eu conto e para ser sincero você está me surpreendendo muito.
– É porque eu realmente estou gostando de fazer amor com meu pai que tanto amo. Gostando demais. Hoje é sem dúvidas o que mais gosto de fazer em minha vida, falou levantando um pouco a cabeça e olhando para mim sorrindo.
– Eu também. Agora se me der licença meu amor, vou tomar banho. Como você vai dormir?
– Nua, nuazinha. Vou facilitar para ela se for ela a acordar e se excitar sentido o seu esperma. Vadia, com certeza ela vai querer não ficar atrás, falou sorrindo aquecendo meu coração por ela até estar bem com sua outra personalidade.
Tomei um banho e logo voltei colocando meu pijama antes de me deitar ao lado daquele sonho de mulher perfeita sorrindo feliz para mim. Conversamos ainda algumas coisas, até que dormimos abraçados.
QUINTA-FEIRA PELA MANHÃ
Na manhã da quinta-feira fui acordado pela movimentação de um corpo agitado ao meu lado e quando agarrou meu pau de um modo mais agressivo, na hora soube que Diana, minha filha vadia, tinha voltado.
Depois de uns beijos em meu rosto, não deixou passar.
– Então você fodeu a Amanda seu safado. Não perdoa nem a filha recatada. É por isso que acordei em sua cama com a buceta cheia de esperma?
Abri o olho ainda ensonado ou teria rido de seu jeito de falar. Não ia ficar na defensiva com minha provocadora.
– Não foi você quem me disse mais de uma vez para que eu a fodesse para que você pudesse dormir comigo e para que eu não sinta falta de sexo quando você não está? Agora essa é também sua cama.
– Verdade. Como aquela careta conseguiu isso. Como você a seduziu?
– Na verdade foi ela quem pediu para que eu fizesse amor com ela confessando que sempre me amou e me desejava e que você facilitou as coisas. Ela também não é tão careta assim, a provoquei.
– Você vai me contar tudo, não vai papai? Ela nunca me disse pelo diário que te amava. Eu também não disse a ela. Acho que tínhamos vergonha de falar por ser errado. Mas me conta depois porque agora preciso que você me foda.
– Então peça direito ao papai.
Ela me deu um tapa de leve no braço.
– Seu devasso. Querendo ser dominador, é? Nunca seria uma submissa. Sou sua e faço o que você quiser porque te amo e adoro seu pauzão.
– Se você o adora, então demonstre, falei sorrindo.
Ela sorriu de volta.
– Ahhhh papai, fode sua garotinha vadia com esse pauzão delicioso.
Girei para cima dela entre suas pernas, encontrei sua fenda e depois sua entrada e comecei a penetra-la sem dó, mas o esperma guardado por Amanda na noite anterior facilitava.
Em alguns segundos eu tinha enfiado tudo sabendo que Diana sentia dores durante a penetração.
– Aaaaaahhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiuuuuuuuuuuuuu papai. Estou gozandoooooo.
Diana era uma máquina de orgasmos ou meu pau era uma máquina de fazer orgasmos, pois Amanda também gozava fácil. Todas as mulheres gozavam muito comigo, mas elas duas eram incomparáveis com certeza pelo tesão excepcionalmente poderoso que era sermos pai e filha.
Soltei meu lado devasso nascido especialmente para Diana, mas que precisei controlar com Amanda e a fodia sem piedade a enterrando naquele colchão. Pela hora seria só um gozo meu, mas ela deveria gozar mais para satisfazer seu tesão de vadia.
– Essa bucetinha de vadia ou recatada é disparado a mais gostosa que já fodi na vida. Goza minha vadiazinha, goza. Queria meu pau e agora o tem, falei indo de encontro a seu ventre sempre que o colchão o empurrava de volta.
– Auuuhhhhhmmmm. Gozandooooo denovo.
– Agora vou foder minha filha vadia e fazer amor com minha filha recatada e esse corpo feito para mim vai estar sempre cheio de meu esperma.
Diana ia tendo um gozo atrás do outro porque além de toda a excitação de estar sendo fodida por seu pai, eu era uma máquina perfeita de foder subindo e descendo encontrando todas as vezes o útero de minha filha.
