ÚLTIMO (CAP.21):AMOR E SEXO, SEM TABUS E PRECONCEITOS…

Um conto erótico de Adm1976
Categoria: Heterossexual
Contém 6630 palavras
Data: 15/03/2026 19:09:49

Depois que as cartas foram posta a mesa, e Roberto e Sandra agora conhecendo meu relacionamento incestuoso com minha mãe, e ao invés de ouvirmos julgamento, aquilo uniu ainda mais a nossa família, ano seguinte, eu e Larissa começamos nossas faculdades, eu administração e ela engenharia civil, e assim poderíamos cuidar da loja dos pais dela, cada um em sua área de atuação, e ela seguindo os passos da mãe. Os anos se passaram rápido, o filho do meu tio já tinha nascido, a loja do meu tio e minha mãe estava muito bem, eu Lari, estávamos muito apaixonados, cada final de semana estava em uma residência, Roberto de vez enquanto jogava uma indireta pra minha mãe, mas a própria Larissa cortava ele “pai, a mamãe é do meu amor” e a vida seguia , eu formei 4 anos depois, a Larissa durou um ano há mais, eu estava com 26 anos e ela 24 quando decidimos nos casar, foi uma cerimônia simples e rápida, só os 5, eu Larissa, minha mãe, Roberto e Sandra, nossa lua de mel foi em um resort próximo a São Paulo, já que ficaríamos só o final de semana, claro que nossa lua de mel não foi nada convencional, já que os três pais foram conosco, a primeira noite eu e a Larissa fizemos amor até tarde, acordamos tarde, e aí chamamos os três para se unir ao casal, foi bem divertido, mas na segunda já estávamos de volta, e agora Larissa e eu morava junto com minha mãe, quando foi no domingo, depois de almoçar, eu e a Lari, conversamos sério com eles. A Lari começou

–Mãe, pai, sogrinha, eu e o Lipe decidimos que não vamos esperar mais, queremos engravidar logo, ter nossos filhos logo.

Foi uma emoção contida por parte deles, mas essa decisão tinha uma questão.

–Então você vai parar de tomar remédio filha?

–Sim mãe, e significa pai, que eu e você não podendo mais fazer sexo vaginal, só com camisinha, e que eu e o Lipe também nos dedicaremos mais a nós mesmo.

E naquele domingo em diante, eu e Larissa nos dedicamos a nós e a minha mãe, claro, mas mesmo com minha mãe, as gozadas sempre foi na vagina da Larissa, três meses depois, bingo, Larissa engravidou, os avós era uma felicidade só, minha mãe irradiava felicidades, eu nunca vi uma grávida ser tão mimada como a Lari, Sandra praticamente não saia do nosso apartamento, cuidando da filha, e pra nossa alegria nasceu um casal de gêmeos, a minha ideia e da Lari era ter no máximo dois filhos, e parece que nossas preces foram ouvidas, já que a família ia aumentar significativamente, tivemos que pegar um apartamento maior, foi difícil pra mim e pra minha mãe, porque aquele apartamento era nossa ligação com meu pai, mas foi preciso, assim que os gêmeos nasceram, uma menina linda de olhos azuis turquesa igual a mãe, já o menino olhos castanhos, cabelos pretos e uma covinha no queixo, eu queria que os dois tivesse puxado a beleza da mãe, mas o moleque me puxou, assim que saímos do hospital fomos direto pro apartamento novo, três quartos, duas suítes, os gêmeos ficaria em um quarto, eu e Lari em um, e minha mãe em outro, ledo engano, os dois foram direto pro meu quarto na primeira noite, e nunca mais saiu, então o terceiro quarto ficou pra Sandra e Roberto, quando eles iam pro nosso apartamento, dois meses depois tudo voltava ao normal, só que agora eu tinha feito vasectomia, e Larissa não precisava mais de tomar remédio, e, bem, as nossas orgias familiares tinha caído de uma vez por semana para uma vez mensal, e tudo estava bem, por que não era o sexo que nos unia, pelo contrário, era nossa união que nós permitia fazer sexo sem tabus e preconceitos.

Quando os gêmeos fizeram exatos 18 meses, estávamos todos cortando um bolo pra eles, Roberto desmaiou, corremos com ele pro hospital, e o resultado nós já sabíamos, a doença hereditária no coração se manifestou, e o conselho médico foi, “ aproveitem e curtem bastante o pai de vocês, é uma doença sem cura e imprevisível…

Todos sabiam que isso podia acontecer, mas nunca esperamos, e nunca nos preparamos adequadamente, em um sábado depois do expediente, eu sentei com Roberto, e tivemos uma conversa franca.

–Roberto, eu te amo, você é como um pai pra mim, eu te respeito muito, isso que está acontecendo com você não é justo, mas…

–Felipe, a vida é assim, justo ou não justo, eu tive uma vida maravilhosa, consegui montar uma empresa do zero, junto com a mulher que eu tanto amo, tenho uma filha linda e que me ama tanto, aí aparece você, o filho que Deus me deu, bravo, lutador, a maioria dos caras que tem uma mãe com uma ótima pensão como a sua, estava encostado nela, você nunca deu importância pro dinheiro, e sim para o que o trabalho constrói, e posso falar com toda certeza meu filho, esses últimos 5, 6 anos, tendo o que nossa família tem sexualmente falando, foram os melhores anos da minha vida, e ainda tive a felicidade de conhecer meus netos, aaaaaaa Felipe, é tudo muito justo.

