Propus as minhas mães lésbicas e virgens provar o sexo hetero comigo – 4 – Lésbica convicta, mãe Paula experimenta. E gosta

Um conto erótico de Lipe_2 Mães
Categoria: Heterossexual
Contém 6521 palavras
Data: 02/03/2026 09:00:50

Os dias e semanas foram passando e aquele limite que minha mãe Lorena colocou de só fazermos amor 2 vezes por semana não valia mais e a única restrição era não atrapalhar seus momentos de amor com Paula e seu trabalho.

Nesses nossos momentos de amor não tinha mais nada que minha mamãe Lorena não fazia entregue a luxuria com o filho, mas era evidente que continuava a amar fazer amor com o amor de sua vida. Frequentemente eu a provocava que um dia estaríamos os três juntos e ela se excitava, mas ela achava quase impossível mesmo tentado devagar plantar esse desejo na mente de minha mãe Paula.

Não sabia se Lorena dizia a Paula que minha intenção lá mais para a frente era fazer amor com as duas ao mesmo tempo onde quebraria o ultimo tabu transando com minha irmã de sangue, minha mãe Paula.

Quando estávamos a sós e Paula estava de bom humor sempre a provocava. Minhas provocações iam evoluindo.

– A Lorena é a prova de que você pode fazer amor comigo e gostar sem deixar de ama-la e adorar fazer amor com ela. Por mais que eu dê orgasmos a ela, ela ama fazer amor com você. Para ela, são duas coisas diferentes que não competem entre si, principalmente eu sendo filho de vocês.

– Seria tudo mais simples para vocês, não seria? Não ficariam pisando em ovos comigo.

– Eu te amo mãe da mesma forma que a amo. Você é linda de morrer e se eu tivesse conseguido com você e não com ela, teria o mesmo sentimento. Sem nunca ter falado a ela, tenho receio que você pense que eu a prefiro por ela ser minha mãe de sangue.

– E não prefere?

Não sabia se ela só queria um reforço do que eu sentia ou se tinha mesmo essa dúvida.

– Já conversamos mãe e só existo porque você quis e batalhou. Isso se compara a eu ter sido gerado no útero dela e depois vocês me criaram e me amaram igualmente. Faça amor comigo e vou te provar que tenho o mesmo sentimento pelas duas.

Achei estranho quando ela não respondeu e ficou pensando. Paula tinha respostas rápidas e era sempre tão decidida. Por algum motivo meu coração acelerou mesmo que eu não tivesse a mínima ideia de que ela falaria o que falou.

– Vamos tentar, mas tenho uma condição.

Meu coração quase pulou da boca e respondi desesperado quase engasgando. Não acreditava que tinha escutado corretamente.

– Aceito qualquer condição.

Ela sorriu por minha empolgação.

– Quero que a Lorena esteja junto, não para participar, mas para estar comigo em minha primeira vez com um homem. Quero que seja significativo que estou fazendo isso por ela e pela família.

– Claro que aceito. Por mim aceitaria que ela participasse, mas acho que temos que ter a primeira vez só nós. Depois se você quiser continuar, falamos sobre isso, deixei em aberto o desejo que eu já tinha de as ter juntas.

– Não se empolgue, pois dificilmente acontecerá.

– Não vou forçar você gostar mãe, mas lembre-se, mesmo com a Lorena o tesão maior é por ser seu filho. No seu caso filho e irmão.

– Pode ser que ajude. Vamos ver. Na próxima vez que nossas folgas coincidirem faremos isso. Agora estou indo. Boa aula, falou terminando seu café da manhã.

Antes de sair precisava dar uma arrumada na cozinha, mas primeiro corri para a porta da geladeira e descobri que a primeira folga que coincidiria seria no sábado e estávamos na terça-feira. Paula deveria saber, pois as vezes demorava semanas para as folgas coincidirem.

Animado, arrumei tudo e fui para a aula sem conseguir pensar em outra coisa, pois faria amor com minha segunda mãe, também virgem. A tarde esperei ansioso pela volta de Lorena, mas achei que seria Paula quem gostaria de contar e sem poder revelar nossa conversa, minha mãe Lorena sofreu as deliciosas consequências de meu tesão explosivo, pois a fiz gozar cinco vezes em pouco mais de 2 horas. No final, exausta, ela me perguntou o motivo de tanto tesão e a resposta não deixou de ser verdadeira, pois disse que era porque a amava e a desejava demais a deixando feliz.

Na próxima vez que fizemos amor na quinta-feira, Paula já tinha contado a novidade a Lorena e o assunto surgiu enquanto dávamos um amasso antes das preliminares.

– Então você convenceu sua mãe Paula também? Ela disse que você usou um argumento muito bom que é eu continuar a amando e adorar fazer amor com ela. Por ter sido você quem falou mostrando que é verdade, ela ficou até emocionada quando contou a mim. Eu digo que você consegue tudo, sorriu.

– Para ser sincero achei fácil demais. Achei que ela já tinha aceito antes e que foi você quem a convenceu.

