ROSA FLOR 2 - Capítulo 22 – OS BRINQUEDOS

Um conto erótico de Armando Pinto
Categoria: Grupal
Contém 11993 palavras
Data: 10/03/2026 16:47:02

Acordei cedo naquele domingo ensolarado e de pau muito duro, a vontade de mijar era tal que fui rápido pro banheiro, sentei no vaso e tive de entortar o pinto pra baixo pra conseguir me aliviar. Antes de terminar de mijar, lembrei-me de que no dia anterior o meu tio dotado havia comido pela primeira vez o cuzinho da minha Rosinha e essas recordações fizeram meu pinto continuar duro, mesmo após eu esvaziar a bexiga. Levantei, me olhei no espelho e a minha pica dura me encheu de orgulho. Fui até a sala espiar pela fresta da cortina e lá estava o meu tio pintudo, pelado, limpando a piscina. Vendo o pau mole do tio, me lembrei daquilo duro e totalmente enfiado no rabo da minha esposinha fazendo ela gemer de dor e gozar de prazer. Agarrei meu pinto, massageei e retornei ao quarto onde minha mulher dormia nuazinha com a bunda pra cima. Com movimentos lentos me deitei na cama e enfiei a cara entre suas coxas sentindo o calor que brotava daquelas carnes quentes. Beijei-lhe as polpas da bunda, abri as pernas e também beijei as laterais internas das coxas me aproximando dos seus tesouros, o cuzinho e a bucetinha que tanto me enfeitiçavam. Com beijos e linguadas suaves fui, aos poucos, despertando minha amada.

Rosinha (falando com voz preguiçosa e se virando com a barriga pra cima facilitando meus carinhos entre suas coxas) – Bom dia, amor! É muito delícia acordar sendo beijada por um maridinho carinhoso e tarado!

Peguei a garrafa de água no criado mudo, ofereci à Rosinha e aproveitei pra exibir meu cacete duro enquanto ela se hidratava e lavava a boca.

Rosinha (olhando minha pica dura) – Fer, você tem um pintão muito gostoso, vem fazer 69 comigo que eu quero chupar ele.

Montei na minha mulher em posição de 69 lhe oferecendo a pica ao mesmo tempo em que puxei suas pernas e as coloquei atrás dos meus braços de forma a ter livre acesso à sua bucetinha e cuzinho. Caí de boca naquelas maravilhas me deliciando com o suave perfume de xota amanhecida e não me esqueci de também lamber seu cuzinho.

Rosinha (rindo quando tentei enfiar a língua no seu furinho traseiro) – E aí, amor, como tá meu cuzinho hoje, ainda tá folgado da surra que levou ontem ou já voltou a ser apertadinho?

Eu (enfiando a ponta do dedo indicador no buraquinho quente e provocando minha mulher) – Não tá apertadinho como sempre foi, mas já está mais fechadinho que ontem!

Rosinha (me surpreendendo e linguando meu cu, molhando com saliva e também enfiando o dedinho me causando um prazer especial) – O seu cuzinho tá bem apertadinho, amor; qualquer dia desses vou enfiar uns dois ou três dedinhos nele e deixar ele bem folgadinho, igual ficou o meu ontem!

Apesar da Rosinha ter dito que qualquer dia iria enfiar os dedinhos no meu cu, ela o fez imediatamente. Depois de lamber meu buraquinho, enfiou um dedo, possivelmente o indicador, multiplicando o prazer que eu já sentia com a cara enfiada entre suas coxas. Seguimos com aquele 69 delicioso por mais um tempinho quando senti que ela se preparava pra enfiar mais um dedo no meu rabo. Eu estava curtindo aquele carinho e, então, deixei. Percebi que, após molhar com saliva o buraquinho da minha bunda, ela forçou e empurrou pra dentro do meu rabo dois dedos que, depois de uma leve dorzinha, aumentaram ainda mais o prazer que eu sentia. Curtindo aquela delícia, tentei fazer o mesmo nela, que reclamou:

Rosinha – Oh, amor, não enfia outro dedo no meu cuzinho, não; o meu buraquinho ainda tá muito sensível da surra de pica que levou ontem, dê uns dias pra eu me recuperar e depois eu darei meu rabinho pra você! Pode ser?

Atendi ao pedido da minha esposa, tirei meu dedo do furinho traseiro e me concentrei em lamber a rachinha, especialmente o grelinho. O tesão aumentava rápido e, apesar de eu achar que seria melhor guardar energias pro domingo que se iniciava, meu tesão me pedia pra transar e aliviar a excitação. Mudei de posição, montei em seu peito e, frente a frente com ela, ajeitei os seios pressionados pelas minhas pernas, entortei o pau pra baixo e enfiei na sua boca que, além de abocanhar com gula o meu cacete, procurou meu cuzinho e nele enfiou outra vez o seu dedinho atrevido. Caros leitores, não tenho motivos pra mentir e dizer que não sentia tesão com aquele carinho que minha mulher me fazia. Na verdade, minha excitação aumentava muito quando eu sentia o dedinho curioso da minha esposa vasculhando o interior das minhas preguinhas anais. Pra evitar gozar antes da hora, sai de cima dela e me acomodei entre as coxas onde, agindo por instinto, meti meu cacete na rachinha aconchegante e molhadinha que agasalhou meu pau numa só metida.

Rosinha (fingindo reclamar) – Ai, amor, dói quando você mete o pau todo de uma vez, minha xaninha tá apertadinha!

Eu (provocando, falando próximo ao ouvido dela) – Ontem o tio te causou muita dor e mesmo assim você foi até o fim, quis o cacetão dele todo enterrado no seu rabo e gozou como uma puta rampeira! Hoje você tá reclamando porque meti com força na sua buceta?

Rosinha (sorrindo pra mim e me agarrando com braços e pernas) – Tô brincando, amor! Eu adoro sentir essa dorzinha gostosa quando você enfia o cacete todo de uma só metida na minha xaninha fechadinha! Sinto o quanto você é machão e gosta da minha bucetinha. Mete com força que eu sou todinha sua, inteirinha!

Enquanto eu metia, pensei se eu deveria ou não guardar energias pra mais tarde, pois certamente aconteceriam brincadeiras entre a minha mulher e o tio Carvalho e eu gostaria de ter fogo pra participar junto com eles.

Eu (diminuindo o ritmo das metidas que dava na bucetinha deliciosa da minha mulher e sorrindo pra ela) – Acho melhor eu não gozar e guardar minha energia pra mais tarde!

Rosinha (fazendo biquinho, se fingindo de triste) – Ahhhhh, eu quero tanto seu leitinho! Prometo que se você gozar dentro de mim, dou um jeito de sentar na cara do tio Carvalho!

Eu (parando de meter) – E como você faria isso?