–Bom, olhando pras coisas boas, você tem razão, mas eu quero que você aproveite mais seus netos, eu quero construir memórias suas com eles.

–E como a gente faz isso filho? Eu ainda quero trabalhar aqui na loja.

–Roberto, chegou a hora daquela aposentadoria que você falou um dia, pegue a Sandra, às crianças, e vão viajar, pro sul , conhecer os bisavós maternos deles.

–Você permitiria eu e a Sandra, viajar com os meninos?

–Claro, até a Larissa pode ir com vocês pra ajudar, e também pra você curtir sua filha, sem sexo claro.

–Rsrsrsrs, pra falar a verdade, eu ficaria muito feliz, e sim vou aceitar sua sugestão, e fica tranquilo , primeiro que a Lari não permitiria fazer qualquer coisa sem você, e eu quero ser pai e avô.

– Ótimo, vou avisar a Lari.

–Felipe, acho que isso é uma despedida…

–Nanananão, vocês vão ficar no máximo um mês, não vou ficar tanto tempo sem meus filhos, e você vai viver mais.

–Tomara que sim, mas preciso te pedir duas coisas. Nunca, nunca venda a loja, a não ser que ela pare de dar lucro, você entende o que estou falando, não desfaça dela por dinheiro, não manda essas pessoas embora por ganância, mantenha todos os funcionários até o último momento.

–Fica tranquilo Roberto, se a Sandra estiver alinhada comigo, farei o'que me pede.

–Sandra, sim, esse é o outro pedido Felipe, eu sei que você é a Larissa São casados, então você claro dá muita atenção a ela, e você e sua mãe são muito ligados, agora eu entendo o motivo, mas quando eu me for, não abandone a Sandra, trás ela pra perto de você, ela gosta muito de você, por favor durma com ela da mesma forma que você faz com as outras.

–Se for da vontade dela, Roberto, eu farei, te prometo.

Eu o levei até a cada dele, por que ele já não dirigia mais, naquela mesma semana eles viajaram para Porto Alegre, eu e minha mãe recebíamos várias fotos do Roberto e os gêmeos, Roberto e a Lari, era divertido e triste ao mesmo tempo,

Numa terça feira, trabalhando na loja, recebi a ligação da Larissa, voz embargada, soluços contínuos, e a notícia que todos sabiam que a qualquer momento íamos receber, a gente só esperava que demorasse mais.

–Amor… o papai morreu…

Eu e minha mãe corremos pra Porto Alegre, Sandra preferiu enterrar o Roberto em Porto Alegre mesmo, ficamos lá até a missa de sétimo dia, e só então voltei pra abrir a loja, daquele momento em diante levamos Sandra para nossa casa, ela precisava de uma rede de apoio muito forte, e isso com certeza éramos, Lari também sentiu muito a perda do pai, então eu e minha mãe tivemos que nós desdobrar com as duas, por mais que já tínhamos passado por isso, mesmo assim não era fácil achar palavras de consolo, então eu e minha mãe ficava o máximo que dava ao lado delas, todas as noites ninguém dormia sozinha, eu e minha mãe revezava, hora com Sandra, hora com lari, assim como minha mãe, a Lari recuperou mais rápido, os gêmeos deu a ela a força necessária pra ela se reerguer assim como eu fui a força da minha mãe anos atrás, mas e Sandra, ela perdeu seu grande amor, sua filha agora era casada, ela ia ter que lutar contra a tristeza, contra a depressão pós perda, o bom, é que ela tinha a gente, e nós não arredamos o pé, até ela se levantar, já tinha um mês que nós não fazíamos amor, nenhum dos quatro, e essa tensão sexual era notada entre nós, mas mesmo com tanta necessidade, o ânimo de Sandra sempre vencia sua excitação, então minha mãe conversou comigo.

–Filho, a Sandra precisa fazer amor, não sexo, ela precisa se sentir amada, e nessa casa só tem uma pessoa que vai fazer ela se sentir muito amada.

–Mãe, toda noite que durmo com ela, eu a provoco, eu passo o pau na bunda dela, mordo a nuca dela, passo a mão nos peitos, vagina, a vagina dela fica molhada, mas ela continua inerte, é como se sentir prazer fosse proibido agora.

–Rsrsrsrs, bobinho, eu te amo tanto, mas tem coisas que tenho que desenhar pra você amor.

–Não entendi, não é de mim que você está falando?

–Não, você é maravilhoso amor,mas você não é a pessoa que a Sandra mais ama, lembra quem me deu forças pra lutar quando seu pai morreu? Você meu amor, o seu amor, eu sabia que eu não poderia desistir da vida, porque o meu amor precisava de mim…

–Precisava não, eu ainda preciso.

