Rufus nada comentou sobre a descoberta chocante da manhã – o fato de Eliseu ser gay não assumido, com um amante chamado Jorge e uma vida dupla. Durante a manhã, tudo correu bem: ele conversou animadamente com o sogro sobre futebol e carros, rindo de piadas leves, enquanto Sara preparava o café. Eliseu era carismático, dando tapas e apertos leves e amigáveis no ombro de Rufus, e os dois se davam muito bem. Rufus guardou o segredo para si, processando internamente, sem querer explodir a família.
Após o almoço – uma refeição simples de arroz, feijão e carne grelhada –, Gislaine recebeu uma ligação. Ela piscou para Rufus e, falando baixinho no canto da sala, confessou: "Amor, vou sair mais tarde com a Aline. Na verdade, a gente vai encontrar o namorado dela e um amigo… vai rolar uma brincadeira. Quer ir?" Rufus, curioso e ainda no embalo da confiança crescente, assentiu: "Claro, vamos nessa." Eles saíram à tarde, indo para a casa de Aline, uma amiga de Gislaine da escola – uma morena curvilínea de 18 anos, com seios fartos e bunda empinada.
Na casa de Aline, os cinco – Rufus, Gislaine, Aline, Silvio (namorado de Aline, um cara atlético de 19 anos que zoava Rufus no início do namoro, chamando-o de "corninho manso") e Marcos (um amigo solteiro, alto e magro) – fizeram uma baita orgia no quarto bagunçado. Começaram despindo-se devagar, beijos e mãos explorando corpos. Os três rapazes foderam as duas de todas as formas: primeiro, Rufus penetrou Gislaine de missionário, estocadas profundas na boceta rosada enquanto ela chupava Silvio; ao lado, Marcos comia Aline de quatro, dando tapas na bunda carnuda. Trocaram: Marcos era chupado por Aline, Rufus fodeu o cu de Aline (apertado e quente, lubrificado com saliva), estocando ritmado enquanto ela gemia "Ahh, Rufus… que pegada gostosa!"; Silvio fodia de ladinho Gislaine, comendo sua boceta alternando a velocidade, gemendo de prazer.
Em dado momento, Silvio, excitado e tentando se impor, perguntou: "Ei, corninho, aceita eu comer o cuzinho da sua namorada?" Rufus riu, sem se abalar: "Pode sim, cara. Eu mesmo acabei de comer o cu da Aline… delícia, né?" Silvio, que tanto zoara Rufus no começo do namoro, não gostou da resposta, franzindo a testa: "Que porra é essa?" Aline interveio: "Qual é o problema, amor… afinal, todos estamos aqui nessa orgia juntos. Come aí o cuzinho da minha amiga. Faz ela gemer gostoso. Estamos aqui todos juntos, né?" Silvio rebateu: "Então eu sou corno igual ao otário do Rufus porque ele comeu seu cuzinho?" Dessa vez, Gislaine retrucou: "Quer comer todo mundo, mas quer deixar a Aline na coleirinha? Hipócrita babaquinha você, eim." Marcos riu alto: "Não entendo porque você chama o Rufus de corno… o único solteiro aqui sou eu." Silvio não gostou, bufando, mas Aline e Gislaine impediram que virasse briga: "Relaxa, amor… continua a diversão", disse Aline, beijando-o.
Silvio, puto mas excitado, fodeu o cuzinho de Gislaine – estocadas fortes, tentando dar uma de machão: "Toma, vadia… rebola no meu pau!" Mas ela o colocou no lugar, gemendo mas firme: "Ei, lembra que a SUA namorada é a Aline, não eu. Acima de tudo, eu sou DO Rufus." Ela não o deixou gozar no cu dela, mandando: "Vai no cu da Aline… termina com sua própria." Silvio obedeceu, relutante, enquanto Gislaine se ofereceu para Rufus, que era chupado por Aline (lambendo e engolindo fundo) e ela era penetrada por Marcos por trás, estocadas na boceta úmida.
Então veio a DP: Rufus comeu o cuzinho de Gislaine, penetrando devagar e acelerando, sentindo o aperto quente pulsar; Marcos na boceta dela, os paus roçando através da parede fina, ritmados e fortes. Gislaine gritou de prazer, gozando horrores: "Ahh, isso que é pau gostoso no cu!" Ambos gozaram dentro – jatos quentes enchendo os buracos, escorrendo pelas coxas dela. Silvio ficou puto com o comentário, murmurando: "Vão se foder…" e desistiu da orgia, indo tomar banho sozinho. Aline não ligou de ir atrás: "Não entendo essa birra do nada… sem sentido." Para finalizar a amiga, Gislaine a chupa com Rufus, à fazendo gozar gostoso em suas bocas, enquanto Marcos descansava.
À noite, na casa de Gislaine novamente, eles chegaram e encontraram apenas Sara. Ela estava meio cabisbaixa, sentada no sofá com um chá, mas os recebeu com um lindo sorriso: "Oi, pombinhos… voltaram cedo?" Gislaine partiu pro banho, deixando Rufus na sala com a sogra. Ele perguntou: "O que houve, Sara? Tá tudo bem?" Ela suspirou: "Só cansada de algumas coisas… o pai dela já voltou pra Cabo Frio de novo. Fica pouco em casa." Rufus sabia a verdade – a vida dupla de Eliseu com Jorge –, mas preferiu não dizer nada naquele momento, se limitando a: "Tudo vai dar certo. E o seu trabalho, como tá?" Um pouco mais animada, Sara comentou: "Meu pequeno negócio de artesanato tá indo bem – bijuterias e enfeites. Dá pra bancar as contas sem depender do marido." Nesse momento, ela parou, olhando nos olhos de Rufus, e o beijou – um beijo profundo e carregado de afeto, línguas se tocando por segundos quentes.
Após o beijo, que ela aparentou se arrepender logo em seguida (corando e olhando para o chão), comentou: "Vou pedir pizza pra vocês… deixar os pombinhos comerem sossegados, sem eu atrapalhar." Mas Rufus disse: "Pode comer com a gente, sogrinha. A gente já transou até demais hoje… rolou uma orgia com amigos da Gislaine, e o namorado de uma amiga brigou por ciúme bobo. Do nada." Sara assentiu, explicando: "Isso é comum em casais abertos. A sintonia fica frágil e oscila fácil, gerando atritos que casais monogâmicos raramente têm. É preciso equilíbrio… ou vira bagunça."
Rufus concordou, refletindo naquilo que ocorrera à tarde – a birra de Silvio, a orgia caótica – e no que descobrira do sogro mais cedo, além daquele beijo inesperado de sua sogrinha. "É… equilíbrio é tudo", murmurou ele, sentindo que sua própria vida estava em uma corda bamba, cheia de segredos e desejos que podiam explodir a qualquer momento.