– Pode ser. Tenho falado há meses, mas como foi você quem falou essa vez o mesmo que eu falava, ela teve a certeza de meus sentimentos. Também pode ter sido alguma outra coisa que um de nós disse.

– Não importa. Se ela não mudar de ideia, vai ser sábado. Tem algo que a Paula odeia para que eu não faça?

– Comigo nada, mas pelos abusos que me viu sofrer, talvez odeie que pareça um abuso. Você vai ter que ir com muita calma sempre dando o tempo dela.

– Isso eu já faria. Ela acredita ser lésbica e fará pela primeira vez amor com um homem, então iria com todo cuidado.

– A lembre bastante que é filho dela e se precisar até irmão. Além de excitante me deu uma segurança enorme em minha primeira vez saber que era com meu filho.

– Farei isso. Você vai estar lá assistindo? Melhor né, na primeira vez? Um dia quero as duas participando, mas não quis assusta-la e só falei nas entrelinhas. Mesmo assim ela me disse para não criar expectativas. Quer que eu faça algo com ela por você?

Mamãe se animou com minha pergunta.

– A penetre ajoelhado como fez comigo na primeira vez e só deite sobre ela quando já tiver colocado tudo ou quase. Quero ver, falou excitada.

– Farei isso mãe. Talvez até coloque uma almofada por baixo do bumbum para ficar mais alto, se bem que o bumbum dela já são duas almofadas, sorri tirando também um sorriso de mamãe.

– O meu é mais arredondado junto aos quadris mais largos e o dela perfeitamente arrebitado. Você o deseja?

Sorri entregando minha resposta que com certeza ela sabia.

– Tanto quanto desejava o seu. Cada um com seu formato são deliciosos, aliás quero fazer com ela tudo o que faço com você, se me for permitido.

– Você quer engravida-la, mas não depende só de você nesse caso, pois no restante acho que vai conseguir tudo.

– Preciso a entupir de esperma para poder a engravidar.

Ela me deu dois tapinhas no peito.

– Veja como você fala, pois está falando de minha esposa.

– Vai me dizer que você não vai se excitar saber e ver que seu filho está enchendo sua esposinha de esperma para dar um filho a ela que será filho de vocês duas, mas também meu?

Foi fatal e as preliminares foram deixadas de lado.

– Safado. Safado. Safado. Me come filho, falou me puxando para cima de seu corpo entre suas pernas.

Meu pau escorregava em sua fenda sem que eu colocasse.

– Coloque. Por favor.

– Só se você confessar que adora a ideia de ter sua esposinha cheia do esperma de seu filho e quer que eu a faça se render a mim como você se rendeu.

Não tinha a certeza disso, mas era hora de descobrir.

– Eu confesso. Me dá um tesão imenso.

– Pensou você lambendo a bucetinha de sua amada com ela cheia de meu esperma?

– Me come filho. Bem forte.

Não a deixei mais pedir pois era minha mamãe e sempre fazia o que ela queria ou a fazia fazer o que ela queria que eu a mandasse fazer.

Me enterrei de uma vez e comecei a estocar em uma intensidade inédita esquecendo de seus limites, mas ela nunca me deixava parar quando eu perguntava. Seu corpo pequeno, perfeito e delicioso descia e subia naquele colchão de minha cama ainda de solteiro.

Mamãe me arranhou as costas com muita força como nunca me arranhou mostrando que se excitou com todas minhas provocações. Só não sabia se uma mais do que as outras, ou todas juntas.

– Auhhh. Auhhhh. Auhhhhh. Auhhhh, ela gemia a cada estocada.

– Você é uma coisinha tão gostosa mãe.

– Então me coma filho. Não tenha dó porque não vou quebrar. Ahhhmmm.

Intensifiquei as estocadas e mamãe explodiu em um orgasmo enorme dando gritos que ecoavam nas paredes de meu quarto. Decidi que ia prolongar seu orgasmo e sem descanso continuei pondo e tirando, pondo e tirando em uma cadencia extenuante fazendo seu orgasmo ser um dos mais longos que já tinha tido, até que a inundei com poderosos jatos de meu esperma a levando a um pico ainda maior, mas que depois caiu rápido junto com o meu.

Eu deveria ter esperado mais, mas tinha abusado de sua bucetinha e caí a seu lado, ambos curtindo um de nossos mais intensos momentos de sexo. Minutos depois, ela falou primeiro.

– Sabe, depois dos problemas que tive com meu pai quase sendo violentada, tudo o que aconteceu após foi o melhor que poderia ter acontecido em minha vida. Me aproximei de minha amiguinha que me ajudou naqueles momentos, mais tarde viramos namoradas e optei por só ter relações com ela, nos casamos, tivemos um filho da melhor forma possível para nossa situação e ele é maravilhoso como filho e agora comecei a fazer amor deliciosamente com um homem, mas é meu filho podendo manter tudo que tenho de bom.

Virei de lado olhando para ela em seu esplendor.