–Rsrsrsrsrs, é disso que estou falando meu amorzinho, a Sandra agora precisa da filha, Larissa vai ter que ser mais que filha, vai ter que erguer a mãe, ama-la, de todas as formas possíveis, e fazer Sandra entender que a perda do Roberto dói em todos nós,mas ela precisa continuar vivendo.

–Entendi, mãe, vou conversar com a Lari.

Depois da minha conversa com minha mãe, Lari, convidou a mãe pra passar o dia num SPA, eu e minha mãe ficamos com os gêmeos, na hora do cochilo dos dois a tarde, eu e minha mãe estávamos muito excitado, já havia algum tempo da morte do seu Roberto, e nenhum dos três fizemos amor desde então.

–Sabe mãe, estou com tanta vontade de foder.

–Eu, ou qualquer uma das três, seu safado.

–Admito, que a vontade de gozar é tanta, que não faria distinção mãe.

–Rsrsrsrs, pra você é fácil meu amor, é três mulheres lindas pra você, eu garanto que a única coisa que mataria minha vontade é sua pica filho, preciso dela em todos os lugares, nunca ficamos tanto tempo, nem quando você era mais novo, e brigávamos direto.

– É mesmo né mãe, tomara que a Lari consiga animar a mãe dela, porque hoje eu preciso gozar na sua boca mãe.

–Ai Ai Ai, cheguei a salivar amor, eu também quero muito.

Ficamos a tarde/ noite esperando notícias das duas, por volta das 22:00 horas, recebi uma mensagem da lari, e li junto com minha mãe.

*Amor, vai tomar banho, você e a mamãe, eu estou vindo do motel com minha mãe, mas ela me disse que quer mais, que precisa da sua pica dentro dela, amor, eu sei que eu e a mamãe precisamos muito da sua porra, mas vamos foder minha mãe hoje, nós três, por favor amor.

Mostrei pra minha mãe, e ela sorriu de felicidade, mesmo que ela não fosse prioridade, com certeza o tempo que eu estava sem meter, íamos todos aproveitar hoje, respondi “ok” pra Lari, e eu e minha mãe fomos nos preparar. Assim que as duas chegaram, Sandra estava revigorada, ela olhou com felicidade e gratidão pra gente.

–Felipe, Regina, obrigada por não desistir de mim,foi difícil esses dias, está sendo difícil, mas como Larissa me disse, preciso continuar,por vocês, pelos meus netos, o Roberto iria querer isso.

Minha mãe se aproximou dela e com um sorriso no rosto, disse-lhe.

–Jamais desistiríamos de você Sandra, você é família, e pela família nós lutaremos sempre.

As duas se abraçaram, e foram em direção ao quarto da minha mãe, Lari e eu finalmente conseguimos dar um beijo de tesão, até aquele momento, nossos beijos tinha todos os significados, de estou aqui, de te amo, de vamos passar essa juntos, mas de eu te quero, de estou com tesão por você, desde a morte do seu pai, foi o primeiro.

–Que beijo gostoso Lari, tava com saudades dessa boquinha aveludada me beijando com tesão

–Me desculpa amor, eu ter me afastado de você.

–Nao Lari, eu também estava sofrendo pelo seu pai, claro que não é o que vocês duas estão passando, mas eu entendo amor,eu também já perdi meu pai, sei a dor que vocês estão sentindo.

–Obrigada mesmo pela compreensão,mas eu acho que parte da minha dor,era ver o sofrimento da minha mãe, mas de hoje em diante vamos iniciar uma nova fase, você vai ter que se desdobrar garanhão, três mulheres pros seus cuidados.

–Vai ser tranquilo, porque vocês três não são minhas, somos de todos e cuidamos de todos, não estou certo?

–Sim, agora vamos lá, porque hoje amor, esse leite que está nesse pau gostoso,vai ser da minha mãe.

