Riviane, esposa infiel - PARTE 02

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 1836 palavras
Data: 01/03/2026 02:56:25
Assuntos: Heterossexual

Riviane sentia o coração martelar enquanto se aproximava do quintal escuro, o robe curto mal amarrado sobre a camisola fina. A mensagem de Carlos havia chegado minutos antes: "Quintal. Agora. Sem barulho." Ela saiu pela porta dos fundos, os pés descalços na grama fria e úmida, o ar quente de Recife carregado de sal e umidade. Marcos roncava alto no quarto, os adolescentes com fones nos ouvidos, alheios ao mundo.

Carlos já estava lá, encostado no muro, o cigarro brilhando na escuridão. Ele a viu e apagou a brasa no chão com o calcanhar.

— Chegou — disse ele, voz baixa e controlada. — Seis meses, Riviane. Seis meses chupando, abrindo as pernas, implorando silêncio. E você ainda vem correndo toda vez que eu chamo.

Ela parou a poucos passos, os braços cruzados sobre o peito como se tentasse se proteger.

— Você sabe por quê. Os vídeos… as fotos… minha família.

Carlos deu um passo à frente, o olhar fixo no dela.

— Família. Sempre a família. Mas olha pra você: de robe aberto, bunda pra fora, marquinha de sol brilhando na lua. Não é mais só medo, é? Você gosta. Gosta de vir aqui, de se ajoelhar, de sentir meu pau na garganta enquanto o marido dorme a metros de distância.

Riviane baixou os olhos, as bochechas queimando.

— Eu… eu não queria que fosse assim. Começou errado. Mas agora… agora eu sinto um tesão louco quando penso em você. No seu pau, no jeito que você me domina. É errado, mas me deixa molhada o dia inteiro.

Ele riu baixo, quase sem som.

— Tesão. Palavra honesta. Então ajoelha. Mostra esse tesão com a boca. E engole tudo hoje. Quero ver você se afogar no meu gozo.

Riviane desceu devagar, os joelhos afundando na grama molhada. O robe se abriu completamente, expondo os seios fartos e a barriga lisa. Ela puxou a calça dele para baixo com mãos trêmulas, libertando o pau de 29 centímetros já duro, veias saltadas, a glande brilhando de pré-gozo sob o luar.

Ela o segurou com reverência, as duas mãos mal fechando ao redor da grossura.

— Sempre me assusta… e sempre me deixa louca — murmurou.

Começou lambendo devagar, a língua plana subindo da base até a cabeça, saboreando o gosto salgado misturado ao suor da noite. Depois envolveu a glande com os lábios, sugando suavemente, a língua rodopiando na fenda. Carlos gemeu baixo, enfiando os dedos nos cabelos longos dela.

— Mais fundo. Quero sentir sua garganta.

Riviane obedeceu, descendo centímetro por centímetro, a boca se esticando, a saliva escorrendo em fios grossos. Ela gemia em torno do pau, o som vibrando contra ele, enquanto uma mão massageava as bolas pesadas e a outra torcia a base. O rabo empinado se projetava para trás, a marquinha de bronzeado destacando-se como um alvo na penumbra — a faixa branca perfeita contrastando com a pele morena, o "V" invertido descendo até as coxas grossas, um convite irresistível.

Carlos começou a foder a boca dela com estocadas lentas e profundas, segurando a cabeça firme.

— Isso… engole tudo, vadia. Mostra quanto tesão você tem.

Ela acelerou, chupando com voracidade, os olhos fixos nos dele, lágrimas escorrendo de esforço e excitação. A garganta se dilatava a cada investida, o nariz encostando na virilha, o cheiro forte dele invadindo os sentidos.

De repente, Carlos tensionou o corpo.

— Agora… toma tudo.

O pau pulsou violentamente dentro da boca dela. Uma carga absurda explodiu — jatos grossos, quentes, intermináveis. Riviane arregalou os olhos, as bochechas inflando antes de começar a engolir desesperadamente. O sêmen era denso, cremoso, com um sabor surpreendentemente doce por baixo do salgado — como caramelo morno misturado a algo único, viciante, que a fazia gemer de prazer mesmo engasgando. “Que tesão… tão doce, tão grosso… me enche toda”, pensou ela, a mente nublada de desejo. Engolia golfada após golfada, o excesso transbordando pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo, pingando nos seios e na grama. Carlos continuou jorrando, segurando a cabeça dela no lugar até o último espasmo.