– Obrigado no que me toca e como já disse o privilégio é meu por vocês me deixarem participar mais intimamente de suas vidas.

– Você foi muito, muito intenso agora pouco. Com você não tenho nenhum problema com meus traumas.

– Foi você quem pediu, mas sempre fico com um pé atrás pensando que posso estar fazendo algo que não deveria.

– Até esse momento não fez absolutamente nada que não deveria e acho que vai ser difícil fazer, então esqueça isso.

– Vou tentar. Eu te amo tanto mãe, falei indo até ela e dando um selinho.

– Também te amo filho. Depois dessa, amanhã é melhor se poupar para sábado.

– Você sabe que dou conta.

– Com certeza eu sei. 18 anos, saudável e cheio de hormônios, fora que faz amor com a mãe o que é um ótimo combustível.

– O melhor mãe.

Fizemos amor mais duas vezes, mas muito mais calmo com ela em meu colo e depois de 4. Terminamos tomando um banho, mas o chato era que sempre iriamos dormir separados, Paula estivesse ou não em casa. Lorena não me convidava, com certeza não querendo macular o leito onde fazia amor com sua esposa.

Precisava ir comprar minha cama, mas ainda não tinha dado certo. Na sexta-feira não teve como fazer amor com Lorena por causa de seu turno de trabalho e no sábado de manhã quando acordei era bem cedo e não consegui mais dormir pensando o que aconteceria naquele dia.

Nunca tomava banho logo cedo aos sábados, mas pensando que poderia acontecer a qualquer momento do dia, queria estar preparado e fui tomar um. Terminando coloquei de volta meu pijama e voltando para meu quarto, ouço minha mãe Lorena me chamar.

Não era inédito, mas difícil até porque os horários de trabalho delas dificilmente as permitiam acordar juntas e se acordassem, ficarem enrolando, mas naquele dia estavam de folga.

– Felipe, pode vir um pouquinho aqui em nosso quarto?

Quando me aproximei com o coração batendo rápido, a porta estava levemente aberta. Era normal porque como disse antes, elas pouco se importavam de mostrar seus corpos antes, inclusive sem sutiã sem perceber que eu tinha crescido. O quarto delas era após o meu com um banheiro privativo e raramente eu ia lá, então acho que só a fechavam mesmo quando faziam amor.

Ao entrar, as duas estavam abraçadas com seus pijaminhas de shorts, calcinha e blusinha. Senti uma ponta de ciúme, ou melhor uma vontade de estar entre elas. Lorena e Paula davam sorrisinhos como se tivessem aprontando alguma e não sei porque achei que já tinham dado uns pegas uma na outra enquanto eu tomava banho.

– Senta aí na ponta, Paula falou.

Assim que me sentei ela começou.

– O argumento que você usou que sua mãe Lorena me ama da mesma forma e continua adorando fazer amor comigo mesmo com tudo o que vocês fazem, foi muito convincente e ajudou, mas sabe qual o real motivo pelo qual aceitei termos essa experiencia? Você precisa saber.

– Pelo bem da família, como você me disse.

– Não. Eu fui muito egoísta e pensei em mim. Sua mãe Lorena me contar que você deseja me engravidar para me dar essa alegria despertou aquele desejo insano dentro de mim que estava adormecido desde que você chegou. Sou enfermeira, tenho 40 anos, ovários policísticos e somos irmãos de sangue. É insanidade, eu sei, mas é muito forte o desejo de gerar uma criança dentro de mim.

– Meio irmãos, amenizei.

– Sim. Ajuda a diminuir bem os riscos.

Na hora me veio em mente que se ela iria se propor a fazer amor comigo para tentar um filho, não faríamos uma vez só e me animei, mas tentei não dar na cara.

– Então teremos que fazer mais vezes?

– Se eu não odiar faremos. Infelizmente não dá para escolher os melhores dias pois minha ovulação, quando acontece é toda irregular, por isso é difícil engravidar.

Fiquei triste pois sem saber o melhor dia, seria muito mais difícil para Paula engravidar, mas ter que fazer amor com ela com frequência me deixou feliz também. Era egoísmo meu, mas ela também disse que foi egoísta.

– A atitude de fazermos amor só vai poder partir de você?

– Claro que não. Faça como você faz com a Lorena, mas seu eu não quiser, não ínsita. Como trabalharemos as duas amanhã pela manhã é melhor fazermos agora.

Minha ansiedade foi aos céus, pois Paula sempre foi mais exigente em tudo além de ter convicção mais forte contra os homens, então não seria fácil agrada-la, o que poderia a desestimular continuar depois da primeira vez.

– Agora?

– Sim. Só se você não quiser, brincou sabendo a resposta.

– Claro que eu quero, mas não sei como começar.

– Vou me entregar a seus desejos nesse tempo, então haja como se fosse lá a primeira vez com a Lorena.

Era um boa ideia, só que precisava tirar uma dúvida, pois naquele dia, antes de fazer amor com Lorena, já tinha a beijado no corredor.

