Pegamos esse garoto evangélico, lindíssimo, 18 anos, muito religioso e tímido. Ele era virgem e o chefe mandou que a gente enrabasse ele sem pena, e sem preliminares. Mas a ordem era não machucar: apenas humilhar e tratar como uma putinha de 3 machos.
Pra não traumatizar demais, chegamos com carinho e não com violência.
Ele estava amarrado, vestido, e chegamos os 3 dizendo que ele era lindo e gostoso.
Beijamos ele, acariciando, e vi que ele ficou excitado, apesar do medo.
Fui colocando os dedos dentro da boca dele, com carinho, e disse: vou te dar uns tapinhas de leve, tá? E dei uns tapas bem fraquinhos, mas dizendo: a gente vai tirar a roupa e te solta de você ficar sem roupa e fizer tudo o que a gente quiser. Sabe como é sexo gay?
Ele perguntou: é na boca e na bunda, né? Mano, pelo amor de Deus, me livra dessa. Eu beijo vocês, tiro a roupa, mas isso não.
Isso sim, bebê. Mas relaxa, a gente vai devagar, te ensinando a aguentar.
Ele começou a chorar e eu dei um beijo nele e disse: você é lindo. Fazer sexo contigo é um ato de amor. Relaxa que você vai gostar.
Ele parou de chorar e ficou só muito triste.
Tiramos a roupa e nós três estávamos de pau duraço.
Desamaramos ele e mandamos ele tirar a roupa devagar, eu gritando e humilhando, e o Cícero aliviando: você é muito lindo, e um bebê nuzão como você é um tesouro.
Ele estava com medo mas excitado com a gente, nós somos bonitos pra caramba e de pau grande.
Começamos devagar, lambendo a bundinha dele, fazendo ele pegar nas nossas picas e abrindo a boca dele com os dedos.
Mandei ele lamber a minha pica e ele começou timidamente mas sem nojo.
Pra resumir: nessa mesma tarde ensinei ele a aguentar ser engasgado, e o Geraldo meteu na bundinha dele pela primeira vez.
Ele chorou, mas eu ensinei ele a abrir o cuzinho pra entrar tudo.
No primeiro dia só o Geraldo enrabou ele, e fez com carinho, pra não machucar.
Mandei que o menino batesse punheta, e ele ficou de pau duro o gozou. Geraldo gozou quase em seguida, enchendo o cuzinho do bebê de porra.
No final amarramos ele de quatro e Geraldo comeu ele de novo, enquanto eu segurava a cabeça dele e metia minha pica com carinho, mas também bem fundo, sem machucar.
Geraldo gozou de novo e eu gozei na boca do menino, mandando ele abrir bem ela.
Depois da foda do dia a gente deu banho no menino e fomos, todos nus, pra lanchar e bater papo.
Dissemos pra ele que ele era lindo e que a gente só estava fazendo isso porque o chefe mandou sequestrar um menino evangélico e a gente pediu pra enrabar ele, porque iríamos fazer com carinho e sem machucar.
Nos outros dias ele já aguentava mais, então deixávamos ele amarrado nas posições mais humilhantes possíveis e ficamos os três revezando as picas na boquinha e no cuzinho do lindão.
Gozei várias vezes nessa vez, e ele aguentava com bravura ser arregaçado por nós três.
Quando soltamos ele, ele não falou nada para a família, e continuou se mostrando o bom rapaz evangélico.
Mas viajava final de semana pra outra cidade pra usar o Grindr e procurar homens para amarrá-lo e fazer com ele o que bem quisessem.