Fiquei de quatro para o pai do meu amigo!

Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Gay
Contém 751 palavras
Data: 16/03/2026 03:21:23

O ano era 1998. Nessa época, eu tinha um amigo de infância que morava perto da minha casa, um dos meus melhores amigos. Sempre frequentei a casa dele, onde ele morava com o pai, a mãe e uma irmã. A família inteira sempre me tratou super bem.

Um belo dia, eu estava passando em frente à casa desse amigo quando o pai dele me chamou no portão. Perguntou se eu podia ir até uma padaria ali perto comprar uma Coca de 2 litros e alguns pães. Fui, comprei tudo e, quando voltei, acabei entrando. A gente ficou na sala conversando. Ele estava sozinho porque meu amigo, a mãe e a irmã tinham ido pra casa da avó, que morava em outra cidade.

Ficamos ali, tomando a Coca, vendo TV, até que em determinado momento ele soltou: "Dá pra gente colocar um filme pornô aqui pra assistir, mas você tem que guardar segredo, hein?" Ele levantou, foi até o quarto, pegou o filme e voltou sem camisa. A gente continuou assistindo, e eu percebi que ele já estava com a mão dentro da bermuda, se mexendo. Ele notou que eu olhei.

Do nada, ele perguntou se eu queria ganhar um dinheiro. Eu, louco pra dar a rabeta e duro, sem grana, falei que sim. Mas aí, pra minha surpresa, ele veio e pegou direto no meu pau. Tenho uma rola pequena, uns 13 cm, e na hora pensei: "Será que hoje não vou dar?" Eu nunca tinha comido ninguém e tava meio sem jeito. Mas ele começou a brincar com meu pau e também passou a mão no meu cuzinho, acariciando. Ficamos ali, ele só brincando comigo, e eu sem tocar nele porque ele ainda estava de bermuda.

Só que ele só brincava, não chupava. Putz, pense num tesão que eu fiquei. Meu cuzinho já tava bem molhado de tanto ele ficar brincando. Depois de um tempo, não aguentei: virei e fiquei de quatro no sofá, pedindo pra ele me comer. Lembro até hoje ele falando: "Nossa, aí sim, então você aguenta pika, hein?" E realmente, tenho uma rabeta legal, de quatro fica maravilhosa. Pena que nesse dia eu não tava usando calcinha.

Senti ele acariciando meu bumbum, dando uns tapinhas, e eu, louco de quatro, só querendo pika. Quando senti a cabeça da pica dele encostando no meu cu, levei a mão pra trás e pensei: "Caralho, que grossura!" Não era tão comprida, mas era bem grossa. Eu, doido, só queria ela toda dentro de mim. Meu cuzinho já tava preparado de tanto ele ter enfiado o dedo e brincado antes. Comecei a sentir cada centímetro daquela pica entrando — que loucura.

Ele começou a socar, e eu gemendo igual uma puta, olhando pra trás pra ver a cara dele. Ele socava sem dó, segurando no meu quadril, sem chance de escapar. Foi quando senti a mão dele apertar minha cintura com força e ouvi ele gemer mais alto, enquanto meu cu recebia aquela porra quente — que delícia. Ele foi deixando a pica amolecer dentro de mim, enquanto acariciava minha rabeta.

Depois fui me lavar. Como o cara com quem eu ficava antes me acostumou mal, não gostava de transa muito rápido. Voltamos a conversar e fomos pro quarto do filho dele. Lá, ele me colocou de frente, jogou minhas pernas por cima das dele e começou de novo a brincar com meu pau e com meu cu. Aí ele confessou: não chupava e nem dava, mas adorava ficar pegando e brincando com uma pika. O papo tava legal, e eu gemia enquanto ele tocava no meu pau e no meu cu.

Passou um tempo, fiquei louco de novo. Ele me pedia pra gozar pra ele ver, e até que gozei. Mas do jeito que eu tava, empurrei as costas dele contra o travesseiro e sentei sem dó. Subia e descia com meu cuzinho apertando aquela pica como se tivesse mordendo. Ele me xingava de tudo quanto era nome, até que ele gozou de novo, bem gostoso.

Fui embora já eram quase duas da manhã. Nem lembrei do dinheiro que ele tinha prometido. Depois disso, a gente transou mais algumas vezes. E nunca esqueci ele falando que adorou minha sentada, porque parecia que eu mordia a pica dele quando subia e descia.

Eu e o filho dele continuamos amigos até hoje, mas em 2000 eu vim pra São Paulo e a gente perdeu contato. Enquanto ainda tava lá, também acabei decidindo não ir muito na casa dele quando a família toda estava.

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