– Posso te beijar? Tenho medo de fazer algo que você odeie e acabe com tudo.

– Pode sim. A Lorena me contou tudo, sem muitos detalhes é claro. Se você fizer as mesmas coisas que fez com ela nas primeiras vezes, não acontecerá, mas prometo que se odiar vou falar antes de acabar com tudo, falou sorrindo.

– Você é linda demais e sempre tive um desejo de você ficar nua para mim.

– Diga o que você quer.

– Fique em pé aqui em minha frente.

Minha linda mãe Paula se levantou e ficou em minha frente com um sorrisinho nervoso. Lorena se acomodou na cama assistindo ao show que ela tinha com frequência, mas não comigo regendo o show.

– Já te vi muitas vezes só de calcinha, então dispa o short e a blusinha, ordenei como se falasse com Lorena, mas ela não reclamou e começou pela blusa.

Passar por mim seminua era uma coisa, mas se despir para mim a deixou também nervosa, com seu corpo tremulo. Enquanto ela se despia das peças tinha algo a dizer as duas.

– Vocês não se deram conta que cresci e continuaram a andar seminuas pelas casa. Certeza que foi por isso que despertei esse desejo por vocês. Não que eu tenha a reclamar, pois me trouxe aqui e agora, sorri.

A monumental Paula, minha mãe, minha irmã de sangue, estava só de calcinha branca de lycra em minha frente se exibindo para mim. Eu me sentia no paraíso.

– Meu deus. Cada vez que te vejo assim, você parece mais linda.

– Quisera deus. Estou ficando mais velha.

– Com certeza não parece a idade que tem, que para mim ainda é nova. Parece ter bem menos, como a Lorena. Posso te pedir algo?

– Pare de perguntar filho. Se solte.

– Vire de costas para mim, falei safado.

Sorrindo ela girou e parte daquela calcinha branca confortável com a qual dormiu estava enterrada entre seus globos perfeitos.

– Oh deus Paula. Falei para a Lorena que quando saio com vocês fico irritado de tanto que olham.

– Parte do motivo que não quero ter relação com homens.

– Volte a ficar de frente e tire a calcinha.

Paula girou e levou as mãos ao cós da calcinha e hesitou por segundos, mas enfim a abaixou e liberou a visão de sua bucetinha deixando a calcinha escorregar por suas coxas grossas de jogadora de vôlei.

Ao invés de só um risquinho, eram dois um de cada lado bem fininhos e discretos e muito, muito rosas, como suas aréolas e mamilos. Tive vontade de saborear seu corpo todo e faria isso sem pressa porque se ela nunca mais quisesse fazer amor comigo, ao menos teria degustado inteiramente aquela delicia de corpo.

Levantei-me e a abraçando a beijei sempre com calma como Lorena me orientou. Primeiro por longos segundos só os lábios para depois invadir sua boquinha. Quando ela retribuiu, sua pegada era bem mais intensa do que a mais suave de Lorena. Ela parecia querer dominar o beijo, mas me impus e tivemos um beijo fogoso, enquanto minhas mãos corriam suas curvas me fazendo pensar que estava sonhado, tamanha a perfeição e firmeza.

Satisfeito por hora, parei de beija-la.

– Mãe, agora se deite de bruços na cama. Quero conhecer e experimentar cada pedacinho desse corpo.

Sabia que não tinha como competir com a delicadeza e feminilidade dos toques da língua e Lorena no corpo de Paula, então decidi que não seria muito suave colocando mais pressão e intensidade. A ver de bruços era uma visão impressionante e se um dia conseguisse a comer de 4, sabia que estaria no céu. Antes de começar por sua nunca, olhei para minha outra mãe, Lorena que nos assistia parecendo excitada e pedi sua permissão.

– Mãe, você me permite conhecer o corpo de sua esposa centímetro por centímetro pois o seu já conheço e sempre desejei fazer isso com a s duas.

– Se ela permitiu que conhecesse o meu, permito que conheça o dela, mas faça bem gostoso.

– Com certeza, farei. É lindo e perfeito demais para não caprichar.

Foi então que comecei por sua nunca onde as raízes de seus cabelos loiros terminavam. Pedacinho por pedacinho fui lambendo com pressão sendo intenso, mas não demais. Quando cheguei a sua orelha direita, ouvi seu primeiro gemidinho.

– Annnhhhh.

Olhei para Lorena surpreso e ela me deu um sorriso e uma piscadinha, como se dissesse que eu estava no caminho certo. Fiz todo o pescoço, ombros, braços e fui descendo por suas costas escutando seus gemidinhos cada vez menos reprimidos. Quando cheguei ao começo de sua bunda arrebitada, comecei a subir, subir, subir até chegar ao topo e depois descer até onde encontrava a dobrinha para a coxa.

Fiz isso também do outro lado e quando terminei pensei se deveria brincar com seu cuzinho como brinquei com o de Lorena. Lamber não é um ato exclusivamente masculino e sua esposa já poderia ter feito isso muitas vezes, então me arrisquei e como ela me garantiu, se não gostasse diria e me deixaria continuar.

