Fantasiamos com outro, e a Lisiane decidiu provar. (4)

Um conto erótico de Gardel (Por Leon Medrado)
Categoria: Heterossexual
Contém 3049 palavras
Data: 13/03/2026 02:49:51

Parte 4.

Tomados novamente pelo tesão, nós tínhamos a respiração ofegante. Eu me admirei como a minha esposa estava já se soltando completamente, disposta a fazer o que desse vontade. Eu continuava a gravar a cena, e filmei a Lisiane em close, repetindo:

— Nossa, que pau delicioso! Ele me fode muito gostoso, amor. Estou adorando! Você está gostando de ver sua esposa bem safada, dando para o um novo macho?

No rosto dela, a expressão do prazer enorme, me deixava com mais tesão.

Ouvi o Sandino dar tapas estalados na bunda da minha esposa, e chamando de putinha safada, cadelinha no cio.

— Rebola na pica, minha tesuda. Mostra para o corno que agora você gosta é de dar para o seu comedor.

Ele parecia ainda mais tarado do que antes, e socava forte, fazendo barulho: “Flop”... “Flop”... “Flop”... “Flop”...

Em sincronia, a Lisiane gemia a cada socada:

— Ahhh... Ahhh... Ahhh... Ahhh... Safado! Gostoso! Isso, fode… Me come de novo, me faz gozar muito nessa rola.

Assisti aquilo, com meu corpo todo arrepiado, por uns três minutos tão provocantes que mal dava para pensar, e vi que a minha mulher ia entrar novamente em orgasmo intenso. O Sandino também estava tomado pelo prazer, e se debruçou sobre ela dizendo:

— Fala para o corninho que vai gozar no pau do seu novo macho, de novo.

Vi a expressão no rosto da Lisiane se mostrar totalmente extasiada, o olhar meio perdido. Quando ela sentiu que ia entrar em orgasmo, exclamou:

— Ahhh, corninho, que loucura! Olha só, vou gozar... já to gozando de novo na rola do Sandino.

Logo em seguida ela se estremecia e gemia em gozo intenso, e o Sandino disse:

— Está massageando meu cacete com essa bocetinha gulosa. Vou gozar! Eu gozo onde, minha putinha?

— Goza, meu tesão, goza dentro, agora, goza tudo na sua putinha. Quero sentir você gozando aqui dentro. – Ela pediu gemendo muito.

Eu vi o Sandino estremecer e apertar os peitos dela, agarrando e forçando o pau para gozar bem no fundo. Ele soltou um urro forte e gutural:

— Arrhhhhhmmmmmm... Que tesuda! Estou gozando… enchendo essa gostosa de porra!

Ele se virou para mim e exclamou:

— A sua esposa agora já é a minha putinha. E acabei de gozar nela, corninho, e ela vai viciar na minha rola. Você gostou de assistir?

Eu presenciei aquilo admirado, pois nunca tinha visto minha esposa, tão tarada, e entregue ao prazer, sem vergonha e sem conter as palavras chulas. Eu tinha que reconhecer que o Sandino era profissional e dava show de foda.

Assisti ao gozo intenso dos dois, ambos gemendo bastante, agarrados, e depois de um minuto, desfrutando as contrações do prazer, ainda engatados, tombaram sobre o sofá.

A Lisiane ficou sentada no colo do Sandino, e eu pude ver que a porra descia e escorria de sua boceta.

Era muito impactante ver aquilo, e me deixou bastante tarado. O que mais me admirava era como a Lisiane estava entrando fácil naquele jogo. Ela parecia muito satisfeita. Eles se beijaram e ela falou:

— Nossa, que coisa mais deliciosa. Jamais imaginei que pudesse gozar tanto.

— Você nunca gozou assim? – O Sandino perguntou.

— Eu já gozei muito, com meu marido. Mas na intensidade e com o êxtase quase alucinante, a ponto de quase desfalecer, como hoje, nunca. Eu quase desmaiei.

— Eu disse a você que você ia gozar como jamais gozou. E viciar nessa minha pica. – Sandino respondeu. E logo completou:

— Seu marido, corninho, também está vendo e aprendendo, ele não sabe fazer desse jeito, e talvez nem consiga fazer tanto. Por isso que você agora que viu como é gostoso ser uma putinha safada e dar para outro macho, precisa de um bom fodedor. Mas ele também vai melhorar. Aos poucos você vai aprendendo e se soltando cada vez mais, até ficar uma grande safada. Vai se tornar uma hotwife.