Acho que Diana gozava seus gozos em sequência há uns 5 minutos e nem tinha mais vez para dizer que tinha outro, mas eu percebia em suas feições. Quando comecei a injetar rios de esperma matinal em seu útero, seu olhos giraram e Diana pareceu ir para um outro plano enquanto eu gozava infindavelmente em minha filha deliciosa.
Eu poderia tranquilamente emendar mais um gozo, mas realmente não tínhamos tempo, então logo que parei o ir e vir, finalmente seu orgasmo começou a perder intensidade e ela voltou a nosso mundo abrindo os olhos, mas sem falar nada.
Deixei sua bucetinha encharcada e quente e me deitei a seu lado, para descansar rápido e irmos tomar um banho, com Diana precisando muito mais do que eu pois Amanda não tomou na noite anterior.
Quando deus uns 3 minutos, ela estava recuperada e se virou de lado na cama para mim.
– Papai, pode escrever e me cobrar. Não vai ter uma vez que você me foder que não vou gozar forte, em qualquer situação. Você é gostoso demais e sabe dar o que sua vadia precisa.
A provoquei brincando.
– Sempre que ela pedir direitinho vou dar o que ela quer.
– Ahhh papai, não adianta se fazer de durão. Sei que você sempre faz o que suas filhas querem. Eu te pedi para me foder como uma vadia e você fez, a outra pediu para que fizesse amor com ela e você não negou. Que outro pai faria isso?
– Qualquer pai que quisesse proteger suas filhas de uma grande mal. Agora vamos para o banho, a chamei me levantando.
No banho que seria rápido ela quis saber tudo sobre meus momentos com Amanda, mas antes eu tinha algo para fazer.
– Filha. Adoro transar com você como você percebeu nesse poucos dias, mas agora devemos diminuir um pouco a dose porque esse tanto de sexo e pensar nele pode atrapalhar nossa vida. Não me entenda que não quero, mas só não podemos fazer sempre como fizemos na última tarde.
– Sei que não pode papai e agora você tem que satisfazer também a Amanda, mas naquela tarde foi você quem me chamou para seu escritório, fodeu meus peitos, gozou em minha boca e meu rosto e depois comeu minha buceta e minha bunda e gozou nos dois juntos, falou certamente me provocando. Eu só fui aceitando você tão devasso.... e delicioso.
– Você tem razão filha. Vamos continuar fodendo sempre que não atrapalhar nossos deveres, mas daquele jeito só as vezes. Agora vou te contar como foi com Amanda.
Fui contando tudo como foi com Amanda e não deu para terminar no banho, mas depois no café da manhã complementei. Não quis dar indicação a Diana que Amanda estava perdendo rápido as inibições, porque poderia a deixar chateada e tudo o que eu menos queria era deixar minha filha mal em qualquer de suas personalidades.
Do jeito que contei, fiz parecer que Amanda nunca deixaria de ser recatada, o que ela já dava sinais de estar acontecendo. No final a pergunta inevitável aconteceu.
– Com qual você gosta mais de foder papai?
Usei a parte da conversa com Amanda para não ficar mal com ela.
– O pai devasso que você despertou, sem dúvidas prefere você, enquanto o pai romântico prefere a Amanda, mas adoro as duas do mesmo jeito, só gozo de forma diferente.
O que veio a seguir eu não esperava.
– Faz amor romântico comigo como você faz com ela uma vez. Quero saber como é. A Amanda com certeza não vai querer o modo vadio que gosto, falou como se estivesse vencendo uma batalha que no fundo era com ela mesma.
Quando a deixei para as aulas, a olhando por trás com aquela calça justa e tanguinha marcando lembrei da tarde que perdi o controle a vendo com essa roupa básica, mas excitante, então já me conscientizei que precisava me controlar ou minha vida seria eternos momentos de sexo com minha filha satisfazendo suas duas personalidades. Não que fosse ruim, mas tínhamos uma vida para viver.
QUINTA-FEIRA A TARDE
No almoço ao voltar das aulas, Diana estava cada vez mais disponível para me ajudar em tudo sem reclamar como fazia antes. Não só a vadia estava sob controle, mas também a adolescente Diana. Mesmo assim ela tinha suas demandas e desejos.
– Papai, me leva de novo na balada amanhã a noite? Acho que ainda vou estar aqui.
– Vá com suas amigas dessa vez. Nunca fui de gostar de balada e só fui para não estragar seu programa.
