Sempre tem aquele professor que todo mundo fica olhando...

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 5987 palavras
Data: 17/03/2026 15:55:24
Última revisão: 17/03/2026 15:55:57

A parada é a seguinte: todo curso tem aquele professor que geral olha torto, mas ninguém fala nada. No meu caso, esse professor foi o Hércules, um cara calvo de meia-idade que dava aula teórica e prática de natação lá na federal do Rio.

Pra começar, vou me apresentar. Meu nome é Renan, tenho 30 anos, 1,81m, 91Kg, olhos castanhos, sou moreno, alto, tatuado, barbudo e pai de uma princesa de 3. Um cara comum, morador do Rio de Janeiro, formado em Educação Física e noivo da Isadora, mãe da minha filha.

Hoje atuo como instrutor de natação e bombeiro guarda-vidas, moro num apê bacana na Tijuca e divido rotina com a Isa e nossa filhota, mas o que vou contar agora aconteceu anos atrás, na época que eu ainda cursava Educação Física na UFRJ e nem sabia que seria pai dali a pouco tempo.

Faculdade é foda, né? Muita chopada, várias festinhas entre uma prova e outra, calouras e veteranos se envolvendo depois dos trotes, conversinha aqui, papo torto dali... Quando tu vê, é pau dentro e ninguém é de ninguém, ainda mais no mundinho da Educação Física, onde corpo e performance contam muito.

Eu tinha 26 pra 27 anos, era soldado do Exército, estudava pra passar na prova do Corpo de Bombeiros e sonhava dia e noite com a ideia de ser guarda-vidas na praia, que nem esses caras que resgatam banhista, por isso puxei disciplinas relacionadas à natação, tipo Salvamento Aquático, Biomecânica, Hidroginástica.

Chegou um momento que minha rotina era da sala de aula pra piscina de treino e da piscina de treino pra sala de aula, só parava pra comer, dormir e cumprir presença no batalhão. Tive que me desdobrar pra cumprir os estágios obrigatórios, meu corpo atingiu o auge do desenvolvimento e foi por causa das aulas de natação que conheci o Hércules, professor mais brabo da graduação.

Quando digo mais brabo, é em todos os sentidos. O cara era carrasco, mas fazia por onde no que diz respeito a ensinar o que precisa ser ensinado. Ele não era arrogante, pelo contrário, tava sempre rindo, contando histórias e fazendo os alunos se esgoelarem pelos corredores, mas suas aulas eram sérias, o coroa era metódico e incorrigivelmente pragmático na hora de cobrar e tirar pontos nas provas.

Ao mesmo tempo que era o professor mais rigoroso, Hércules também era um dos mais queridos do curso e geral parava pra trocar ideia quando ele cruzava os corredores da EEFD, fosse pra pedir orientação no TCC ou fazer networking. Além de docente, ele trabalhava como preparador físico de vários jogadores de futebol e nadadores olímpicos, dava aulas de natação e serviu no Corpo de Bombeiros, que era meu sonho de garoto.

Fisicamente falando, ele era um quarentão inteiraço e nada bombado, mas com a carcaça conservada pelas mais de duas décadas atuando na área da Educação Física. Hércules era um pouco mais baixo que eu, talvez 1,76m, tinha por volta dos 43, era careca da pele branca, do corpo musculoso e peludo, do tipo que tem pelos nas costas e nos antebraços, diferente dos nadadores profissionais.

A maioria dos nadadores raspa tudo pra diminuir o atrito com a água, mas ele cansou de lutar contra a genética poderosa dos pelos e virou um coroa peludão na medida. Sobrancelhas largas, barba curta, escura e bem cuidada, e o olhar sisudo, uma coisa meio turca. Peitoral aberto, bíceps e tríceps saltados, shape de atleta e estilo professor galã de faculdade, sempre de aliança no dedo e todo engomadinho quando as aulas aconteciam na sala de aula.

Eu e Isadora dávamos um amassos de vez em quando, e até ela virava pra ver o Hércules descer da moto e cruzar do pátio pro corredor, é mole? Aliás, não apenas ela. Ela e todas as minas que, além de alunas, eram fãs do professor de natação. Até fã clube com página no Twitter ele ganhou, pra tu ter noção da fama e da reputação do cara.

Era nessas páginas que às vezes surgiam fofocas de que ele tava saindo com alguma estudante no sigilo e comendo professoras casadas do curso, porém nunca surgiram provas concretas disso, fora que geral sabia que o Hércules tinha mulher, então ninguém levava a sério. Nunca passou de boato, fofoca da graduação.

Mas tinha uma coisa... Sei lá, não sabia o que era, mas eu enxergava algo no olhar do professor que me deixava intrigado. Talvez fosse o jeito como ele olhava pro maiô cavado das alunas nas aulas práticas? Talvez. Talvez fosse o fato de ele deixar os botões da blusa abertos no peitoral nos dias de calor e isso chamar a atenção das moças na sala de aula? É possível.

