***Essa é a parte 2 da série - Casada Caindo em Tentação com o Primo. Na narrativa de Janaína, para uma melhor imersão, recomendo que leia a parte 1***
Acordei com o som dos passarinhos cantando, ouvi o barulho do chuveiro, Caio já estava de pé para ir pro trabalho. Coloquei o celular para despertar 6:15, nao consegui voltar a dormir, mesmo tentando. Ouvi Caio saindo e alguns minutos depois, o despertador tocou. Desliguei o despertador do celular e fui pro banho. Apesar do horário, ja fazia um calor de rachar.
Me lembrei de meu estado ontem, comecei a ficar um pouco ansiosa sobre esse primeiro dia que iria levar Augusto pro seu curso.
Banho tomado, saí do banheiro de toalha, cheguei no quarto e larguei ela no encosto de uma cadeira. Me vi pelada e comecei a imaginar Augusto olhando minhas curvas com aquele jeito despojado. Mesmo sabendo que não era certo, procurei a roupa que naquele momento achava mais chamativa. Peguei meu short branco jeans, colado e que deixava boa parte da popa da minha bunda a mostra. Coloquei um tomara que caia preto, calcei uma sandália e voltei a me olhar no espelho... novamente com o peso moral atormentando minha consciência, me imaginei sendo desejada por meu primo Augusto. Instintivamente, subi mais o short, pra que minha bunda ficasse mais visível. Por volta das 6:40, resolvi sair pro corredor, meu coração trovejava. Já estava pronta, com uma roupa de cachorra, só pra ver a reação do meu primo. Caminhei pelo corredor estreito, de fora, pude ouvir o barulho do chuveiro aberto, pois o banheiro ficava ao lado da cozinha. Uma janela com vitrô ficava no alto, minha mente deve ter entrado em um parafuso naquele momento, imaginei Augusto nu, tomando banho, sabia que poderia ser vista ali no corredor caso meu pai ou minha avó resolvesse aparecer.
Mas comecei a ficar fora de mim. Voltei pra casa, entrei na cozinha e peguei uma cadeira... que loucura estava prestes à fazer. Saí pro corredor, posicionei a cadeira ao lado de onde ficava a janela e de lado coloquei minha cabeça pra ter a visão do banheiro, sem que ele pudesse me ver.
O que vi, fez minha buceta latejar como nunca. Nos meus 22 anos, nunca havia me sentido com aquela adrenalina por ver aquela cena.
Augusto estava ensaboado deixando a água cair em seu rosto. Sua rola estava dura, apontando pra cima. Ele nao tocava, deveria ser àquelas ereções matinais que o homem têm. Mas ele dava umas forçadas para cima, como se tivesse exibindo o pinto duro com uns espasmos.Logo começou a lavar o pau com a esponja. Nao aguentei, se continuasse assistindo àquilo, iria me entregar, ainda corria o risco de ser vista.
Me abaixei sem fazer barulho, desci da cadeira e a levei de volta. Meus pensamentos estavam pegando fogo. Imaginava o que acabara de ver, aquele corpo molhado, debaixo do chuveiro, com o pau totalmente duro. Me senti uma safada, imagine se meu marido, meu pai ou minha avó visse aquilo? Eu em cima de uma cadeira olhando de lado pela janela do banheiro, meu primo tomando banho? Tentei baixar a adrenalina, tomei àgua e mexi no celular. Faltava cinco minutos pras sete e um calor tomou conta do meu corpo outra vez. Eu peguei minha bolsa, a chave do carro e caminhei pelo corredor até chegar na porta da cozinha, que dá acesso a casa dos fundos, onde Augusto estava.
Bati na porta de vidro e chamei.
Ouvi ele mandando entrar, parecendo estar na sala.
Entrei pela cozinha e ele de fato estava na sala, já trocado. Usando uma camisa preta abotoada e uma calça de sarja azul escura. Ele me deu bom dia, terminando de guardar seu notebook numa capa. Carregava junto uma pasta, sua carteira e celular pareciam estar nos bolsos.
Ele sorriu, terminando de arrumar sua coisas e finalmente reparou em mim.
-- Nossa prima, calor né.
