Apuros com a dupla personalidade de minha filha, uma recatada, outra vadia – 04 – A recatada Amanda volta e sente as dores do sexo que não lembra

Um conto erótico de Pai Protetor
Categoria: Heterossexual
Contém 4964 palavras
Data: 14/03/2026 09:14:58

Para proteger o corpo de minha filha recatada ausente com a presença de Diana, minha filha vadia, aceitei a foder para que não saísse e fizesse sexo pela primeira vez na vida com qualquer desconhecido.

Naquela sexta-feira à noite e sábado pela manhã eu tinha a fodido em casa tirando sua virgindade, ela me deu um boquete no carro na estrada e depois a fodi no estacionamento, no banheiro da balada, no hotel estreando sua bunda e de novo no hotel naquela manhã.

Quando chegamos em casa, ainda cansada Diana foi tomar um banho e cochilar em seu quarto logo após o almoço.

SÁBADO A TARDE

Perto das seis da tarde, escuto passos sabendo que era minha filha e quando ela se colocou a meu lado, vejo que é Amanda com seu vestido longo até as canelas estilo romântico, creme no fundo com pequenas flores vermelhas.

– Oi filha, boa tarde.

Tantas coisas passaram por minha mente. Cansada como estava com certeza Diana dormiu logo e não teve tempo de deixar nada escrito para Amanda nas mensagens que trocavam em seu diário.

Sem saber o que tinha acontecido e com as dores que certamente sentia em sua genitália, ela devia imaginar o que tinha ocorrido com seu corpo, o que Diana tinha feito com ele. Não tínhamos conversas frequentes sobre sexo, mas tivemos algumas e ela sabia muito bem o que eram relações sexuais conversando com amigas.

Também pensei que sua mente deveria estar em conflito, porque deveria querer desesperadamente saber o que aconteceu, mas não sabia se Diana tinha feito tudo escondido de mim. Amanda nunca iria imaginar o que aconteceu.

– Boa tarde papai. Quantos dias fiquei fora? Esqueci de olhar a data lá no relógio.

– Acho que dois filha. Hoje é sábado. Você está se sentindo bem?

– Não tenho certeza. Talvez a Diana tenha exagerado dessa vez.

– Ela não te deixou mensagem no diário de vocês?

Ela me olhou com os olhos arregalados.

– Ela te contou sobre ele?

– Sim, ela disse que é para que cada uma saiba o que a outra fez, mas acho que as últimas coisas ficam perdidas, porque vocês não escrevem o tempo todo.

– Sim, eu pensei nisso há muito tempo. Mesmo perdendo algo ajuda muito e decidimos não ter segredos para não complicar a vida da outra. Me desculpe se nunca contei, é que tem segredos de garotas lá.

– Não se preocupe. Achei a ideia maravilhosa. Você está com fome ou está bem? Tenho algo para dizer.

– Não, não tenho e dá para esperar o jantar.

Sabia que seria a conversa mais difícil de minha vida, mais do que aquela com a psicoterapeuta quando ela confirmou o diagnostico, mas deveria ser eu a contar em detalhes para que Amanda não me odiasse. Respirei fundo e a chamei para sentar a meu lado.

– Sente aqui a meu lado de frente para mim porque temos que ter uma longa conversa, falei desligando a TV e me virando sentado de frente para onde ela se sentava.

Era difícil, mas Amanda me olhava ansiosa e não gostava de a fazer sofrer, um dos motivos de Diana aparecer.

– Você está toda dolorida?

Ela me olhou assustada.

– Como você sabe? Pensei que a Diana tivesse feito algo escondido.

– Não filha, ela não fez nada escondido. Vou te contar tudo.

Peguei em sua mão e comecei a contar desde que Diana apareceu em minha frente na noite passada e tudo o que transcorreu até que fizemos sexo com ela perdendo a virgindade em pé. Amenizei os detalhes sexuais, mas era importante contar tudo como Diana se sentia vadia e como queria ser tratada, além de ter confessado que me desejava há muito tempo.

Seus olhos pareciam não piscar me ouvindo calada por minutos até o momento que falei que decidi dar tudo o que Diana precisava ter naquela noite para não compartilhar seu corpo com estranhos.

– Me perdoe filha, eu estava no desespero e a Diana costuma cumprir todas suas ameaças. Do jeito que ela estava determinada querendo sexo, faria mesmo para qualquer um. Era eu ou um estranho. E depois outro e outro.

