A Esposa do Amante - Parte 3

Um conto erótico de Contos APP
Categoria: Heterossexual
Contém 1821 palavras
Data: 16/03/2026 19:23:57

Sem dizer qualquer outra palavra, ela envolveu a cabeça esticada com sua boca quente e molhada, com sua saliva grossa resultante do choro. As lágrimas ainda escorriam pelo seu rosto e molhava o pau quente e pulsante, causando uma sensação prazerosa e totalmente diferente de tudo o que ele já tinha sentido até então. Era a primeira vez que uma mulher o chupava com os olhos lacrimejando e alternava longos suspiros com lambidas vorazes.

Ferida em seu orgulho pela traição do marido, Mércia se via recompensada pelo desejo inesperado de Felipe e engolia seu pau duro sem qualquer restrição nem constrangimento. Saliva e lágrimas se fundiam em uma mistura viscosa e escorregadia que aumentavam a libido de Felipe que também não sabia como aquilo estava acontecendo, mas deixava seus instintos fluírem sem medo. Era a melhor chupada da sua vida sem dúvida.

Ele acariciava os cabelos de Mércia que só sentia a necessidade de suprir toda a sua carência naquele momento, tentando engolir o pau duro e grosso de um macho que verdadeiramente a desejava. O silêncio no resto da casa era a trilha sonora perfeita para aquele momento. Ela que nunca tinha sequer permitido a investida de qualquer outro homem por respeito ao seu marido, agora estava chupava o cacete de outro, sem qualquer medo ou pudor. No fundo, chegava mesmo a desejar que Olavo entrasse de repente pela porta e presenciasse a cena.

Depois de uma chupada demorada e maravilhosa, Felipe avançou sobre Mércia e tirou sua calcinha para retribuir, mas ela o segurou pela mão e o levou para o quarto.

-Não, no sofá, não! Eu quero que seja na minha cama! Tem que ser na mesma cama em que ele dorme.

Mal chegou no quarto, ela se deitou na cama de barriga para cima e abriu as pernas convidativamente, já sem a calcinha que ficou displicentemente jogada no sofá da sala. Felipe mergulhou o rosto entre suas pernas, antes mesmo de tirar a camisa e sentiu o quanto Mércia estava molhada. A excitação era de ambos e isso o deixou ainda mais aceso. Afundou sua língua na buceta escorregadia e macia como se fosse uma fruta suculenta, arrancando um gemido de satisfação da sua parceira.

Mércia, que ainda tinha os olhos úmidos pelas lágrimas da decepção, rapidamente se deixava levar pelo prazer libertador e se abria toda. Estava excitada como há muito tempo não sentia e sua libido parecia encontrar resposta no desejo de Felipe que a devorava com a boca. Ele beijava e lambia sua buceta com um capricho provocador e se guiava pelos gemidos de Mércia, que parecia querer deixar claro os pontos certos em que sua língua a tocava.

Felipe tinha em sua cabeça um pensamento semelhante, ao lembrar da própria esposa momentos a antes. Mas a imagem de Selma com o amante ia se distanciando pouco a pouco. A maciez das coxas de Mércia eram mais do que suficientes para manter seu total interesse.

Em certo momento, ele sentiu as duas pernas de Mércia se fechando levemente em volta de sua cabeça, mas sem o impedir de continuar a chupada. Mércia começou a gozar e tremer sem aviso, num orgasmo avassalador. Nem mesmo ela esperava tal reação, mas aproveitou o quanto pôde, se contorcendo e gemendo, enquanto sentia a respiração ofegante de Felipe entre suas pernas.

Mal terminou de gozar, Mércia se livrou das roupas e enxugou as lágrimas, como se tivesse um sentido de urgência. Fazia coisas e sentia impulsos que nem se lembrava mais, quando a mão pesada de Felipe a fez se curvar e a alavanca quente lhe invadiu lentamente.

