O Padrasto Tarado quer me Enrabar - Parte 2

Um conto erótico de AuroraMaris
Categoria: Heterossexual
Contém 2204 palavras
Data: 02/03/2026 11:26:11

Fernando fez minha inscrição no concurso, dizendo que seria pouco concorrido e as chances de eu ganhar eram ótimas. Seria no final de semana.

Minha mãe chegou em casa na terça-feira com uma sacola de loja na mão e um sorriso de orelha a orelha. Largou as chaves no balcão da cozinha e veio até a sala, onde eu e Fernando estávamos vendo TV.

- Minha filha, tenho uma notícia boa e uma ruim - ela disse, sentando na poltrona.

Fitei ela, esperando.

- A ruim é que vou ter que viajar amanhã à noite. O cliente é de uma cidade longe, vou ficar uma semana fora.

Meu estômago deu um nó. Uma semana. Sete dias. Olhei de relance pra Fernando, que mexia no celular como se não estivesse ouvindo.

- E a boa? - perguntei.

Ela ergueu a sacola.

- Já que não vou poder ver minha filha desfilar no concurso, trouxe um presente pra compensar.

Abriu a sacola e tirou uma caixinha. Entregou pra mim. Meus dedos tremeram um pouco quando abri. Dentro, um biquíni fio dental minúsculo, azul marinho. A parte de cima era quase nada: dois triângulos pequenos que mal cobririam meus peitos. A parte de baixo era praticamente apenas um tapa-sexo com um fio ridículo atrás.

- Mãe... - comecei, sem saber o que dizer.

- Lindo, né? - ela interrompeu, radiante. - Vi na vitrine e pensei: é esse que a Luana vai usar pra ganhar o concurso. Vai arrasar, filha.

Fernando levantou a cabeça do celular na hora. Os olhos dele passaram do biquíni na caixa pra mim, e um sorriso malicioso surgiu no canto da boca.

- Nossa, Célia, ótima escolha - ele disse, a voz mais grossa que o normal.

Engoli em seco.

- Mãe, acho que esse biquíni não vai caber em mim.

- Como não? Comprei o número que você sempre usou, filha.

Balancei a cabeça.

- Mãe, eu mudei. Dois anos de academia, lembra? Agora uso um número maior.

Antes que minha mãe pudesse responder, Fernando se interpôs:

- Fica tranquila, Lu. Sua bunda gigante vai ficar perfeita nesse biquíni.

Minha mãe riu, distraída, levantando pra pegar algo na cozinha.

- Tá vendo? - ela falou de longe. - Seu padrasto gostou, ele entende desses concursos.

Fiquei ali, segurando a caixa, sentindo o olhar dele queimando em mim. Guardei o biquíni sem dizer mais nada.

No dia seguinte à noite, minha mãe viajou. Ficamos eu e Fernando. Não sei por que ele resolveu beber, já que estávamos no meio da semana. Eram umas cervejas long neck que ele pegou da geladeira e foi abrindo uma atrás da outra enquanto via TV na sala. Eu estava no quarto, mexendo no celular, quando ele chamou:

- Luana! Vem ver TV comigo!

Suspirei. Levantei e fui.

Ele estava no sofá, o corpo largado, uma cerveja na mão. Os olhos estavam meio vidrados, mas ele não parecia bêbado. Só mais solto. Mais à vontade. Sentei na ponta do sofá, o mais longe que dava. Ele mudou de canal sem perguntar o que eu queria ver. Ficamos ali, num silêncio estranho, vendo um programa qualquer.

- E aí - ele disse depois de um tempo, a voz arrastada - Andou treinando?

Olhei pra ele, confusa.

- Treinando?

- Seu desfilado, claro! Pro concurso - ele riu baixo.

- Não tem necessidade disso - falei, voltando os olhos pra TV.

- Claro que tem! - ele se inclinou pra frente, animado. - Quero ver. Me mostra como você desfila.

- Agora?