Rosinha (sorrindo com cara de safada) – Ele deve tá limpando a piscina nesse horário, vamos terminar de transar e gozar, depois faremos o café e convidaremos o tio pra comer com a gente, e aí eu darei um jeito, você vai ver!

Recomecei minhas investidas no delicioso corpo da minha mulher, tirava o pau até sobrar somente a cabeça na xaninha e depois metia tudo pra dentro novamente. Fizemos na posição papai e mamãe por um tempo até que a Rosinha pediu pra mudarmos, pois ela queria ficar de quatro pra mim! Ver minha mulher se apoiando nos cotovelos, arrebitando o rabo e abrindo as pernas me oferecendo a belíssima visão das suas delícias, me fez meter o pau todo de uma só enfiada tentando fazer ela gemer de dor novamente; mas ela já estava laceada e agasalhou minha pica gemendo de prazer.

Rosinha (dando uma reboladinha) – Isso, amor, mete com força na minha bucetinha que ela adora seu pau, mete nela bem gostoso e me faz gozar no seu cacete. (empurrando a bunda pra trás em busca de mais pica) – Isso, me fode, fode minha buceta que eu gosto!

Meti com paixão e tesão naquela mulher que se oferecia e se entregava pra mim. Transamos curtindo nosso amor e nossos corpos sem fantasiar com outras pessoas.

Eu (aumentando o ritmo das estocadas que dava na minha mulher) – Ufff, que buceta gostosa você tem, Rosinha! Vou gozar dentro de você, vou esporrar na sua buceta, ai, que delícia, tá vindo o meu gozo, vou te dar leitinho quente, ai, tô gozaaandooo!

Rosinha (rebolando e empurrando a bunda pra trás me fazendo gozar bem fundo em suas entranhas) – Isso, amor, esporra dentro de mim, me dá sua porra quentinha, aí, que delícia, também vou gozar, ai, tá vindo, ai, que delícia gozar no seu pau, ai, que coisa boaaa!

Exaustos, com os corações acelerados e ofegantes, caímos na cama e descansamos por uns minutos até que a Rosinha lembrou dos nossos planos de chamar o tio Carvalho pro nosso café e ela tentar sentar na cara dele com a xota gozada. Busquei papel higiênico e ajeitei entre os lábios da xaninha, como sempre gosto de fazer, pois sei que agrado a minha esposa com esse carinho. Levantamos, vesti um short esportivo dispensando a cueca e ela apenas um camisão, sem mais nada por baixo. Preparamos algo simples pra comermos, porém gostoso e, enquanto eu coava o café, ela foi até a porta e chamou o tio que logo apareceu enrolado apenas numa toalha.

Carvalho (de bom humor e sorrindo) – Que bom que me chamaram, pois terminei de limpar a piscina e estou com preguiça de preparar café apenas pra mim.

Eu – Você parece bem feliz, tio; gosto de vê-lo assim!

Rosinha (trazendo a garrafa de café, sentando junto de nós e fingindo estar brava, apesar de sorrir) – Fer, o tio tem obrigação de estar feliz hoje, pois se não estivesse eu me sentiria ofendida, pois não foi fácil agradá-lo ontem. (fingindo dor ao sentar e gemendo) – Aiii, huuummm, tá difícil pra eu sentar hoje, acho que terei que ficar em pé o dia todo!

Carvalho (rindo do fingimento da minha mulher e admitindo sua felicidade) – Rosinha, eu estou muito feliz hoje, e você é a grande responsável por essa minha alegria!

Todos rimos da brincadeira da minha mulher, tomamos nosso café e conversamos planejando o que faríamos pro almoço. Ao terminarmos, começamos a limpar e arrumar tudo por ali. O tio lavava as louças e foi nessa hora que a Rosinha, vendo ele de costas pra nós, sorriu pra mim indicando que faria uma arte.

Rosinha (abraçando carinhosamente o tio por trás e colocando as mãos na barriga dele bem abaixo do umbigo, próximas do pau) – Tio, fico muito contente de saber que você está feliz hoje porque ontem eu consegui te agradar!

Eu olhava os dois safados com o canto dos olhos e vi o tio, após tirar a espuma da mão, pegar no pulso da minha mulher e empurrar pra baixo.

Carvalho (incentivando minha Rosinha a tocar no seu pau) – Ontem você me fez feliz, minha flor, mas você pode continuar me agradando hoje também!

Rosinha (rindo pra mim, apalpando por cima da toalha e tentando pegar o pinto do tio) – Tio, você é muito safado, já tá querendo me pegar de novo, é?

Carvalho (sorrindo ao sentir que minha mulher enfiava a mão debaixo da toalha pra sentir nos dedos o pintão dele) – Não pensei em te pegar agora pela manhã, mas confesso que tenho planos pro final da tarde, se todos concordarem!

Rosinha (com as duas mãos debaixo da toalha, pegando e massageando a pica do tio Carvalho ) - Uau, tio, você é muito tarado, diz que não tá pensando em me pegar agora, mas seu pinto tá crescendo; tô sentindo ele endurecer e ficando grossão aqui debaixo da toalha! (levantando a toalha e expondo o cacete que crescia em suas mãos carinhosas) – Tio, eu e o meu amorzinho Fer já transamos agora pela manhã, mas se você quiser brincar um pouco comigo, eu topo!

Carvalho (sorrindo pra mim com uma expressão no rosto de quem não estava fazendo nada de errado e que a culpa pelo que acontecia naquele momento era dela) – Rosinha, até que uma brincadeirinha sem gozar iria bem, mas tenho que terminar a louça e você tá me atrapalhando.

Rosinha (surpreendendo a todos, se abaixando, beijando a cabeça da pica do tio e em seguida dando uma chupada estralada) – Tio, continue lavando que vou conversar algo rapidinho com o Fer e já volto.

Achei estranho quando minha esposa, me puxando pela mão, me levou até nosso quarto e falou baixinho pro tio não ouvir:

Rosinha – Fer, o sofá tá cheio de roupas que recolhi do varal e o único lugar pra eu e o tio brincarmos um pouco seria a nossa cama, mas suspeitei que talvez você não concorde e resolvi perguntar antes se posso trazer o tio pro nosso quarto.

Quando ela viu a expressão de recusa no meu rosto se adiantou a dizer:

Rosinha – Fer, sei que você vai dizer que essa cama é o nosso ninho de amor, que só nós dormimos e transamos nela mas, veja bem, é só uma cama. O mais importante sou eu, e você já me liberou pra dar pro tio de todas as formas possíveis e imagináveis. (me encarando e sorrindo, apalpando meu pau por sobre a roupa) - Você decide se eu e o tio poderemos usar nosso quarto ou não; eu saberei entender se você não quiser que eu traga ele pra nossa cama.