Eu via claramente algum tipo de malícia e de maldade no olhar do Hércules, mas nunca falei nada, porque é horrível tu sentir desconfiança e não ter como provar. De repente eu não queria admitir que minha cisma era por ele ser o professor galã e minha ficante se derreter quando ele dava aula. Homem tem dessas implicâncias bobas quando aparece outro cara boa pinta na área, faz parte do universo masculino.

Achismos e comentários à parte, vamos ao que interessa: Hércules tinha uma senhora bunda do caralho. Bunda não, raba! O que o maluco carregava nas costas não era traseira, era a carroceria inteira! E não era rabão feio e disforme, era rabão torneado, fruto de infinitos treinos de pernas, glúteos e membros inferiores, fora a natação pesada dos últimos vinte anos.

As alunas gostavam do professor peludão e se amarravam no jeito carismático dele? Sim, com certeza, mas tu tinha que ver a cara de felicidade que elas faziam quando ele aparecia de calça mais justa e lombo desenhado no jeans. E quando o coroa vestia sunga e pulava na piscina? Elas endoidavam, até os caras achavam engraçado um homão tão bruto ter o rabetão grande daquele jeito.

Lembro como se fosse ontem das vezes que o Hércules começava a circular pela sala de aula enquanto lia algum texto, daí virava de costas, andava em direção ao quadro e nós ficávamos eufóricos com a visão plena daquela lomba empinada e redondinha preenchendo a calça.

- A mulher dele é a maior sortuda, fala sério. – Isadora adorava, ela ria à toa.

As moças suspiravam e se abanavam, os caras seguravam riso e tinha uns mais zueiros que apontavam pra raba do Hércules e faziam caretas.

- Eu ia, foda-se. – um deles zoou.

- Eu também. Iria não, Renan? – o outro me cutucou.

- Sai fora, cuzão. Hehehe. – eu ficava na minha.

Não dava muita trela, pra ser franco. A real é que eu revirava os olhos de desgosto diante das manjadas que a Isa dava no professor careca bundudo. Meu rosto logo transparecia o ranço e foi num desses dias que o Hércules parece que percebeu minha cara de bunda durante sua explicação sobre nado estilo livre.

- Então, por exemplo, quando alguém é grandão assim igual ao... Renan? – ele deu a volta na minha carteira, apertou meus ombros e me pôs de pé.

- Isso, professor. Renan. – falei.

- Quando alguém é grande que nem o Renan, tem que ter mais oxigênio pra pessoa respirar no meio das braçadas. O Renan, quando nada, não sei se vocês já perceberam que ele joga o braço lá na frente antes do pé afundar na água. Viram? É porque ele ganha mais tempo respirando. Você tem que alternar os movimentos. – Hércules esticou meu braço esquerdo, puxou meu pé direito pra trás e me usou pra demonstrar visualmente a alternância das passadas.

Ele pressionou meus braços enquanto explicava, sentiu meus bíceps e fez cara de impressionado pro resto da turma, meio que querendo entrosar.

- O rapaz é todo fortão, ó! Hehehe! Parece lutador.

- É que eu sou soldado, professor. Valeu pelo elogio. – cheguei a ficar tímido na frente dos colegas.

- É meu mozão, fessor. – Isadora levantou o dedo e deu um sorriso orgulhoso.

- Ah, vocês são casal? – o coroa riu.

- Mais ou menos. Ele é meu príncipe, hahaha! – ela respondeu.

- Show de bola. Então com licença, vou usar o príncipe aqui por um minuto, posso?

- À vontade, fessor.

É foda como os professores têm a habilidade de não só chamar atenção dos estudantes, como também de docilizá-los, muda-los por dentro. Bastou uma aula que o Hércules me usou como modelo prático nas explicações dele e eu mudei totalmente de ideia a seu respeito.

Se antes fazia cara feia e não tinha muita paciência pra ele, depois de um tempo eu desfiz a apatia, senti vontade de estar nas aulas teóricas de natação e comecei a sentar na primeira fileira, sempre à vista, pois sabia que o careca ia me tirar de exemplo na hora de explicar.

- Valeu pelas dicas, Hércules. Nem acredito que tu reparou no meu nado, maluco. – agradeci depois da aula.

- Claro que reparo. Tenho que reparar, sou pago pra isso. Reparar e, se necessário, corrigir. Tô aqui pra isso, Renan. Renan não, vou te chamar de príncipe. Hehehe! Foi assim que a Isa chamou, não foi?

- Foi sim. Hehehe. De boas.

- E outra, garotão, os Jogos Universitários são logo ali. Eu sempre tô de olho em quem treina comigo. Minha obrigação.

- Caralho, verdade. Não lembrava. Esse ano vai rolar?