Quando terminou, ele puxou o pau para fora com um som molhado, batendo-o levemente nas bochechas meladas dela.

— Lambe limpo.

Riviane obedeceu, a língua estendida, limpando cada gota restante, os olhos semicerrados de deleite.

Os dias seguintes se fundiram em uma rotina exaustiva, mas estranhamente reconfortante. Riviane acordava cedo para preparar o café da família, o sol filtrando pelas janelas da casa modesta na periferia de Recife. Marcos saía para o trabalho, reclamando das dívidas, sem notar o brilho distante nos olhos dela. Ela levava Lucas e Sofia à escola — ele, com 16 anos, absorto em jogos no celular; ela, aos 14, tagarelando sobre amigos —, sentindo uma pontada de culpa misturada a orgulho maternal. Tardes na praia de Olinda eram seu escape solitário, o biquíni fio dental realçando as curvas que ainda viravam cabeças, mas agora com um segredo: as marcas de mãos possessivas de Carlos em sua pele. À noite, cozinhava jantares simples, ria de piadas bobas da família, mas sua mente vagava para ele. Seis meses haviam se passado desde aquela primeira chantagem no quintal, e o que começara como terror se transformara em obsessão. Riviane se pegava sonhando acordada com o corpo dele, o cheiro, a dominação. Raul ainda aparecia ocasionalmente, com seus empréstimos e toques mecânicos, mas Carlos era diferente — ele a possuía de verdade, e ela ansiava por isso.

Uma noite, após um oral rápido no quintal, Carlos a segurou pela cintura e murmurou no ouvido dela:

— Quero esse rabo, Riviane. Quero foder essa bundona com marquinha de biquíni.

Ela congelou, os olhos arregalados.

— Não, Carlos… seu pau é grande demais. Vai me rasgar. Eu nunca fiz isso… dói só de pensar. Por favor, não.

Ele a olhou por um longo momento, depois assentiu devagar.

— Tá bom. Não vou forçar. Se você não quer, não rola.

Riviane sentiu um alívio misturado a uma pontada estranha de decepção, mas agradeceu com um beijo rápido antes de voltar para casa.

No fim de semana seguinte, a família foi à praia de Olinda para um dia de lazer raro. Marcos carregava a bolsa térmica, Lucas e Sofia corriam para a água. Riviane usava o biquíni fio dental de sempre, a bundona de 115 cm balançando a cada passo, a marquinha branca perfeita destacando-se no bronzeado fresco. Ela espalhou a canga na areia, deitou de bruços e fechou os olhos, sentindo o sol quente.

De repente, uma sombra cobriu seu corpo. Abriu os olhos e viu Carlos ali, de bermuda, óculos escuros, fingindo passear. Ele se agachou ao lado dela, voz baixa:

— Olha só quem tá aqui… com essa bundona empinada na areia.

Riviane olhou ao redor nervosa — Marcos estava comprando água, as crianças brincando na arrebentação.

— Carlos… minha família tá aqui. Sai.

Mas os olhos dele desceram para o volume na bermuda: uma ereção evidente, o pau grosso marcando o tecido.

— Não consigo disfarçar quando te vejo assim. Vem comigo. Agora.

Ela hesitou, o tesão subindo apesar do medo. Olhou para a família distante e seguiu Carlos até uma área mais isolada, atrás de umas pedras grandes, onde as ondas abafavam o som.

— De joelhos. Rápido — ordenou ele, abrindo o zíper.

Riviane se ajoelhou na areia quente, o biquíni molhado colando na pele. Chupou rápido e voraz, engolindo o pau até onde conseguia, saliva escorrendo, olhos fixos nos dele. Carlos gemeu baixo, segurando a cabeça dela, fodendo a boca com estocadas curtas e urgentes.

— Isso… mama bem, vadia. Mas hoje eu quero mais. Quero esse cu. Aqui na praia não dá, mas hoje à noite. Motel. Você vem. Sem desculpa.

Riviane soltou o pau por um segundo, ofegante.

— Tá arriscado… Marcos pode desconfiar. E seu pau é enorme… eu tenho medo.

— Você vem. Eu pago. E você vai deixar eu foder esse rabo. Combinado?

Ela mordeu o lábio, o tesão vencendo o medo.

— Combinado… mas vai devagar.

Carlos grunhiu, os quadris acelerando.

— Tá vindo… abre a boca.

Ele puxou o pau da boca dela no último segundo, segurando a base com força. A carga explodiu — jatos grossos e quentes atingindo direto o rosto dela: primeiro nas bochechas, depois no nariz, na testa, nos lábios entreabertos. O sêmen escorreu pela pele bronzeada, pingando no queixo e no decote do biquíni, marcando-a ali mesmo na areia quente, com o som das ondas ao fundo. Riviane fechou os olhos, sentindo o calor viscoso escorrer, o gosto doce invadindo a língua quando lambeu instintivamente os lábios. Carlos bateu o pau latejante nas bochechas meladas dela, forçando-a a receber as últimas gotas.

— Limpa com a língua — murmurou ele.

Ela obedeceu, lambendo o que conseguia do rosto, o coração disparado pelo risco e pela excitação.

Naquela noite, Riviane inventou uma visita à irmã e saiu de casa. Encontrou Carlos no motel discreto na BR-101. Assim que entraram no quarto, ele a despiu devagar, virando-a de costas para admirar a bundona nua, a marquinha de biquíni ainda fresca do dia na praia — a faixa branca perfeita contrastando com o bronzeado dourado, as nádegas redondas e firmes tremendo levemente de ansiedade.

Ele a posicionou de quatro na cama, joelhos afundados no colchão, tronco baixo, empinando o rabo ao máximo. As nádegas se abriram naturalmente, a marquinha branca se destacando como um farol, o ânus rosado exposto e apertado.

— Olha essa bundona… essa marquinha me deixa louco desde o dia que te vi na praia.

Riviane respirou fundo.

— Vai devagar… por favor. É a primeira vez.

Ele lubrificou o pau de 29 centímetros com gel, pressionando a glande contra o anel. A penetração começou lenta, mas implacável. A cabeça esticou o músculo ao limite, dor lancinante se espalhando.

— Meu cu… tá rasgando… tira!

Carlos avançou centímetro por centímetro, as veias roçando paredes virgens. A marquinha branca tremia com cada tremor das nádegas, o contraste entre a faixa pálida e o bronzeado se acentuando a cada estocada.

— Ai… dói demais… tira, Carlos!

Um espasmo involuntário: ela defecou no pau dele, massa quente escorrendo. Riviane chorou de vergonha.

— Não… tira agora!

Ele grunhiu de prazer, empurrando mais fundo, o pau coberto de sujeira e lubrificante. As nádegas balançavam violentamente, a marquinha ondulando como uma onda branca no mar bronzeado.

— Por favor… para… eu não aguento… tira!

Ele acelerou, quadris batendo contra a bunda perfeita, som úmido ecoando. Cada estocada fazia as nádegas tremerem, a faixa branca se contraindo e relaxando. Riviane implorava, mas a buceta pingava.

Carlos agarrou as nádegas, separando-as para ver o pau sumir na marquinha branca.

— Essa bundona com marquinha engole tudo.

Finalmente, ele explodiu — carga enorme inundando o interior, sêmen transbordando, escorrendo pelas coxas e sujando a faixa branca. Riviane gozou forçada, corpo convulsionando.

Ele puxou o pau, levou à boca dela. Riviane chupou o misto sujo, ele gozou mais uma vez no rosto e na boca aberta, fios grossos cobrindo bochechas, nariz e lábios.

Ela desabou na cama, bunda dolorida e melada, marquinha suja de porra e marcas. Carlos se afastou, satisfeito.

Riviane sabia que aquilo havia sido o ápice. Depois daquela noite arriscada, os encontros continuaram... O tesão permaneceu, intenso e viciante, selado naquela enrabada profunda e suja.

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