FAXINEIRA SUBSTITUTA

Um conto erótico de Claudio_New
Categoria: Trans
Contém 1824 palavras
Data: 17/03/2026 15:15:05
Assuntos: Trans

Minha faxineira é assexuada. Tornou-se assim a partir de uma desilusão amorosa. O pilantra a enganou miseravelmente, ela plantou-lhe o pé na bunda, botou ele para correr e, orientada por uma enfermeira amiga dela, passou a tomar uns comprimidos para anular a libido. Depois de um ano, sem sexo nem orgasmo, Fernanda é completamente apática a coisas de rola e priquito.

Sem saber desse detalhe, falei-lhe de minha nudez em casa, e obtive dela a permissão para não mudar meu comportamento, que por ela estaria tudo bem. Exultei com a ideia de ter uma faxineira de quem eu não precisasse esconder meu corpo. O tempo foi passando, as faxinas se sucedendo, as conversas também, até ela me contar do tal remédio que tomou até bem pouco tempo atrás.

Como eu não conhecia esse medicamento, apenas estranhava ela não ter qualquer reação a minha nudez. Tudo bem que não sou nenhum deus grego, mas sua indiferença ao meu corpo me fazia pensar. E passei a provocar: cochilar (acordado) todo arreganhado na cama ou no sofá, tomar banho de porta aberta e mexendo na rola, ler contos eróticos, com a rola para o alto. E nada.

Até quando me contou da sua atitude. Fiz cara de incrédulo, pedi que provasse, abraçando-a e roçando-me em suas coxas, levei sua mão até minha pica ereta, cheguei a beijá-la na boca (tudo para eu entender direitinho aquela situação) – mas nada a alterava. Tudo bem que ela não me atraía terrivelmente, mas eu não me importaria em pegá-la. Finalmente me convenci de sua frieza total ao sexo.

No fundo, até achei bom. Era uma companhia feminina mas praticamente uma irmã, com quem eu podia conversar minhas paranoias sexuais, mostrar partes íntimas do meu corpo, fazê-la tocar em mim, sem qualquer envolvimento sensual. Teve até uma vez que mostrei a ela as capas de carne de meu cu, que ela abriu para ver melhor... Tudo beleza.

Certa vez, faxina acertada, faltando cerca de duas horas para o horário combinado, recebi uma mensagem de Fernanda, falando que tinha havido um problema de saúde na família, e que precisara levar uma prima ao hospital. Eu já me preparava para remarcar a limpeza, quando ela completou: “Mas não se preocupe que não vou deixar você na mão. Minha amiga Sueli vai no meu lugar. Ela é muito boa também...” Eu me alarmei: “Mas Fernanda, e a questão da nudez? Vou ter que me vestir?” Ela me tranquilizou: “Nada! Quanto a isso, pode relaxar, eu já havia comentado com ela sobre você e que você vive sem roupa. Por ela está tudo bem...” Então está bem. Não teria a intimidade que eu já experimentava com Fernanda, mas é sempre legal partilhar a nudez com mais alguém.

Na hora acertada, a portaria avisou, a campainha tocou e eu fui abrir a porta. Sueli era mais ou menos da mesma altura de Fernanda, um pouco mais nova que ela, o corpo mais cuidado do que o de minha faxineira habitual. O rosto não era lindo mas também não era feio. Cabelo preto, feito em um rabo de cavalo. Sorriu, cumprimentou-me e, desnecessariamente, disse que era Sueli e que Fernanda a mandara. Não tinha a discrição nem a indiferença de Fê: seus olhos fixaram-se na minha rola, que, como acarinhada por aquele olhar insistente, mexeu-se discretamente. Fiz que não notei e a convidei para entrar.