Minha mulher era muito esperta; antes que eu negasse que ela e o tio usassem nosso quarto, ela apresentou os argumentos me fazendo refletir e concluir que não havia razão pra negar. Eu, sem muito a dizer, sorri concordando, mesmo porque sabia que seria impossível, com o passar do tempo, impedir que eles transassem na nossa cama. Ela, feliz, segurou meu rosto com as duas mãos que, segundos atrás, estavam agarrando o pau do tio, e me beijou de língua, esfregando nos meus lábios os seus lábios que, também haviam beijado e chupado a pica do tio Carvalho.

Rosinha (antes de voltar pra cozinha, sorriu e falou baixinho) – Fer, quero que você assista o que vou fazer com o tio aqui no nosso quarto, vou trazer ele pra nossa cama e vou montar o rosto dele, sentar e esfregar na cara dele a minha xotinha que você gozou agora há pouco.

Caros leitores, admito que, às vezes, eu me sentia um pouco inferior ao tio Carvalho, talvez por ele ser mais experiente, por ter mais dinheiro e um pau bem maior que o meu. Então, a ideia da minha esposa sentar na cara dele com a xota gozada por mim me excitava. Também fui pra cozinha e assisti a Rosinha provocando o tio, tirando a toalha que ele usava deixando ele completamente pelado para, em seguida, agarrar o pinto que havia amolecido, mas ainda grande, e o puxar pro nosso quarto, o nosso ninho de amor, o santuário do casal. Que corno eu estava me transformando!

Rosinha (puxando o tio pelo pinto e o levando pra nossa cama) – Vem meu pintudo gostoso, vem brincar um pouco comigo pra começarmos este dia de uma maneira animada!

Meu pau começou a endurecer ao ver minha esposa puxando o tio pelo pau e o levando para a nossa cama. Ela o fez se deitar de barriga pra cima e, quando percebeu que ele não estava olhando, tirou o camisão que usava se pondo nuazinha e, sorrindo pra mim, tirou o papel higiênico que ainda estava preso entre os lábios da xota. Me deu um último sorriso e subiu na cama montando a cabeça do tio Carvalho. Ao segurar o papel higiênico senti nas mãos a umidade e a meleca que estava aquilo e imaginei que talvez o tio, ao descobrir a malvadeza que a Rosinha estava fazendo, se recusasse a continuar debaixo dela.

Rosinha (se acocorando sobre o rosto do tio, mas mantendo uma distância de uns poucos centímetros, talvez pra que ele soubesse que iria pegar uma xota melada e pudesse desistir, se quisesse) – Que tal minha frutinha, tio?

Carvalho (falando depois de beijar e deslizar a língua entre os lábios da rachinha) – Ela tá melada, Rosinha!

Rosinha (sorrindo pra mim, mas parecendo duvidar se o tio iria continuar com o rosto entre as coxas dela) – Tio, antes de convidar você pra brincar, falei que eu e o Fer transamos logo que acordamos. Se você não quiser continuar, vou entender, tá!

Não houve uma resposta falada, pois o tio Carvalho agarrou minha esposa pelo quadril e a puxou pra baixo “obrigando” ela a sentar em seu rosto. Minha mulher sorriu de satisfação expressando o prazer que sentia ao ter a língua esperta do tio Carvalho vasculhando as dobras do seu sexo molhado, melado. O pau do tio que, ao se deitar estava mole, rapidamente foi tomando a forma e o tamanho ameaçador de sempre. Aquilo ficava mais comprido e mais grosso de acordo com os batimentos cardíacos e a injeção de sangue nos túneis cavernosos que formam aquele nervo. Fiquei muitíssimo excitado ao ver minha esposa despertar todo aquele tesão no meu tio querido! Eu, que a tudo assistia sem piscar os olhos, vi que ele, além de não se incomodar de lamber uma goza gozada, senti que aquilo lhe dava muito prazer. Prazer também sentia a minha mulher que começou a rebolar e esfregar no rosto dele a sua buceta melada ao mesmo tempo em que beliscava os bicos dos seios sinalizando que o seu prazer maior se aproximava.

Rosinha (ajoelhada no colchão, sorrindo pra mim antes de fechar os olhos e começar a gozar) – Ai, tio, eu vou gozar, a sua língua safada tá me fazendo ver estrelinhas, ai, vou gozar, que gostoso, vou gozar na sua boca, ai, que delíciaaaaa!

Vi a pele da Rosinha se arrepiar, os espasmos do prazer chacoalhando seu corpo e a respiração ofegante. Todo esse turbilhão de prazer a fez desmontar o tio e se jogar no colchão com o coração acelerado. Ele, que não havia gozado, sentou-se na cama, agarrou a estrovenga pela base e, massageando o cacete enorme, olhou minha esposa, sorriu pra mim e se levantou:

Carvalho (dando um tapinha no meu ombro antes de sair pela porta) – Fernando, cuide da sua saúde, mantenha-se em forma porque apagar o fogo da sua esposa não será fácil, aliás, nem sei se um homem só dará conta dessa mulher!

Logo que o tio saiu, fui até minha amada e deitei-me ao lado dela lhe fazendo carinho na barriga, instintivamente agradecendo o prazer visual que ela havia me proporcionado. Apesar de estar de pau duríssimo, excitadíssimo porque não havia gozado, estava feliz por ter visto minha esposa gozar com outro macho daquela forma tão intensa. Aconcheguei-me a ela com o pau pra fora da roupa e cutuquei sua coxa pra que ela visse o quanto eu estava tesudo.

Rosinha (pegando meu pau e sorrindo pra mim) – O meu amorzinho ficou tesudo e de pau duro ao me assistir gozando na boca do tio, é? (me beijando) – Amo muito você, meu corninho, mas não vamos transar agora, é melhor guardar energias pra mais tarde!

Horas depois estávamos nós três reunidos na varanda iniciando os preparativos pro almoço. O tio Carvalho, picando verduras, sorriu pra mim e sugeriu pra minha esposa:

Carvalho – Rosinha, se você quiser ajudar aqui na cozinha, será um prazer, mas se quiser aproveitar o sol pra se bronzear, fique à vontade, pois eu e o Fernando faremos o almoço.

Rosinha (rindo e provocando) – Fer, veja como o nosso tio é sem vergonha, apesar de não dizer diretamente, ele tá admitindo que se eu ajudar na cozinha, será um prazer pra ele, mas se eu for tomar sol peladinha, o prazer dele será bem maior!

Eu (entrando na brincadeira) – Amor, aqui na cozinha tem pouco serviço, eu e o tio faremos tudo; você pode aproveitar o sol e depois virá somente pra comer. Que tal?