– Mas você adorou foder sua vadiazinha e a expor a todos vazando seu esperma. Você pode fazer isso de novo e podemos ir em outra balada e depois dormir em um hotel. Não quero ir com minhas amigas. Elas não me fodem como você, falou sorrindo.
Em minha mente havia a consciência que eu estava trabalhando para Diana ir embora e não me senti bem não fazer o que ela pediu, se eu realmente conseguisse. Ela era minha filha e sua alegria era meu objetivo. Só por isso cedi, mas tentei por limitações que eu mesmo não sabia se iria cumprir, afinal não seria todo final de semana que ela estaria presente, dando um descanso em minhas idas as baladas.
– Está bem, mas vamos limitar a uma vez por mês. Nas outras você vai com suas amigas.
Ela me provocou jogando baixo.
– Você vai deixar sua filha vadia, agora também sua mulher, ser cobiçada pelos outros sem estar me protegendo? E sem ter seu esperma vazando?
Diana conseguiu o que queria e um ciúme enorme me tomou, mas ela era tão jovem e precisava ter seus momentos para não se arrepender no futuro de ter deixado de aproveitar a juventude.
– Vou morrer de ciúme, mas você tem que curtir sua juventude com gente da sua idade, mas como precaução vou te foder antes de sair e gozar duas vezes para te mandar bem cheia de esperma.
– Ahhhh papai. Aí vou ficar sentindo a noite toda e pensando o tempo todo que queria que você estivesse lá para me foder no estacionamento, no banheiro e depois no hotel. Vai ser tão sem graça.
– Você já conseguiu o que queria, então vamos pensar primeiro no amanhã a noite. Se conseguir reserve um camarote vip e um hotel também se for longe.
– Vou fazer isso papai. E como você não quer que eu visto mais roupas de puta, precisamos ir ao shopping comprar umas sainhas um pouco mais compridas e outras lingeries. Talvez uns shortinhos também com as pernas largas, caso você queira me foder com ele. Como você disse, uma vadia, não uma puta, sorriu.
– Nunca mais sem sutiã. Pode ser esses coloridos e sexy por baixo, mas seus mamilos são exclusivos para minha apreciação, falei entre sério e sorrindo. Depois do almoço podemos ir na loja que você gosta.
– Adoro esse seu ciúme papai. Me sinto tão amada e desejada, mas também necessitada porque minha buceta está escorrendo. Você pode me foder pelo menos um vez antes de sairmos?
Eu também estava necessitado depois daquela conversa. Me afastei com a cadeira da mesa como se fosse me levantar, mas a virei de lado.
– Vem aqui que vou te foder agora aqui, mas só uma vez. Tira essa calça de costas para mim.
– Papaiiiii. Você nunca me fodeu na cozinha, falou animada já se levantando.
– Será a primeira, mas não a última com certeza.
Diana se colocou em minha frente e virou de costas e até ela com dificuldade começou a abaixar a apertadíssima calça jeans rebolando e olhando para mim sorrindo por cima do pescoço.
Se eu pudesse adivinhar a cor de sua minúscula calcinha que marcava o jeans diria que seria pink como a sombra de seu sutiã por baixo da camiseta agarrada em suas curvas e peitos.
Quando começou a se revelar era mesmo pink em conjunto, o que na verdade me aliviou por incrível que pareça. Eu me lembrava que nos filmes que assisti, quando haviam prostitutas daquele de nível bem baixo, as cores de suas lingeries eram chocantes como aquele pink, só que no caso delas sempre com cores diferentes da calcinha e o sutiã.
Não sei se é mesmo assim com todas, mas era a imagem mental que eu tinha o que me deixou aliviado de ver Diana com um conjunto combinando. Minha filha era mesmo uma vadia que adorava sexo comigo, mas não uma puta.
Fiquei admirando aquela redondeza tão desejável com aquela calcinha tipo tanguinha enterrada em sua bunda, principalmente quando a arrebitou para tirar a calça pelos pés. Safada, ela já sabia que eu gostava de uma calcinha para a colocar de lado me excitando ainda mais. Quando se levantou, ficou de frente para mim com a calcinha, a camiseta e o sutiã por baixo.
Eu adorava essa roupas básicas de Diana, mas que mostrava o quanto era extremamente linda e gostosa mesmo não precisando de tantos truques.
– Fiquei com uma vontade enorme de foder essa bunda deliciosa depois desse desnudar da calça justa e estando com essa calcinha.
