O Harém do Rei CP1

Da série O Harém do Rei
Categoria: Heterossexual
Contém 3230 palavras
Data: 03/03/2026 00:26:51

Satoru — esse era meu nome. Sem sobrenome, já que não tinha pais. Um jovem pobre de um vilarejo que pertencia ao reino de Spatra. Vivia nas ruas e ganhava a vida desde pequeno fazendo serviços avulsos pros moradores do lugar. Como não éramos de sangue puro, não tínhamos os poderes necessários, então não podíamos entrar pro exército, tampouco tínhamos direitos elevados. Tudo era dado — e tudo era cobrado pelo reino.

Mas pra contar bem minha história, primeiro preciso explicar como funciona o meu mundo.

Há muitos séculos atrás, as pessoas começaram a desenvolver poderes peculiares. Começou fraco — uma criança que conseguia respirar no fundo do rio por dias, um menino que movia pequenos pedaços de metal com a mente. Mas com o passar dos séculos, isso virou o novo normal. E os nobres, atentos, não demoraram a perceber o que podiam fazer com isso.

Começaram as seleções. Os casamentos por poder. Uniões calculadas pra garantir que a linhagem nobre ficasse sempre mais forte, sempre mais superior. Com o tempo, essa diferença alcançou um nível abismal — os nobres tinham poderes numa escala que nós, simples mortais, mal conseguíamos imaginar. E o controle do reino sobre os pobres? Inegável. Talvez irreversível.

Pra nós, restava sobreviver.

Mas num mundo onde poder é a moeda de troca pra tudo — o que um menino sem poder algum poderia fazer? Como viveria?

Bem, esse menino era eu. Satoru, o Sem Sangue — apelido que ganhei porque nunca manifestei nenhum tipo de poder. E já que o poder vinha da linhagem, da pureza do sangue, a conclusão era óbvia pra todo mundo: eu era vazio. Um zero. Alguém que o mundo já havia decidido o destino antes mesmo que eu pudesse abrir a boca.

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Os clans eram formados por indivíduos com poderes suficientes pra executar tarefas perigosas: caça de animais ferozes, carregamento de cargas pesadas, e os mais requisitados de todos — pessoas com poderes ligados à água. Aqueles que atraíam peixes em grandes quantidades, os que nadavam em velocidade sobre-humana, os que caçavam criaturas marinhas de grande porte. Em troca, recebiam uma quantia em moeda real e certos privilégios do reino.

A maioria desses clans era formada por impuros — filhos nascidos de relacionamentos entre a nobreza e os pobres. Sim, isso acontecia. Os nobres às vezes se envolviam com pessoas de sangue comum, mesmo sendo proibido, já que feria a tal seleção sagrada da linhagem. Quem fosse pego, era morto. Mas o reino fazia vista grossa em certos casos — especialmente quando os filhos desses relacionamentos se mostravam úteis.

Porque os impuros, embora muito mais fracos que os nobres puros, ainda tinham mais poder do que pessoas comuns. E o reino soube aproveitar isso.

Os impuros não tinham direito a viver dentro dos portões da realeza, não eram assumidos pelos pais de sangue puro, não tinham sobrenome legítimo. Mas eram tolerados. Usados. Organizados em clans e mandados pra fazer o trabalho sujo que os nobres não tinham "tempo" pra fazer.

Claro que nos últimos tempos o reino tinha ficado mais rigoroso com tudo isso — especialmente desde o massacre do Clan 0. Um episódio que ficou marcado na história de um jeito que ninguém queria lembrar, mas ninguém conseguia esquecer.

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— Pensando na vida de novo, garoto?

Esse era Alergio. Dono da hospedaria onde eu trabalhava — e o mais próximo que eu tinha de alguém responsável por mim, mesmo que ele nunca tivesse assumido isso em voz alta. Me acolheu quando eu era pequeno, me deu um teto, comida e trabalho. Não era pai. Mas era o que eu tinha.

— Desculpa, senhor. Me distraí.

— Hum. — Ele cruzou os braços, me avaliando com aquele jeito cansado que tinha. — Olha, hoje vamos receber gente meio perigosa por aqui. Não faz besteira, porque não vou poder te defender deles. Anda na linha e não me complica, tá?