Rosinha (rindo e tirando o camisão que usava, se pondo nuazinha sob os olhares atentos do tio e o meu, que fingia repreendê-la pela ousadia de ficar pelada na frente de outro macho) – Então, já que vocês dois estão me incentivando a tomar sol pelada, vou indo, mas acho que esse agrado que estão me fazendo poderá me custar caro. (virando as costas pra nós e indo em direção à piscina, rebolando seu belíssimo traseiro nu) – Daqui a pouco eu voltarei pra comer a refeição que vocês estão preparando, mas estou desconfiada que mais tarde eu serei a refeição de vocês dois!

Eu e o tio trocamos olhares, sorrimos, e continuamos com os preparativos do almoço enquanto a minha Rosinha, esticando a toalha ao lado da pequena piscina, se exibia de quatro mostrando seus tesouros. Ahhh, como é linda a minha mulher! E safada!

Para nos provocar, minha esposa se deitou de barriga pra cima e, abrindo um pouco as pernas, nos presenteou com a belíssima visão da sua xotinha cujos pelinhos, com cerca de um centímetro, cobriam o montinho de Vênus, semelhante a um gramado caprichosamente aparado em um jardim bem cuidado. Um pouco mais abaixo a quantidade de pelos era menor e nos deixava ver os lábios que, naquele momento, estavam fechadinhos escondendo as carnes íntimas e rosadas daquela fruta que a minha mulher exibia despudoradamente. Eu e o tio continuamos fazendo o almoço, mas sem nos esquecer de apreciar a beleza da fêmea que bronzeava seu corpo ao sol. Passados alguns minutos a Rosinha virou-se de barriga pra baixo exibindo sua bunda firme, cujas polpas se separaram quando ela abriu as pernas em busca de sol entre as coxas. Naquela posição suas intimidades se destacavam na paisagem formada por todo seu corpo nu. O cuzinho e a xota, ambos com a pele um pouco mais escura, pareciam nos convidar a ir até ela e beijar e lamber aqueles orifícios que por várias vezes se abriram e agasalharam nossas picas nos provocando o inigualável prazer do gozo. O tio Carvalho, ao ver minha esposa se mostrando naquela posição e, talvez lembrando que no dia anterior havia metido todo o seu cacete no rabinho dela, ficou inquieto. Logo vi seu short sendo esticado pelo pau que endurecia sob o tecido fino.

Carvalho (sorrindo pra mim, parecendo constrangido) – Fernando, sua esposa, além de muito tesuda, sabe o enorme poder que tem entre as pernas. (apontando o pau com o olhar) - Veja o que ela tá fazendo comigo! Desculpe, mas não consigo resistir; eu tento desviar o pensamento, mas o meu pau parece criar vida própria quando ela se exibe assim, acho que ele sente o cheiro dela!

Eu (olhando rapidamente o circo sendo armado no short dele) – Não há que se desculpar, tio; você é homem e gosta “da fruta”, e a minha esposa parece não se dar conta do quanto ela excita os homens, aliás, às vezes penso que ela sabe exatamente o que provocar nos homens, e justamente por isso se exibe assim.

Vendo minha Rosinha se bronzeando com a bunda pra cima e as pernas abertas exibindo suas preciosidades, e também vendo o tio Carvalho de pica dura por causa da minha esposa safada, fez meu pau reagir e também endurecer me forçando a ajeitá-lo debaixo da roupa. Cozinhando e apreciando a beldade nua que se exibia ao sol, terminamos o almoço e chamei minha esposa para se sentar à mesa.

Rosinha (vindo até nós, nuazinha e sorridente após se banhar na ducha e tirar o suor do corpo) – Aqui estou eu, meus amores! Vim pra comer ou ser comida?

Carvalho (em pé, enxugando as mãos) – Você é muito danada, Rosinha! Venha, sente e coma, pois, por enquanto você está aqui pra comer. Se alimente bem pra estar forte, pois “as coisas mudarão” no final do dia!

Surpreendente, como sempre, minha esposa aproveitou que eu estava bem próximo ao tio Carvalho e veio até nós enfiando, de surpresa, suas mãos dentro dos nossos shorts e provocando:

Rosinha (mordendo os lábios, não conseguindo esconder o seu tesão enquanto agarrava e massageava nossos pintos moles) – Tio, agora eu vou comer, me alimentar e ficar forte e, se mais tarde a situação mudar, eu serei comida?

Carvalho (rindo e se livrando da minha esposa e dando a ela o camisão pra que vestisse e cobrisse aquele corpo que era o objeto do nosso desejo) – Rosinha, estou com muita fome agora e preciso me alimentar; no momento quero encher a barriga! “Coisinhas mais gostosas” terão que esperar!

Rosinha (vestindo seu corpo tirando de nós a bela visão dos seus atributos físicos) – Então vamos comer, eu também estou faminta!

Tivemos um longo e agradável almoço onde conversamos sobre vários assuntos, inclusive falei que eu havia ligado pro amigo do tio, o dono da imobiliária e conversamos a respeito do curso pra trabalhar como corretor de imóveis, contei que esperava uma ligação dele ainda naquele dia. Ao terminarmos o almoço, veio a hora da preguiça e, para afastá-la, entramos na piscina e continuamos a beber cerveja gelada.

Rosinha (curiosa) – Tio, sei que você e a tia Carmem, quando estavam juntos, eram bem safados, inclusive faziam troca de parceiros, mas na intimidade do quarto, quando estavam somente vocês dois, faziam algo diferente?

Carvalho (sorrindo, parecendo desconfiar da curiosidade da minha mulher) – Como assim, “algo diferente”?

Rosinha – Não sei explicar, tio, mas sei que transavam muito e tenho certeza de que fazer tudo igual todos os dias pode enjoar; então imagino que eram bastante criativos.

Carvalho (sorrindo pra mim e falando pra minha mulher) – Vá direto ao assunto, dona Rosinha! Pergunte o que quer perguntar!

Rosinha (sorrindo) – Tio, você e a tia usavam brinquedos eróticos?

Carvalho (rindo) – Siiiiim! Todo casal sexualmente ativo tem brinquedinhos que ajudam a fugir da rotina e apimentar o sexo!

Rosinha (curiosa) – Que tipo de brinquedinhos vocês usavam, tio? Os brinquedos ainda estão com você?

Carvalho (rindo, percebendo que não conseguiria esconder o seu segredinho) – Temos uma coleção de brinquedos, uma bolsa cheia dos mais variados tipos, formatos tamanhos e já usamos todos; tenho certeza de que um dia, quando a Carmem voltar pra casa, voltaremos a usar cada um deles e relembrar os bons e velhos tempos.

Rosinha (sorrindo ao saber que o tio ainda tinha os brinquedos eróticos) – Que legal que você guardou os brinquedos, tio! Eu e o Fer podemos ver?

Carvalho (rindo) – Não! Não vou mostrar os brinquedos porque eles fazem parte da intimidade que eu tinha com a minha esposa, se eu mostrar, vocês saberão muito do que eu e a Carmem fazíamos na cama!