Ao fechar a porta, também desnecessariamente falei de meu nudismo, perguntando se havia algum problema para ela. “Problema nenhum... Fernanda já me falou... Inclusive que você é gay...” (Porra, Fernanda!) Seus olhos vadiavam pelas paredes e cômodos do apartamento, mas voltavam para meu corpo, enquanto eu dava as orientações necessárias. Ao concluir, comentou que achava massa minha atitude de ficar nu tão de boa; agradeci e aproveitei para dizer que se ela quisesse também poderia ficar à vontade. Ela respondeu um “tudo bem”, fez mais algumas perguntas (que Fernanda não faz mais, pois já sabe de tudo do meu apartamento), e se dirigiu ao banheiro, com sua mochila na mão.

Eu fui à cozinha, pegar uma taça de vinho para turbinar meu trabalho, e, pelo vidro espelhado do armário, notei que Sueli deixara a porta do banheiro aberta, enquanto trocava de roupa, embora se mantivesse de costas. Retirou o top com que viera (estava sem sutiã) e baixou a bermuda, expondo um rabão convidativo, ornado por uma tanga que se enfiava toda no seu rego. Minha rola foi se armando e passei para meu gabinete de trabalho, enquanto ela recolhia as peças que tirara, e colocava dentro da mochila – cuidei que retirava a roupa que usaria na limpeza.

Uma vez instalado na minha mesa de trabalho, tentei mergulhar no texto que revisava, mas a visão do rabão de Sueli se mantinha em minha cabeça. Então ela veio a minha sala, para perguntar por um produto qualquer... e quase tive uma síncope: ela não vestira roupa alguma, expunha os seios pequenos e pontudos e a calcinha-tanga, que eu vira apenas por trás. Aceitara minha permissão de também se desnudar, afinal. Percorri os olhos pelo seu corpo e constatei: Sueli era uma mulher trans. Seu pênis, acomodado na parte de frente da tanga, parecia ser de um tamanho médio, mas o meu imediatamente se pôs inteiramente ereto. Mas ela estava muito na dela, sem qualquer alteração.

Procurando demonstrar naturalidade e disfarçar o tesão que me atingira, dei a informação de que precisava; ela agradeceu e se dirigiu ao armário da cozinha. Acompanhei visualmente a gelatina de suas nádegas, se afastando, enquanto eu acariciava discretamente minha rola rocha.

Sueli preparava os produtos para iniciar a limpeza, e se dirigiu ao meu quarto, para começar por lá. Óbvio estava que eu não conseguiria me concentrar nada no trabalho. Fui até onde ela estava, agachada, mostrando o fio dental entre as nádegas, e comentei: “Massa a sua tanga, bem cômoda... Tenho várias nesse estilo, para quando saio de casa.” E já fui abrindo a gaveta e mostrando. Ela se interessou bastante, pegou algumas, abriu na palma da mão, elogiando sempre. E nossa conversa foi por aí, meu pau impavidamente rígido todo o tempo...

Até que ela parou, com uma das mais escrotas na mão, e perguntou se poderia experimentar aquela, e que depois lavaria. Falei que tudo bem. Quando ela tirou sua tanga, sua rola foi se espichando e endurecendo. Brinquei: “Precisa disciplinar o rapazinho aí, senão ele não entra...” Ela riu, acomodou a pica com a experiência que só uma trans tem, e minha tanga mais safada colou-se lindamente no seu corpo. Resolvi apelar: “Ai, mulher, que tudo! Ficou massa!” – enquanto me abaixava para ajustar a micropeça ao seu saco, tocando de leve em seu pênis duro.

Ela olhou-se no espelho, analisou a redonda bunda toda exposta e parecia ter aprovado o que via. “Que maravilha ficou em você. Melhor do que em mim. Pronto, é sua!” Seus olhos brilharam e sua boca abriu-se num sorriso misturado a um grito de satisfação, e, num ímpeto, jogou-se em meus braços – senti o quente de seu corpo, o macio de seus seios e a dureza de sua rola contra a minha.