— Sim, senhor. Pode deixar.

Quando ele falava de "gente perigosa", se referia aos clans. Uma das regalias que essas pessoas tinham era que muitos dos seus crimes ficavam impunes — e isso era frequente o suficiente pra todo mundo saber. Na hospedaria do Alergio, clans eram raridade. Mas de vez em quando passavam por lá a serviço da região.

O dia correu bem. Fiz todas as tarefas no ritmo certo — limpei os banheiros, arrumei as camas, deixei tudo no lugar como Alergio gostava. Quando a noite caiu, eles chegaram.

O Clan 8.

Famosos principalmente pela líder: Danda. Uma mulher de presença física que entrava numa sala e fazia o barulho diminuir por um segundo antes de recomeçar mais alto. Seu poder era força bruta — conseguia levantar troncos imensos e arremessá-los metros à frente. Em questão de poder físico, era a mais forte entre todos os impuros conhecidos.

Sua fraqueza também era conhecida: guerreiros de longo alcance. Tinha sido subjugada numa batalha com estrangeiros ao topar com uma controladora de ar — o episódio circulou por todo o reino e virou assunto por meses.

Mas o que realmente fazia de Danda um nome que todos conheciam era outra coisa: diferente dos outros impuros, que mantinham em segredo a identidade do pai ou mãe de sangue puro — ou nem sabiam quem eram — no caso de Danda, todo mundo sabia. Sua mãe era a general do exército real. E isso não dava pra negar, porque Danda era literalmente uma cópia física dela. Mesma estrutura, mesmo porte, mesma expressão que parecia calcular tudo ao redor.

— Eles chegaram. — Alergio apareceu do meu lado, voz baixa. — Pelo menos é o Clan 8. Não são os piores. Mas não vacila, muleque — você é o empregado mais barato que se consegue nesse lugar. Vê se não morre.

...Que homem adorável.

— Sim, senhor.

A noite foi barulhenta — risadas altas, muitos pedidos de bebida, histórias sendo contadas em volume de fazer o teto vibrar. Eu estava exausto, mas nada de mais. Sem brigas, sem mortos. Já era um resultado excelente.

Perto da meia-noite, os membros do clan foram se retirando um a um pros quartos. Eu guiava cada um. Até que Alergio me chamou de canto e disse com um aceno discreto de cabeça que eu devia acompanhar a líder até o quarto dela — o melhor da hospedaria, preparado com antecedência.

Fiz a reverência e a guiei pelo corredor estreito.

— Você é o garoto sem sangue, não é?

Danda parou na porta sem me olhar. Voz calma, direta.

— Sim, senhora... Sou o Sato.

— Não perguntei seu nome, garoto. — Ela finalmente se virou. Os olhos me avaliaram de cima a baixo com uma frieza que não era hostil — era calculista. — Entre no quarto. Essa noite você vai satisfazer meus caprichos.

Eu travei.

Satisfazer meus caprichos. O que isso significava? Eu sabia o que significava. Mas minha cabeça não queria aceitar.

Alergio, que estava de longe observando a demora, se aproximou com passos rápidos.

— Senhorita Danda, algum problema? O garoto está causando alguma coisa?

— Ainda estou avaliando. — Ela não tirou os olhos de mim. — Quero que seu servo se deite comigo essa noite. Alguma objeção?

— Oh, não, claro que não. Nenhuma.

Filho de uma... Como assim nenhuma?

Meu coração disparou. Nunca tinha me deitado com uma mulher na vida. E seria logo com ela? Ela era bonita — mais do que eu esperava ver de perto — mas se eu errasse qualquer coisa, aquela mulher estourava meu crânio sem fazer o menor esforço.

— Quer que ele se limpe primeiro, senhorita?

Alergio perguntou isso com uma delicadeza que me deixou ainda mais nervoso.

Eu nem tava sujo.

— Tudo bem. Vá, garoto — tome um banho e se junte a mim.

Alergio me pegou pelo braço e me arrastou até um banheiro próximo, longe do corredor principal.