Rosinha (fazendo biquinho, fingindo tristeza) – Ohhh, tio, não creio que um homem tão experiente e liberal como você não queira mostrar os brinquedinhos que usava com a tia Carmem. Vai pegar, tio, eles devem estar escondidos na sua casa, vá lá e traga pra vermos; eu e o Fer estamos curiosos!

Carvalho (rindo e resistindo à ideia de buscar os acessórios eróticos que usava com a esposa) – Não, dona Rosinha, eu não quero mostrar os brinquedinhos que eu e a Carmem usávamos; sossegue, deixe de ser curiosa!

Rosinha (chantageando o tio) – Oh, tio, você já contou tantas safadezas que você e a tia faziam, falou até da troca de parceiros e agora tá se recusando a nos mostrar os brinquedinhos; que chato você está sendo! (olhando pra mim) – Fer, amor, ainda temos lá em casa aquele par de sandálias que os pés são amarrados um no outro e não me deixam abrir as pernas; acho que vou usá-los a partir de hoje todas as vezes que o tio Carvalho se aproximar de mim!

Carvalho (rindo alto da chantagem que a minha mulher tentava fazer) – Tá bom, dona Rosinha, você venceu, vou buscar a sacola de brinquedos!

O tio tomou um gole de cerveja e, vencido pela insistência da Rosinha, sorriu pra nós e seguiu em direção à sua casa. Minutos depois ele voltou trazendo na mão uma bolsa de viagem e no rosto uma expressão que parecia timidez. A Rosinha exibiu um sorriso vitorioso e logo que recebeu a bolsa, puxou o zíper e despejou todos os brinquedos eróticos do tio sobre a mesa. E não eram poucos! Vi os olhos da minha esposa brilharem diante de tantos acessórios.

Rosinha (abrindo um largo sorriso) – Tiiio, que legal saber que você e a tia Carmem são moderninhos e curtem brincadeiras com acessórios eróticos! Uau, são tantos e parece fácil saber como se usa, mas eu quero que você nos conte!

Eu (sorrindo e apreciando os muitos brinquedos que estavam espalhados por sobre a mesa) – Tio, eu sempre soube que você e a tia Carmem eram safados, mas vendo tantos brinquedos eróticos, descobri que são muito mais tarados do que eu imaginava!

Haviam vibradores antigos movidos à pilha e uns mais novos à bateria, mas todos tinham o formato cilíndrico lembrando um torpedo, ou melhor, uma pica. Os consolos eram em forma de pinto e alguns idênticos ao membro masculino e certamente foram feitos com base em um molde extraído de um cacete real. Os tamanhos variavam, desde os pequenos, médios e grandes, sendo que o maior deles se assemelhava ao do tio, tanto em comprimento quanto na grossura. Vimos um pequenino com uma argola na base e logo descobrimos que servia pra acoplar no pinto de forma que o homem, ao penetrar o pau na xota, o pequeno consolo entrava no cuzinho da mulher dando a ela o prazer de ser duplamente penetrada. Haviam dois consolos duplos, ou seja, de duas pontas ou dois pintos, sendo o mais fino medindo uns trinta centímetros e o outro, grossão, de aproximadamente quarenta centímetros. A Rosinha sorriu quando pegou o maior nas mãos, mas o tio pareceu tímido ao ver minha mulher analisando aquilo.

Rosinha (encantada com o maior deles) – Tio, esse consolão de duas pontas serve pra penetrar a mulher e o homem ao mesmo tempo, né? Uma ponta vai na xota ou no cuzinho dela e a outra ponta no cuzinho do homem, certo?

Carvalho (sorrindo, apesar de tímido) – Eu sabia que não deveria mostrar isso a vocês, principalmente a você, dona Rosinha!

Rosinha (sorrindo) – Tio, não fique tímido, pois eu sempre imaginei que a tia Carmem comia seu cuzinho com os dedos, mas estou maravilhada em saber que você curtia uma enrabada com esse consolão! Deixe de timidez, tio, tô adorando saber que você curte os prazeres que seu cuzinho pode proporcionar, aliás, tô amando!

O tio olhou pra mim e tentei disfarçar a surpresa que eu estava tendo.

Eu (sorrindo e tentando torná-lo mais confortável com a situação) – Relaxe, tio, você já havia contado pra nós vários segredinhos seus e da tia Carmem, agora só estamos sabendo mais alguns. Não tem nada de errado aproveitar as delícias que o nosso furinho traseiro pode nos dar, afinal, cuzinho de homem é tão sensível quanto o das mulheres e pode nos proporcionar muito prazer!

O tio pareceu relaxar um pouco quando ouviu o que eu disse, até se acomodou melhor na cadeira e sorriu diante da curiosidade da Rosinha que continuava vasculhando o conteúdo da sacola. A próxima descoberta da minha esposa foi um consolo diferente dos demais e bastou olhar com atenção para descobrimos como é que aquilo deveria ser usado. Ela pegou um pinto cujas ondulações certamente provocariam delícias ao entrar e sair num buraquinho apertado. Próximo à base havia uma bolota de grossura e comprimento ideal pra encaixar na xota e, a seguir, uma haste curva, também com ondulações, pra encaixar no cuzinho da mulher, ou seja, ela encaixaria aquilo no seu corpo, a bolota na xota, a haste no cuzinho e teria uma prótese peniana pra meter no rabo do felizardo que tivesse uma mulher liberal e disposta a brincadeiras com acessórios. Eu já havia visto consolos do tipo em vídeos pornôs e, na internet, chamam de strap less esse acessório em que a mulher, por meio de uma espécie de prótese de pinto que encaixa na xota e/ou no cuzinho, fica capacitada a penetrar o orifício do homem, e claro, também de uma mulher. Para os curiosos, basta procurar na internet por strap less porn e encontrarão imagens do brinquedo que tanto fascinava minha esposa naquele momento.

Rosinha (fascinada com aquele objeto em suas mãos) – Tio, este aqui deve dar tanto prazer para o homem quanto para a mulher, pois essa bolota e essa haste pra encaixar na xota e no cuzinho devem dar um tesão danado pra ela; e isso sem contar o enorme prazer que é ter um namorado ou marido que curta brincadeiras assim!

O tio nada disse, apenas forçou um sorriso sem graça pra mim.

A próxima descoberta da Rosinha foi algo que definitivamente fez o tio ficar sério. Minha mulher encontrou entre os brinquedos uma cinta de couro preto, tipo calcinha com tiras e fivelas pra prender no quadril, sendo a característica principal o furo na altura da xota pra prender um consolo que tivesse uma base alargada. Na internet chamam de cinta peniana. Minha mulher, sapeca como sempre, pegou o maior consolo que havia sobre a mesa, aquele cujas dimensões se pareciam com o pinto do tio Carvalho, e enfiou pelo buraco da cinta de couro. O sorriso que vi no rosto dela parecia o de uma criança ao ganhar o brinquedo mais desejado no mundo.