– Abra bem as pernas agora mãe.

Talvez ela tenha pensado que eu só fazia o pedido para lamber por dentro de suas coxas, mas quando deitei de bruços ente suas pernas, cara a cara com seu bumbum monumental e seu cuzinho rosado exposto, não dei muito tempo de ela pensar e fui direto a ele antes que dissesse não.

Assim que lambi, já girei a língua correndo suas preguinhas. Me surpreendendo ela arrebitou o bumbum sem que eu pedisse e seu gemido foi descarado dessa vez.

– Aaaahhhhhhhhuuuuuuuiiiiiiii.

Sabendo que ela talvez nunca me permitisse enfiar meu pau em seu cuzinho, decidi aproveitar e quem sabe a fazer ter o primeiro gozo. Alternava entre rodar e pincelar colocando a pressão que certamente a linguinha de Lorena não teria conseguido, se já tivesse feito isso.

Com os dois braços dobrados e as mãos apoiadas no colchão, uma de cada lado, ela tinha firmeza e empinava cada vez mais aquela bunda já muito arrebitada. Tanto que minha língua as vezes corria para sua feda melada me fazendo sentir aquele saborzinho divino de minha mamãe Paula.

Me concentrei só em seu anelzinho, pois deixaria a bucetinha para quando estivesse fazendo a frente. Percebendo que ela gemia cada vez mais rápido coloquei mais pressão e de repente sinto seu corpo tremer todo e ela dar um forte e longo gemido.

– Ahhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmm.

Paula não disse que estava gozando, mas pelo rosto excitado de Lorena sentada lá na cabeceira, sabia que se excitara com sua esposa gozando na boca do filho das duas e irmão de sangue de sua esposinha.

Não me dei muito valor pôr a fazer gozar, pois poderia ser da mesma forma em um sexo lésbico, então não tinha muito mérito como homem, ainda.

Foi bem longe por ser anal e quando a senti relaxar parti para suas coxas até chegar aos pés bonitos, mas maltratados por ficar tanto em pé no hospital.

Feito o verso era hora da frente onde degustaria sua bucetinha e seus seios também espetaculares.

– Se vire agora mãe. Vou fazer a frente. Algo que não tenha gostado?

Ela se virou e parecia envergonhada por ter gozado, mas porque fiz uma pergunta teve que olhar para mim para responder.

– Não. Nada que a Lorena já não tenha feito.

– Não te excita saber que é seu filho?

Ela hesitou antes de responder.

– Sim. Melhor é saber que é meu filho e não outro homem.

– Isso mesmo mãe. Sou eu. Te amo e não farei nada que você não goste.

Comecei pelos pés e vim subindo pelas coxa até chegar à virilha e ao encarar sua bucetinha depilada minha baba escorria pela boca de tanta vontade e ansiedade por saber se pelo menos ela me daria um nota 5, pois julguei que para uma lésbica essa era a nota máxima que daria a um homem.

Com suas pernas fechadas, primeiro beijei seus lábios finos, depois a testinha e então a lambi por todo o triangulo que se formava desde as virilhas. Sua reação não era como eu gostaria, mas era impossível ela esconder a leve babinha que escorria de sua fenda. Além das lambidas sentindo seu melzinho levei as narinas e respirei profundamente sentindo seu perfume, diferente e levemente mais ácido do que o de Lorena, tão delicioso quanto. Eu precisava continuar.

– Seu sabor e seu cheirinho são deliciosos mãe. Agora abra as pernas.

Minha mãe Paula me atendeu e além de as abrir, as dobrou e apoiou os pés na cama, tão acostumada em fazer oral com minha outra mãe. Mesmo com as pernas abertas, seus lábios ficaram grudadinhos e precisei levar os polegares os abrindo e ao abri-la vi seu hímen esbranquiçado em seu canal vaginal.

Mais do que Lorena, ela deve tê-lo guardado a ferro e fogo e as duas ainda terem seus himens ao 38 e 40 anos, parecia ser um compromisso entre elas de que nunca fariam sexo com um homem. Até que eu apareci e estourei o de Lorena e estava prestes a estourar o de Paula.

A primeira coisa que fiz com a fenda aberta e disponível foi dar uma longa lambida de seu cuzinho até seu clitóris.

– Ahhhnnnnnn, ela gemeu excitada.

Sua excitação me empolgou e nos minutos seguintes conheci com a ponta de minha língua milímetro por milímetro, além de pincelar e girar em seu clitóris querendo a fazer gozar. Usei tudo que aprendi com minha mãe Lorena e fiz o melhor oral que já tinha feito e apesar de dar muitos gemidos de excitação Paula não gozou, deixando até meus maxilares doloridos.

Foi um balde de água fria que me atingiu e imaginei que por ter gozado quando lambi seu rabinho, ela não estivesse com tanto tesão, mas talvez eu não quisesse dar o braço a torcer que não fazia tão bem como minha mãe Lorena, ou que ela não se excitasse por eu ser homem, apesar de ser seu filho e irmão de sangue.