- Vai, claro. Lá pra setembro, outubro. E eu acho que tu tem que competir, príncipe. Vai por mim. Conheço um monte de nadador bom aqui, tem umas meninas nota mil no turno da tarde também e tu é outro que tem talento, tu tem resultado.

- Papo reto, professor?! – eu nem acreditei.

- Tô dizendo, rapaz. Depois dá um pulo lá na sala, bora trocar ideia. Te espero.

- Mas não tem que ser da atlética pra se inscrever nos jogos?

- A gente dá um jeito. Sempre tem um jeitinho pra tudo, Renan, ainda mais nesses casos. Confia. – ele bateu a mão no meu pescoço e se despediu de um jeito meio rude, sem falar muito.

Mais tarde, após a última aula, dei um pulo na sala dos professores, procurei pelo Hércules e ele me introduziu ao pessoal da atlética, que me recebeu como se eu fosse nadador profissional. O coroa apertou meu braço, orgulhoso de eu ter topado me inscrever nos Jogos Universitários, e ainda se ofereceu pra me treinar, oportunidade que aceitei sem pensar duas vezes.

A partir daí, mais que nunca, passei a conviver quase que diariamente com o Hércules: na faculdade, nos treinos da atlética e no clube de natação, às vezes pela manhã, às vezes à tarde e também à noite, principalmente quando eu precisava dobrar no quartel. Minha vida virou basicamente piscina e água, até no Exército eu praticava natação e treinava pros Jogos Universitários.

Era o coroa que media meu tempo nos treinos e avaliava minha postura física nas provas, foi ele que me ajudou na hora de estabelecer as metas semanais até a chegada dos jogos e que me incentivou diariamente a dar meu melhor na piscina. A convivência fez a gente ser mais do que aluno e professor, eu e Hércules eventualmente ficamos bons amigos e eu achei engraçado a maneira como fui do ranço à amizade em papo de quatro, cinco meses.

Ele dizia que ter o psicológico inabalável era parte da saúde de todo bom atleta, então às vezes puxava assunto, perguntava se eu tava bem e queria saber como eu estava nas outras disciplinas da graduação, na mente e na vida em si, pra garantir que nada abalaria meu espírito nas provas de natação.

Por conta desse cuidado técnico, o Hércules me ouvia desabafar de tudo, desde a burocracia dos editais de seleção dos Bombeiros até as ficadas descompromissadas com a Isadora. Era depois das aulas que nós saíamos pra tomar gelo, eu falava das demandas do quartel e ele relatava sobre os últimos Jogos Universitários, pra eu entender mais da competição.

Teve uma tarde que eu tava treinando nado de costas no clube e Hércules cronometrando minha performance a cada ida e vinda que eu dava na borda da piscina. Assim que saí da água, já no fim do treino, senti uma cãibra filha da puta na perna, o coroa correu pra ajudar e me pôs sentado no chão.

- Estica a perna, garotão, estica!

- Tô tentando, porra!

- Tenta mais forte, bora! – ele esticou minha coxa, começou a apertar e pressionou minha perna de cima pra baixo várias vezes seguidas.

- Que dor do caralho! Tomar no cu!

- Isso é falta de sódio e potássio. Tá comendo direito, Renan?

- Tô, pô. Tirando a Isadora, tô comendo legal. – tentei fazer piada pra ignorar a dor, mas não deu muito certo.

- Mantém a perna esticada, vou te ajudar.

Ele repetiu o movimento de massagear minha coxa, seus dedos subiram bem próximo da virilha e, no meio da ajuda, Hércules sem querer esbarrou o dedo mínimo na minha sunga, bem no saco. Eu vi que não foi de maldade e que só aconteceu por causa da pressa dele em querer ajudar, então ignorei e deixei passar, não dei importância.

- E aí, tá melhorando?

- Tá mesmo, professor. Mmm...

- Tem que comer mais fruta, garotão. Presta atenção na tua dieta, não quero ver ninguém na merda no dia da prova. – e continuou me massageando.

- Relaxa, foi só uma cãibra de leve.

Suas mãos desceram na minha panturrilha, ele dobrou meu pé pra cima e me fez esticar a perna novamente. Daí subiu de novo e, mais uma vez, seu dedo mindinho tocou o volume do meu ovo. O coroa fez pressão na região superior da minha coxa, eu tremi de nervoso com o toque acidental no saco e fiquei tenso quando ele quase esbarrou na minha pica.

- Tamo junto, Hércules, tô melhor. Salvou.

- Tem certeza?

- Tô legal, ó. – fiquei de pé, dei dois passos e pulei.

- Agora sim. Vê se come direito, moleque.

- Deixa comigo. Valeu pela força.