Rosinha (se levantando, pondo a cinta de couro com o consolão sobre a roupa, na altura da xota, segurando aquilo pela base, balançando e sentindo-se uma “mulher pintuda”, provocou o tio) - Uau, este aqui é pra fazer qualquer mulher se sentir poderosíssima!

A imagem da minha mulher com aquele consolão enorme colocado sobre o vértice das suas coxas me fez imaginar um travesti lindíssimo e muitíssimo bem dotado. Por um breve momento desconfiei se passava pela cabeça dela a ideia de usar aquele cacetão em mim. Só de imaginar a dor que possivelmente aquilo causaria, meu cuzinho se contraiu (risos)!

Minha esposa sorriu pro tio Carvalho parecendo imaginar uma safadeza, colocou na mesa a cinta e o consolo e foi até ele.

Rosinha (abraçando o tio por trás, colocando uma das mãos sobre o pinto dele por sobre a roupa, pegando e massageando) – Tiiio, estou maravilhada por saber que você curte brincadeiras com esses consolos todos; tô até imaginando você e a tia Carmem na cama, você de quatro e ela vindo por trás e...

Carvalho (interrompendo minha mulher, com um sorriso forçado no rosto) – Rosiiiiinha, pare de pensar, segure essa sua imaginação e, se isso não for possível, segure essa sua língua que você tá me deixando sem graça!

Rosinha (beijando o rosto dele enquanto olhava pra mim ao mesmo tempo em que acariciava o pinto dele por sobre o short) – Tiiio, deixe de ser tímido! Já conhecíamos vários dos seus segredos e agora sabemos mais alguns, apenas isso! (voltando pra sua cadeira e olhando pra mim) – Estamos adorando saber que temos um tio moderninho que gosta de brincar com consolos, inverter os papéis e dar a bunda pra esposa, né, Fer?

Eu (sorrindo tímido porque naquele momento imaginei que talvez a Rosinha quisesse que eu também, no futuro, aceitasse brincar com ela e aqueles consolos) – É!

Minha mulher voltou a se sentar ao meu lado e continuou vasculhando os brinquedos do tio até que achou alguns plugs anais. Um deles era de um material semelhante aos consolos, imitando a pele humana; tinha a ponta fina que ia engrossando até se parecer com um pinto grosso e, em seguida, afinava formando uma haste de uns dois ou três centímetros de diâmetro, que seria o quanto o buraco do cu ficaria aberto. Ao final do objeto havia a base que se acomodaria no rego da bunda e impediria que aquilo entrasse todo e se perdesse dentro do cu.

Rosinha (pegando aquilo) – Tio, esse aqui serve pra enfiar no cuzinho do homem até essa bolota ficar presa lá dentro e depois ele poder meter na mulher tendo a sensação de ter um pinto dentro do cu, certo?

O tio, mais uma vez sorriu tímido e balançou a cabeça afirmativamente.

Rosinha (pegando dois plugs metálicos, brilhantes, um menor e outro avantajado cuja bolota, muito grossa, devia ter uns quatro centímetros de diâmetro) – Tio, penso que estes dois aqui são mais femininos por terem essa base brilhante, creio que servem para a mulher usar pra agradar ou provocar o homem, inclusive dá pra sair usando isso na rua, pois não fazem volume debaixo da roupa.

O tio balançou a cabeça confirmando e a Rosinha, olhando pra mim, provocou:

Rosinha – Mas estes plugs também servem pra enfiar no cuzinho do homem na hora de transar, pois certamente vai agradar muito a mulher e ele vai sentir mais prazer e gozar mais gostoso, né, tio?

Naquela hora eu não tive mais dúvidas de que a minha esposa iria me “pressionar” para brincar com ela com aqueles acessórios eróticos do tio. Aquela ideia me causou um misto de preocupação e prazer; preocupação porque eu não estava habituado a usar meu cuzinho pra obter prazer, exceto quando a Rosinha enfiava um ou dois dedos no meu rabo enquanto me chupava o pau; e prazer por imaginar uma experiência nova pra mim. Analisando a situação concluí que, para o tio, brincar com aqueles acessórios parecia ser algo bem normal, apesar do constrangimento momentâneo por estar revelando a nós mais um segredo seu. Para a Rosinha, que olhava com admiração para aqueles brinquedos sexuais, concluí que ela parecia desejar muito levar todos eles para a nossa cama de casal. Havia também, entre os brinquedos, umas pequenas tiras tipo coleiras finas, algumas de elástico e outras de couro e que tivemos dúvidas da sua utilidade.

Rosinha (pegando aquelas cintas pequenas) –Tio, pra que serve isso?

Carvalho (tímido) – Isso aí é uma espécie de enforcador para o pinto, coloca-se na base do bilau e aperta pra que ele fique inchadão, brilhante e com as veias dilatadas; as mulheres adoram ver um pau todo inchado e cheio de veias, elas dizem que ele fica mais grosso e duro. Eu usava quando a Carmem pedia, mas por pouco tempo porque depois de alguns minutos começa a incomodar, normalmente eu enforcava o pau naquelas trepadas rápidas pra agradar a Carmem, mas não gosto muito dessa coisa apertando meu amigo e prendendo o sangue.

Rosinha (curiosa e fazendo uma argola com aquilo, certamente imaginando um pau sendo apertado) – E dá pra gozar legal com isso enforcando o pinto, tio?

Carvalho (sorrindo) – Dá, sim; mas prefiro sem isso!

Depois que minha mulher olhou tudo e esclareceu as dúvidas com o tio, estabeleceu-se um clima de silêncio entre nós, pois ele, parecendo constrangido, não se manifestava, e eu, imaginando que minha esposa estava pensando em brincar comigo com aqueles consolos, me senti tenso e também me calei. Coube à minha esposa quebrar o silêncio:

Rosinha (enfiando a mão debaixo do meu short e agarrando meu pau duro) – Tio, o meu maridinho tá com o pinto durão aqui e eu tô molhadinha, minha xota tá babando, pingando de tesão. E você, como tá o seu amigão aí?

Carvalho (provocando) – Você quer que eu fale como tá o meu pinto ou você quer ver?

Rosinha (sorrindo pra mim sinalizando que faria uma arte) – Quero ver, tio, ao vivo e a cores, mostre o seu amigão pra mim!