Fomos pro quarto, e Sandra já estava sendo muito bem cuidada, minha mãe estava no meio das suas pernas chupando sua linda boceta, Sandra gemia de prazer, minha mãe era boa em boquete,mas acho que quando se tratava de boceta ela era ótima, enquanto assistia às duas, eu e Lari nos envolvemos em um beijo molhado, lascivo, com muito desejo, Lari me despiu com facilidade, e passou a língua no meu pau, duro, muito duro, ela mordia minhas coxas, e voltava lambendo a base do meu pau, até se encontrar com a glande na língua, então num só gesto, ela engole até o fundo, depois que conseguiu a primeira vez, ela não sabia mais me chupar sem me sentir na garganta,eu e ela estava nos perdendo nos nossos desejos, quando ouvimos Sandra gozar na boca da minha mãe, então mesmo contra seus instintos primitivos, Lari se forçou a me tirar da boca e me levou até a sua mãe, eu entrei no meio das suas pernas, a própria Larissa me pôs dentro da boceta da mãe,e eu deslizei pra dentro, fui até o fundo, minha mãe pegou as pernas da Sandra e pôs no meu ombro, enquanto ela foi sugar seu mamilo esquerdo, e Lari agora lambia o direito, lá estava eu incansável, depois de muitos dias, dentro da minha sogra, enquanto minhas duas mulheres estavam cada uma de um lado chupando seus peitos, três pessoas, dando prazer a uma única, a que mais precisava de carinho e atenção, nossos corpos batendo um no outro, Sandra urrava de prazer, se deliciando e aproveitando daquela luxúria, Larissa e minha mãe sugava os mamilos, e em uma sintonia perfeita, as duas levaram as mãos ao mesmo tempo no clitóris da mãe, as mãos se tocaram, as duas se olharam, sorriram, e se beijaram ali em cima dos peitos da Sandra, então minha mãe cedeu, deixou Lari no grelinho da própria mãe, e desceu até o ânus de Sandra, o primeiro toque, e o corpo de Sandra reagiu,ela tensionou o corpo, mas lentamente ela permitiu a invasão da minha mãe, dois dedos no cuzinho da Sandra, eu acelerei o movimento, e ela gozou, no nosso quarto, era a segunda vez; com a filha eu ainda não sabia, eu continuei fodendo, minha mãe puxou meu pau, e chupou, Lari, desceu até o cuzinho da mãe, e lambeu e lubrificou ele, então minha mãe apontou meu pau pra entrada do cuzinho da minha sogra, que não reclamou, pelo contrário, ela ergueu o quadril pra mim entrar.

–Eu tava com saudades de ser enrabada por você Felipe, come o cu da sua sogra sem dó, por favor eu quero que você castigue meu cuzinho.

Não precisei de mais incentivos, soquei forte por muito tempo, virei ela de quatro e enterrei de novo no cu dela.

–Me arromba meu genro, me come na frente da minha filha,eu preciso ser fodida no cu, mais forte, empurra, até o fundo.

Lari ao ouvir aquilo, entrou embaixo da mãe em um 69, ela chupava a xoxota da mãe,e assistia de camarote meu pau entrando e saindo do cu da mãe dela, minha mãe veio por trás de mim, e me fazia carinho no meu corpo, batia na minha bunda,mandava eu encher o cu da Sandra de porra, aí foi demais, e eu anunciei meu gozo e veio poderoso, gritava de prazer, o cu da Sandra enchia de esperma, escorria pela boca de Lari, ao ver a quantidade minha mãe se juntou a Lari pra absorver um pouco da quantidade escandalosa de porra que soltei, as duas esperaram eu tirar o pau pra elas limpar, mas eu continuei fodendo a Sandra, até ela gozar na cara da Lari, e Lari ficou com o rosto cheio de porra e fluidos da boceta de sua mãe, então Sandra simplesmente desmaia de prazer na cama, nós fomos acudir, mas ela nos tranquilizou.

–Só estou descansando meus amores,sou apaixonada por vocês três, Regina posso dormir aqui na sua cama?

Falou com voz baixa cansada, mas relaxada.

–Claro que pode Sandra, você não se importa de eu e a Larissa ir no outro quarto receber nossa porção de porra e rolada no rabo enquanto você dorme né?

Ela não respondeu, mas o sorriso no rosto nos deu a permissão que precisava, fomos pro nosso quarto, e lá com minhas duas mulheres, pude dar a devida atenção a cada uma, enquanto uma me cavalgava, eu chupava a boceta da outra, depois enrabei a Lari, enquanto ela chupava a mamãe, e depois invertemos, era sábado quando iniciamos nossa luxúria, e só acabamos com o sol de domingo nascendo, quando todo esperma dos meus testículos tivesse devidamente na garganta delas.

Bom depois disso nossa vida seguia leve, toda noite nós trocamos de casal, os quatro juntos não aconteceu mais, o máximo que permitimos, era eu a Lari e minha mãe juntos, Sandra não ia mais a empresa, ela apenas dava suporte para Larissa de casa mesmo, a ida a loja era doloroso pra ela, no final do ano logo após o natal ela avisou que ia passar uns dois meses no sul com seus pais. Eu aproveitei e chamei minha mãe e a Lari pra irmos pra Minas nas férias coletiva da empresa, seria dez dias, mas ia dar pra conhecer o filho dos meus tios, e tanto eles como minha avó conhecer os gêmeos, assim que fechamos a loja, fomos pro interior de Minas, ia ser a oportunidade para minha mãe conhecer a empresa que meu tio criou, e ver se realmente estava bem.

Nossa viagem correu muito bem, eu dirigir a viagem inteira, enquanto minha mãe ia ao meu lado, e Lari com os nossos lindos filhos, assim que chegamos fomos direto pra casa do tio, ele tinha construído um sobrado acima da loja, era uma casa extraordinária, grande, bem ventilada, vários quartos, uma sala imponente, quando chegamos, tia Elaine e minha mãe chorando de emoções, se abraçavam, já muitos anos não nos víamos, meu tio felicíssimo, nos mostrou a empresa, ela realmente estava andando bem, 6 funcionários, incluindo os dois amigos que ajudaram Elaine lá atrás, conversamos de tudo.