Pelo menos ruim não tinha sido para ela por seus gemidos e se insistisse poderia ser desconfortável e aí sim, ela não gostar, então aceitei a derrota e comecei a subir por seu ventre e barriga sarada. De meu lado tinha valido muito a pena conhecendo a intimidade, o sabor e o cheiro de minha mãe Paula também e tinha algo que eu queria conhecer muito também – Seus seios divinos.

Grandes e em forma de gotas, eram branquinhos e quando comecei a subir nele por baixo, senti a textura e maciez de sua pele e colocando pressão com a língua, sua firmeza impressionante quase parecendo ter músculos por baixo. Beijei, lambi o umedecendo e soprava ar tirando arrepios que pipocavam sua pele, pedacinho por pedacinho.

– Ahhmmmmmm. Mammmmmmm.

Seus gemidos eram suaves e antes de chegar a sua pequena aréola e mamilo clarinhos como sua pele, fui para o outro, pois pensei em algo que poderia a fazer se soltar e terminado todo esse carinho, coloquei para dentro de minha boca sua aréola e mamilo pequenino, mas eriçado e dei uma leve sugadinha, o largando para dizer o que pretendia.

– Finalmente você vai dar de mamar a seu filho, mãe. Você deve ter sentido falta de fazer isso.

Assim que voltei a suga-lo e comecei uma sucção de mamar, minha linda mãe Paula sucumbiu ao tesão e começou a gemer forte e o que foi mais delicioso foi a sentir levar sua mão a parte de trás de minha cabeça como as mães fazem ao dar de mamar.

– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuuuu, Hummmmmmmmmmmmm. MUmmmmmmm.

Senti uma felicidade gigantesca por estar mamando naquele seio delicioso de minha mãe e pôr a excitar e talvez até a emocionar por estar dando de mamar.

O desanimo por não a fazer gozar no oral foi esquecido com o que consegui porque é muito mais difícil gozar sendo mamada, do que tendo o clitóris lambido e eu consegui.

– Mammmmmmm. Hammmmmmm.

Mamãe Paula continuava gemendo e gozando e olhei para Lorena que parecia muito excitada com a situação. Parecia que até vi algumas lágrimas por ver a esposa dar de mamar ao filho como não pode fazer quando era bebê.

Queria muito tirar sua virgindade e comer sua bucetinha, mas seus seios eram deliciosos demais e ela continuar gemendo e acariciando minha nuca ia muito além do prazer sexual. No todo fiquei de 12 a 15 minutos, então os deixei enrugados de tanto que os suguei.

Comecei a descer do topo indo para seu pescoço, depois sua face dando beijinhos até que a beijei novamente com meu pau cutucando entre suas pernas. Lembrando do pedido de Lorena de iniciar ajoelhado para que ela pudesse ver a penetração em sua esposa, me ajoelhei

Paula olhava em meus olhos ansiosa enquanto minha mão foi a meu pau o pegando e o levando a sua fenda em busca de seu furinho virgem olhando para seu rosto lindo e vendo a mãe que eu tanto amava, por coincidência minha irmã de sangue.

Era um momento tão bom quanto tinha sido com minha mãe de sangue Lorena, mas naquele dia eu estava mais seguro por ter a certeza que ela não era exclusivamente lésbica, o que já não tinha com Paula.

Ela não gemia com minhas pinceladas lambuzando minha glande com medo da dor ou simplesmente por não ter certeza se gostava. Quando encaixei na portinha, ela agarrou a mão de Lorena a seu lado e se declarou a ela.

– Eu te amo Lorena. Você sabe que é o amor de minha vida.

Havia muito significado no que falou. Sabia que como filho e irmão Paula tinha por mim um amor maternal/fraternal possivelmente até maior do que por Lorena, mas ela era seu amor afetivo e a quem escolheu. Eu nunca teria chances de receber o mesmo tipo de amor porque Paula nunca se apaixonaria por mim romanticamente.

Também havia em sua declaração que estava para fazer sexo com um homem por amor a Lorena, para que ela não ficasse com remorsos por fazer amor comigo. E é claro que a motivação final, como me contou antes, era tentar engravidar e gerar um filho em seu útero.

Eu, todo cuidadoso para não a assustar e pôr a amar, fiz a última pergunta de segurança.

– Posso continuar mãe?

– Pode.

– A qualquer momento que quiser que eu pare ou tire, me fale.

– Está bem, mas cedo ou tarde terei que fazer isso, então vou tentar aguentar.

Quando comecei a por pressão, nem ameaçou entrar de tão fechado. Paula estava tensa e a travava não permitindo intrusão.

– Relaxa, ou posso te machucar. É seu filho quem está aqui e não farei nada que você não permita, pois eu te amo muito.

A vi soltando ar pela boca relaxando e então voltei a empurrar e dessa vez sua portinha foi se abrindo, mas sentindo seu canalzinho fechadíssimo soube que não seria fácil. Paula começou a gemer e se não era de dor era de desconforto.