Após dizer isso a Rosinha arrastou sua cadeira a colocando entre minhas pernas abertas e sentou-se muito próxima a mim esperando sorridente a atitude do tio Carvalho. Ele se levantou de um jeito machão, parecendo autoritário, olhando nos olhos da minha mulher e exibindo o short esticado pelo enorme pau duro estufando o tecido lembrando um circo armado. Contornou a mesa e veio se aproximando lentamente até parar em frente à Rosinha com o pau a poucos centímetros do seu rosto. Minha esposa sorriu pra ele que nada fazia pra pôr o cacete pra fora da roupa, também sorriu também pra mim como a pedir permissão pra agir e, ao ver minha expressão de aprovação, puxou o short dele pra baixo que, antes de descer pelas pernas, enroscou-se no cacetão fazendo a pica pular quando foi solta pelo elástico do short. O tio ficou totalmente pelado diante de nós e exibia orgulhoso a picona grossa.

Rosinha (deslizando as duas mãos pelas pernas do tio, começando acima dos joelhos e subindo até chegar no saco, acariciando as bolas e agarrando o pirocão ao mesmo tempo em que encarava e sorria pro dono do obelisco) – Tio, você é muito pintudo!

Carvalho (sorrindo pra ela) – E você gosta, Rosinha, do meu pauzão?

A cena a seguir me encheu de tesão e fez meu pau pulsar me obrigando a ajeitá-lo dentro do short. Minha esposa, agarrando o picão do tio, puxou a pele e sorriu ao botar pra fora a cabeça brilhante e melada dos lubrificantes naturais expelidos pela pica pronta pra meter.

Rosinha (encostando o nariz na cabeça, aspirando com força o ar e cheirando a piroca do meu tio dotado) – Ufffff, que delícia, que cheiro bom de pica de macho!

Em seguida ela abocanhou a caceta grossa que tinha nas mãos e enfiou o máximo que conseguiu abrigar em sua boca. Percebi que tentou girar a língua ao redor do pau, igual faz comigo, mas a grossura daquilo lhe enchia toda a boca não sobrando espaço pra que sua língua circulasse a picona gorda.

Eu e ela estávamos tão próximos que aproveitei pra colar meu corpo ao dela de forma que pudesse lhe fazer um carinho na xana. Puxei ela pra junto de mim, coloquei as mãos debaixo da pouca roupa que ela usava e enfiei uma delas entre suas coxas indo direto para a frutinha deliciosa. Que coisa gostosa aquela racha quente e molhada de tesão, prontinha pra ser comida, metida e gozada! Eu beijava seu pescoço e orelha olhando bem de perto ela chupar o picão do tio quando ela olhou pra ele e pediu:

Rosinha – Tio feche os olhos e prometa que não vai abrir até eu mandar.

Logo que o tio acenou positivamente, fechou os olhos e ainda cobriu o rosto com as duas mãos, a Rosinha tirou a boca do cacete, virou-se pra mim, me puxou pelo pescoço e forçou um beijo de língua. A princípio tentei recusar, não pelo fato de estar beijando sua boca babada do pau do tio, pois fizera isso várias vezes antes, mas porque o tio estava tão perto e poderia me flagrar nesse ato de corno assumido. Mas bastou sentir a língua molhada e quente da minha amada vasculhando minha boca que esse sentimento se dissipou e a beijei com muito mais tesão. Mais tarde, no aconchego do meu quarto, imaginei que, mesmo o tio estando de olhos fechados, certamente soube, pelos movimentos da minha mulher, o beijo que acontecia entre eu e ela. O clima esquentava entre nós, o tesão crescia, a vontade do tio de comer minha mulher aumentava tanto quanto a vontade dela de dar pra ele e a minha de olhar a trepada dos dois. Minha esposa disse ao tio que poderia abrir os olhos e voltou a chupá-lo.

Rosinha (olhando pra cima, encarando o tio) – Tio, quero transar, tô precisando muito dar e gozar, que tal irmos pra sua cama, eu, você e o meu amorzinho e fazermos uma suruba pra eu gozar bem gostoso com vocês dois?

Ouvindo minha esposa se oferecendo, doidinha pra dar pro tio, minha atitude de marido corno foi puxar pra cima o camisão que ela vestia deixando-a peladinha e pronta pra ser comida pelo meu tio tarado.

Carvalho (sorrindo e estendendo a mão pra minha esposa) – Vamos, minha flor, venha Fernando, tô que não me aguento mais de vontade de sentir um buraquinho bem quente e molhadinho agasalhando meu pau; vamos todos pra minha cama!

Estávamos todos de pé, quase saindo da varanda em direção ao quarto do tio onde a minha amada esposa seria mais uma vez “abatida”, comida, metida e gozada pelo meu tio pauzudo e por mim quando meu celular tocou. Era o amigo do tio, dono da imobiliária, querendo tratar comigo sobre o curso pra corretor de imóveis que começaria logo na noite do dia seguinte, cuja ligação eu aguardava desde cedo. Caros leitores, que situação eu me encontrava! Estávamos todos de saída pro quarto do tio pra comermos minha mulher, darmos a ela todo o prazer que ela merecia e também obtermos o nosso quando o sujeito ligou com uma proposta que poderia mudar minha vida e me oferecer um salário maior. Respirei fundo sem saber o que fazer. O tio e a Rosinha me olhavam sorrindo, ela abraçada a ele, apertando a coxa dele entre as suas pernas, pegando e punhetando o cacetão confessando com gestos o desejo que sentia e o tesão que a dominava.

Rosinha (sussurrando pra que ninguém além de nós ouvisse) – Amor, posso ir com o tio pro quarto dele enquanto você termina sua ligação?

Caros leitores, que situação! A Rosinha e o tio nunca transaram sozinhos sem a minha presença por perto, assistindo ou participando; e só de pensar nisso me dava um calafrio. Entre ir com os dois safados pro quarto dividir minha esposa com outro macho ou tratar de um emprego novo que poderia mudar minha vida, respirei fundo e assumi o risco:

Eu (acenando pros dois pra que fossem pro quarto sem mim e falando baixinho após afastar o celular da boca) – Podem ir e me esperem, se conseguirem!

Caros leitores, permitir que a minha amada esposa fosse sozinha com o meu tio pauzudo pra cama fez meu coração acelerar, parecia que pularia fora do meu peito tamanha foi a minha tensão naquele momento. Mesmo vendo o tio Carvalho e a minha Rosinha, ambos pelados, indo em direção ao quarto, tentei pôr a “cabeça de cima” pra funcionar e parar de pensar com a “cabeça de baixo”, pois outra profissão e salário maior poderiam mudar minha vida e eu não poderia deixar pra mais tarde aquela oportunidade que se apresentava. Tentei relaxar e me concentrar no assunto tratado com o amigo do tio. Ele disse que o próximo curso começaria na noite do dia seguinte, segunda-feira, e que eu deveria aproveitar, pois terminaria os estudos mais cedo e poderia assumir definitivamente a vaga que havia na imobiliária. Disse também que eu poderia começar a trabalhar com ele imediatamente, se quisesse, porém como auxiliar e, tão logo concluísse o curso, meu salário seria maior, além das comissões. Ouvi tudo com atenção, pois vislumbrava a possibilidade de mudar de profissão, de salário e melhorar minhas finanças, dar melhores condições de vida pra minha mulher, trocar meu carrinho velho e etc. Não sei quanto tempo durou nossa conversa, mas quando percebi que tudo que era importante foi dito e que ele estava finalizando a prosa, voltei a ficar tenso imaginando o que estaria ocorrendo no quarto, na cama, entre o meu tio pintudo e a minha esposinha putinha. Apesar disso, nada fiz pra apressar o fim da conversa e deixei que o amigo do tio se despedisse. Tão logo encerramos o assunto, corri apressado e aflito pro quarto do tio imaginando minha esposa montada, rebolando e gemendo de tesão no cacetão do tio Carvalho.