Estava dura de uma maneira que há muito não sentia mais no seu marido.

-Aquele filho da puta não fica mais duro assim por mim. Deve ser por causa da sua mulher.

Aquelas palavras causavam uma mistura de insulto e excitação em Felipe que reagia apressando as estocadas.

-Se o seu marido não cuida mais de você, deixa que eu cuido. Os dois se completavam como se fossem velhos conhecidos.

-Me fode na cama dele!

Ao ouvir aquilo, Felipe sentiu um arrepio percorrer todo seu corpo. Embora não fosse o sentimento de revanche que o motivasse, não podia deixar de sentir uma tremenda onda de adrenalina e excitação com aquelas palavras.

Perdendo de vez as inibições, Felipe enterrava fundo e com força e em resposta, Mércia se abria por inteiro, como se mais do que poderia aguentar.

Quando sentiu as bolas grandes e molhadas lhe golpeando por trás, soltou um gemido mais forte e a vontade que tinha passado com o orgasmo, voltou repentinamente.

-Me come, Felipe. Aquele desgraçado a essa hora deve estar com a sua mulher na cama, fazendo a mesma coisa. Me come.

E era verdade. Naquele exato momento, Selma e Olavo deviam estar fazendo a mesma coisa em algum lugar, já que mais uma vez conseguiram escapar do flagrante Mas aos poucos, Felipe começava a se acalmar. De repente, havia descoberto algo de positivo em toda aquela história inesperada.

-Há uns 6 meses.... Ele começou a sair ocasionalmente com amigos para jogar cartas. Aquele desgraçado. Pelo menos era o que me dizia. Agora eu sei que tipo de carta ele estava jogando...ooohhhhhhh

Enquanto dava estocadas cada vez mais acertadas e profundas, Felipe juntava as peças. Foi mais ou menos nessa época que sua esposa aumentou a frequência de visitas à sua mãe. Os dois já estavam saindo há mais tempo do que tinha percebido. E ele que sempre tinha achado a esposa desinteressada e distante.

-Não é ela quem está aqui... Sou eu! Vem...

Como se tivesse lido o que se passava na mente de Felipe naquele exato instante, Mércia o impediu de ir mais longe naqueles devaneios. E de repente, os dois perceberam que estavam muito mais excitados com a própria transa, do que tristes com a traição de seus parceiros.

-Me faz gozar de novo. Eu quero sentir outra vez. Faz tanto tempo que não gozo duas vezes...HHmmmmmm...

-Não guarda pra sua esposa....HHmmmmm.. Ela não merece...

-Gasta tudo comigo, por favor... Me faz gozar, vem...

Felipe ouvia tudo aquilo sem conseguir pensar direito. Nem parecia a mulher frágil que estava chorando há poucos instantes. Alguma coisa havia mudado drasticamente nela. Ou talvez já estivesse lá o tempo todo, apenas esperando pra sair. Mércia o encarava seriamente e se abria sem pudores e sua xana avermelhada pela penetração parecia cada vez mais convidativa e sedenta, como se não transasse há tempos.

Felipe sentiu que ela estava prestes a gozar de novo e enquanto continuava a penetração, começou a massagear seu grelinho com as pontas dos dedos molhadas, deixando Mércia como se estivesse em transe. Ele sentia as contrações do interior da sua vagina e isso causava um prazer diferente de tudo o que tinha sentido até então com sua esposa. Mércia rebolava e esfregava sua xana escorregadia.

Felipe perdeu a noção de quanto tempo havia se passado e de alguma forma, aquilo não o preocupava mais. Tanto ele quanto Mércia não sentiam qualquer culpa no que estavam fazendo, embora fosse a primeira vez que ambos se envolviam com outra pessoa.

Ela subiu sobre seu corpo e pediu que ficasse parado. Quando Felipe se posicionou, ela ficou por cima, de costas para ele e começou a cavalgar com movimentos ondulares, subindo e descendo lentamente, cerrando os dentes e mordendo os lábios de maneira insinuante.