– Ahhhhiiiii. Ahhhiiiiuuu.

Seus olhos estavam vidrados nos meus processando as sensações e com minha glande ainda pela metade a dor parecia ter chegado mais forte.

– É tão grosso. Ahhhhuuuu.

Sempre segurando sua mão, Lorena tentou a relaxar.

– Na primeira vez é difícil mesmo amor. Relaxa que nosso filho sabe o que fazer.

Era só a segunda buceta que eu penetrava, as duas de minhas mães lésbicas e virgens. As duas igualmente apertadíssimas pela falta de uso, mas os músculos de Paula que comprimiam só parte de minha glande se mostravam mais poderosos do que os de Lorena.

Com receio que Paula ainda pudesse desistir eu ia milímetro por milímetro, até que com minha glande quase totalmente dentro, senti sua virgindade e parei a deixando se acostumar um pouco.

O hímen de Lorena era complacente e difícil de quebrar e eu não sabia como seria o de minha mãe Paula, mas muito frágil não seria ou não teria durado tanto. Tinha chego a hora de descobrir.

– Vou empurrar e provavelmente vai dar uma dor forte e aguda, então assim que o romper vou parar um pouco. Pronta?

– Nunca estarei, mas faça isso.

Paula olhava para mim assustada enquanto eu tentava colocando pressão, até que o rompi e meu pau escorregou para dentro uns 2 centímetros além da glande.

– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, Paula gritou de dor soltando a mão da de Lorena e levando as duas a meu peito me segurando para não colocar mais, o que eu não teria feito.

Senti na hora o calor de seu sangramento e até vi um pouquinho escorrendo em torno de meu pau encaixado, mas se fosse demais a dor fazia parte do ato de perder a virgindade.

– Auuuhhhfff. Auuuuhhhfff. Auuuuhhhfff.

Paula gemia tentando puxar o ar para amenizar a dor, sabendo como agir sendo uma excelente enfermeira. Eu estava imóvel e imensamente feliz, por ter conseguido aquilo que considerava impossível, que era passar por cima do incesto e da opção sexual delas para conseguir fazer amor com minhas mães lindas e extremamente gostosas.

Só faltava conseguir que Paula gozasse pelo menos uma vez, mas seria especial se ela gozasse duas para que não parecesse um acidente ter gozado só uma vez, se gozasse. Quando ela finalmente achou que eu podia continuar, falou algo que quase me fez rir.

– Ahhhhhhh. Precisava ser tão grosso? Coitada de minha mãe se você puxou a meu pai. Continua.

Para não rir me concentrei em meu pau e fui empurrando pouco a pouco, mas sempre dava uma tiradinha antes. Suas mãos não estavam mais em meu peito, mas em meus braços onde enfiava as unhas, felizmente curtas.

– Ahhhhuuu. Ahhhuuuu. Ahhnnnmmm.

Queria saber o que minha mãe Paula sentia, mas achei que não deveria perguntar se estava bom, pois dificilmente estaria com as dores, mesmo se não fosse lésbica. Inverti a pergunta.

– Está muito ruim?

– Não como eu imaginava.

– Porque sou seu filho?

– Com certeza.

– Apesar de ser um homem, não é excitante fazer amor com seu filho, já que é proibido?

Eu aproveitava a conversa que a distraia para ir abrindo a força aquelas paredes tão resistentes por causa de sua natural musculatura.

Paula não me respondeu, não sei se por dor ou para não admitir, então falei firme com ela sem ser agressivo.

– Responda mãe.

Ela me olhou de uma forma estranha sem que eu conseguisse identificar e respondeu.

– É sim, não sei se o suficiente para me fazer gostar. Ahhhhuuuuuu. Minha bucetinha está sendo arrombada, confessou.

– Meu pau está doendo muito, pois está sendo massacrado, mas é uma das melhores sensações de minha vida, sorri.

– Quanto já foi?

– Quase metade.

– Ohh deus. Além de grosso é longo. Certeza que você o aguentou Lorena, perguntou para sua esposa que estava nos assistindo.

– Não foi fácil, mas aguentei. Descobri na pratica o que nos ensinam na escola de enfermagem. As vaginas das mulheres são adaptáveis aos membros dos homens e se moldam a ele, mas mesmo assim sempre sinto um dorzinha na primeira penetração.

– Ahhhh. A minha não parece nada adaptável e moldável nesse momento, se lamentou.

Queria fazer uma pergunta, mas tinha medo de a deixar brava, então achei melhor pedir permissão.

– Posso te fazer uma pergunta pesada?

– Ahhhhuuu. Nesse ponto que estamos acho que nada é mais pesado.

– Você está se sentindo ultrajada por estar sendo invadida por um membro masculino?

– Certamente estaria com qualquer outro homem, mas por ser você não. Como você diz, é meu filho que amo e está sendo cuidadoso ao extremo.

– Com a Lorena não fui tanto, mas tenho receio com você, mesmo que tenha dito que posso fazer tudo como fiz com ela, que estará bem para você.