Eu estava intrigado e não queria parecer que estava de acordo, perguntei:

— Você acha que vai continuar a pegar a Lisiane? Por que afirma isso? Fala com tanta certeza...

O Sandino respondeu:

— Isso vai depender da vontade dela. Não é, minha putinha? Vai querer continuar a dar para o seu novo macho fodedor? Fala para o seu corninho o que você pensa.

Lisiane me olhava com ternura, hesitante, e pensativa. Eu sabia que ela queria. Procurava uma forma de falar sem me agredir. Ela disse:

— Bem, amor, eu gostei muito até agora, e gostaria que você concordasse, para que eu possa continuar a aprender com o Sandino. No fundo, ele tem razão, eu e você estamos precisando aprender, e você parece se excitar muito com isso.

Respondi:

— Na fantasia, sempre foi muito excitante mesmo. Mas, ao vivo, ver acontecer, é uma experiência de deixar maluco. Meu coração quase saiu ela boca.

Ela questionou:

— Você não tinha tesão de me ver fodendo com outro, e ser corno? Fantasiamos tanto isso?

Enquanto ela falava, Lisiane continuava a fazer carícias no Sandino, deixava que ele apalpasse seus seios, trocavam beijinhos, e acabou pegando no pau dele, que estava mole.

Eu sabia que ela queria prosseguir. Perguntei, mais para ganhar tempo:

— Você quer continuar? É o seu desejo?

O Sandino falou:

— Diga o que sente e o que deseja. Seja sincera.

Ela falou para ele:

— Se meu corninho concorda, eu quero mais. Estou adorando. Vou ser sua putinha.

Voltando-se para mim, disse:

— Ah, eu quero sim, corninho. Agora que eu vi que você gosta, e fica muito tarado com tudo, eu quero aproveitar para aprender mais. Eu fantasiava isso, e não tinha coragem de assumir. Quero fazer o que ainda não fiz. E gozar muito também. Estou adorando, dar para ele.

Uma preocupação me assustava:

— Sermos dissimulados é essencial. Não podemos dar nas vistas. Tem que ter cuidado. Vocês tem que ser muito discretos.

— Ninguém precisa saber, amor. – Ela falou, com firmeza.

O Sandino, já disse outra coisa:

— Não precisa se preocupar muito. Aqui, o povo está acostumado com isso, maridos liberais, muitos gostam de ser cornos, os que vem de fora, trazem seu jeito liberal e permitem suas esposas se deitarem com outros.

Eu olhava para ele, meio admirado. Ele insistiu:

— Aqui tem muito nudismo, muita liberdade. É só não dar motivo de escândalo, não abusar muito em público, e ninguém fará muita questão. Estou acostumado.

Como eu não era ainda conhecedor daquele ambiente, e não sabia nada, tinha dúvida e disse:

— Chegamos há pouco tempo. Não conhecemos nada, nem ninguém. Por isso, não sabemos sobre desses detalhes.

O Sandino parecia calmo. Falou para a Lisiane, mas sem impedir que eu ouvisse:

— Se você quer e vai ser a minha putinha, tem que se soltar, vai usar os biquínis mais provocantes que puder, vai fazer topless na praia, e na área nudista, vai aprender a ficar sem nada, andar nua na praia, tomar sol como veio ao mundo, para se acostumar a ser admirada e para que entendam que é assim que você vive. Não tenha receio que ninguém mexe, nisso todos respeitam, ainda mais se estiver com o seu corninho junto. É excitante isso, e eu vou querer ver você muito provocante.

Lisiane sorriu para ele:

— Isso não vejo dificuldade em fazer. Vou até gostar de me soltar um pouco mais. Adoro provocar desejos. Se chamar a atenção, talvez me deixe mais excitada.

Sandino falou:

— Quando a gente se encontrar, na praia ou na rua, e eu não estiver de serviço, quero que me beije na boca, pois sou o seu novo macho, e você assume isso em público. E o corninho vai gostar de ver.

Lisiane me perguntou:

— Você vai gostar, amor? Posso beijar o meu macho na praia ou quando nos encontrarmos?

Eu percebi que o Sandino estava querendo testar os meus limites, e respondi:

— Você, Sandino, com isso, quer demonstrar aos outros, que tem intimidade com o casal, e discretamente, mas com clareza, assume que tem uma relação mais íntima com minha esposa, e por extensão, deixa notar que eu aceito ser corno. Não é isso?