— Alergio, o que eu faço? Eu não sei, eu nunca...

— Olha — ele me cortou, voz baixa mas firme. — Isso é normal, garoto. Essas pessoas viajam, param em lugares, fazem esse tipo de coisa. Você tem sorte de não ser homem feio, eu diria. E a senhorita Danda é uma mulher muito bonita.

— Senhor, se ela não ficar satisfeita eu morro!

— Então deixa ela satisfeita.

— Mas como, se nunca fiz isso?

Ele me olhou por um segundo. Depois soltou um suspiro resignado.

— Vou te falar uma coisa, garoto: você não precisa dizer que nunca fez porque isso tá escancarado em você do jeito que você tá tremendo. E se ela se interessou, é porque quer exatamente isso. Danda é conhecida como uma mulher dominante — você vai ser o brinquedo dela essa noite. Faz tudo que ela mandar e talvez você veja o amanhecer. Agora vai.

Fui.

Cada passo em direção àquele quarto fazia meu coração bater mais alto. O corredor parecia mais longo do que era. O que me esperava ali? Se eu errasse, ela me mataria rápido ou preferiria ser lenta?

— Senhora? Estou aqui.

Silêncio.

— Senhora?

Vix. Já errei de primeira?

— Sente-se, garoto. Aqui, perto de mim.

Ela apontou pra cama. Me sentei ao lado dela, mantendo distância suficiente pra não parecer que eu estava fugindo, mas sem chegar perto demais. Ela tinha trocado de roupa — algo mais simples, mais solto. Sem armadura, sem postura de liderança. Parecia... quase relaxada. Mas os olhos continuavam calculando.

— Vou te explicar o que quero. — Ela virou o corpo levemente na minha direção. — Quero uma noite real. Sexo entre um homem e uma mulher — quero que me use, que tome o que quer de mim. Você é virgem?

Eu engoli em seco.

— É virgem? — ela repetiu, levantando levemente a voz.

— Sim, senhorita.

Respondi com a cabeça baixa.

— Hum. — Ela fez uma pausa, estudando meu rosto. — Tenho te observado a noite toda, sabia? Você sabe qual é o problema de estar na posição em que estou, garoto?

— Não, senhorita. Ah — desculpa — não, senhorita Danda.

— Kkk. — Um sorriso rápido cruzou seu rosto. — O problema é que eu sempre tenho que dormir com os olhos abertos. Cada relação tem um objetivo. Eu tenho que manter meu poder bem afirmado — uma mulher como líder de clan não é algo comum, mesmo num mundo onde quem tem mais poder lidera. Então até quando eu me deito com alguém, tenho que ser dominante. Mostrar quem manda. — Ela pausou. — Mas nem sempre isso me satisfaz. Sabia?

— Não.

— Não. — Ela repetiu baixinho, quase pra si mesma. — Porque embora meus braços tenham essa musculatura toda, eu ainda sou uma mulher. Ainda tenho os desejos de uma mulher. Ainda quero me sentir uma mulher de vez em quando. — Os olhos dela encontraram os meus. — E você vai fazer isso por mim essa noite. Sabe por quê?

— Por quê, Senhorita Danda?

— Porque você é um vermezinho insignificante. Ninguém acreditaria em você se repetisse uma palavra do que aconteceu aqui. Quem ia acreditar que eu quereria isso de alguém como você? Ninguém, garoto. O que faz de você a pessoa perfeita pra isso. — Um sorriso lento. — E claro que também tem o fato de que, se você abrir o bico, é muito fácil te matar.

Podia ser pior. Mas o ruim era que o que ela queria de mim, eu não sabia se conseguia entregar.

— Venha aqui. Mais perto.

Me aproximei. E então ela desceu do colchão com uma calma deliberada e ficou de joelhos no chão entre as minhas pernas — Danda, líder do Clan 8, a mulher mais forte entre todos os impuros, de joelhos na minha frente como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. Me olhou de baixo pra cima com aquela expressão que ainda carregava o controle todo, ainda era ela mandando, ainda era ela escolhendo cada detalhe do que ia acontecer.