Eu senti a malicia, mas me fingi de tonta. Respondi que estava quente... olhei rapidamente pro volume da calça, já estava animado. Caminhei em sua frente e ele repetiu.
--Caralho, prima!!
Eu de fato não entendi e perguntei:
-- Que foi, Augusto?
-- Como que foi? Você nesse short, puta que pariu. Tem noção do quanto essa sua bunda é maravilhosa?
Óbvio que me senti com um fogo dos pés à cabeça,mas nao dei trela, somente respondi:
-- Ai primo, deixa de bobagem, nem é tudo isso vai!
Fui respondendo e saindo, não quis olhar pra trás e ja abri a porta, saindo pro corredor. Ele saiu atrás de mim carregando suas coisas.
Descemos às escadas e fomos tomar café na casa da minha avó que já nos aguardava.
Agimos normalmente, ele sempre falante, carismático durante o café. Assim que terminamos, nos despedimos de minha avó e fomos pra garagem. Ele jogou suas coisas no banco traseiro e foi pro banco do passageiro.
Assim que saímos, ele mexeu no celular. Eu puxei papo perguntando se ele estava ansioso pro início do curso. Me disse que era um curso técnico, só pra agregar ao seu currículo, mas era bem importante pra sua vida profissional.
Depois ele puxou um outro assunto:
-- Gostei do Caio, prima. Gente boa.
-- Ah, ele é uma pessoa maravilhosa, trata muito bem meu pai e minha avó. Está sempre ajudando eles.
-- Legal. Você nem nos chamou pro casamento, né.
-- Eu me casei só no civil, não teve religioso e nem festa, foi mais pra gente juntar os trapos mesmo.
-- Ah, entendi. Sujeito de sorte.
Sabia o porquê ele soltou aquela frase, mas minha pergunta saiu sem que eu pensasse direito:
-- Sorte, por que?
Foi aí que o que era somente palavras, passou a ficar um pouco mais intenso.
Sua mão esquerda repousou em minha coxa, enquanto ele falava:
-- Olha a mulher que ele tem em casa... que coxonas... lisinha, perfeita pra apertar.
Aquela mão grande, apertava minha coxa grossa no meu shortinho branco. Eu suspirei. Poderia ter tirado sua mão, poderia ter mandado ele parar, dizer que não lhe dava aquele tipo de liberdade. Mas aquela mão na minha coxa estava tão gostosa, que apenas dei uma risada, e não disse mais nada, fingia que aquilo era apenas um carinho bobo. Carinho esse que estava me deixando molhada logo pela manhã.
Mesmo com outro assunto, sua mao nao saía da minha perna... eu sentia cada aperto, mas ele nao avançava mais que isso.
Eu respirava fundo, nao sei como conduzia o carro naquele estado de excitação.
O trajeto finalmente chegou ao fim.Ele tirou sua mão da minha coxa e me deu um beijo no rosto. Saiu do carro e abriu a porta de tras pra pegar suas coisas. Antes de fechar, falou:
-- Entao te espero ao 12:00 aqui mesmo,prima gostosa!
Eu assenti com a cabeça. Ele fechou a porta e se afastou. Eu mordi os lábios. Diriji o caminho de volta ainda imaginando tudo o que houve naquela manhã. Ainda sentia seu cheiro, sentia sua mão apertando minha coxa grossa. Pensava naquele pau duro.
Que tipo de mulher que eu seria aos olhos de outras pessoas? Desejando o primo da Capital, sendo uma mulher casada e feliz com um marido maravilhoso.
Cheguei em casa e minha avó me pediu pra ajudá-la com uma tarefa doméstica. Prontamente atendi seu pedido, aquele serviço rápido, me fez desviar meus pensamentos impróprios.
Mas a hora passou voando.
Por volta das 11:35 deixei minha casa e voltei pra buscá-lo. Cheguei quase 12:00. Nao demorou nem cinco minutos e ele estava lá, de volta ao banco do passageiro do meu carro.
Ele parecia tranquilo, falou sobre a aula, sobre os professores, mas logo colocou novamente sua mão grande na minha coxa. E repetiu:
-- Prima, que coxa gostosa.
Novamente eu só dei uma suspirada, daquelas que parecem um riso... e mesmo sendo totalmente errado, deixei sua mão grande continuar apertando ela. Dessa vez, ele deslizava, não chegava onde o short cobria, mas deslizava e apertava minha coxa grossa durante todo o trajeto.
Nao passou disso até chegarmos em casa. Estacionei o carro, ele desceu, pegou suas coisas no banco de trás e minha avó saiu pra garagem dizendo:
--Logo o almoço está pronto, eu grito quando tiver tudo na mesa.
Ele agradeceu, eu subi novamente as escadas em sua frente, deixando minha bunda com a popa a mostra para que ele olhasse, bem próximo do seu rosto, pois ouvia seus passos e tinha a visão periférica de onde ele estava exatamente. Minha bunda ficava quase na sua cara, enquanto sabíamos
Eu falei que o chamaria pra almoçar quando minha avó me chamasse. Ele disse que só ia trocar de roupa por causa do calor.
Entrei em casa... um turbilhão de sensações passavam pelo meu corpo. Não estava me reconhecendo. Imagine cogitar me entregar à outro homem? Meus quarenta minutos de negação terminaram, quando ouvi minha avó berrar lá debaixo, que o almoço estava pronto. Gritei quando saí no corredor, que já estava indo e só ia chamar o Augusto. Ouvi ela concordando lá debaixo. Caminhei pelo corredor estreito, novamente bati na porta de vidro e ouvi ele falando alto lá dentro mandando entrar. Eu entrei e ele veio da sala, sem camisa, com um short de tactel preto. Eu o vi, com aquele abdômen definido, aquele peitoral saliente e falei, tentando agir naturalmente:
-- A comida tá pronta, bora almoçar?
Ele assentiu e disse:
--Vamos! Mas pelo amor de Deus, prima!
Eu novamente poderia apenas sair sem dizer nada, mas caí na tentação de perguntar:
-- O que foi, Augusto?
E ali no meio da cozinha, pegou na minha mão, levantou meu braço, como se quisesse que eu desse uma voltinha e fez o movimento, dizendo:
-- Olha esse corpo, Janaína. Você tá muito gostosa, prima.
Eu fiquei de costas e falei:
-- Ai primo, deixa de bobagem, vamos almoçar.
Naquele momento, ele se sentiu na confiança de avançar um pouco mais o sinal e falou:
-- Olha isso!! Quando terminou a frase, puxou meu short mais pra cima e pegou na popa da minha bunda que estava de fora, apertou as duas bandas com suas mãos. Senti o atrito da pele da sua mao pressionando a pele da minha bunda
Literalmente, ele apertou as duas popas. Eu dei um suspiro forte e falei:
--Ai primo, para com essas coisas, minha vó vai aparecer aqui se a gente não descer logo!
Aí ele me fez virar de frente pra ele e disse:
-- Olha como vc me deixa desde ontem!
O volume do seu short exibia sua ereção em desespero, mas não contente em me fazer olhar apenas o volume, ele levou as maos a borda do short e tirou sua piroca grossa e cabeçuda pra fora.
Eu fiquei hipnotizada com aquela imagem. Nunca havia visto um pinto tão grande, de tão perto. Queria pegar, queria colocar a boca, queria esfregar aquele cacete na minha cara, enquanto ele exibia sua pica grossa na minha frente. Mas algum sentimento de lucidez que ainda tinha, me fez virar dizendo:
-- Primo, para com essas coisas, minha vó vai aparecer aqui!
Quando me virei ele ainda com a pica de fora , untou seu corpo no meu, senti seu pau desesperado, forçando minha bunda, suas maos apertavam minha cintura. Eu deixei ele me encoxar daquele jeito por uns vinte ou trinta segundos, minha buceta estava ensopada, mas aquilo era errado e era muito perigoso, foi quando estiquei minha mao na maçaneta dizendo:
-- Ta bom! Chega! Vamos almoçar. Abri a porta e saí sem olhar pra tras. Apenas ouvi seus passos caminhando atrás de mim.
***Essa foi a parte 2, espero que estejam gostando. Tenho tentado escrever exatamente como os contos que mais gosto de ler, sei que muita gente prefere contos curtos com os finalmentes acontecendo de uma vez.
Mas por aqui, será dessa forma que estão lendo. Tentarei postar a parte 3 em breve. ***