— Você é esperto, corninho. É isso mesmo. Tenho que marcar território. – Ele respondeu.

Eu perguntei:

— Lisiane, o que é que você acha?

Ela me olhou, pensou um pouco, e disse:

— Se você tiver coragem de experimentar, podemos ver se é excitante. Não sabemos, temos que ver qual é a reação das outras pessoas.

O Sandino falou:

— Ninguém interfere na vida de ninguém, aqui. Isso ajuda. O respeito ao outro é enorme. Nisso, podem confiar. E isso é gostoso de experimentar. Você vai poder perder o receio de ser safadinha e ele de assumir ser corno.

— Me diz se tem vontade. – Falei com a Lisiane.

Ela fez que sim. Depois disse:

— Eu acho que é uma experiência excitante. Tenho vontade de tentar.

— Você vai aprender a ser uma putinha mais safadinha, mais solta, sem vergonha. Isso vai dar mais tesão em você, e no seu corno também. Aposto. – Disse o Sandino.

Eu resolvi deixar a decisão com a Lisiane:

— Se você tem vontade, tudo bem. Podemos tentar. Mas se eu não ficar satisfeito, eu corto o lance e você deve parar de imediato. De acordo?

A Lisiane se levantou do colo do Sandino e veio me dar um beijo. Ela disse, sussurrando no meu ouvido:

— Ah, corninho, que bom! De acordo, amor. Vamos provar, aqui ninguém nos conhece, e podemos experimentar. Acho que se você gostar, vai ser um corninho muito tesudo e eu, uma putinha bem safada.

Não precisei dizer mais nada. Ela pegou na mão do Sandino e pediu:

— Vem, vamos tomar uma ducha. Estou toda melecada.

O Sandino se levantou e a abraçou por trás. Deu um beijo nela bem melado, e falou algo em seu ouvido. Na mesma hora a Lisiane ficou na minha frente, de pernas meio abertas, e disse:

— Experimenta, amor. Põe a mão na minha bocetinha, toda melada, escorrendo a porra do meu macho. Ele gozou muito aqui. Faz igual aquele filme pornô que nós vimos.

Na hora eu senti um arrepio no corpo. O safado do Sandino sabia provocar o casal e conhecia bem os fetiches do corno. Excitado, eu estiquei o braço e passei a mão na xoxota da Lisiane e senti o melado gosmento da porra que ainda escorria dela. Eu sabia que no filme o marido havia dado um beijo na xoxota da mulher. Mas eu não fiz, apenas passei a mão sobre a barriga dela, espalhando aquela geleia. Eu disse:

— Está mesmo toda esporrada. Vai se lavar, eu espero.

— Não quer provar o gostinho da bocetinha gozada, corninho? – O Sandino questionou.

— Não, eu dispenso. Podem ir se lavar.

Eles nada mais disseram, e foram para o banheiro. Fiquei ouvindo os dois conversando, mas com o barulho da água do chuveiro, não consegui entender o que disseram. Me levantei e me aproximei da porta do banheiro, e ouvi o Sandino falando:

— Amanhã, você usa a ducha manual para fazer a higiene intima do seu ânus. Quero comer esse cuzinho.

Na hora me deu um calafrio de ansiedade, liguei o telefone para gravar, e esperei para ver o que a Lisiane falava. Ouvi beijos, gemidinhos, e depois ela disse:

— Ah, é gostoso isso, sinto muito tesão no cuzinho, com esse seu dedinho aí. Mas não vou aguentar o seu pau grosso.

Na hora voltei a me arrepiar inteiro. O safado estava querendo comer o cuzinho da Lisiane. Fiquei calado escutando, gravando, e o Sandino ofegante, beijava minha esposa, e não falava nada. Até que a Lisiane gemeu:

— Ah… que tesão que isso dá! Você está me fodendo o cuzinho com esse dedo! Assim eu gozo!

— Viu como é gostoso quando você já se acostuma? – O Sandino comentou.

— Sim! É provocante! Mas é o dedo e não seu pau. O pau é muito grosso.

— Relaxa, safadinha, você vai aguentar e vai gozar gostoso dando o cuzinho. O seu corno não come o seu cu?

— Às vezes ele come, mas eu não dou muito, pois ele goza rápido quando come meu cu, e eu fico ardida, demoro mais, e não consigo gozar. – Disse a Lisiane.

