Na Festa de Família Comi Minha Prima e Minha Tia me Chupou - Crônicas Familiares - Capítulo 4

Um conto erótico de Noite
Categoria: Heterossexual
Contém 3388 palavras
Data: 17/03/2026 19:15:13

Acordei no chalé por volta das dez e meia, sol batendo forte na janela fina, calor grudando na pele como se alguém tivesse jogado um cobertor em cima. Esqueci de ligar o ar-condicionado na noite passada e o quarto virou forno, lençol embolado na cintura e suor frio escorrendo pelas costas. Estava no meio de um sonho pesado. Eu comendo Denise e Laura ao mesmo tempo, as duas de quatro na cama do meu apartamento, Denise se masturbando e gemendo alto enquanto eu penetrava Laura devagar, corpos colando e se separando, mãos delas se tocando, bocas se encontrando no emaranhado de gente.

Acordei com o pau duro pra caralho, latejando forte contra o lençol fino e úmido de suor, a cabeça inchada roçando o tecido áspero, isso gerava um arrepio na espinha a cada respiração, a cada fricção seca. O meu líquido pré-seminal molhando o pano e deixando uma mancha escura.

Respirei fundo, mão descendo por instinto para me aliviar, mas parei no meio do caminho. Talvez não fosse uma boa ideia desperdiçar energia.

Batida na porta. “Rick? Preciso de ajuda, abre aí.”

Gritei do lado de dentro, voz fraca de sono: “Só um minuto!”

Me levantei devagar, pau ainda meio duro roçando no lençol, corpo suado e pesado. Abri a porta só uma fresta, escondendo o tronco com o braço, lençol enrolado na cintura como se fosse toalha. Denise estava lá, short jeans curto, top cropped branco, cabelo preso num coque bagunçado, olhos verdes fixos nos meus.

“Eu preciso falar com você. Deixa eu entrar.”

“Um minuto, tia. Tô me vestindo.”

“Não. Agora.” Ela empurrou a porta com o ombro, entrou sem esperar, fechou atrás de si com um clique suave.

Sentou na beirada da cama, pernas cruzadas, olhando direto pra mim como se eu fosse criança pega no flagra.

Eu fiquei parado, lençol apertado na mão, tentando não deixar o pau marcar. “Que foi?”

Ela respirou fundo, voz baixa mas firme. “Eu vi você e a Laura ontem à noite. Atrás de um dos chalés, ela te chupando. Não foi difícil achar, estava escuro mas vocês não foram discretos.”

Meu estômago deu um nó. “Tia...”

“Escuta, Henrique.” Ela ergueu a mão, cortando. “Quem sou eu pra falar, né? Depois do que rolou entre a gente no meu chalé ontem, e em São Paulo... eu não sou santa. Mas cuidado. Está toda a família aqui. Sua mãe, o Maurício, a Claudia, todo mundo. Se alguém ver vocês dois dando bandeira assim, vira um inferno. A Laura é nova, impulsiva, bebeu demais ontem, mas você... você sabe o risco.”

Fiquei quieto um segundo, sentindo o calor subir pelo pescoço. “Eu sei. Foi rápido, ela me puxou, eu... não pensei.”

Denise riu baixo, sem maldade. “Você nunca pensa, Rick. Sempre foi assim. Mas olha pra mim, tô aqui te falando porque não quero ver ninguém se ferrar. Nem você, nem ela.”

Ela se levantou, chegou perto, mão no meu braço, toque leve mas quente. “Se for pra rolar algo, faz direito. Discreto. Ou não faz. Mas para de dar mole na frente da família toda. Tá me entendendo?”

Assenti, voz baixa. “Tô.”

Ela sorriu de canto, aquele sorriso que dizia que sabia mais do que falava. “Bom menino. Agora se veste, vai pro gramado. Sua mãe tá chamando pra ajudar na mesa do almoço. E tenta não olhar pra Laura como se quisesse comer ela na frente de todo mundo, ok?”

Abriu a porta, saiu devagar. Fiquei ali, lençol ainda na mão, pau amolecendo devagar. Ela tinha razão.

Celular vibrou na mesa de cabeceira, tela acendendo no escuro do chalé. Peguei rápido, coração já acelerando antes de ver o nome: Laura.

WhatsApp. Mensagem de Laura, uma foto de visualização única.

Era ela no banheiro do chalé, espelho embaçado ao fundo, luz fraca do abajur batendo na pele clara. Biquíni preto minúsculo, o mesmo da piscina ontem. Top triangular afastado pros lados, peitos pequenos expostos, mamilos rosados arrepiados pelo ar gelado ou pelo tesão, pontinhos duros apontando pra frente. Mão direita enfiada dentro da calcinha de cintura alta, dedos mexendo no meio das pernas, calcinha esticada pro lado revelando um pouco da bucetinha lisinha. Olhos fechados, boca entreaberta num suspiro mudo, rosto corado, cabelo solto caindo no ombro.

A foto sumiu em segundos, tela preta de novo. Fiquei olhando pro nada, pau endurecendo na hora dentro da sunga, latejando forte contra o tecido. Respiração pesada, mão tremendo um pouco no celular. Mensagem dela veio logo depois: “Saudade de ontem... pensa em mim hoje? 🔥”

Guardei o celular no bolso do short, estarrecido com o que tinha visto. O dia mal tinha começado e ela já estava me deixando louco de novo.

Respirei fundo, tentei me recompor, mas o pau ainda latejava contra o tecido, a imagem dela grudada na cabeça.

Saí do chalé devagar, sol batendo forte no rosto, e caminhei pelo gramado em direção ao resto da família.

A chácara era grande pra caralho, campo de futebol, piscina e salão de festas envidraçado ao lado, lago artificial com deck de madeira, peixes para pesca, e uma fileira de uns dez chalés alinhados nos fundos, tipo pousada rural. O tio Maurício alugava tudo isso pra eventos, casamentos, aniversários grandes como esse, e cobrava caro pra manter o padrão.

O almoço rolou devagar, sol a pino, mesa comprida lotada de carne mal passada, farofa, vinagrete, cerveja gelada pingando. Minha mãe servindo, tio Maurício contando história velha de moto, Denise rindo alto do outro lado, Laura sentada mais distante, olhando de vez em quando na minha direção com um sorriso discreto. Comi rápido, falei pouco, ainda com o nude dela na cabeça.

Depois do almoço, tio Maurício me chamou do outro lado do gramado, voz alta por cima da música: “Rick! Depois vai lá no laguinho, na casinha perto do deck, pega a grelha de peixe pra mim? Tô querendo assar uns lambaris no final da tarde, a grelha tá guardada lá dentro.”

“Beleza, tio.”

Peguei a chave que ele jogou, caminhei devagar pela trilha de terra que cortava o gramado, passando pelo campo de futebol vazio, pelo salão de festas fechado, até chegar no laguinho.

A casinha era simples, uma construção de madeira com telhado de zinco, porta trancada. Abri, entrei no cheiro de umidade e madeira velha. A grelha estava encostada na parede, enferrujada mas limpa. Peguei, me virei pra sair.

Laura estava na porta, encostada no batente, short jeans curto, top cropped branco, tênis sujo de terra, cabelo solto caindo nos ombros. Não tinha percebido ela me seguindo.

“Primo...”

Fechou a porta atrás de si, clique suave da tranca. O espaço era pequeno, luz filtrando pelas frestas da madeira, ar quente e parado. Ela deu um passo pra frente, olhos castanhos fixos nos meus, rosto corado do sol e de algo mais.

“Eu te segui. Eu estou ficando louca de vontade.”

Ela era realmente uma delícia, magrinha, linda. A imagem da manhã era nada perto do que eu estava vendo na minha frente.

“A gente tá sozinho aqui. Ninguém vem. Meu pai tá ocupado com a churrasqueira, sua mãe tá na cozinha...”

Ela mordeu o lábio e disse você baixinho.

“Quero você agora, Henrique. Como ontem, mas sem parar no meio.”

A grelha caiu no chão com um barulho metálico. Puxei ela pela cintura, boca na dela, língua invadindo quente. O cheiro dela me deixou maluco, protetor solar misturado com suor. Mãos descendo pras coxas finas, apertando a bunda arrebitada por cima do short.

Ela mordeu meus lábios e sua mão já foi abrindo meu zíper, procurando o pau que já estava duro pra caralho.

Ela se virou de costas sem dizer mais nada, apoiou as duas mãos no balcão de madeira velha da casinha, empinou a bunda arrebitada pra mim e olhou por cima do ombro, olhos castanhos queimando de tesão puro. “Me come agora, Henrique... enfia tudo... quero sentir você me abrindo de novo.”

Abaixei o short jeans dela junto com a calcinha num puxão só, deixando a buceta lisinha e inchada completamente exposta, lábios rosados brilhando de tesão, um fio fino escorrendo pela coxa interna. Segurei a base do meu pau latejando, alinhei a cabeça grossa na entrada quente e molhada dela e empurrei devagar, centímetro por centímetro.

Vi claramente meu pau abrindo ela, os lábios esticando ao redor da cabeça inchada, a pele clara se alargando devagar, engolindo a cabeça grossa até desaparecer lá dentro, depois o resto do comprimento grosso sumindo devagar, veia por veia, até as bolas encostarem na pele dela.

A buceta quente dela irradiou um calor insano direto pro meu corpo inteiro, subiu pela barriga, pelo peito, pelos braços, até a nuca, como se alguém tivesse ligado um fogo dentro de mim.

Cada centímetro que entrava fazia ela apertar mais forte, paredes pulsando e sugando, molhada pra caralho, o calor apertado me envolvendo como um forno vivo.

Ela soltou um gemido longo, quadril tremendo, arqueando ainda mais as costas. “Mais fundo... assim... porra, primo...”

Ela se apoiou mais forte no balcão, empinando ainda mais a bunda, coxas tremendo de leve. Enfiei o dedão devagar no cuzinho apertado dela, sentindo a resistência quente, a pele lisa cedendo centímetro por centímetro enquanto eu continuava metendo o pau na buceta molhada, ritmado e fundo. Ela soltou um gemido, voz baixa e carregada de tesão:

“Porra, no cu não... assim... não, vai, vai mete o dedo no meu cu, vai...”

A voz dela era meio choramingo, meio ordem. Aquele quadril rebolando pra trás pra encontrar cada estocada. Continuei metendo forte, pau inteiro saindo quase todo e voltando até bater no fundo, enquanto o dedo entrava e saía devagar, sentindo o anel apertar e relaxar ao redor. Ela começou a falar palavrão atrás de palavrão, voz quebrada:

“Caralho... me arromba... mete tudo... fode minha buceta e meu cu ao mesmo tempo... porra, Henrique... assim...”

Ficou na pontinha dos pés com as pernas finas tremendo, bunda empinada ao máximo, corpo inteiro arqueado pra trás, se oferecendo toda.

O pau deslizava fácil agora, buceta escorrendo tesão pelas coxas. Ela apertou o balcão com força, unhas cravando na madeira velha, e anunciou ofegante:

“Tô quase... vou gozar... vou gozar forte...”

Coloquei a mão esquerda na boca dela rápido, dedos enfiados entre os lábios pra abafar o grito que já vinha subindo. Ela mordeu forte, dentes cravando na carne da palma, dor misturada com tesão me fazendo acelerar as estocadas.

Gozei dentro dela com muita força, a ponto de sentir o pau pulsando violento, jatos grossos e quentes enchendo a buceta apertada, enchendo até transbordar. Ela gozou junto, corpo convulsionando, buceta apertando em espasmos ritmados ao redor do meu pau, um jorro quente escorrendo pelas minhas bolas.

Tirei devagar o pau ainda latejando, saindo com um som molhado. A porra grossa e branca escorreu em fio grosso da buceta aberta dela, descendo pelas coxas finas, pingando no chão de madeira, misturada com o tesão dela.

Ela ficou ali, ofegante, pernas tremendo, mão ainda apoiada no balcão, olhando pra trás com olhos semicerrados e sorriso safado, rosto vermelho, suor escorrendo pelo pescoço.

A disposição dela pro sexo era impressionante.

Preocupado em sermos pegos, combinei rápido: “Eu saio primeiro com a grelha, você espera uns minutos e vai por outro caminho. Depois a gente se vê mais tarde.”

Expliquei o medo de sermos pegos, família toda por perto, mãe, tio, qualquer um podia aparecer.

Ela concordou, ainda ofegante, ajeitando o short e a calcinha com as mãos tremendo. “Tá bom, primo... vai.”

Peguei a grelha enferrujada do chão e saí pela porta fingindo normalidade. Voltei pro chalé, coloquei a sunga preta, joguei água no rosto e pulei na piscina pra disfarçar o suor e o cheiro dela na pele.

Passei a tarde conversando com tios, primos distantes e amigos do tio Maurício, cerveja na mão, rindo de piada velha, enquanto o sol baixava devagar e a imagem dela me atormentava.

No fim da tarde o sol já estava baixo, luz laranja refletindo na piscina, água ainda quente do dia inteiro.

A Tia Denise pulou na água de repente, mergulho limpo, emergiu perto de mim com o cabelo colado no rosto, biquíni azul-escuro grudado de novo na pele, gotas escorrendo pelos seios fartos. Nadou devagar até encostar na borda ao meu lado, braços apoiados, sorriso tranquilo mas olhos afiados.

“Oi, Rick. Curtiu o dia?”

Respondi casual, tentando não olhar muito pra ela. “Tô de boa.”

Ela riu baixo, voz baixa pra ninguém mais ouvir. “Eu vi você e a Laura sumirem depois do almoço. E depois ela voltou sozinha, cara vermelha, andando estranho. Você comeu ela, né?”

Meu estômago deu um nó. “Tia...”

“Não nega, Rick. Eu te conheço. E reparei na distância de vocês a tarde toda, ela evitando olhar pra você, você fingindo conversa com os outros. Mas também reparei que ela tá diferente. Mais solta, mais... feliz. Típico de quem acabou de transar.”

Ela se aproximou um pouco mais, coxa roçando na minha debaixo d'água, voz ainda mais baixa.

“Escuta, eu te avisei hoje de manhã. Cuidado. Ela é nova, impulsiva, não tem cabeça pra lidar com isso. Você também não tem. Se vocês continuarem, vão se apaixonar de verdade, vão querer mais, e aí? Não vão poder assumir nada, ia ser bem difícil explicar o namoro de dois primos.”

Fiquei quieto, água batendo leve no peito, coração acelerado. Ela tinha razão, e o pior era que eu sabia disso e ainda queria continuar.

Denise deu um sorriso triste de canto, mão no meu ombro por um segundo. “Pensa nisso antes de ir atrás dela de novo. Ou antes de me deixar louca de ciúme também.”

Piscou, mergulhou de novo e nadou pra longe, me deixando ali com a dúvida do que ela acabara de falar.

Todo mundo começou a sair da piscina devagar, sol já se pondo atrás das árvores, luz laranja misturada com as luzes do salão de festas que acenderam. Gente enrolando toalha na cintura, pegando copos vazios, caminhando pro salão envidraçado onde as mesas já estavam postas pro jantar.

Eu saí atrás, sunga molhada colando nas coxas, corpo ainda quente da água.

Lá dentro, o tio Maurício subiu num banquinho perto da churrasqueira, microfone improvisado na mão, rosto vermelho de cerveja e emoção. Todo mundo parou, silêncio caindo devagar.

“Galera... família... amigos... obrigado por estarem aqui. Cinquenta anos não é brincadeira, né? Eu tô velho pra caralho, mas feliz pra caralho também.” Risadas baixas. “Quero agradecer às minhas irmãs, que sempre me aguentaram desde moleque, a mais velha que me botava na linha, e a caçula que me zoava o dia inteiro.” Denise e minha mãe sorriram, uma piscando pra outra. “À minha esposa Claudia, que aguenta minhas loucuras de motoqueiro e ainda me ama. E à minha filha Laura, minha menina que tá aí estudando pra ser médica e me deixando orgulhoso todo dia.”

Laura corou, olhos baixos, mas sorriso aberto. O tio continuou, voz embargando um pouco:

“A festa tá tão boa que eu não quero que acabe. Não avisei antes, mas quem quiser pode ficar até domingo à noite. Tem chalé pra todo mundo, comida sobrando, cerveja gelada... fiquem, aproveitem. Eu tô feliz demais com vocês aqui.”

Aplausos, assovios, gente gritando “fica até domingo!”. Eu olhei pra Denise, que ergueu o copo pra mim com um sorriso discreto, depois pra Laura, que sustentou meu olhar por um segundo longo demais, rosto ainda corado.

Claro que eu queria ficar.

O jantar foi servido logo depois, mesa farta com churrasco sobrando, saladas, pão de alho, farofa crocante, cerveja e refrigerante gelado.

Sentei entre uns primos distantes, mas o olho escapava pras duas o tempo todo, Denise conversando animada com a mãe, Laura mais quieta, mexendo no prato, olhando de vez em quando na minha direção.

Após o jantar, alguns parentes continuaram bebendo no salão, conversa alta e risadas ecoando. Eu saí devagar, peguei uma cerveja gelada e fui pra beira do laguinho. O deck de madeira rangia sob os pés, luz baixa das lanternas refletindo na água parada.

Acendi uma fogueira no fire pit, chamas subindo devagar, cheiro de lenha queimando misturado com o ar úmido da noite. Uns convidados pegaram violão, começaram a tocar sertanejo cafona daqueles antigos, voz desafinada, todo mundo rindo.

Denise apareceu do nada, short jeans curto, top cropped, sentou ao meu lado no banco de madeira, coxa encostando na minha. “Oi, Rick. Fugiu da bagunça?”

“Preciso de ar.”

Ela riu baixo, olhou ao redor. Aos poucos a galera foi saindo, uns indo pros chalés, outros se despedindo. Ficamos só nós dois, fogo crepitando, violão distante agora só um fundo baixo.

Ela se aproximou mais, voz baixa: “Você é muito safado, Henrique. Comer uma tia e uma prima na mesma festa... no mesmo final de semana. Tá ficando bem gostoso, sabia? Corpo malhado... que sorte a minha ter um sobrinho que topa comer a tia.”

Mão dela desceu devagar pela minha coxa, dedos traçando por cima da calça, apertando o pau que já estava semi-duro. “Pena que tenho que dividir... mas entendo. A Laura é bonita pra caralho. Magrinha, bundinha arrebitada...”

Olhei ao redor, ninguém. Já devia ser bem tarde, só o fogo iluminando o rosto dela, sombras dançando. Ela abriu o zíper devagar, tirou meu pau pra fora, duro e latejando no ar fresco da noite. Segurou firme na base, começou a punhetar lenta, polegar circulando a cabeça molhada.

“Me conta... como você comeu a Laura hoje? De frente ou de costas?”

“De costas.”

Ela apertou mais forte, punheta ritmada. “Ah, gostou de ver a bundinha dela empinada? Como era a buceta dela?”

“Raspadinha... lisinha... apertada pra caralho.”

“Seu safado... e o que mais você fez com ela?”

“Coloquei o dedo no cuzinho dela.”

Ela abaixou rápido e eu senti boca quente envolvendo a cabeça, uma chupada babada, saliva escorrendo pelos cantos. Podia sentir a língua pressionando a fenda. Subiu devagar, punhetando de novo, olhos fixos nos meus.

“Você gosta de comer cu, né?”

“Gosto. Muito.”

Ela voltou a chupar, garganta relaxada engolindo fundo, gemido vibrando no pau. Subiu de novo, punheta acelerando.

“Tem vontade de comer o cu da tia também?”

“Sim... muita vontade.”

Punheta mais forte, boca descendo de novo, chupada molhada e barulhenta. Subiu:

“Ela gemeu alto quando você meteu?”

“Gemou baixo no começo... depois pediu mais.”

“Gritou?”

“Não gritou, mas apertou forte, tremia toda.”

“E os peitinhos dela? São firmes?”

“Pequenos, empinados... mamilos durinhos.”

“E a bundinha? Arrebitada mesmo?”

“Perfeita...”

“Ela é apertada?”

“Apertadíssima... sugava meu pau inteiro.”

Ela chupou mais fundo, saliva pingando, punheta rápida. “E você gozou dentro dela?”

“Gozou forte... enchi ela toda.”

“Porra escorrendo pelas coxas?”

“Escorreu grosso... pingando no chão.”

Ela acelerou a punheta, boca na cabeça de novo, chupada intensa. “Você queria meter no cuzinho dela também?”

“Queria... mas não deu tempo.”

“E no meu... quer meter agora?”

“Quero... foder o cu da tia até gozar dentro.”

A punheta ficou mais forte e a chupada mais babada, quando ela levantava eu via seus olhos brilhando no fogo. “Safado... me conta mais... como ela apertou quando gozou?”

“Apertou tanto que quase me fez gozar na hora... molhada pra caralho.”

Ela chupou fundo uma última vez, subiu punhetando rápido. “Goza na boca da tia, Rick... goza pensando na Laura...”

O pau pulsou forte, jatos quentes enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, lambeu a cabeça devagar, sorriso safado no rosto iluminado pelo fogo. “Boa noite, Henrique... amanhã a gente vê o que mais você quer comer.”

Levantou, ajeitou o short e saiu devagar, me deixando ali com o pau sensível.

Dei mais um tempo ali na beira do laguinho, fogo crepitando baixo, estrelas aparecendo no céu escuro de Campinas.

Caminhei no escuro pela trilha de terra, lanternas fracas iluminando o caminho entre os chalés, som de grilo e vento leve nas árvores.

Cheguei no meu chalé, abri a porta, joguei as chaves na mesinha. Tirei a roupa suada, deitei na cama só de cueca, lençol fino por cima.

O quarto ainda quente, cheiro de madeira velha e protetor solar grudado na pele.

Amanhã era o último dia . domingo, meu plano era rumar pra São Paulo no final da tarde, depois do almoço de despedida, estrada livre antes do trânsito pesado.

Deitei de lado, corpo exausto, pau sensível mas calmo pela primeira vez no dia. Fechei os olhos e dormi pesado, sono sem sonho, profundo como se o corpo tivesse desligado tudo.

CONTINUA

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Porque ele nunca chupa a prima... com tia engole até bosta... com a prima é só metida sem proporcionar prazer, nem toca na vagina dela.

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