Nunca esperei que Paula falaria o que falou a seguir, surpreendendo não só a mim, mas também Lorena.

– Se você vai querer repetir o que estamos fazendo vai ter que me fazer gostar, então use as armas que tem, me provocou.

Meu coração até acelerou com aquele permissão me liberando. Eu tinha que estar com meu corpo pressionando o dela na cama, então era hora de tirar a visão de Lorena. Fui me inclinando até que me apoiei nos antebraços com meu peitos espremendo seus seios grandes e deliciosamente firmes. Estávamos com o rosto a 15 centímetro de distância.

– Então vou fazer o que sempre sonhei com esse corpão delicioso.

Pela forma que eu me sentia meu olhar deveria estar sendo selvagem e ameaçador, mas minha mãe Paula tinha a confiança em mim que eu cumpriria minha promessa de parar se ela pedisse.

Antes de a beijar dei um último aviso que era meu sonho de consumo com minhas mães, mas naquele momento só para tentar a excitar. Eu precisava a fazer gozar e gostar a qualquer custo.

– Nos próximos minutos, só nos próximos 15 minutos, vou fazer o que quero como se você fosse me pertencesse.

Ela pareceu surpresa e talvez excitada. Talvez. Não dei tempo para que respondesse e eu descobrisse e a beijei vorazmente e mesmo se ela não quisesse retribuir não tinha como e me beijava fogosa também.

Minha prudência acabou e fui enterrando o ultimo terço de meu pau que faltava arregaçando sua bucetinha poderosa, mas não suficientemente para resistir ao invasor maciço que a queria tomar.

Minha deslumbrante mãe Paula gritava de dor em minha boca e sei lá se de prazer também. Achava quase impossível ela não sentir prazer tendo aquela dor e não tendo me mandado parar ou me empurrado de cima de seu corpo.

Em menos de 1 minuto estava enterrado inteiro naquela buceta fumegante e constringente. Atolado lá dentro eu sentia a ponta de meu pau massageando seu colo de útero sem saber se era excitante ou não para ela.

Melada sua buceta estava e muito e como estar melada para a mulher é como estar de pau duro para o homem, sabia que ela ao menos estava gostando, longe ainda de conseguir a fazer gozar. Minha atitude certamente estava fazendo diferença como fazia com Lorena, mesmo que Paula não fosse passiva como ela.

Puxei meu pau quase todo para fora e então o empurrei de volta devagar, mas a cada tirada ia aumentando a intensidade. Poderia ser a única vez que faria amor com minha mãe Paula, então iria aproveitar.

Suas unhas curtas de enfermeira arranhavam de raiva minhas costas ou era tesão ou apenas dor. Fiquei por uns 5 minutos, mais fazendo amor vigoroso do que fodendo e certamente eu iria chorar todos os dias se não pudesse mais sentir aquela bucetinha indescritivelmente deliciosa.

Como já disse era tão apertada quanto a de Lorena, só que as pulsações tinham mais poder contra meu pau o estimulando. Em um dos rápidos intervalos para respirarmos olhei para Lorena que tinha a mão dentro de seu shortinho e sua calcinha de dormir e se masturbava o que só me excitou mais, mas pena que Paula não a via com os olhos fechados voltando ao beijo.

Chegada a hora da verdade precisava fazer aquela lésbica gozar fodendo sua buceta ou não teria outra chance como ela me avisou. Acelerei as estocadas ao nível 7, depois ao 8 e pôr fim ao 9, pois no 10 a machucaria.

Seu corpo menos frágil do que o de Lorena aguentava bem o tranco e os choques com o meu. Lá dentro de minha boca era um ahhhhnn, ahhhhnnn, sem fim no ritmo de cada penetração.

Não acreditava como ela aceitava tamanha demonstração de masculinidade de minha parte e aquele colchão de molas jogava nós 3 para cima a cada golpe que eu dava em sua bucetinha que certamente ficaria esfolada. Ficamos mais uns 5 minutos nesse ritmo com nossos corpos se molhando de suor.

Paula gostava, mas não o suficiente para gozar, então tive que usar um estímulo externo e emocional. Parei o beijo e olhava em seu rosto em meio as estocadas.

– Se você gostar e fizer amor comigo sempre que puder, de preferência pela manhã quando estou cheio de esperma, prometo que vou te engravidar e te fazer a gravida mais linda do mundo.

Porque a prometi engravidar ela começou a tremer e convulsionar sob mim.

– Então você vai ter que me engravidar seu safado. Estou gozaaaaaaaaaando.

O sensação explosiva de felicidade de conseguir fazer Paula gozar, me fez explodir em um gozo simultâneo. Para aumentar sua sensibilidade de sentir que poderia estar sendo engravidada, encostei a uretra direto na portinha de seu útero injetando meu esperma com poderosos jatos, um pós outro, após outro.....

– Ohhhhhhh mãe. Estou gozandooooooo tão forte.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 24 estrelas.
Incentive Autor Casa dos Contos a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários