Minha prima quis dar pra mim mas com um acordo

Um conto erótico de Bernardo
Categoria: Heterossexual
Contém 1523 palavras
Data: 12/03/2026 11:20:17

Desde pequenos, Silvia e eu moramos sempre perto, e ao crescer, eu começava a notar a bunda dela, tipo nao exagerada, mas quando usava shortinho ficava gostosa, ainda mais seu par de coxa bem branquinha que ela tem, aquela pele linda dela, e aquele rebolado me deixava maluco, mesmo que ja cheguei a namorar, mas eu nao perdia a oportunidade de olhar minha prima, eu ficava com o maior ciumes quando ela namorava, e sempre aquele alivio ao saber que ela terminou, ela ficava tistr, eu a consolava, mas por dentro eu tinha esse ar de felicidade.

Ela tem 19 anos, baixinha, seios bicudinhos, sua bunda é formosa, uma paixao inesplicavel ao ver todas as vezes que nos encontramos, principalmente na casa dela, e quando ia com minha mae as vezes que iamos cedo, ela com aqueles shortinho de dormir, o qual eu amava quando usava preto, dava um "brilho" naquelas coxas, eu disfarçava o olhar, mas nao perdia a oportunidade, e ela tem sua formosura, cabelos loiros ondulados que chegam na metade das costas, rosto fino, olhos pouco puxados, nariz pontudo, boca levemente carnuda, e eu me chamo Bernardo, 1.78 de altura, tipo fisico magro.

Ela é um ano mais velha que eu, e tipo sei la, esse lance de ser mais velha, mesmo sendo pouco, me.da um tesao, tipo o fato de enchergar nao velha, mas.um pouco madura, e algo que admiro nela é a postura tambem, o jeito, o modo de falar aparentando ela ter uns 30, de tao madura que é em mente.

Quando ela terminou o ultimo namoro, foi onde comecei a me aproximar com mais elogios, ate que um dia, a gente tava em um aniversário da nossa tia, começamos a dançar forró, depois ela dançou funk, onde eu vidrava na bunda dela, e depois no forró de novo ela que me chamou, e comecei a elogiar sobre o funk, ela simplesmente dava aquele sorriso sem graça, e as vezes com a mao perto da bunda, eu puxava pra mim pra sentir o corpo dela ja que tava de shortinho, ate que falei que primos podem dançar a vontade ne? Ela concordou sorrindo, e umas duas musicas depois, falei o mesmo, ate que falei que primos podem alem, ela parou a dança, deu um tapinha nas minhas costas e me chamou de "safado", mas só nós ouvimos, mesmo com alguns parentes perto, mas ninguem falou nada, dali foi onde comecei as investidas mais 'safadas' digamos assim, só quando ficamos separados dos nossos pais que eu tocava no assunto, do tipo, "voce é a melhor de todas, nao por que convivemos desde pequenos", "quando joga handebol, nem sei quantos gols voce faz", ela sorria e perguntava o por que, e sempre dando leves cantadas, ate que um mes depois mais ou menos, eu tava em casa, e 5h da manha recebo no zap

- Eu quero!

Estranhei, fiquei pensando o dia todo, o pior que nao perguntei "o que prima?", ai me toquei na hora do almoço, retornei com um "quer mesmo?", "eita demorou hein kkk? Quero sim kk", ai me animei, e quando chegou a noite, ela disse que queria do jeito dela, fiquei com medo mas ta beleza, falei dessa forma, por que la sabia o qie tava por vir.

E passado uns 10 dias por ai, ela ligou, pediu pra mim ir no sítio do pai dela, tipo uns 5min de moto, ela tava com um vestido azul marinho e uma jaqueta jeans, ate brinquei, "que frio é esse? Kkk", depois entendi o por que, nem me toquei que era aquele dia, ai ajeitando o galinheiro, ela pediu pra pegar umas estacas que ele ia fazer um churrasco na quarta que era feriado, e estavamos num sabado, e comecei a ajeitar levando pro alpendre, quando tava acabando, ela me seguiu, e ao por as lenhas no chao, ela deu um tapa na minha bunda "eiii", ela pos a mao no meu peito empurrando ate uma coluna que era coberta por um cano

- eu nao queria do meu jeito? Se nao for amarrado nao quero, quer???? (Muito séria e com tom intimidador falou)

- claro (concordei em si com a voz trêmula, mas.tava no lucro)