- Agora. Levanta aí, anda pela sala.

Fiquei parada por um segundo. Depois suspirei, levantei do sofá. Se fosse pra ele parar de encher o saco, eu faria. Comecei a andar pela sala, um passo atrás do outro, tentando lembrar de como era desfilar. Me senti ridícula. Fernando franziu o cenho, me observando.

- Hummm... Não estou conseguindo ver direito.

Parei, olhei pra ele.

- Como assim?

Ele deu um gole na cerveja, devagar.

- Essa calça folgada não ajuda. Que tal colocar aquele biquíni que sua mãe comprou? Assim já se acostuma com a roupa.

Senti o rosto esquentar.

- Nem pensar!

- Por que não? - ele perguntou, como se fosse a coisa mais natural do mundo. - Vai ter que desfilar com ele de qualquer jeito. Melhor treinar antes.

- Não acho uma boa ideia...

- Luana - a voz dele ficou mais séria. - Eu estou tentando ajudar. Você quer ganhar esse concurso ou não?

Mordi o lábio. Meu coração batia acelerado. Era só um biquíni. Era só um treino. E ele era meu padrasto. Se minha própria mãe confiava nele e não se incomodava com os olhares e comentários, por que eu deveria me incomodar?

- Tá bom - ouvi minha voz dizer. - Vou colocar.

Entrei no quarto, fechei a porta, peguei a caixa no fundo do armário e abri. O biquíni parecia menor ainda agora, na minha mão. Tirei a roupa devagar. A camiseta preta foi pro chão. A calça jeans folgada também. Fiquei só de calcinha e sutiã na frente do espelho do armário. Respirei fundo, depois tirei o sutiã. Meus peitos caíram, soltos. Médios, empinados, os bicos já duros sem razão nenhuma. Tirei a calcinha. Fiquei nua por um segundo, me olhando. Depois peguei o biquíni.

A parte de cima era uma piada. Os dois triângulos mal cobriram meus peitos, como eu havia imaginado. O tecido fino se esticava no limite. Meu mamilo esquerdo quase escapava pela lateral. Ajeitei, puxei, não adiantou. Ficou quase tudo de fora.

A parte de baixo era pior. Passei o fio dental entre as nádegas e puxei os fios laterais. O nó ficou no quadril, segurando o retângulo minúsculo de tecido que mal cobria minha buceta. Me virei de costas pro espelho e olhei por cima do ombro.

Estava vulgar. Era como se eu estivesse pelada. O fio dental sumia completamente na minha bunda enorme, só um risco fino de tecido desaparecendo na fenda. A pele lisa, sem uma estria, sem uma celulite. A curva descendo até a coxa grossa, definida. A cintura fina fazendo a proporção ficar quase absurda.

Me virei de frente. Meus peitos quase pulando pra fora, a barriga chapada com o desenho do abdômen aparecendo, o triângulo minúsculo na frente mal cobrindo minha buceta. Dava pra ver o volume, o contorno. Qualquer movimento mal feito e poderia escapar tudo.

Meu reflexo no espelho era de uma mulher que eu não reconhecia completamente. Uma cavala de academia, toda definida, toda desenhada. E agora quase nua com um biquíni que parecia feito pra provocar.

Minha buceta latejou.

Respirei fundo de novo. Era só um treino.

Abri a porta do quarto e voltei pra sala.

Cada passo no corredor parecia mais alto que o anterior. Meus pés descalços no piso frio, o barulho da TV vindo da sala, meu coração batendo tão forte que eu conseguia ouvir dentro da cabeça. Parei na entrada da sala.

Fernando ainda estava no sofá, a cerveja na mão. Quando me viu, os olhos dele arregalaram por um segundo antes de se estreitarem. A expressão mudou. Ficou mais pesada. Mais lenta.

- Caralho - ele disse, baixo.

Fiquei parada, sem saber o que fazer com as mãos. Cruzei os braços na frente dos peitos, mas isso só empurrou eles pra cima, quase escapando de vez do tecido. Voltei a deixar os braços caídos.