–Nossa Lipe, você está um homem bonito, forte, o casamento fez bem pra você.

–Obrigado tio, realmente me sinto vivo, cheio de vida, bom ter três mulheres na minha vida também é maravilhoso.

–Rsrsrsrs, você sempre foi destinado a coisas grandes filho, pena o que aconteceu com o Roberto,mas ele aproveitou a vida hein, transar com a filha, uau, só sua mãe que ele queria que não conseguiu né?

–Minha mãe contou pra tia né, claro que contou, mas sim, vivemos momentos maravilhosos, e você e a tia?

–O que tem a gente?

–Uai, vocês arrumaram alguém pra apagar o fogo da tia? porque ela é bem quente, não é?

–Sim, ela é demais, mas sabe, eu até pensei em um dos meus amigos que é funcionário lá na loja, mas quando falei pra ela, ela quase me bateu, que só fez o que fez, porque foi com pessoas da nossa família, e que ela amava muito, e não ia ficar fazendo com qualquer um.

–Olha tio, você se ferrou nessa, então nunca mais aconteceu?

–Não, não.

–Tio, e se, fizermos nós, só maís uma vez, você topa?

–Sim, e com você a Elaine topa também.

E assim ficou combinado, mais tarde iríamos relembrar um dos melhores momentos da minha vida, e agora com minha linda e amada esposa. Mais tarde nós nos reunimos para comer e beber eu sentado, minha mãe de um lado, Lari do outro, na nossa frente meus tios, cada um com uma cerveja na mão, então tia Elaine deu a notícia para meu tio.

–Nielson, amor, você não imagina o que essa maluca da Regina fez, quando fomos ao centro hoje.

–É mesmo amor, e o que ela fez?

–Bom, ela desfez a sociedade com você, agora amor, você tem um novo sócio.

Meu tio arregalou os olhos, ficou vermelho, enfurecido.

–Como assim Regina, se você queria vender sua parte, deveria primeiro falar comigo, claro não tenho dinheiro para comprar a vista, mas eu daria um jeito cunhada,como você fez isso comigo?

Eu e Lari que já sabíamos dos planos da minha mãe ficamos quietos, tia Elaine esboçou um sorriso, mas ficou na dela, então minha mãe tomou um gole do seu líquido preferido, bom, um deles, rsrsrsrs,se direcionou ao meu tio, e disse firmemente.

–Eu não tentei vender para você,porque eu não queria vender para você Nielson.

–Como assim cunhada, você acha que eu te enganei, eu enviei relatório de tudo cunhada, inclusive tem dinheiro na conta da empresa que é seu,eu já te disse, é só você retirar, não acredito que está desconfiada de mim Regina?

Então minha mãe deu um sorriso, sentou ao lado da tia Elaine, e continuou.

–Claro que eu não desconfio de você bocó, mas eu não vendi para você, e nem para ninguém, eu fui no cartório hoje, e doei a minha parte, para minha grande amiga e irmã, para sua esposa Elaine, eu já assinei, agora só falta a sua assinatura aqui, e aqui.

Disse minha mãe apontando os locais da assinatura.

–Não, não, não podemos aceitar, vocês já fizeram demais por mim, pela Elaine, aí é demais cunhada.

–Nielson, eu só não te dei esse dinheiro naquela época, porque você não aceitaria, então pensei no empréstimo, mas o Felipe, meu maravilhoso filho estava certo, se você pensasse como empréstimo, você ia ter uma sobrecarga enorme, então a sociedade foi certeiro, você ia trabalhar firme sete dias por semana se precisasse para fazer dar certo, e olha só você meu cunhado, tem uma mulher maravilhosa, um filho lindo, tá cuidando da minha sogrinha que eu amo, e agora, vai ter sua esposa como sócia, olha pra mim está tudo certo.

Meu tio olhou pra mim, eu assenti com um sorriso generoso, ele desabou, puxou a mulher pra um abraço, ela também chorava, Larissa se levantou, e foi abraçá-los.

–Abraço de família , abraço de amor, vem amor, vem mamãe.

Fomos, aí eu falei:

–Tio, tem uma condição para essa papelada valer.

–Rsrsrsrs, dessa vez você não vai me pegar não,qual é a condição?

–Simples tio, vai pegar cerveja para todos nós.

Ele sorriu, e foi, eu dei um abraço na tia, apertei suas nádegas, ela ficou apreensiva por causa da Larissa,ela sabia que Larissa era safada, mas não sabia que Larissa conhecia nosso passado.

–Pára Lipe, sua esposa está aí, ela pode não gostar.

Lari foi até ela, deu-lhe um selinho, e disse.

–Tia, eu sei que você foi muito mais que tia pro meu marido, eu ainda não estava com ele, mas ele me contou tudo tia, e se você quiser e me permitir, eu queria ver vocês dois fodendo titia.

Elaine se derreteu ouvindo aquela loirinha safada falando besteira no seu ouvido.

–Nossa Larissa, você é quente hein, Nielson amor, o que você acha de fazermos uma despedida com nosso sobrinho, a esposa linda dele e minha mana.