Por vezes eu gostaria que Amanda não fosse tão passiva aceitando tudo, mas essa era sua natureza.

– Acredito em tudo que me disse papai. Sei que deve ter sido uma decisão terrível e com certeza você tomou a decisão correta. Sou uma garota problemática que deixa uma outra personalidade maluca tomar conta de minha mente. Se eu tivesse em seu lugar teria feito o mesmo para me proteger.

Fácil demais do jeito que eu não queria que fosse. Preferiria que brigasse comigo ou reclamasse de Diana pôr a colocar nessa situação.

– Obrigado filha por entender. Não posso mentir que não gostei trocar carinhos com a pessoa que mais amo no mundo e ainda por cima proteger você. No entanto não ficou só nisso, porque eu tinha que tomar o controle total sobre ela para que não restasse nenhum desejo de estar com outro homem e por isso fui muito mais longe com ela do que já fui com qualquer mulher, inclusive sua mãe. Preciso te contar tudo para que você não esteja desinformada. Essas dores que você sente tem motivos e sou o culpado por todas elas. Posso te contar?

– Pode papai. Deve, afinal é meu corpo.

Fui contando tudo sem que Amanda soltasse a mão da minha mostrando que estava tudo bem. Seus olhos brilhavam nos momentos de sexo mais intenso. O oral no carro, o sexo no estacionamento, depois no banheiro da balada, de 4 no hotel e depois o anal com tripla penetração terminado com ela me montando naquela manhã.

Eu atenuava muito o modo de contar, mas quando contava de sua roupa de puta e como ela se expunha a mim e aos outros, Amanda ficava tensa. Foram poucas as vezes que me interrompeu e só não contei a ela sobre as duas vezes que Diana me sugeriu fazer sexo também com ela. Pareceria manipulação de minha parte e não queria que minha meiga filha se sentisse pressionada e estressada pensando nisso.

Quando terminei, esperava tudo menos o que ela falou.

– Vocês tiveram uma aventura e tanto. Eu jamais teria essa coragem.

– Nem eu filha, por isso nunca tinha feito isso. Foi para dar o que ela queria, mesmo que ela não imaginasse que sou um pouco maior do que a maioria. Daí todas essas dores que você deve estar sentindo.

Amanda engoliu em seco sabendo do que eu falava, mas fez que não entendeu.

– Então agora você a tem totalmente sob controle papai? Posso ficar tranquila que não vou voltar fazendo sexo não convencional com um estranho?

– Sim Amanda. Ela gostou demais dos momentos comigo e disse que só precisa de mim e nunca vai me trair. Só o que pode acontecer é você voltar e estar fazendo amor comigo.

– Nem se compara a situação, né papai. Eu te amo acima de tudo. Será estranho, mas agora já estou preparada. A Diana não vai deixar de ser uma vadia para você, vai?

– Acho que não. Está na natureza dela.

– Significa que eu tinha uma parte dentro de mim que é uma vadia?

– Acho que toda mulher tem filha. Não se culpe. Com certeza a terapeuta tem essa resposta.

– Não me culpo. Só não entendo porque sou tão recatada e tímida e ela uma vadia extrovertida.

– Talvez pelo fato de você ter separado as duas. Sou leigo, mas se estivessem unidas como em todo mundo, você seria um pouco de cada. Recatada quando fosse bom ser recatada e vadia quando você quisesse se divertir com mais liberdade.

– Para ela está sendo fácil, pois está fazendo com você que a ama e vai a proteger de tudo. Há anos eu e minha terapeuta tentamos unir nossas personalidades, mas nada acontece.

– Não importa se você seja recatada ou vadia, sempre vou te amar da mesma forma.

– Pode amar igual, mas vai preferir ela do que eu, uma sem graça como eu.

– Não vou não. Amo você, minha filha. Podemos trabalhar sua timidez.

– Não é só a timidez papai. Você mesmo disse que ela parece uma deusa da luxuria. Como vou competir com ela?

Eu sorri.

– Você não precisa competir com ela pois é ela. A Diana é você em algum lugar aí dentro de sua cabecinha. Uma hora, você vai voltar a ser ela também e terá as mesma memórias.

– Já perdi as esperanças papai. E seu voltasse a ser também ela com todas as memórias delas incorporadas a minha, como ficaria com você?