Era verdade, eu ficava muito tarado comendo o cuzinho dela e não aguentava segurar muito tempo. Ouvi o Sandino falar:

— Amanhã, você faz a limpeza, e eu ensino, vou mostrar como se come um cuzinho. E o corno também vai aprender. Você vai adorar, putinha.

— Será? Estou com tanto tesão, vontade de gozar e novo. Nunca senti tanto desejo de dar, como hoje. Virei uma devassa. Meu marido ficou muito tarado de assistir. Ele também adorou. – Disse a Lisiane.

O Sandino falou:

— Você tem que continuar provocando o corno. Quanto mais você ficar safada, mais ele sente tesão. O corno sempre fica mais tarado ao ver a putinha cada vez mais sem vergonha.

— Nossa! Isso me deixa muito tarada. Adoro provocar o tesão nele. Me dá ainda mais desejo. Vou me soltar, e ficar bem safada. – Respondeu a Lisiane.

Ouvindo aquilo ali perto da porta do banheiro, eu estava novamente com meu pau duro e muito excitado. Ouvi o Sandino falar:

— Você é minha putinha agora, e vai dizer para ele que eu é que vou mandar e você obedece.

— Ele vai aceitar? – Questionou a Lisiane.

— Amanhã, você vai para a praia, mas não leva a parte de cima do biquíni. Quero você de topless direto. Mostrando os peitinhos. Ele vai gostar.

— Nossa, como vou daqui sem o sutiã? – Ela perguntou.

— Vai com a saída de praia e sem a parte de cima do biquíni. Os peitos aparecendo através do tecido fino daquela saída delicada que você tem. O seu corno vai achar o máximo. – Ele disse.

— Será que eu tenho coragem? Todos na rua, até chegar à praia, vão ver meus peitos. – Lisiane argumentou.

— Assim que você aprende a perder a vergonha. Vai ver que ficará excitadíssima.

Naquele momento, ouvi a Lisiane gemer, e pedir:

— Isso, que pau duro, mete, mete de novo. Estou cheia de tesão.

Arrisquei colocar a cabeça na abertura da porta, discretamente e vi que ela estava de pé dentro do box do chuveiro, com os braços em volta do pescoço do Sandino, uma das pernas erguida, que ele segurava presa na cintura dele, e ele enfiava o pau, bem duro na xoxota. Lisiane gemeu:

— Ahhhh, que gostoso esse caralho! Estou ficando mesmo viciada nessa piroca.

— É? Está gostando? Gamou na rola do seu novo macho? – Ele perguntou, provocando.

— Nunca pensei… que fosse.. tão booom! Gozo… sem... parar. Vou querer… toda hora. – Ela respondeu ofegante. Entrecortando as frases. Vi que ela estava para gozar.

— Prometo foder você na praia de nudismo, na frente do seu corninho. Você vai morrer de tesão e ele também.

— Ah, que tesão, assim eu gozo! – Ela gemeu.

Ele falou:

— Vou gozar dentro, de novo, depois você dá a bocetinha gozada para o seu corninho provar.

— Já tentei, ele não quis. - Ela falou.

— Sabendo que você tem tesão nisso, ele aceita. Quando eu não estiver aqui, ele perde a vergonha. Aposto. - Ele murmurou.

— Será? Isso dá tesão nele? – Ela perguntou.

— Todo corno tem tesão quando a putinha pede para ele sentir o gosto e o cheiro da boceta com o gozo do macho. Você quer ver isso? – O Sadino quis saber.

— Ah, eu quero, me dá muito tesão, quero deixar meu marido muito tarado. Ele adora safadeza, que eu sei, e quer me ver muito devassa. – Ouvi a Lisiane falar enquanto gemia de prazer.

Logo o Sandino acelerou as metidas na bocetinha dela e ambos gozaram juntos.

Eles urravam e gemiam. Fiquei espreitando enquanto eles se beijavam. Lisiane disse:

— Que delícia, Sandino. Sentir você gozando aqui dentro. Outro macho que não é meu corninho. Amo meu corno, mas estou adorando ser sua putinha. Vou viciar mesmo.

Ouvir aquilo me excitava demais e eu continuei gravando.

— E eu estou alucinado. Nunca tive uma putinha tão maravilhosa. Estou apaixonado. – Falou o Sandino.

Ele abriram o chuveiro para se levar e ele disse:

— Não lave a boceta. Deixe para o seu corninho limpar.

Nesse momento eu me afastei sem fazer barulho e voltei a me sentar no sofá.

Em cinco minutos eles voltaram para a sala, enxutos, e o Sandino procurou suas roupas no chão.

— Tenho que ir, corninho. Amanhã nos vemos de novo. Muito obrigado por tudo. Você foi muito cúmplice.

A Lisiane veio até ele, deu um beijo na boca, de despedida e falou:

— Nos vemos amanhã, meu tesão. Obrigada. Boa noite.

O Sandino se foi, e ela veio para perto de onde eu estava no sofá. Parou na minha frente, se abaixou, me deu um beijo na boca, dizendo:

— Obrigada, amor. Amei tudo. Você foi maravilhoso. Gostou de ver sua esposa irar putinha?

— Nunca pensei que fosse tão intenso e desse tanto tesão. – Eu falei.

Lisiane parada na minha frente, de pernas meio separadas, mostrou a xoxotinha toda inchada e vermelha, escorrendo uma gosma leitosa. Ela falou:

— Ele me fodeu de pé no chuveiro, enfiou o dedo no meu cuzinho, fiquei louca, tarada. Ele gozou aqui dentro, amor. Sua esposa gozou na rola do comedor até ficar mole. Vem, prova o gostinho da minha boceta gozada. Sente esse cheio e esse gosto. Eu sei que você tem tesão nisso.

Eu olhava para ela pensativo, analisando de obedecia, e com isso daria a prova de que o Sandino tinha razão, ou se dificultava aquilo, para ela não pensar que me dominava pelo tesão. Lisiane insistiu:

— Vem corninho. Sente o gostinho da gozada que o macho deu, na boceta da sua esposa putinha.

Eu puxei a Lisiane pela cintura e fiz com que se virasse de bunda para mim. Pedi:

— Vem, quero meter no seu cuzinho. Se você for dar para ele, eu quero meter antes que ele arregace.

Na mesma hora, ela de pé se acomodou e veio abaixando de bunda enquanto pegava no meu pau e direcionava para o cuzinho. Ela disse:

— Ele me provocou com o dedo no cu, corninho, enfiou inteiro, fiquei muito tarada.

Senti que ela ia se abaixando sobre a cabeça da minha rola e suas pregas do cu pareciam ter muita lubrificação que saía da boceta. Meu estado de tesão era tanto que eu temia gozar logo que meu pau se enterrasse em seu cuzinho.

Continua na parte 5.

Meu e-mail: leonmedrado@gmail.com

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Foto de perfil de Leon-MedradoLeon-MedradoContos: 432Seguidores: 958Seguindo: 219Mensagem Um escritor que escreve contos por prazer, para o prazer, e com prazer. Quem desejar adquirir meus romances eróticos, me faz um e-mail que eu passo o link. "Muito Safados", e "Marcas da Luxúria "II.

Comentários

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Leon,

Muito excitante esse conto!

Sandino me parece ser dominador em excesso, Lisiane encantada. Quero ver o posicionamento de Gardel!

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Nossa,sei o T que o marido sentiu. Já vi minha namorada fodendo com outro H e fiquei alucinado de T. Ela me olhava, gemendo e falando que estava metendo gostoso. Loucura.

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Querido botafoguense Leon, eu sei que o marido está se divertindo também, mas mesmo assim acredito que tem uma coisa que ocorre em todos os contos que me deixa com a pulga atrás da orelha. pergunto, qual o nome do marido da Lisiane, ninguém lembra pois eles só se referem a ele como corno sendo que ela até chama ele de corninho de forma carinhosa e ele curte. ok! cada um é feliz do seu jeito. por.outro lado o nome do comedor Saldino, todos sabem e ela só se refere a ele chamando pelo nome.

Onde estou querendo chegar? Penso que isso abre espaço para interpretar que o marido perde a sua identidade em um processo desse, ele deixa de ser um ser Humano que tem um nome e passar ser apenas e tão somente um corno sem utilidade. sei que dentro de sua sabedoria o amigo pode explicar isso com facilidade, mas como pessoas assim como eu um pouco mais conservadoras também curtem seus contos que são otimos, acredito que essas interpretações tem algum sentido. grande abraço

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Oi Leon-Medrado, talvez você poderia dar continuidade a esse conto esquecido no site,(Eu, minha mãe e seu bundão: o Passo a Passo),o autor original,parou no capítulo 4.

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Foto de perfil de Majases ♠️♥️♠️

A evolução dos cornos se deliciando com as transformações das esposinhas em putinhas devassas.

Assim caminha a humanidade néeee

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