Meu tio que ouviu a interação das duas, respondeu.

–Amor, o que você quiser,eu quero,você sabe disso.

Eu e minha mãe ficamos no sofá, enquanto a tia e Lari falavam.

–Larissa, você sabe que seu marido já me fodeu de tudo quanto é jeito, tem certeza que quer isso?

–Bom, se você me emprestar um pouco o tio pra mim, tudo bem, tia.

Tia Elaine nem respondeu, pegou aquela loirinha angelical de olhos azuis pela nuca, e lhe deu um beijo demorado, sedutor, romântico e sexy ao mesmo tempo, nós três ficamos admirado assistindo,meu pau endurecendo e minha mãe alisando ele por cima da calça. De repente, Elaine se desvencilha de Lari, e simplesmente a empurra para o lado, e vem em minha direção como uma vaca brava defendendo a cria, em três passos, ela já está em cima de mim, me beijando, sua boca me remete ao meu passado, lindo passado, puxa minha camisa pra cima, deixando meu torso nu, beijando meus peitos, lambendo meus mamilos, minha mãe se afasta vai até Larissa e cochicha no seu ouvido.

–Olha filhinha, mais uma fêmea tarada no nosso homem, agora é a putinha da sua mãe,e você está vendo a mulher do seu tio, vagabunda como é, vai se acabar no nosso pau filhinha, você gosta de ver seu macho com outra?

–Não mamãe, só com as mulheres da nossa família mamãe, mamãe, você deixa eu ser a putinha do titio também?

–Sim amor, ele também é família, vai lá brincar com ele vai.

Larissa foi, e ela e meu tio deram o primeiro beijo, enquanto isso, minha tia já estava ajoelhada beijando o meu pau, passando a língua nos testículos, me lambendo com muita fome.

–Que saudades eu estava dessa rola Lipe, amo sua rola, hoje eu quero tudo, tudo que tenho direito.

Minha mãe chega até ela, e começa a ajudar ela a me chupar, as duas se revezavam no meu pau, e na cabeça do pau as línguas se encontravam num beijo tórrido entre as duas safadas, eu delirava de prazer, o pau pingava com a saliva delas, até que tia Elaine não aguenta mais de tesão e senta no meu pau, cavalgando como uma esfomeada, minha mãe passava a mão em seus peitos enquanto beijava suas costas e pescoço, no outro sofá meu tio já penetrava a boceta de Larissa, estocando-a firmemente, os gemidos dos dois eram combustível pra tia Elaine, que subia e descia na minha pica, sua boceta esticando inteiro pra agasalhar a rola que ela amava, minha mãe enfiou um dedo na bunda da tia Elaine, e ela explodiu num gozo alucinante, seus fluidos molhou minhas pernas, ela caiu o sofá de bunda pra cima, eu a penetrei por trás, ela urrava de prazer, nossos corpos se batiam em um ritmo único, então mandei minha mãe ficar do lado dela na mesma posição, então saí de de minha tia, e entrei na boceta de mamãe, assim que Larissa viu o que acontecia, eu revezando na boceta das duas, ela foi ficar na mesma posição, agora tínhamos três putas pra foder de quatro, eu fodia minha mãe, e meu tio a Lari, então ouvimos a ordem de Lari.

–Troca…

Eu saí da minha mãe e fui pra bocetinha da minha esposa, e meu tio pra tia Elaine, fodemos bastante, então trocamos, meu tio saltou minha mãe, e foi pra Larissa de novo, e eu voltei a penetrar minha tia , e quando fui meter na minha mãe, ela me pediu.

– No meu cuzinho amorzinho, mamãe quer dar a bunda pra você.

Se ela queria, claro que eu queria, mas não foi só minha mãe que queria dar a bunda, meu tio meteu no cuzinho da Lari, e não quis mais revezar, ele meteu até os dois gozar, eu fiquei ali sempre que estava chegando ao clímax, parava respirava e entrava no cu da outra, minha mãe e minha tia deram a bunda pra mim por meia hora, então resolvi comer só minha tia, por que tanto eu, ela e minha mãe precisava de gozar, pus tia Elaine de quatro, minha mãe abriu as pernas na sua cara, eu metia no cuzão gostoso da minha tia, e mamãe recebia uma divina lambida na boceta, até que nossos corpos não se aguentaram mais e nos desmontamos num frenesi sexual fora de contexto, eu enchi o cuzinho de esperma, enquanto as duas se contraiam, num delicioso orgasmo, relaxamos enquanto meu tio dava uma chupada na Larissa, tinha esquecido como meu tio é bom no sexo oral, Larissa gemia e se contorcia na língua do meu tio, nós três só assistíamos, até que Larissa goza encharcando a boca e os peitos do meu tio com seu esguicho, meu tio não se fez de rogado e limpou a boceta da Larissa, deixando-a limpinha, depois de se recuperar, Lari foi retribuir o prazer estupendo que recebeu do meu tio, ela saboreou a rola do meu tio como um sorvete preferido, ela babava no pau dele, engolia com muita facilidade, meu tio a pegava pela nuca, e fodia sem dó sua garganta, nós éramos telespectadores daquela foda sublime, o pau do meu tio brilhava pela saliva da Lari, Lari então retirou o pau da boca, e chamou tia Elaine.