– Como você desejasse filha. Só você pode decidir isso.

– Vou pedir mais sessões para a terapeuta para trabalharmos mais isso.

Não contei a ela, mas já tinha decidido que na segunda-feira pediria uma sessão de urgência com a psicoterapeuta para contar tudo o que tinha acontecido. Era incesto, mas ela tantas vezes se mostrou profissional e era obrigada a guardar segredo. Com essa informação poderia ajudar Amanda quando fosse a sua sessão e também trabalhar com Diana.

– Faça isso filha. Sabe, acho que podemos trabalhar algo também. Podemos ser mais carinhosos um com o outro. Vou adorar e fazemos tão pouco.

Ela me olhou envergonhada.

– Vou adorar papai, mas nunca teria tomado a iniciativa.

– Então vem aqui me abraçar e vamos assistir algo juntos até o horário do jantar.

A sentir em meus braços abraçada juntinha a mim a meu lado sabendo que era Amanda fez meu coração disparar de felicidade. Não fiquei só no abraços e dei alguns beijinhos em sua testa a deixando feliz por ficar abraçadinha e ganhando beijos do pai.

Tivemos um ótimo jantar e voltamos assistir nossa serie preferida, de novo juntinhos, como pai filha. Ainda que aquele corpo delicioso tenha me excitado tanto nas 24 horas anteriores, era maravilhoso só o sentir como sendo de minha filha amada.

DOMINGO PELA MANHÃ

No domingo Amanda ainda estava lá e fiquei feliz, para dedicar mais atenção a ela. Decidi tirar dela aquela pressão continua para que se curasse e só gastamos o tempo juntos. Almoçamos em meus pais e minha irmã com os filhos pequenos e com eles Amanda sempre mostrava adorar crianças e que seria uma ótima mãe. Pensar nisso me fez lembrar que Diana falou que desejou que a pílula tivesse falhado, mas me contive.

DOMINGO A TARDE

Quando voltamos para casa, fomos direto para a sala de TV.

– Se você quiser assistir futebol, sei que você gosta papai.

– Gosto imensamente mais de sua companhia. Vamos assistir algo juntos. Pegue o controle filha.

Amanda pegou o controle no outro lado do sofá, só que antes de me entregar fez uma pergunta quase parando meu coração.

– Papai, então você conhece meu corpo inteiro, talvez até melhor do que eu em alguns lugares, perguntou timidamente.

Se Amanda estava tímida, fiquei super envergonhado de conhecer seu corpo sem que ela tivesse me dado permissão e se lembrasse de como o conheci.

– Sim filha. Aconteceu. Me perdoe, falei curto tentando encerrar meu constrangimento.

– E o que achou, perguntou ainda mais tímida.

Não queria falar nada sexual.

– Você vai pensar que é porque sou seu pai, mas eu tive a prova com os olhares de outros homens e mulheres. É o corpo de mulher mais espetacular e perfeito que já vi, pessoalmente ou em fotos.

Amanda deu um grande sorriso.

– Obrigado papai. Você acha que eu deveria o expor mais? Não é porque tenho vergonha, é que me incomodam os olhares. Fora que não acho que quem eu não gosto possa o ver.

– Você tem que fazer o que te faz sentir bem filha.

– Mas a Diana já o expos quase totalmente em público.

– Não diante de seu círculo de amizades. Você deve estar diante deles como quer estar.

– Para você meu corpo não tem mais segredos e na hora que a Diana voltar, você não vai só o ver nu, mas também satisfazer os desejos dela. Acho que não faz mais sentido eu o esconder de você aqui em casa. Não vou ficar nua, mas talvez eu vá ficando mais à vontade.

– Como você quiser amor. Você é minha filha e esse é nosso lar e você tem que se sentir à vontade.

– Se me vir nua ou com lingerie discreta, vai desejar meu corpo se lembrando do que faz com a Diana?

Eu poderia mentir, mas Amanda estava se abrindo e tendo uma conversa comigo como nunca teve. Não poderia mentir, mas eu poderia ser menos explicito.

– Nenhum homem heterossexual da face da terra não te desejaria filha. Não só pelo corpo perfeito, mas também pelo rosto lindo.

– Eles não são meu pai e não os amo. Tudo que não poderia fazer é te constranger por me desejar pensando na Diana e me evitar. Seria a morte para mim.