- E aí? - minha voz saiu estranha. - Posso desfilar ou não?

Ele não respondeu na hora. Só ficou me olhando. De cima a baixo. Devagar. Os olhos passearam do meu rosto pro meu pescoço, pros meus peitos quase de fora, pra minha barriga, pro triângulo minúsculo entre minhas pernas. Desceram pelas coxas, subiram de novo. Pararam na minha bunda. Eu estava de frente, mas ele parecia enxergar através.

- Desfila - a voz dele saiu grossa. Rouca.

Respirei fundo. Virei de lado primeiro, sem pensar, e comecei a andar. Um passo. Outro. Tentava lembrar dos vídeos que via na internet, das modelos nos concursos. Jogar o quadril. Balançar. Me virei na ponta da sala e voltei, agora de frente pra ele.

Ele não desviava o olho. Acompanhava cada movimento. Minha bunda balançava conforme eu andava. A cerveja na mão dele estava imóvel, esquecida.

Parei no meio da sala.

- Tá bom assim? - perguntei.

Ele demorou pra responder. Quando falou, a voz saiu diferente.

- Vem cá.

Meu estômago deu um nó. Andei até ele, parei na frente do sofá. Ele não levantou. Ficou sentado, me olhando de baixo. A posição me fazia sentir exposta.

- Vira - ele disse.

- O quê?

- Vira. De costas.

Obedeci. Virei devagar, mostrando minhas costas, a curva da minha coluna, e depois minha bunda. Sabia exatamente como estava. O fio dental sumindo. A pele lisa. O volume.

Ouvi ele engolir em seco atrás de mim.

- Meu Deus do céu - ele murmurou.

Senti as mãos dele na minha bunda e dei quase um pulo pra frente.

- O que você tá fazendo? - perguntei em choque.

Ele deu um sorriso de canto.

- Shh - ele fez, esticando o braço pra me puxar de volta para onde eu estava. - Fica quieta. Deixa eu ver uma coisa.

Eu queria sair correndo. Eu queria virar e dar um tapa na cara dele. Mas minhas pernas não obedeciam. Fiquei ali, paralisada, sentindo as mãos grandes e ásperas percorrendo minhas nádegas como quem examina um pedaço de carne no açougue.

- Que bunda perfeita - ele murmurou, mais pra si mesmo que pra mim. - Redonda, durinha, grandona. Parece até mentira.

Os dedos apertaram fundo, afundaram na carne. Ele deu um tapinha, fazendo ela balançar.

- Olha isso - a voz dele saiu mais grossa. - O fio dental sumiu completamente. Nem dá pra ver. Parece que você tá com a bunda de fora.

- Para - consegui dizer, mas saiu fraco.

- Por que? - ele perguntou, como se fosse a coisa mais natural do mundo. - Só estou avaliando. No concurso, essa bunda vai ser julgada, fotografada, examinada. Tem que acostumar.

As mãos dele continuaram, agora apertando, moldando, como quem amassa massa de pão. Ele abria e fechava minha bunda.

- Muito gostosa - ele falou, a voz arrastada pela cerveja. - Muito gostosa mesmo. Sua mãe não tem noção do que tem em casa.

Virei o rosto, tentando ver ele pelo canto do olho.

- Não fala da minha mãe.

Ele riu.

- Não estou falando mal, estou falando bem. Ela casou comigo e você veio de brinde, com essa melancia no lugar da bunda. Sorte a minha, né?

As mãos seguraram com mais força, puxando minhas nádegas pra lados opostos, abrindo.

- Olha isso - repetiu, como se eu pudesse ver. - Que visão. O fiozinho não cobre nada - deu uma risada seca. Meu rosto estava ardendo e minha buceta latejando, eu conseguia sentir a parte de baixo do biquíni ficando molhada. - Você já olhou no espelho? Já viu como essa bunda fica nesse fio dental?

- J-já - gaguejei.

- E o que você pensou quando viu?

- Pensei... pensei que está pequeno demais.

Ele riu, satisfeito.

- Tá mesmo. Esse biquíni não cobre nada. Olha, deixa eu ver outra coisa...

Uma das mãos saiu da minha bunda e segurou meu quadril. A outra deslizou por cima da minha buceta.

- Eu não te dei o direito de...

- Molhada - ele constatou, como se minha voz protestando fosse um mero zumbido de mosca. A voz mudou, ficou mais séria. - Você tá toda molhadinha, Luana.

- Não estou - menti.

- Tá sim. Eu senti. Por que você tá molhada?

Meu rosto queimou. Não respondi.

Ele puxou meu quadril pra trás, me aproximando mais dele. Desviei o olhar pro chão.

- É por isso que você não saiu correndo? É por isso que você tá aqui, com esse biquíni minúsculo, deixando eu pegar na sua bunda?

- Eu só estava desfilando - a voz saiu fraca. - Por causa do concurso.

Ele deu uma risada seca e debochada.

- Nem você mesma acredita nisso, Luana. Estou começando a achar que você gosta de ser olhada. Gosta de ser desejada.

- Não é isso - falei.

- E digo mais - ele continuou. - Você gosta que o padrasto pegue na sua bunda e fale que você é gostosa.

Entre minhas pernas, a humilhação só me deixava mais melada. A mão dele voltou, deslizou por cima do tecido.

- Tá vendo? - a voz dele era quase doce, assustadoramente doce. - Você gosta. Gosta de ser a putinha do padrasto.

- Não sou isso...

- Tá tudo bem. Não vou contar pra ninguém. Vai ser nosso segredo. Eu sei que você gosta, você sabe que você gosta. A gente não precisa fingir.

A dele mão apertou mais forte na minha buceta, os dedos pressionando bem no meio.

- Que delícia - ele murmurou. - A novinha tá toda melada.

De repente, ele me soltou.

- Pode virar.

Virei devagar. Ele estava lá, recostado no sofá de novo, a cerveja na mão, me olhando como quem olha um quadro. Havia um volume aparente na sua bermuda, onde ele acariciava.

- Deliciosa - ele disse, com um sorriso torto. - Agora vai dormir. Você precisa descansar. E eu preciso fazer uma coisa importante.

Fiquei parada, sem saber o que fazer.

- Vai - ele repetiu, apontando pro corredor com a cabeça. - Antes que eu mude de ideia e faça você sentar aqui no meu colo.

Sai andando. Não corri, porque minhas pernas não deixavam. Mas andei rápido, o mais rápido que consegui. Fechei a porta do quarto e desabei na cama. O corpo tremendo, a respiração curta, a buceta latejando tanto que doía.

No escuro, minha mão desceu sozinha. Eu realmente estava toda melada. E enquanto alisava meu grelinho inchado, as palavras dele ecoavam na cabeça: "putinha do padrasto".

Gozei sentindo uma mistura de culpa e tesão.

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Comentários

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escritora mt talentosa. Aurora, te enviei uma mensagem no privado OK. abc.

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Não consegui acabar de ler esse capítulo, tive que parar para aliviar o tesão.

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Que vadia deliciosa. Li com o cacete mais duro que o padrasto. Acho uma suspensão de descrença desnecessária só o comportamento da mãe. Ok, provavelmente é um coroa apaixonada que é submissa ao marido e prefere achar que ele está "só brincando" mas comprar o biquini foi um pouco demais.

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Que vadia deliciosa. Li com o cacete mais duro que o padrasto. Acho uma suspensão de descrença desnecessária só o comportamento da mãe. Ok, provavelmente é um coroa apaixonada que é submissa ao marido e prefere achar que ele está "só brincando" mas comprar

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Delícia de conto. Me imaginei no lugar dele. Adoraria ver fotos tuas com esse fio dental.

grisalho64@bol.com.br

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