Mas ela tinha vindo ali com um propósito, e voltou-se para o que estava fazendo quando a interrompi. Deixei-a fazer seu trabalho sossegada, e fui tentar sossegar minha própria libido. O vinho me deixara sonolento, e mesmo com os hormônios em ebulição, aproveitei que ela concluira a limpeza do quarto e me estendi na cama, pernas abertas e cu escancarado, como tantas vezes fizera quando Fernanda estivera ali.

Cochilei um pouco, o tempo bastante para Sueli concluir sua tarefa. Eu o soube pelo barulho do chuveiro, que me despertou. Ela, adivinhando meu despertar, falou de lá do box, que esperava que eu não me importasse por ela estar tomando uma ducha rápida. “Claro que não, fique à vontade!” Fiquei a imaginar a água deslizando pelo seu corpo, o sabonete alisando sua pele, suas mãos se acariciando, e minha rola foi mais e mais se armando sob mim. Quando ouvi a água parar de jorrar e o barulho da porta corrediça do box se movendo, ela apareceu na porta do quarto, o corpo pingando e a toalha começando a se enxugar. A rola, a maravilhosa rola de Sueli, estava trincando de rígida, pulsando para o alto.

“Espera... Se enxuga agora não... Vem cá!” Ela se aproximou e eu pude tocar naquele monumento de carne, músculo e sangue. Sueli gemeu, quando a puxei para minha boca e passei a sugar sua rola – ela se dobrou sobre mim e passou a acariciar minha bunda e meu cu. Quando senti que ela estava próximo a gozar na minha boca, pedi-lhe, com gestos, que me comesse.

O corpo molhado e fresco sobre o meu, deu-me uma sensação poucas vezes sentida na minha vida. Sua rola foi se enfiando no meu cu e eu gemia ouvindo seu gemido; suas estocadas faziam a cama vibrar e minha rola babar sob minha barriga. Até que seus movimentos aceleraram e pude sentir sua explosão líquida no meu rabo, enquanto ela gania gozando.

Quando ela saiu de mim, trocamos de posição e finalmente pude me deleitar com aquela visão maravilhosa. Logo meu tato substituiu meus olhos, acariciando sua bunda e se metendo no seu cu, e em seguida minha língua salivou sugando aquele buraquinho mágico e minha rola tesa enfiou-se por dentro dela. Comi-a com todo o tesão com que sempre sonhara comer Fernanda. Sueli rebolava escrotamente, feito uma cadela no cio, e gemia e me dizia putarias lindas. Logo senti os raios do gozo explodirem-se em sêmen naquele rabo maravilhoso: um jato... outro, mais outro e outros mais. Até que caí, exausto e ofegando sobre seu corpo – ela sorria, feliz.

Alguns instantes depois, nos desgrudamos, ela se levantou e, brincando, expulsou-me do leito, que nós tínhamos arranjado mais trabalho para ela. Retirou a colcha manchada de nosso tesão, trocou por outra limpa, organizou tudo, como uma boa profissional deve fazer. Enquanto isso, fui ao banheiro, me refrescar e registrar no meu corpo aquele acontecimento tão maravilhoso.

Ao me enxugar, ela saiu do quarto, com o top que chegara e com a tanga escrota que ganhara. Não me contive e abracei-a, sentindo inteiramente seu corpo colado ao meu. Beijamo-nos demoradamente – eu queria muito, muito mais... mas ela precisava ir... já era tarde.

Quando nossas bocas se separaram e após uma metralhada de selinhos, ela comentou, sorrindo: “Fernanda não sabe o que está perdendo...” Querendo dar uma de brabo, comentei, entre risos: “Essa Fernanda me entregou todinho a você, não foi?” Ela sorriu também e confirmou: “Sim, ela me contou quase tudo de você. Mas o principal foi você que me mostrou hoje...” E nos beijamos de novo.

O mais é o de praxe: fiz-lhe o pix pela faxina, ela vestiu a bermuda, fui-lhe abrir a porta, abraçamo-nos e nos beijamos mais uma vez, ela acariciou rapidamente minha rola de novo dura, piscou e se foi.

“Até a próxima!”

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