– Te prometo uma coisa, vestida ou nua, vou te ver como filha e ter orgulho de sua beleza e te respeitar como pai. Nada nesse mundo faria eu me afastar de você.

– Está bem papai, vamos fazer uns testes. Agora vamos ver a série, falou me entregando o controle remoto e vindo se aconchegar em meus braços.

Antes de dormir, sozinho em minha cama o maior desejo de minha vida era que Amanda não tivesse mais aqueles episódios de troca de personalidade, mas que Diana não fosse apagada convivendo com ela para que tivesse uma vida normal, mesmo que eu não estivesse em seu futuro a não ser como pai.

Ela era muito jovem e teria uma vida inteira para recuperar aqueles anos com memórias truncadas e sendo ridicularizada por pessoas dizendo que ela inventava sua condição.

Estava motivado para conseguir um horário de urgência com a Psicoterapeuta na segunda-feira e se ela sugerisse algo, faria tudo a meu alcance para fazer Amanda feliz. Dormi motivado como não ficava há bastante tempo entre meus altos e baixos de esperança de cura-la.

SEGUNDA-FERIA PELA MANHÃ

Eu já estava despertando quando senti uma presença em meu colchão que depois levantou o lençol e entrou por baixo dele. Logo um corpo nu e muito quente se aconchegou ao meu.

– Papai, você está acordado?

O tom de voz mais agudo e o ritmo do falar mais rápido, me fez saber que era Diana, porque eram inconfundíveis mesmo a olhos fechados. Fora que Amanda não teria vindo nua para minha cama. Mesmo com aquela presença deliciosa, fiquei triste por Amanda ter ido em um momento que estávamos nos aproximando muito mais como pai e filha. No entanto eu sabia que ela voltaria e como não ficar feliz com aquele monumento deitado nu espremido contra o meu.

– Agora estou, brinquei abrindo os olhos na penumbra matinal.

Ela sorriu.

– Preciso de seu pau papai. Preciso muito. Minha bucetinha está coçando de necessidade.

– Você tem aula.

– É cedo ainda e dá tempo de pelo menos umas duas vezes.

– Não está dolorida? Abusei muito de você.

– Desde sábado de manhã já se passaram 2 dias. Só um leve desconforto, mas o pior é ela coçando papai. Você me prometeu que ia me foder quando você quisesse ou quando eu tivesse necessidade. Vadias sempre tem necessidade papai, falou pegando em meu pau duro sobre o tecido do short de pijama.

– Só uma vez então, testei se tinha mesmo controle sobre ela pois com Diana era sempre em seus termos.

– Tudo bem papai, mas vou gozar mais de uma vez porque estou muito excitada e quero seu esperma dentro de mim. Será a primeira vez que vou para as aulas como sua vadiazinha cheia de seu esperma.

Como resistir a toda essa luxuria de uma deusa em plena segunda-feira pela manhã?

– De 4 então. Ainda não gozei em você assim.

Dando um sorriso enorme logo ela estava de 4 ao meu lado esperando.

– Adoro essa sua cama grande. Tem espaço para fazer qualquer coisa.

Diana parecia insinuar querer dormir lá comigo, mas não poderia correr o risco de dormir com ela, nós dois nus, e acordar com Amanda, então nem respondi e me levantei tirando o pijama indo para trás tendo pela primeira vez a visão espetacular daquele corpo nu naquela posição, pois da outra vez, estava vestida como uma puta quando só levantei a saia e afastei sua calcinha roxa.

Sua bunda redonda e cheia não é daquelas que parecem duas meias bolas coladas no traseiro, mas que vem fluindo devagar de sua cinturinha bem fina e depois vai morrendo devagar até o início de suas coxas. Acima as costas estreitas e bem desenhada até seu pescoço sensual com seus cabelos longos morenos escorridos por ela.

As coxas redondas, mas com uma leve marca de músculos nas laterais. Sua bucetinha pequena com apenas um risquinho, desta vez fechada por estar sem uso há dois dias e seu cuzinho pequeno acima, clarinho quase como sua pele alva. Poderia gozar só com aquela visão, mas fui tirado da contemplação.

– Me fode rápido papai. Sua vadiazinha precisa gozar e não seja delicado.

Com sua buceta praticamente curada e levemente acostumada com meu pau, o encostei em sua entrada e coloquei meia glande para dentro, levei minhas mãos para sua cinturinha a segurando e fui rudemente a rasgando ignorando sua resistência.

– AAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, gritou estridentemente de dor naquele silencio da manhã.

Nem tinha chego ao fundo ainda e como uma boa vadiazinha, já gozou mesmo com as dores.

– Estou gozaaaaandoooooo papai. Amo seu pau arrombando minha buceta.

Só de lembrar já me excito. Pela dor que senti em meu pau sendo esmagado, poderia imaginar que ela sentia a mesma dor de seu desvirginamento, só que desta vez mais intensa e concentrada, porque na primeira vez fui bem mais devagar. Quando chegou ao fundo Diana berrava de um prazer incontrolável.

– Puta merda. Ohhhh, Uhhhh. Você me arregaçou papai.

Não dei ouvidos e já comecei tirar até quase sair e enterrar tudo novamente, não rápido demais porque seu aperto intenso não permitia, mas no vai e vem fui o liberando colocando cada vez mais intensidade.

– Auuuuuffff. Auuuuuffff. Auuuuuffff. Auuuuuffff. Auuuuuffff, Diana gemia alto a cada enterrada quando meu púbis se chocava com sua bunda e minha uretra contra seu colo de útero.

Minha garotinha iria caminhar torto durante suas aulas naquela manhã, se lembrando do papai. Com aquele vigor, ela nem conseguia mais falar apenas gemendo em seu gozo, até que sinto seu corpo tremendo novamente, mas bem mais forte.

– Auuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuffff, gemeu claramente tendo um orgasmo sobre o outro.

Era hora de eu gozar com ela e deixei vir um tsunami de porra matinal irrigando o jovem útero de minha gostosíssima filha.

– Papai está gozaaaaaaando, minha vadiazinha deliciosa.

– Aaaaaaaaammmmmmmm, gemeu mais alto parecendo que seu gozo já forte ganhou forças.

Foi um orgasmo em que eu parecia estar fora de meu corpo flutuando nas nuvens só com ela de tão poderoso. O ato físico era brutalmente prazeroso, mas dar prazer e felicidade a minha filha era sublime.

Ainda continuei a estocando sem dó mesmo tendo gozado, até que seu gozo foi se desfazendo e ela foi se deitando de bruços na cama. Não fui junto porque não tínhamos muito tempo naquela manhã de segunda-feira, mas fiquei ajoelhado curtindo a visão celestial de seu corpo de bruços, suas curvas sinuosas e meu esperma vazando da bucetinha de minha filha novamente inchada.

Logo ela se virou deitando de costas para olhar para mim ainda fungando e respirando acelerado.

– Papai, você sabe lidar muito bem com sua vadiazinha e tem o instrumento perfeito para isso. Você de verdade não fez isso com as outras?

– Não. Nunca. Só você despertou essa personalidade de devasso em mim.

Ela sorriu por eu usar sua dupla personalidade para me igualar a ela.

– Elas não sabem o que perderam, mas amo ter essa sua personalidade de devasso só para mim. Amo ser exclusiva em tudo. Amo te foder. Amo você me foder. Amo seu esperma e amo te amar tanto ao ponto de me entregar totalmente a você papai.

– Bom, porque como já te falei, sou ciumento e não aceito te compartilhar nem mesmo com um toque. Não sou possessivo porque aceito se quiser fazer com um outro, mas nunca mais me teria.

– Ahhhh papai, se você quisesse eu nunca mais sairia de casa sem você, nunca mais usaria roupas ousadas e não seria mais amiga das vadias, porque por nada na vida vou abrir mão de você.... e seu pau, falou safadinha.

Me deitei a seu lado de frente para ela para uma conversa rápida, feliz não pelas coisas que ela faria por mim, mas por ver que sua ligação comigo seria inquebrável e ela não teria necessidades que eu não pudesse a satisfazer.

– Está bem filha. Não é para tanto. Pode ter amigas vadias e pode até se vestir de vadia. Sendo só minha como disse não vou te fazer perder sua juventude porque tem só uma. Antes de tudo sou seu pai.

– Você sempre foi liberal comigo e me senti na obrigação de retribuir essa confiança, por isso e por te desejar, nunca fui permissiva com nenhum homem.

– Perfeito meu amor. Sou devasso só para você e você é vadia só para mim.

– É isso papai. Estou tão feliz.

– Vamos para um banho então. Sem sacanagem.

Como previ, já ao se levantar da cama Diana levantou andando toda torta de dores.

– Papai, acho que todos que me virem agora pela manhã vão saber o que fiz, falou sorrindo.

– Provavelmente, respondi também sorrindo.

No banho senti aquele orgasmo emocional por dar banho em minha menininha, não mais com aquele corpo mirradinho de quando era pequena. Mesmo tendo que sermos rápidos, me deliciei com as curvas impressionantes que criei.

Depois de sua declaração de entrega total a mim na cama, era hora de assumir o controle total sobre ela. Durante a semana suas roupas poderiam ser vistas como de uma mulher que quer exibir seus atributos pois eram ousadas, mas não de puta como as que ela usava para sair nos finais de semana e depois confessou serem só para me seduzir.

Nas aulas as calças jeans eram praticamente seu uniforme, mas eram elásticas e justas, além de camisetas também justas esticadas em seus peitos enormes. Usava sutiã pelo menos, mesmo que fossem coloridos e aparecessem sob o tecido da camiseta. Precisava mudar um pouco isso sem destruir seu estilo de roupas.

– Agora você é minha e preciso colocar algumas regras.

– Sou sua mesmo e não vou mais ser tão rebelde, só um pouquinho, falou sorrindo.

– Você é jovem e maravilhosa e não vou te proibir de exibir seus atributos, ainda que me pertençam. Pode usar roupas ousadas como é de seu estilo, até roupas de vadia. Só que vadias se vestem para exibir seus corpos e até serem desejadas, mas não o oferecendo como uma mercadoria a venda. Aquela roupa de sábado e todas que você saía para as baladas ultimamente são roupas de puta que vendem seu corpos e só vai usar se eu quiser que você use para termos uma noite muito quente, entendeu?

– Entendi papai. De agora em diante só quero atrair seus olhares, mas não vou conseguir usar as roupas caretas da Amanda.

– Não precisa. Você é jovem e linda e tem seu estilo. Vou remoer meu ciúme, mas vou ficar orgulhoso você sendo minha, falei sorrindo.

– Combinado. Nem sei se vou mais as baladas. Prefiro ficar com você, falou safadinha.

– Você adora dançar e pode ir. Gostei de ir com você, então podemos repetir as vezes.

– Gostei de absolutamente tudo naquela noite papai. Principalmente do jeito que você me fodeu de todos os jeitos. Até me deixou esgotada. Vamos continuar indo juntos? Podemos comprar roupas de vadia, mas não de puta, me provocou. Você pode escolher.

– Vamos ver. Vamos sair.

Diana não tinha me deixado lavar sua buceta e não entendi o motivo, e na hora de a enxugar, o mesmo.

– Não enxugue lá dentro papai. Quero ir vazando, falou safada. Minhas amigas vadias me vendo andar torto podem até imaginar, mas não vão saber que estou com o esperma de meu homem e ele é meu pai lindo que elas cobiçam, mas é meu, só meu. Né?

– Só seu amor.

Tomamos o café da manhã e depois a deixei no portão onde suas amigas faziam uma rodinha e Diana foi ousada me dando um selinho depois de abrir a porta para que elas vissem. Com um olhar safado se foi exibindo aquela bunda monumental dentro de um jeans agarrado parecendo 2 números menores caminhando com dificuldade, mas diferente das tensões anteriores, eu a tinha sob meu controle e ela não iria fazer besteiras.

Como engenheiro que toca as próprias obras e faz manutenção de meu patrimônio com muitos imóveis alugados, decidi ter o escritório em casa facilitando para ajudar minha filha com seus problemas de esquecimento quando trocava de personalidade, então após a deixar voltei apara casa e a primeira coisa que fiz foi tentar agendar um horário com a psicoterapeuta.

Por Amanda e Diana serem suas pacientes há 10 anos, ela sempre dava um jeito de me encaixar quando eu precisava falar com ela, mas fazia isso porque eu não abusava. Meu contato era direto com ela e naquela manhã ela disse que começaria atender as 10 horas, então que eu fosse as 9, pois ela adiantaria sua chegada ao consultório.

Deixei tudo o que tinha que fazer e fui para seu consultório ansioso pelo que eu teria que contar, mas esperançoso. Ela não costumava ser muito pontual, mas deve ter percebido meu estado falando com ela ao telefone e chegou no horário previsto.