Ela pegou uma corda que tava no chao, um pouco de terra, subiu no murinho do alpendre atras de mim e com minhas maos erguidas me amarrou, eu tava com uma regata e uma bermuda preta tipo de jogar bola, ela tava com uma cara tao séria, mas muito séria, tirou o casaco pondo no murinho, alisou meu peito e se virou rebolando no meu pau, "eita raba boa da porra", foi o que pensei, mas depois de uns segundos eu falei, ela retornou com "voce.ainda.nao viu nada", só sentia ate meu pau ficar duro, ela ergueu um pouco o vestido e se agachou, meu pau pulsante quase bateu no rosto dela, e após por a mao na minha coxa, comecou a me chupar, eu nao parava de chamar de gostosa, ate que ela pediu pra chamar de "puta", era o que empolgava mais a ela, nao sabia, fiquei surpreso, mas sei que muitas mulheres amam serem chamadas assim, e apos deixar meu pau babado, ela levantou abaixando o vestido, seus seios firmes saltaram ao abaixar o vestido, ela pos na minha boca, o que tive que me abaixar um pouco, seus seios sao muito macios, quase pus todo na boca, aureolas pequenas e mamilos bicudinhos, ela pressionava o corpo dela ao meu e batia uma punheta ao mesmo tempo, e mamei bem os dois, tambem deixando bem babado o peito dela, ai foi do caralho mesmo, ela deu uma rebolada e começou a abaixar o vestido mostrando a raba toda, rabuda mesmo, bem branquinha, eu nao parava de chamar de "minha puta" ou "puta boa da porra prima", era demais uma bunda incrivel daquela, e a safada ficava rindo e provocando, parou uns 2 metros totalmente nua e abriu a buceta, passou os dedos um pouco nela e me mostrou o dedo indicador e medio molhado, eu nao tava aguentando, so falava

- vem logo prima puta boa da porra

- EITA!!! kkk ja vou kkk

Ela se virou vindo de "ré", e ergueu um pouco a perna pro encaixe, caralho que entrada boa, deslizou bem devagar e entrou um pouco apertada, as costas dela batiam no meu peito, os cabelos no meu rosto, ela afastou um pouco e pude beijar seu ombro, eu tava mais ofegante que ela, ela segurou na coluna do alpendre e ficou com as bundadas, batendo sua bunda de leve na minha virilha, eu so chamava "puta", por diversas vezes e elogiava a raba dela, o corpo dela, e nisso foi mesmo que gasolina, ela só acelerava, passou a celerar, inclinou o corpo olhando pra mim, agora sim ela tava no clima, a cara de puta com tesao dela nao tinha preco, eu amareado e recebendo sua bucetada que nem meu pau ei tava vendo, nem aei como nao gozei com aquele chá de buceta, que por sinal tava lisinha, ela veio de frente, pos no meu pau e me beijou por poucos minutos, ela gemia na minha boca, a gente nao parava de se olhar, paramos de nos beijar, e continuando no foda, no caso ela que tava se fudendo, a gente pos a testa encostada e olhando pra baixo permanecemos, e num tom de empolgaçao, sua voz ate mudou, ela pegou o casaco jeans pondo ao chao, e durante estar me desamarrando falou

- é do jeito que eu quero seu porra, quero que veja minha bunda... vem caralho...

Cara, ela se pos de 4, puta que pariu, que raba mais linda, os cotovelos ao chao, os joelhos no casaco, aqueles cabelos cobrindo as costas, as costas suadas, mesmo ali sendo ventilado, e entao só fiz o serviço, me ajoelhei, comecei a meter

- da tapa porra, da tapa

Ela pedia quase implorando, e o que chamava de puta nessa vez sem ela pedir, foi onde ela gemia mais, ja que nao tem vizinhança tao perto, o gemido fazia eco no alpendre, a raba tremia, ate que nao aguentei e falei, ela saiu pedindo pra mim sentar na muretinha que talvez tenha 1 metro mais ou menos, o que toquei meu pau, na verdade nem segurei nele direito, ela se pos de quatro com o rosto pra frente, o gozo saiu, pegou no ombro dela, ela deu uma lambida na cabecinha, o que o proximo escorreu feito leite condensado, segurei no alpendre com um ar cansado falando "ufa", ela se levantou e deu um tapinha na minha cara

- seu porra safado kkk humm gostei hein primo kkk voce é bom kk

Ela me deu um beijo na boca e outro tapa

- ei kkk

- do jeito que eu quero kkk

- puta boa da porra

- safado kkk veste a roupa que tenho que avisar o pai pra nao desconfiar, falei pra ele que ia te chamar, se ele pedir foto e nao mostrar pronto sabe como ele é

Conto enviado ao meu email por Bernardo e sua prima (nome ficticio) o que ocorreu ano passado

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