Abriu minha calça com movimentos lentos, sem pressa, sem pedir licença.

Quando me expôs, ficou um segundo olhando.

— Uau. — Uma pausa genuína. — Não era o que eu esperava de um vermezinho sem sangue. — Os olhos subiram até os meus, e havia algo neles que não era só avaliação. — Mas vai servir muito bem.

— Senhorita Danda, eu...

— Cala a boca. — A voz ainda firme, ainda dela. — Vou te mostrar como eu quero.

Ela mesma guiou. Pegou em mim com a mão, posicionou, e levou os lábios até a ponta com uma lentidão calculada — um beijo primeiro, leve, testando — antes de abrir a boca e começar a lamber em volta da cabeça em círculos lentos. Controlados. Era ela mostrando o ritmo, ela determinando o que acontecia, ela ensinando um garoto que não sabia nada.

E funcionou. Minha mão apertou o colchão. Uma onda de calor subiu pela minha espinha sem aviso, e eu precisei fazer esforço pra não fazer barulho.

Ela olhou pra cima. Me pegou fazendo aquele esforço. E sorriu — o tipo de sorriso de quem está exatamente onde quer estar.

— Você gosta assim, garoto? — murmurou, os lábios ainda encostados, a voz saindo quente na minha pele. — Gosta quando eu beijo seu pau dessa forma? Me responde.

— Sim... — saiu mais alto do que eu planejei. — Eu gosto, Danda.

A chamei só pelo nome, dando a intimidade que ela me pediu.

O sorriso dela cresceu um pouco. E então ela abriu a boca e me engoliu fundo — não até a base, mas fundo o suficiente pra eu sentir a garganta dela apertar, fundo o suficiente pra me arrancar um som que eu não planejei. Subiu devagar, babando o caminho inteiro, e desceu de novo com mais força. Ainda era ela controlando o ritmo. Ainda era ela decidindo cada descida.

Mas estava ficando diferente. Eu conseguia sentir isso — ela não estava só mostrando, estava querendo mais do que estava se permitindo.

— Quero que você force minha cabeça contra seu pau. — A voz saiu rouca pela primeira vez, com um resíduo de garganta que não estava lá antes. — Não tenha pena de mim. Me faz engasgar.

Ali ainda era ela pedindo. Ainda era ela no controle, só redirecionando o controle pra mim.

A primeira vez que tentei, vacilei — coloquei a mão no cabelo dela mas não puxei com peso real. Ela levantou os olhos. Não havia impaciência neles. Havia antecipação.

— Fui eu que pedi, garoto.

Na segunda tentativa eu fechei a mão no cabelo dela de verdade e empurrei.

O engasgo que saiu dela foi diferente de tudo antes — involuntário, fundo, úmido, o tipo de som que não se controla. A saliva escorreu pelo meu pau até as bolas escorrendo até meu cu também. Trouxe ela de volta até a ponta, ouvi ela puxar ar depressa, e empurrei de novo antes que ela terminasse de recuperar o ar a fazendo esgasgar e cuspir forte com meu pau ainda em sua garganta.

E ali algo mudou.

Ela não direcionou dessa vez. Não guiou. Só recebeu — com os olhos fechando por um segundo, os ombros afrouxando levemente, aquela postura rígida de líder cedendo um milímetro. Quando eu a trouxe de volta, a saliva escorria pelo queixo dela sem que ela fizesse nada a respeito. E ela não fez. Ficou ali com o queixo molhado e os lábios vermelhos e o olhar já diferente — menos calculista, mais fundo, mais aberto.

— Não para. — A voz saiu diferente agora, sem aquela firmeza toda. Mais baixa. Mais dela mesmo, sem a armadura. — Não tenha medo de gozar rápido. Goza dentro da minha garganta. Bem lá no fundo.

Ela ainda estava pedindo. Mas já não estava mandando como antes, seu olhar agora era mais caído, quebrada, queria ser tratada como um objeto.