Após aquela conversa inicial de sempre colocando um pouco a situação geral, disse que tinha algo muito importante e constrangedor para contar.

– Conte logo, você parece que vai explodir de nervoso.

Dei um sorrisinho e comecei gaguejando. Contei tudo a ela, mas omiti muito mais os detalhes do sexo do que tinha contado para Amanda. O importante era contar o comportamento vadio de Diana, ela confessar que me desejava, suas roupas de puta, termos feito sexo muitas vezes com suas atitudes bem vadias e por fim ela se entregar aos meus desejos para não me perder.

Não pude contar a ela que o tamanho de meu pau surpreendeu Diana, mas dei a entender que fui muito viril a fazendo gostar demais de fazer sexo comigo. Quando descarreguei todo aquele peso que sentia em minhas costas e parei, ela sorriu.

– Ufa. Agora entendi seu nervosismo. Não se culpe. Pessoas com duas ou mais personalidades sempre tem uma mais sexualizada e não é raro que sem voltem as pessoas mais próximas que amam. É o caso da Diana. Ouço muito sobre o incesto e não julgo, principalmente na situação que você estava vendo sua filha maravilhosa indo se entregar a qualquer homem. Nenhum pai que ame a filha, teria agido diferente.

– Obrigado doutora.

– Na verdade foi ótimo ter acontecido porque agora vejo uma luz no fim do túnel.

Olhei para ela curioso.

– Se a Diana é parte da personalidade da Amanda que ela não consegue exteriorizar por causa do trauma da perda da mãe e da timidez, se você der a Amanda aquilo que a Diana está demandando, talvez ela não precise mais da Diana e as personalidades voltem a se fundir. Até mantendo as memórias, falou empolgada como nunca a vi.

Também fiquei empolgado, mas logo me dei conta do que ela sugeria.

– Você está sugerindo que eu faça sexo também com a Amanda e a trate como uma vadia igual a Diana demanda?

– Exatamente, mas não a forçando em nada. Queira ou não você já fez sexo com ela, só que ela não lembra. Você poderia ir com calma e devagar a fazendo se sentir mais livre e menos tímida com os orgasmos. Quando se sentir confiante, pode dar a ela uma noite como deu a Diana e aí a Diana não terá mais motivos para existir porque a Amanda já tem tudo que a Diana gosta. Isso pode levar meses, ou até anos, se você conseguir seduzir a Amanda, mas jamais deverá forçá-la.

Tinha lógica, muita lógica seus argumentos e me animei, mas não exageradamente porque jamais causaria um novo trauma em Amanda e não sabia como ela reagiria a situação sendo tão recatada e tão tímida. Me lembrei de sua conversa da noite anterior e contei a terapeuta.

– Isso demonstra que ela já está pensando se vale a pena ser como é tão recatada, se Diana faz tudo o que faz com seu corpo. Ela mesma pode chegar à conclusão que também pode ter seus momentos de prazer, claro que em seu modo de pensar, seria um momento de amor e sexo romântico.

– Talvez ela queira isso com outro homem.

– Talvez, mas duvido. Depois de tudo o que contou a ela, o que foi uma ótima e corajosa decisão sua, ela sabe que você já conhece o corpo dela e não teria tanta timidez. Fora isso, se até a extrovertida Diana confia em você e aceitou suas imposições, ela se sentiria imensamente mais segura com você. Só tem um jeito de descobrir.

– Vou considerar sua sugestão. Eu faria qualquer coisa para minha filha se curar, menos a traumatizar mais. Quando elas vierem aqui, por favor trabalhe com a Amanda nessa direção e assim que eu tiver novidades eu volto.

– Tenho muita esperança que possa dar certo. Aguardarei ansiosa e vou trabalhando com elas, principalmente com Amanda para que não fique fechada em seu mundo dando chances as mudanças.

Nos despedimos e fui para casa pensando em tudo o que ela falou, e antes mesmo de estacionar na garagem tinha decidido que iria tentar por Amanda. Se a terapeuta estivesse certa e pudessem fundir as personalidades mantendo as memórias, aqueles brancos que tanto atrapalhavam sua vida desapareceriam e ela seria um pessoa normal. A única condição para mim mesmo, seria ir com muito tato com Amanda, mas ainda tinha que esperar que ela voltasse.

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