– Você pode foder o que quiser, mas minha bucetinha está coçando tanto papai. Ela quer seu pauzão. A noite eu coloco uma lingerie nova e você fode ela e tudo que você quiser.
Foi naquela manhã que eu disse que deveríamos ter limites, mas já a tinha fodido em nossa cama, naquele momento a foderia na cozinha e ela já programava para a foder a noite e como eu poderia resistir com sua oferta de dar a bunda para mim em uma nova e safada lingerie.
– Então senta de frente para mim. Vamos dar o que essa buceta vadia precisa.
Animada, Diana veio por cima de mim com uma perna de cada lado de meu corpo sentado na cadeira e vendo meu pau sendo segurado por mim na vertical, afastou a calcinha pink e sem nem dar uma pincelada para o melar, se encaixou e começou a soltar o peso.
– Aaahhhhuuuuuu papai. Como amo seu pau grande arrombando minha bucetinha e me fazendo sentir dores todas as vezes. Uma vadia adora pau e eu tenho um gigantesco e delicioso exatamente na pessoa que mais amo no mundo e que mais me ama. Nada poderia ser mais perfeito...... Ohhhhh, falou se enterrando apressada, mas a própria resistência de suas paredes apertadas e fortes evitava que fosse rápido demais.
– Ohhhh filha, o mesmo com você. Você é a mulher perfeita que eu amo e me ama e além da bucetinha mais deliciosa tem esse melões enormes, falei agarrando seus seios por cima da camiseta e sutiã os espremendo.
Ela já o tinha metade dentro de si.
– Ahhhh papai. Vou gozar logo. É irresistível.
Quis a testar em sua entrega a mim.
– De novo antes de mim? Se me ama e gosta de meu pau como diz, vai me esperar e só gozar quando eu gozar. Ohhhuuuuuuuu.
– Vou tentar papaiiii, mas não demora, falou se enterrando mais rápido conseguindo o ter todo dentro de si como ela e eu adorávamos.
Assim que sentou a levei para trás e para frente masturbando meu pau com aquela buceta deliciosa acelerando meu gozo enquanto Diana se contorcia segurando os seus. Quando percebi que gozaria, soltei suas ancas e voltei aos peitos os espremendo e tentando achar seu mamilos, mas o sutiã tinha bojos, então só fiquei na apalpação.
Nem precisaria ter dito, mas explodi em um gozo estratosférico jorrando porra como um poço de petróleo recém descoberto.
– Papai está gozaaaaaaaando.
Seu orgasmo já tinha começado antes mesmo que eu anunciasse quando sentiu meu esperma quente.
– Estou gozaaaaaaaaaando papai. Muito, muito forte, falou tremendo toda enquanto mantinha o ir e vir em meu pau que jorrava sua semente no útero de minha filha.
Além de forte foi muito longo seu gozo, bem mais do que eu e quando terminou, Diana nem estava entorpecida de tão animada. Logo ela me encarou.
– Foi tão forte papai e nunca entrou tanto. Acho que com minhas pernas penduradas o encaixe foi mais profundo. Você acabou de a moldar em definitivo, falou sorrindo.
– Também senti que foi mais. Não foi desconfortável?
– Porque seria? Doeu um pouco no começo, mas ela é feita para você. Eu sou feita para você. Me perdoe se em algum momento eu te fiz pensar que faria sexo com qualquer um. Acho que era só um meio de você aceitar fazer sexo comigo, porque nunca consegui me ver com mais ninguém em meus sonhos eróticos.
– Desde quando você tinha esses sonhos comigo e me desejava?
Diana sorriu.
– Melhor nem falar papai. Eu me sentia vadia desde muito, muito cedo. Posso ser vadia, mas sou uma ótima filha pois me aguentei muito para não te chocar te dizendo que queria sexo, e mais ainda não dizer que eu queria sexo com você. Minha bucetinha coçava tanto. Você não imagina o esforço que fiz para me manter virgem para você e nem enfiar nada nela antes da hora, mas tudo valeu a pena quando o conheci, falou dando um forte comprimida em meu pau.
– Me sinto um pouco culpado por ter te dado esses desejos tão nova.
– No fim deu tudo certo papai. Sua garotinha se manteve pura para você e agora você a tem e dá o que ela precisa a deixando a mulher mais feliz do mundo. E quem disse que foi você quem me deu? Você me disse que sou parecida com minha mãe e que ela era bem safadinha. Os desejos dela também despertaram cedo pois ela engravidou muito jovem, mais do que eu sou.
– Pode ser, mas tudo terminou bem como você disse. Não importa quem deu. Agora vamos terminar o almoço e arrumar tudo para ir comprar suas roupas.
– Vamos, falou se apoiando em meus ombros e se levantando desencaixando.
Antes de colocar a calça me provocou.
– Como não se pode experimentar lingeries, vou assim sem me limpar.
– Faça como quiser filha. Você sabe que me excita, mas estou satisfeito por ora. Vamos rezar para que essa pílula não falhe, falei com preocupação.
– Logo descobriremos, pois, a cartela está no fim e devo menstruar daqui poucos dias. Falando nisso, você vai ter que comer minha bunda que você tanto gosta para que eu goze. Não vou ficar 5 dias sem gozar nesse pau, agora que o tenho.
– Não tenho nenhum nojo. Várias vezes comi sua mãe sem ela saber ainda que estava menstruada ou imaginando que já tivesse terminado e meu pau saiu com sangue dela. Ao invés de nojo, ficava feliz por ela gozar naqueles dias difíceis, mas assim que ela me via sujo me mandava tomar banho correndo e se desculpava, mesmo que todas as vezes eu dissesse que não precisava se desculpar porque eu tinha adorado.
– Sério papai? Você foi um namorado e marido maravilhoso. Sorte que é meu agora. Com certeza, não vou recusar a não ser que esteja muito mal e indisposta.
Enquanto colocava minha cueca e calça Diana colocava sua calça depois de ajeitar a calcinha melada. Terminamos de arrumar tudo sem pressa conversando gostoso e então fomos para uma loja de lingerie que não era no shopping, talvez porque tivesse lingeries muito ousadas. Não era um sexshop, mas não ficava longe só que tinha muito mais variedade.
Ela me tratava como namorado só me chamando de amor enquanto escolhia conjuntos de lycra e renda com tangas bem pequenas, mas não ridiculamente indecentes, fazendo conjuntos com sutiãs de vários modelos, preferindo os meia taças que valorizariam mais seus enormes e lindos seios.
Percebi que ela preferia as cores neons mais jovens como verdes, rosas e azuis parecendo aqueles de marcação de texto. Foi quando já tinha escolhido que me surpreendeu na frente da vendedora.
– Amor, agora é a vez de você escolher um conjunto.
Minhas preferencias sempre foram branco e rosa, mas rosa seria romântico demais e ela certamente não gostaria.
– Branco agora. É minha cor preferida de lingerie.
Não tínhamos ainda conversado sobre minhas preferencias de lingerie e ela olhou surpresa para mim, descobrindo a cor que eu mais gostava. Mesmo sendo a cor da pureza, uma vadia ainda poderia ser bem vadia usando só branco.
– Me deixe ver os conjuntos brancos, falou para a vendedora.
– Não temos muito pois nosso público gosta mais de cores chamativas, mas vou ver o que tenho.
Quando a vendedora trouxe, Diana me mandou ir para outro lugar pois não queria que eu visse o que iria escolher para que fosse surpresa quando usasse. Soube que ela escolheu dois e então paguei e fomos para o shopping onde ela já tinha as lojas que vendiam roupas de seu estilo.
Ela escolheu roupas para o dia a dia, para baladas e até dois vestidos mais discretos que pedi para que comprasse para sairmos para um restaurante melhor, por exemplo, e ela se animou sabendo que teríamos encontros.
As roupas do dia a dia e para sair em baladas, vamos dizer que ela se conteve um pouco, mas sua marca de vadia estava lá com shortinhos, minissaias no meio da coxa não tão indecentes como aquela que usou na noite que fizemos sexo e blusinhas e camisetas que cobriam a barriga, ou deixavam só uma tira de pele aparente.
Como ela se esforçou para não escolher mais aquelas roupas indecentes de puta, aprovei tudo sabendo que seria eu a desfrutar de todas aquelas roupinhas sexy de vadia. Depois jantamos no shopping em uma rede de restaurantes que ela gostava.
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Próximo Capítulo - 09 – Diana quis reviver nossa primeira noite de sexo, bem vadia