Peguei no cabelo dela com as duas mãos e comecei a mover sem parar. Uma descida, o engasgo saindo dela pesado e molhado, uma subida até a ponta, outra descida mais funda. A cada vez ela absorvia mais, resistia menos — não porque não conseguia resistir, essa mulher conseguia me arremessar pela janela com uma mão só — mas porque não queria. Porque era exatamente isso que ela tinha vindo buscar naquele quarto de hospedaria barata, naquele garoto sem nome e sem sangue que ela nem sabia o nome direito.

As lágrimas vieram pelo canto dos olhos — não de choro, só do esforço, do sufocamento, do corpo reagindo ao que a garganta estava recebendo. Ela não limpou. Deixou. As bochechas coradas, os olhos lacrimejando, a saliva descendo pelo queixo e pingando, o cabelo já solto e colado no rosto — Danda estava completamente bagunçada, e pela primeira vez desde que eu a tinha visto entrar naquela hospedaria com o clan inteiro atrás dela, ela não parecia estar pensando em absolutamente nada além daquele momento.

Eu era um garoto sem poder, sem sobrenome, sem nada. E ela estava de joelhos no chão com o rosto desfeito por causa de mim.

Isso passou pela minha cabeça por um segundo. E então eu parei de pensar.

Empurrei mais fundo. Ela engasgou com força — um som pesado, visceral, que preencheu o quarto inteiro, ela babava e tossindo do jeito que estava parecia que iria vomitar. Trouxe ela de volta só o suficiente pra respirar, empurrei de novo. Ela gemeu com a boca cheia, um som que saiu do fundo dela sem pedir licença, sem nenhum controle. Os dedos dela apertaram minha coxa — não como quem tenta parar, como quem está se ancorando pra não se afogar, tive medo por um momento de está passando dos limites, seu rosto todo molhado de sua saliva, a maquiagem de guerreira manchando seu rosto.

A pressão em mim estava no limite.

Na descida seguinte, quando a garganta dela fechou em volta de mim, não segurei.

Comecei a gozar fundo, dentro dela, e não a soltei. Senti as unhas dela entrando na minha coxa com aquela força que não era de uma mulher qualquer — força que me fez minha pele sangrar em seus dedos, mesmo com a dor— mantive até o fim. Ela fez força pra recuar, o corpo todo se debatendo, mas não soltei até cada gota de esperma sair do meu pau, cada gotinha, bem fundo na garganta dela.

Ela caiu pra frente, apoiou as palmas no chão e ficou assim, tossindo — o corpo inteiro trabalhando, a saliva e o esperma escorrendo pelo queixo e ela tentando buscar o ar a todo custo. O cabelo colado no rosto. A respiração pesada, os ombros subindo e descendo em ritmo descontrolado.

Eu também estava sem ar. As pernas tremiam levemente.

— A senhorita está bem? — a voz saiu estranha na minha boca.

Danda não respondeu de imediato. Ficou ali, deitada no chão, com o rosto todo destruído e um sorriso que eu não esperava ver nela. O tipo de sorriso de quem acabou de soltar um peso que carregava faz tempo.

E então eu vi — as veias no pescoço dela, nos antebraços, começaram a brilhar. Um verde suave, claro, quase luminoso. Da cor exata dos meus olhos, seria um poder dela? Mas tão... Diferente...

Ela ainda não teve reação . Só sorria deitada naquele chão, completamente alheia, parecia inundada de prazer, não parecia esta mais naquela lugar...

— Garoto... — ela disse, quando a respiração voltou ao normal. — Você vem comigo. A partir de agora, você é meu criado.

Aquela ordem mudaria toda a minha história. Eu já sentia isso.

Mas o que me preocupava de verdade, naquele momento, era outra coisa, pós quando uma mulher como ela fala algo assim pra uma pessoa como eu... Não tinha mais volta...

Mas por que ela não estava notando aquele brilho?

Isso era normal? Era uma habilidade dela, mas porque isso me deixava tão curioso? Aquele brilho parecia... Me pertencer*Continua no capítulo 2*

## nota do autor ##

Farei aqui no perfil temporadas intercaladas, encerrei a uns dias a tempreoda de um conto, agora farei a primeira desse aqui, ao terminar essa temporada já vou lançar a segunda do outro conto, e assim vai indo!

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