-Eu vou dar pra você como nunca dei para o meu marido... Fica comigo... Quero um homem de verdade na minha camaoohhhhhhh

Ouvindo aquilo tudo, Felipe se esforçava para se segurar. Naquele momento, a traição de Selma tinha sumido quase completamente de sua cabeça e ele enterrava até as bolas naquela mulher fogosa e surpreendente que tinha conhecido há apenas uma semana.

Mércia gemia gostoso, como música. E rebolava lentamente. E bem devagar, sem fazer alarde, começou a gozar, com a respiração ofegante, exalando um perfume que só uma mulher gozando tem. Ela fechava e abria as pernas, se contraindo e se soltando, com o corpo todo suado escorregando e se espalhando sobre o corpo dele. Felipe conseguia sentir as contrações da vagina envolvendo seu pau e a abraça por trás, mas ela sempre dava um jeito de se libertar de seu laço e se mexia como se estivesse extraindo os últimos espasmos de seu orgasmo...

-OOhhhhhhhh... Isso... Era isso o que eu estava precisando...

Uma mistura de suor e lubrificação íntima escorreu pelas suas pernas, levando Felipe ao seu limite. O rosto suado dela, lembravam vagamente as lágrimas do início, com a diferença que agora não era mais a tristeza que a motivava, e sim o prazer de um segundo orgasmo. Ela terminou de gozar e ficou parada por alguns instantes, respirando longamente e sem pressa...

Mércia saiu lentamente de cima dele, sabendo que o menor movimento poderia provocar um orgasmo e ela não queria que isso acontecesse assim de qualquer jeito.

Ela se ajoelhou no meio das pernas dele e começou a lamber lentamente suas coxas, vindo de baixo para cima, massageando seus musculos, aumentando a sensação e concentrando sua atenção até encostar com a ponta da língua na base de suas bolas que estavam pesadas e suadas e então passou a beijá-las de maneira insinuante, enquanto Felipe ofegava.

Ela engoliu as duas bolas e ficou com elas por alguns instantes dentro de sua boca, envolvendo com a língua. Em seguida soltou uma após outra lentamente e a boca cheia de saliva foi subindo até abocanhar a cabeça e soltar tudo. Sabendo que não tinha mais tempo para demoras, passou a fazer um boquete vigoroso, engolindo o pau até mais da metade e soltando outra vez, para desespero de Felipe que desejava que aquilo durasse a noite toda, mas sabendo que não iria muito mais longe.

Quando ele soltou um gemido mais demorado, Mércia prendeu seu pau dentro da boca e o manteve assim por alguns instantes até que o esperma explodiu em jatos e ela quase engasgou. Ela terminou a tarefa com as mãos, punhetando com carinho enquanto os jatos da gosma branca cobriam seu rosto e escorriam pelo queixo até a última gota.

Felipe tombou vencido e satisfeito e ela mais uma vez deitou a cabeça em seu peito. Decidiram esperar mais um pouco para pensar no que fariam. Ela limpou o rosto e foi atender ao telefone. Era Olavo avisando que chegaria mais tarde, pois o jogo de cartas estava animado aquela noite.

Ela e Felipe se olharam com expressão de ironia e viram que podiam também tirar proveito da noite. Com a diferença que eles sabiam exatamente onde e com quem seus parceiros estavam.

Continua...

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Comentários

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Tem quatro possibilidades aí;primeiro, eles deixam rolar a traição e começar um caso entre eles as escondidas também.

Segundo,eles expõe que sabe de tudo e aceitam um acordo de troca de parceiros.

Terceiro,expõe tudo e pedem o divórcio e cada um segue sua vida.

Quarto,eles pedem o divórcio e começaram um relacionamento sério entre eles,possível namoro e vão morar juntos ou se casam.

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Como diz o ditado:"bala trocada não dói".

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