–Vem aqui vagabunda, você estava dividindo o pau do meu macho com mamãe, vem aqui, quero dividir essa pica gostosa do seu marido com você.

Tia Elaine encantada com Lari, se ajoelhou, e agora a pica do tio Nielson fodia hora uma boca , hora outra, até que a putinha da minha esposa deu outra ordem pra tia Elaine.

–Senta na pica do seu marido, está na hora da dupla penetração, eu quero os dois dentro de você piranha.

Larissa estava tomada pela luxúria, e quando ela ficava assim, ninguém era páreo para ela, minha tia ia sentando no pau do meu tio com o cu, Lari interrompeu.

–Vadia esperta, meu homem vai atrás.

Então ela segurou a pica do meu tio até Elaine se sentar, ela me chamou, e chupou a minha pica deixando ela bem molhada, com as duas mãos direita ela abriu a bunda da tia Elaine, e eu aproximei meu pau daquele cuzinho guloso, mas no último momento, empurrei na boceta dela, ela urrou, a boceta expandindo o máximo, a pica do meu tio que já estava lá, e a entrada da minha pica, ela empurrou o corpo pra cima, Lari não deixou, minha tia me xingava de tudo quanto é nome, mas no final…

–Aaaaaaai meu Deus, isso é muito bom, mete seus dois filhos da puta, arregaça essa xoxota.

O prazer era sublime, dois paus num só buraco, o contato da minha pica com a do meu tio, aquela luta de espadas, de espaço dentro da gruta úmida e apertada da minha tia, era delicioso, pena que nenhum dos três aguentou por muito tempo, e gozamos praticamente juntos, tia Elaine precisou ser segurada por nós para cair, assim que saímos de dentro dela a porra estava misturada, Lari como uma boa vadiazinha, limpou os dois paus, depois disso oque restava, era um bom banho e cama pros cinco.

No outro dia voltamos pra selva de pedra, viajei o dia inteiro, estava cansado, pedimos pizza para o jantar.

–Lari meu amor, mãe, quero comunicar algo as duas, e espero que vocês me compreendam.

–Sim amor, porque não iremos compreender, pode falar.

–Bom, não quero que pense que é ciúmes, pelo contrário, você e meu tio, foi maravilhoso Lari.

–Eu sei amor, a chupada dele é insana, mas eu sei o que quer dizer, e eu concordo amor.

–Sabe? Concorda?

–Sim amor, eu sei, chega de suruba, agora é só nós aqui de casa, concorda mamãe?

–Eu já tinha dito que era hora de trepar só entre nós, claro que lá em Minas, foi uma situação gostosa, não vou reclamar, mas eu tenho certeza filhinha que nosso homem da conta de nós.

– Já que estamos todos de acordo, mãe fica de olho nos meninos, vou ali trepar com minha esposa.

Peguei Lari pelas mãos e a levei até nosso quarto, demos um beijo longo suave molhado e demorado, enquanto travamos uma disputa de espaço com nossas línguas, eu já havia tirado sua camisa, e ela estava com os peitos nus pra mim já que estava sem sutiã, meus dedos amassava seus seios, eu beliscando seus mamilos, e ela gemendo na minha boca, desci a língua até os mamilos enrijecido da Lari, seu short curto já tinha caído, eu sempre a olhava com admiração, não me cansava de vê aquele corpinho lindo, enquanto eu a beijava e chupava seus mamilos, eu penetrei três dedos na bocetinha dela, num vai e vem frenético, ela me punhetava, mas sua excitação fazia ela esquecer do meu pau e se dedicar somente ao seu prazer, eu não me importava porque naquele momento, queria ela gozando pra mim, então veio, jatos e mais jatos poderosos da sua xoxota quente, joguei ela na cama e antes mesmo dela se recuperar cai de boca naquela linda bucetinha, fazendo minha esposa delirar de prazer, meu pau estava muito duro, mas eu preferi usar só a boca pra fazê-la gozar pela segunda vez, e novamente esguichando, eu então entrei dentro dela de novo, pus suas pernas no meu ombro e soquei forte, ela gemia e arfava de prazer, não tinha nenhuma intenção de dar trégua a ela, e continuei fodendo ate ela gozar pela terceira vez, aí fui até sua boquinha e gozei dando ela a chance de engolir meu esperma, então eu a beijei, amo sua boca, e com gosto do meu esperma fica delicioso.

–Nossa amor, você acabou comigo, que foda gostosa.

–Sim amor, você merece, mas não acabou ainda, quero encher seu cu de porra.

–E o que você está esperando gostoso, vamos fuder esse cu.

Desci beijando suas costas até seu buraquinho, passei cinco minutos só lambendo, enfiando minha língua e penetrando meus dedos até ela está pronta pra eu arrombar aquele cu, e foi o'que fiz meti até nós dois gozar, e dormimos relaxados até o dia seguinte.

No outro dia fui trabalhar, e quando cheguei em casa a noite, recebi notícias de Sandra, ela reencontrou um primo dela, ele divorciado, ela viúva, os dois começaram a sair, então ela, antes de ir pra cama com ele veio pedir nossa autorização para ela seguir em frente, claro que todos concordaram, então Sandra se mudou para o Porto Alegre, ela agora morava com seu primo, mas sempre falava com a gente, nos avisou que agora ela só tinha o pau dele, e estava de boa com isso.

–Felipe, confesso meu genro que sinto saudades da sua rola, mas você tem duas safadas famintas que precisa mais, amo todos vocês.

Agora nossa vida sem planejamento, até porque os planos foram pro espaço quando a Lari se revelou uma putinha e queria que eu comesse a mãe dela e também quis dar pro pai, o plano inicial de eu viver com ela e com minha mãe finalmente estava se realizando, a Lari sempre visitava a Sandra e a Sandra sempre vinha nos visitar por causa dos netos, em um final de semana que Larissa foi pro Sul visitar sua mãe e seus avós com nossos filhos, deu a oportunidade de eu e minha mãe ficarmos sozinhos, e claro que iríamos aproveitar.

Era sábado a noite, eu e minha mãe assistindo, bom eu acho, porque minha mãe estava com minha pica na garganta, recebo uma mensagem da Lari:

*Amor, acaba com a raça da mamãe, fode ela a noite toda, porque quando eu voltar é minha vez

Mandei mensagem sorrindo, e voltei a me concentrar na minha mãe, a melhor chupadora de pica que eu já tive.

–Chupa vagabunda, sua safada, só para quando eu derramar porra na sua boca.

Ela só me olhava e continuava sua tarefa, ela descia até encostar na garganta, e depois subia, cuspia na glande, e descia engolindo também, ela começou a me punhetar, e levou a língua até meu cuzinho, lambendo em volta, me preparando, então seu dedo médio forçou a entrada, eu travei, ela me deu uma bronca.

–Amorzinho da mamãe, eu sou a mulher que mais gosta de dar o rabo que você conhece, então vou te dar um conselho, relaxa amor, eu vou meter o dedo no seu cu, a Roseli fez isso, eu também vou fazer.

Não tive opção, relaxei meu cu, e ela foi entrando, uma falange, duas, então senti seu dedo inteiro, e antes dela movimentá-lo, pôs a cabeça do meu pau na boca e passou a língua em volta, caralho, eu gemia, e quando seu dedo começou a ser socado no meu rabo, e se eu tinha alguma dignidade, os jatos de esperma que comecei a soltar na boca da minha mãe me entregaram, gozei tudo na boca dela e claro, ela aproveitou cada gota, assim que ela tirou seu dedo, ela achou que eu ia querer descansar,mas estava furioso por ela ter feito eu gozar pelo cu, eu pus ela de quatro e dei um tapa na sua bunda, meu pau estava meio amolecido, eu enfiei na boceta dela pra ele revigorar, deu certo, voltei a ficar duro, e então enterrei na bunda dela, minha mãe enterrava o rosto no sofá, ela ama ser fodida no cu, e aquela metida selvagem deixava ela em êxtase, mamãe gozou uma vez, e eu continuei metendo, tapas na bunda, joguei ela de barriga pra cima, e voltei a penetrar seu cuzão, nossas bocas coladas em um beijo sedento, mamãe gemia com meu pau no rabo, eu dava-lhe tapas no rosto, não muito forte, só marcando território, então eu gozei dentro do cu dela, ao sentir a gosma quente preenchendo seu reto, mamãe gozou também, ficamos ali abraçados, ainda dentro dela, respiração ofegante suor colando nossos corpos, até que meu pau agora flácido sai de dentro dela, eu fui até seu cuzinho e lambi um pouco de esperma que teimava em sair, levei até a sua boca, e nos beijamos, depois de um tempo, levantei, a puxei e fomos tomar um banho, sabonete nos corpos, beijos apaixonados, a safada voltou a me punhetar, meu pau deu sinal de vida, e mamãe, minha maior vadia, foi fazer o que ela amava fazer, me chupar, era lindo fascinante, então eu a agradeci.

–Mãe, obrigado, por ter me permitido viver essa vida linda e maravilhosa, sem você, minha mãe, minha mulher, minha puta, nada disso faria sentido, eu te amo.

Minha mãe com a glande na ponta da língua ouviu tudo, e retribuiu minhas palavras.

–Amorzinho da mamãe, eu é que agradeço, graças a você, vivemos uma vida de AMOR E SEXO, SEM TABUS E PRECONCEITOS…

E assim termino essa saga, agradeço a todos que leram, deram estrelas e comentaram, sem o apoio de vcs, não seria possível chegar até aqui, tem duas ideias de história, vou aguardar duas semanas, para ver qual caminho seguir, e quando decidir volto a escrever pra vocês, obrigado a todos.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Adm1976 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

parabens por essa saga tão maravilhosa e bem escrita adm!

foi incrivel!

1 0