Peguei minha toalha e a mochila, fui pro vestiário, liguei o chuveiro e comecei a tomar banho. Quando menos esperei, ele também entrou, veio pro meu lado e se enfiou no outro chuveiro, aí nos lavamos e trocamos ideia normalmente, do jeito de sempre. Só que o Hércules simplesmente arriou a sunga, tirou pra lavar e ficou peladão com naturalidade na minha frente.

Tudo normal, nada de estranho pra dois caras héteros que treinam... Exceto que eu vi aqueles globos carnudos e torneados me encarando o tempo todo no chuveiro. A raba do professor ganhou 100% minha atenção, a rigidez dos glúteos tomou meus olhos de assalto e eu me senti estranho quando ele virou de costas e abaixou pra pegar o sabonete.

- Cuidado com essa posição aí, irmão. Hehehe! – fiz piada.

- Se fuder, moleque. Me respeita, sou casado.

- Tô zoando, porra. Behehe! Tu leva a sério?

- Claro que levo. Sou teu professor e treinador, já não bastam as fofocas que rolam no corredor?

- De boa, foi brincadeira. Fica tranquilo, irmão.

Tentei não olhar muito, até porque meu negócio sempre foi mulher, mas foi praticamente impossível não reparar naquela carroceria espaçosa me encarando toda hora. O rabo do Hércules era tão peludo quanto ele, empinado, firme e com direito a marquinha de sunga na cintura, combinando com suas coxas grossas e as panturrilhas duras.

- Valeu, garoto. Vou me adiantar lá, senão daqui a pouco a fera tá ligando. – foi ele acabar de falar e o celular tocar na bolsa. – Ah lá, não disse? Já sei quem é.

- A patroa. Hehehe. Melhor atender.

Ele saiu do chuveiro, pegou o telefone e se vestiu enquanto falava com a mulher.

- Oi, vida. Tô, tô saindo daqui agora. Sim... Tá. Tá bom. Deixa comigo, eu passo lá. Beijo, também te amo. – Hércules riu antes de encerrar a ligação. – Mas ó, eu vou lá buscar, mas tu vai ter que fazer aquilo mais tarde... É, isso mesmo. Combinado então. Beijo. Hehehe!

- Aí sim. Hoje tem. – zoei, não resisti.

- Hoje tem mesmo. Hehehe! Valeu, moleque.

O coroa meteu o pé pra casa, eu fiquei ali terminando meu banho e ainda rindo do tamanho da raba dele. Lembrei sem querer do toque acidental que ele deu no meu ovo durante a massagem na perna, comecei a lavar meu pau e foi nesse momento que percebi que estava todo melado, com o prepúcio pingando seiva bruta e a sunga tomada por teias e pontes de baba.

- “É... Pelo visto, hoje tem também.” – pensei.

À noite, quando saí do clube e voltei pra casa, marquei de jantar com a Isadora e da gente ver um filminho. Começou aquele Metflix de leve pra aliviar o estresse da correria, minha mão desceu na bunda dela, pedi pra botar no cuzinho e a safada ficou boladona comigo.

- Na boa, Renan, às vezes eu acho que tu é viado.

- Ih a lá? Qual foi, vai esculachar? Tá me estranhando, tu?

- Vira e mexe você vem com essa mania de querer comer cu, cara. Já falei que não dou a bunda.

- Beleza, mas quando que eu dei motivo pra desconfiar de mim? Se orienta, doidona.

Isadora ficou puta, amarrou a cara e foi embora sem se despedir, a gente passou uns dias no gelo depois dessa noite lá em casa. Me senti um pouco babaca pela briga fútil, mas ao mesmo tempo achei nada a ver ela me chamar de viado só por ter sugerido sexo anal. Acabou que fui dormir de pau durão pensando em cu e soquei aquela bronha pra encerrar a madrugada.

No dia seguinte, acordei ainda bolado com o preconceito da Isadora e isso se refletiu no meu rosto. Não precisei de 10min nadando na piscina do clube pro Hércules notar meu mau humor e vir puxar assunto. Coisa de treinador zeloso que se preocupa com a saúde mental do atleta.

- Bora, molecão, bota pra fora. Desembucha, tá caladão por quê?

- Não tô caladão, só tô... Tá, tô caladão.

- O que rolou?

- O de sempre.

- O príncipe brigou com a princesa?

- É. Coisa nossa, deixa quieto.

- Fala, pô. Sou teu parceiro, vou saber ouvir. Não quero nada assolando tua mente na hora da prova mês que vem. – ele apertou meu pescoço e me convenceu a desabafar.

- Ah... Tu acredita que eu falei de fazer anal e ela me chamou de viado? Hehehe! – cheguei a rir, de tão sem noção. – Que doideira, Hércules! Logo eu, sendo chamado de viado? Fala sério!

Ele arregalou os olhos, ergueu a sobrancelha, fez cara de desconfiança e não entendeu nada.

- Quê?

- É, pois é. Também fiquei embasbacado que nem tu, professor.

- Porra, moleque... Sei nem o que dizer. Esquenta com isso não, bagulho bobo.

- Não esquentei, não, mas ela ficou puta, meteu o pé e eu chamei na punheta mesmo.

- Entendi. Que sacanagem... Tá aí um problema que eu não passo no casamento.

- Iiih, esculachou! Hehehe! Aí sim, senti firmeza. Tá comendo o rabo da patroa todo dia, né, professor? – tive que gastar, não deu pra segurar.

- UHAHUAH! Ó a boca, moleque. Ainda sou teu professor, não esquece.

- Foi mal, não resisti.

Como sempre, professores sabem quebrar o gelo e distrair o aluno dos problemas quando é necessário. Saímos do treino e fomos tomar um gelo, começamos a falar dos Jogos Universitários novamente e o coroa explicou os planos da viagem pra Brasília, DF.

- Eu ainda não sei como vou fazer pra pagar tudo, professor, sendo bem sincero. Juntei dinheiro, mas tô preocupado com estadia e-

- Mas tu não tem que se preocupar com nada, Renan, tudo referente a você já tá pago. Eu que pago, eu que sou responsável. Tira isso da cabeça, tua preocupação é só pular naquela piscina e nadar. Nada, nada, nada, naada... – ele terminou a frase cantarolando.

- Tá maluco, Hércules? Quero ninguém bancando nada meu, não. Sou homem, porra, sou adulto, eu que tenho que me virar.

- Já falei, garotão, não esquenta. Depois tu vai me pagando como puder, se for o caso. O importante é estar lá, competir e trazer medalha. Esse evento é imperdível, só acontece uma vez no ano. Não vamo pensar em dinheiro agora, beleza? Outra coisa, já falou com o pessoal no quartel?

- Falei. Eu largo à noite, vou pra casa, durmo e de manhã parto pro aeroporto.

- De manhã é furada, moleque. Só engarrafamento na Avenida Brasil e a gente tem que tá no aeroporto uma hora e meia antes do voo, esquece. Tu vai fazer o seguinte. Eu ofereci minha casa pro Eduardo da atlética, lá tem espaço pra você também. Sai do quartel, já vai com mochila e mala lá pra casa, dorme e vamo antes do amanhecer, nós três.

- Na tua casa, professor? Mas e teu carro, vai deixar no aeroporto?

- Não, mozão vai levar a gente.

- Saquei. Tem certeza? Não quero atrapalhar.

- Só vamo, Renan. Arruma tudo, faz as malas e bora. Tá marcado, vou mandar o endereço.

O álcool já tinha surtido efeito, o papo tava animado, eu achei a proposta boa e marcamos tudo pro mês que vem, calculando poucos imprevistos até lá. Fiz o combinado, aprontei a mala no decorrer das semanas, arrumei a mochila e foi dando aquele frio na barriga conforme a data dos Jogos se aproximou.

Hércules morava numa cobertura na Glória, área nobre do Rio, e essa foi a primeira vez que eu entrei num desses prédios que tem bosque na parte de cima. Até esse dia, eu nem fazia ideia de que é possível ter árvores, grama e uma mini floresta no topo de um edifício. Não somente bosque: sala de cinema, bar, restaurante, sala de música... Um lugar de gente com dinheiro.

Cheguei de mochila nas costas e mala na mão, o coroa abriu a porta da sala e me recebeu com um sorrisão. Ele tava sozinho e terminando de pôr a mesa, mandou eu deixar as bolsas no quarto de hóspedes e me preparar pro jantar. Abriu dois latões, encheu os copos e brindou no meu.

- Aos Jogos Universitários, Renan.

- Aos jogos, professor. Cadê a patroa? E Eduardo, não vem?

- Tô sozinho hoje. Eduardo conseguiu ficar na casa da tia, perto do aeroporto. Ele atravessa a passarela e tá lá, disse que é mais rápido do que vir pra cá. E tu, tá com fome? Senta aí, come alguma coisa.

- Tamo junto, Hércules. Bora ver se tu é bom de “cuzinha”. Heheheh.

- Olha lá, moleque. Hehehe.

Jantamos, bebemos, trocamos papo até quase meia-noite e cada um tomou seu banho pra dormir. Ele foi pro quarto dele, eu fui pro de hóspedes, ajeitei a cama e deitei, mas a ansiedade pros jogos rolou solta, não consegui pegar no sono e eis que me passou um pensamento alheio, sorrateiro e ordinário na mente.

- “Acho que eu não vi nenhuma foto da mulher dele. Pior que tô curioso pra conhecer a safada...” – pensei alto.

Misturar curiosidade com pitadas de ansiedade nunca dá certo. Levantei da cama, fui na sala do apartamento e andei na ponta do pé pra não fazer barulho, nem luz acendi. Me aproximei da estante, observei os retratos e procurei por qualquer imagem do Hércules ao lado da esposa, mas tudo que encontrei foi foto dele viajando ao redor do mundo, sempre com amigos, colegas e outros nadadores.

- Hmmm... – ouvi um ruído estranho vindo do corredor escuro e meu rosto virou em direção ao quarto do professor.

Dei um passo pra lá, peguei uma fotografia emoldurada que ele tinha na mesinha de centro e observei atentamente as duas únicas pessoas presentes naquela imagem. De um lado, Hércules sorridente e abraçado com alguém. Do outro, um homem da pele negra, careca que nem ele, os dois abraçados e de óculos de sol na praia.

- AAAHNN! Soca! Soca tudo, eu aguento! – os ruídos se transformaram em gemidos humanos, eu escutei “RENK, RENK, RENK” de mola de cama e concluí que com certeza tinha alguém fudendo ali.

Tão logo meus olhos analisaram a foto do Hércules com o amigo na praia, meu corpo parou diante da porta entreaberta do quarto e eu bisbilhotei lá dentro. O que vi nessa madrugada mudou minha vida pra sempre, nada nunca mais foi o mesmo.

- Mete, Mauro! Sabe que eu gosto até o talo, caralho, soca tudo! – o coroa implorava.

- Vou meter, cachorra! Minha puta! FFFF! Gosta quando eu soco tudão, gosta?!

- Passo mal, tu sabe! SSSS! ISSO, NEGÃO!

- AGUENTA, VAGABUNDA! GRRR!

Não acreditei no que vi. Olhei pra cena, olhei pra fotografia emoldurada na minha mão, tornei a encarar a foda selvagem dentro do quarto e só então as peças se encaixaram. Parando pra pensar, Hércules nunca disse que era casado com mulher, eu que sempre supus.

- Mozão chegou com fome do trabalho, né!? Macho comilão!

- Cheguei, vim pronto pra te arrombar! Passei a noite toda de pau durão, só pensando em chegar em casa e furar o cuzinho do marido! SSSS!

- Fura, puto! Arregaça, me soca! Até o talo, vai!

- Gosta muito de piru, esse cu é meu veludo! FFFF! – e toma-lhe borrachada no lombo.

Meu professor, na realidade, era casado com o Mauro, um treinador de MMA de 38 anos, alto, forte, calvo, de quase 2m de altura e um dos maiores socadores de cu que já tive a oportunidade de presenciar em ação, porque o que ele fez trepado no lombo do Hércules foi papo de demolição, abate, carnificina pura. Socação no pelo e sem medo, como se o cuzinho do meu treinador fosse buceta larga e fofa de socar.

- É HOJE QUE TU SAI LARGO E MANCANDO, HÉRCULES!

- DUVIDO! ARROMBA MEU CU! RASGA ESSE BURACO, MACHO!

- VOU ESBURACAR, TE PREPARA! SSSS!

- NÃO ESPERO MENOS DO MEU MARIDO, PORRA! METE! AAAHNSS!

Um soca-soca tão violento que eu pude sentir o cheiro de rosca queimando de fora do quarto, assim como o “PLEC, PLEC, PLEC” estalado deles penetrou meus ouvidos com precisão. Devo ter demorado uns dois minutos processando e vendo Mauro fazer o coroa de mulher, até que ele agarrou a cintura do Hércules, estocou e produziu aquele eco estridente dos corpos batendo, um suando no outro.

- AARGH! CUZÃO FUNDO DA PORRA, BOM DEMAIS!

- ISSO, MACHO, SE SOLTA! FICA À VONTADE!

- AMO FUDER CU QUE AGUENTA TORA! FFFF!

- FODE O MEU, DEIXA LARGUINHO! AAHNN!

Tenho que ser sincero: minha primeira reação foi aversão. Senti uma mistura de surpresa com nojo que me deixou de estômago embrulhado, especialmente quando o maridão empurrou a piroca INTEIRA e Hércules arrebitou feito mulher. Só que essa azia primária passou rápido, meus olhos secaram o vai e vem do pau comendo e adivinha o que aconteceu? Pois é... Veio que veio, foi incontrolável.

- “Caralho!” – meu cérebro disparou o comando, a onda de prazer desceu da cabeça pro resto do corpo e eu senti um calor fora do normal tomar conta de mim.

Sempre me vi e me reconheci como heterossexual, mas o bagulho foi biológico, não deu pra evitar. A ereção engrossou que nem tronco de árvore no pijama, minha piroca apontou pro teto do corredor de um jeito que eu nunca vi na vida e o couro arregaçou sozinho, vazou uma gota esbranquiçada de babão. Parecia que a pica queria ver a foda também, ou até mais que isso...

- “Não, né possível...” – caí em negação comigo mesmo. – “Isso não tá acontecendo.”

Minha cabeça ficou uma confusão... As cabeças, devo dizer. A trolha pulsou junto com a estocada funda que o Mauro deu no Hércules, vi o negão ficar na ponta dos pés e sua pele suada arrepiou com o engate da penetração. Ele tirou, preparou pra socar de novo e foi aí que eu percebi que o cara era dotadaço, com mais de um palmo de caceta, e tudo isso desapareceu no rabão graúdo do professor.

- Pisca o cuzinho no meu pau, puta!

- Assim!?

- Isso, putinha! Agora rebola! FFFF!

- Tô sentindo tudo dentro, Mauro!

- É pra sentir mesmo! Vou fazer curva dentro desse cu, ó! GRRR!

A cara de sofrimento que o Hércules fez me destruiu. Era pra ele estar detestando tomar no cu, mas o careca mordeu o beiço, arreganhou que nem cachorra no cio, se abriu todo e o maridão plantou a mandioca sem pena de machucar. Deu agonia, deu tesão, fiquei inquieto e não aguentei, minha mão avançou no caralho e ensaiou a primeira descascada.

- “Não acredito que vou bater punheta vendo dois viados.” – o julgamento veio antes da ação em si, meu cérebro castigou com a sensação de culpa.

Mas, como eu disse, foi incontrolável. Primeiro que foi uma descoberta incomum, segundo que se tratou de um flagra totalmente inesperado, terceiro que eu tava na minha fase mais viciado em sexo anal possível, e, por fim, jamais imaginei que um dia teria a chance de ver um profissional em dar o cu em ação.

- Amassar teu cu do início ao fim, não vai nem sentar!

- Vai ser uma daquelas vezes que tu me deixa assado, mozão!? SSSS!

- Vai! Prepara pra perder as pregas no caralho! FFFF!

- ISSO! FODE, FODE TUDO! PODE FODER, ACABA COMIGO! Mmm!

Se perguntassem se eu queria ver viado dando o rabo antes, é lógico que eu responderia que não, afinal de contas sempre me considerei hétero. Mas o flagra rolou sem eu planejar, sem eu escolher ou opinar se queria ver ou não. Aconteceu de repente, flagrei na clandestinidade e me pegou de surpresa, desprevenido.

- “Não tem jeito, vou ter que gozar. Homenagear esses putos.” – nem precisei cuspir na cabeça da rola pra lubrificar, porque eu já tava babadão nessa altura do jogo.

Acabou que paguei de voyeur na porta do quarto, bati punheta amarradão e admito que queria estar no lugar do Mauro, só pra sentir a mucosa quente do pelo no pelo com o cuzão do Hércules.

- Vai perder a cuceta no meu pau, minha puta!?

- Perco tudo que tu quiser, macho! Arrebenta meu cu! SSSS!

- Quem é minha puta!?

- SOU EU, MAURO! AAAHNSS!

- TE ABRIR NO MEIO, HÉRCULES! CU BOM DE SOCAR, NÃO CANSO! FFFF!

O resultado final do flagra é que eu saí desnorteado, impressionado e muito, MUITO galudo. Nunca tinha visto nada em relação a sexo gay e confesso que não sabia que viado tomava no cu pedindo mais, com profissionalidade, maestria e experiência, as caras e bocas do Hércules provaram isso.

Foi inevitável fazer a comparação: enquanto Isadora e outras minas não curtiam dar a bunda, ali estava meu professor dando aulas de sexo anal e reprovando todas elas. Ninguém melhor que ele quando a matéria é emprestar o rabo.

- METE FUNDO, PORRA, TÁ BROCHANDO!? – Hércules debochou.

- Já tô fundo, não começa de frescura!

- NO FUNDO, MAURO, EU QUERO MAIS FUNDO!

- Só se eu te rasgar no meio, Hércules! Quer que eu faça o quê, arranque sangue do teu cu!? Sossega!

- ENTÃO RASGA, DESGRAÇADO! JÁ MANDEI, TÁ SURDO!? – ele virou pra trás, meteu três socos desaforados no peitoral estufado do marido e exigiu violência, selvageria, predação.

O filho da puta era carrasco até na hora de dar o cu, pode isso? Em vez de parar e aguentar, Hércules mascou o caralho com o cuzinho e eu vi suas pregas praticamente mastigarem a piroca torta do maridão. A cada cavalgada do Mauro, o quarentão rebolava na vara, gemia feito putinha e implorava por mais madeirada no cu.

- Até o saco e tu não reclama, sua puta! GRRR!

- Pois é! Falei pra botar tudo e tu tá nessa, Mauro!

- Então empina, deita não! Quero cu empinado!

- Soca, macho! ISSO, VAI SOCANDO! AAHNN!

- TOMA-LHE PICA! EMPINA, QUERO ASSIM! DESSE JEITO QUE A FAMÍLIA CRESCE! Hmmm!

Nunca senti atração por homem ou vontade de trepar com outro cara antes, e acho que só fiquei de pau duro ali na porta do quarto porque tomei um choque de realidade com aquela descoberta. Já não era de ontem que eu tinha esse fetiche de querer comer cu, então descobrir que meu treinador era profissional na arte de tragar rola com a bunda mexeu comigo, definitivamente mudou minha percepção a respeito dele.

- TOMA FILHO, HÉRCULES! SSSSS! – o marido jogou pra frente, empinou o corpo e cravou fundo pela última vez, já ouriçado pra escarrar.

- ME ENGRAVIDA, MACHO! CRETINO, SAFADO! ISSO! FFFF!

- OOORGH! Te enchi de porra, a gravidez vem aí!

- Vamo ser papai, Mauro! Mmm! – os jatos de leite vazaram pela borda do cuzinho e escorreram pra cama, o cheiro de água sanitária implodiu no quarto e me afetou do lado de fora.

O que eu senti de inveja do Mauro nessa madrugada não foi brincadeira. Meu caralho chegou a dobrar nos dedos, a glande inflou, eu acelerei na punheta e me senti viciado, perdido no frenesi da masturbação. Foi urgente, eu tava necessitado e a ponto de explodir depois de tudo que vi. E assim aconteceu, entrei em erupção e joguei catarro grosso na porta do quarto.

- SSSS! Tomar no cu, mané...! – fudi minha mão, tremi de tesão e lambuzei a porra toda, voou mingau pra tudo quanto é lado.

Mal terminei de gozar, o corpo vibrou e bateu uma sensação escrota de arrependimento misturado com culpa, quase vergonha do que fiz. Corri pro quarto, deitei na cama e respirei fundo, mas nada tirou do meu corpo o fogo da putaria. Até cogitei voltar e limpar a gozada, mas achei melhor fingir que nada daquilo aconteceu, aí fechei os olhos e lutei pra dormir. Lutei mesmo, pois foi difícil.

Quando abri os olhos, já eram quase seis da manhã, o café tava na mesa e o despertador do celular tocando. Levantei meio zonzo da madrugada, de bexiga cheia e doido pra mijar, fui direto pro banheiro. Só que encontrei o Hércules na cozinha e ele percebeu minha cara de ressaca.

- Tá tudo bem, moleque?

- Tudo, por quê?

- Sei lá... Parece que viu fantasma. – ele riu.

- Não, eu só... Tô ansioso pros jogos, só isso. E com saudade da Isadora, faz parte.

- Ela vai tá lá, não vai?

- Vai, vai sim.

- Então. Chegando lá, vocês matam a saudade. Tá precisando. – o coroa apontou pro meu pijama e achou graça da minha ereção latejando em pé.

- F-Foi mal! É que eu preciso mijar, licença. – meti o pé pro banheiro, tentei mijar de pau duraço e não deu certo, tive que bater aquela punheta matinal de lei pra sossegar o bicho.

O foda é que nem assim afoguei o ganso, a pica continuou em estado de alerta e atenta pra qualquer sinal de buceta, qualquer rastro de putaria. Tomei meu banho, escovei os dentes, me arrumei pra viajar e sentei à mesa pro café da manhã, só então Mauro chegou e Hércules finalmente nos apresentou.

- Esse é meu marido, Renan. Mauro, esse é meu atleta número um lá do Fundão.

- Fala aí, Mauro, beleza? – estendi a mão e a gente se cumprimentou.

- Na paz, e tu? Nervoso pros Jogos Universitários?

- Um pouco, mas acho que é impossível não ficar. Depois que chegar lá e conhecer a piscina, passa.

- É, coisa de nadador.

- Tu também nada?

- Não, meu negócio é luta. Curto MMA, boxe. Já lutou antes, Renan?

- Nunca, nem no quartel. Sou da piscina mesmo, nada de briga. Hehehe.

Nos conhecemos no café da manhã, trocamos amenidades, Hércules terminou de aprontar as malas e começamos a carregar tudo pro carro. Mauro levou a gente até o aeroporto, nós nos despedimos e eu e Hércules fomos encontrar o pessoal da faculdade, incluindo os membros da atlética. Entramos no voo rumo a Brasília, meu professor sentou do meu lado e eu não consegui conter a curiosidade, tive que fazer a bendita pergunta.

- Por que tu nunca contou que é casado com homem?

Respeitei a privacidade e perguntei longe do restante da galera, até da Isadora.

- Sempre falei “tua mulher” e tu nunca me corrigiu pra dizer que tem marido, Hércules. Por quê?

- Porque... – ele respondeu me olhando nos olhos. – Eu gosto da cara de surpresa que vocês fazem quando descobrem. Tipo você, moleque. Ontem tu ficou pianinho na porta do quarto, não ficou? Gostou do que viu? Hehehe...

O avião decolou e minha piroca subiu junto.

Tudo pra ser a melhor edição dos Jogos Universitários dos últimos anos...

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