Ao entrar no quarto fui surpreendido por uma cena jamais vista por mim em nenhum vídeo pornô, ou melhor, pelo menos eu não tinha visto um 69 daquele que acontecia diante dos meus olhos, mesmo vasculhando a internet de vez em quando procurando por novidades. O tio e a minha esposa faziam um 69 digno de um filme pornô de primeira categoria. Adianto, caros leitores, que não é a cena clássica que a maioria de vocês deve estar imaginando, ou seja, de um homem e uma mulher deitados na cama em posição invertida se chupando e se lambendo nos órgãos sexuais. O 69 que o tio e a Rosinha faziam era especial e a primeira imagem que eu vi foram as costas da minha amada esposa que chupava o pau do tio e era lambida na buceta, porém com um detalhe importante; eles estavam em pé, ou melhor, o tio estava em pé! Nunca vou me esquecer da imagem dele em pé próximo à cama, segurando minha esposa de cabeça pra baixo em seus braços fortes e os cabelos dela pendurados e balançando ao ritmo dos movimentos que ela fazia ao chupar o cacete duro que agarrava com as duas mãos. Era linda a cena da minha esposa chupando e punhetando o cacetão com suas pernas pra cima, abertas ao máximo exibindo entre as coxas a fenda da buceta e o cuzinho todo cheio de preguinhas sendo beijados e lambidos pelo tio Carvalho; é uma imagem que continua gravada em minha memória em todos os seus detalhes até o dia de hoje, como se tudo tivesse acontecido há poucos minutos atrás. Em inúmeras ocasiões anteriores eu me deitei na cama e pedi para que a minha esposa ficasse em pé, de pernas abertas e com os pés ao lado da minha cabeça pra que eu pudesse admirá-la de baixo pra cima e apreciar a beleza e sentir o tesão que suas entradas sexuais me proporcionavam, mas vê-la de cabeça pra baixo, pernas pra cima e arreganhadas, sendo linguada por um outro macho fez meu pau, que havia amolecido durante a prosa com o corretor de imóveis, endurecer em segundos.

Carvalho (parando de lamber a racha da minha esposa e sorrindo pra mim) – Veja, Fernando, como a sua esposa putinha gosta de fazer 69 de cabeça pra baixo, ela tá adorando chupar meu cacete e sentir minha língua na buceta e no cu! Vem brincar com a gente, enfia o dedo no cu dessa gostosa!

Me aproximei dos dois safados e iniciei carícias pelo corpo da minha amada, desde os seios, costas e segui em direção à bunda e coxas. Hipnotizado pela visão dos buraquinhos sexuais da minha amada e seguindo a sugestão do tio, aproveitando que ele lambia o grelinho dela, molhei o dedo na bucetinha e enfiei a ponta no cuzinho sentindo o quanto aquele buraquinho era quente e apertado.

Rosinha (parando de chupar o pauzão do tio Carvalho) – Oh, amor, adoro seu carinho no meu cuzinho, mas deixe pra outro dia porque ele tá dolorido desde a enrabada que vocês me deram ontem!

Ao ouvir aquilo o tio Carvalho se afastou de mim e, carregando minha esposa, foi em direção à cama onde cuidadosamente se sentou na beirada do colchão e, em seguida, lentamente se deitou de costas acomodando minha esposa sobre seu corpo. Os dois se movimentaram e se arrastaram até o meio do colchão assumindo a posição mais tradicional de um 69, ou seja, o casal deitado na cama em posição horizontal e invertida.

Carvalho (após se acomodar debaixo da minha esposa e se preparando pra continuar chupando ela na rachinha) – Venha brincar com a gente, Fernando, mete o pau na buceta dessa putinha que ela tá doida pra ser mulher de dois homens!

A princípio achei estranho o tio me chamar pra meter na Rosinha, pois ele estava por baixo dela lambendo a xaninha e, naquela posição, inevitavelmente meu pau e o rosto dele estariam muito próximos. Porém, ver minha esposa por trás, seu belo rabo exposto, o cuzinho piscando a cada linguada que o tio lhe dava no grelinho e a bucetinha exibindo suas carnes rosadas, foi um convite irrecusável. Me posicionei mirando aquele belo rabo, abri as nádegas ainda mais, apontei a pica e empurrei sentindo o túnel da xotinha apertadinho, sinal de que o tio ainda não havia metido ali. Pensei que o tio desistiria de continuar linguando a minha mulher na rachinha quando eu começasse a meter, mas me enganei, pois ele continuou dando a ela o prazer da sua língua deslizando no grelinho sem se importar com o entra e sai do meu pau no canal vaginal, nem mesmo com o balançar do meu saco que vez ou outra tocava sua testa.

Ser o recheio daquele sanduíche entre dois machos elevou ainda mais o nível do tesão da minha esposa que parecia delirar com o tratamento que recebia. Ela começou a rebolar o rabo e pressionar a xota na cara do tio ao mesmo tempo em que a empurrava contra mim em busca de uma penetração mais profunda. Todo esse entusiasmo da minha mulher fez com que os toques entre eu e o tio se tornassem constantes, o meu saco ia e vinha ralando a testa dele e eu também sentia no meu pau o nariz dele e, às vezes, até a língua que insistia em lamber a entradinha da buceta da minha Rosinha. Não me importei e continuei metendo enquanto apreciava o cuzinho que piscava e o sobe e desce da sua cabeça chupando com gula o cacete do tio Carvalho. Não sei por quanto tempo estivemos naquela sacanagem, mas eu sentia meu orgasmo se aproximar quando a Rosinha gemeu:

Rosinha (tirando da boca o pau do tio) – Aiii, vocês dois estão me enlouquecendo de tesão; desse jeito vou gozar!

Eu e o tio caprichamos ainda mais no tratamento que dávamos à minha mulher, ele lambendo tudo que podia entre as coxas dela, inclusive a entradinha da xota aonde o meu pau ia e vinha se esfregando na ponta da língua dele; e eu metendo fundo e forte tentando alcançar, com a cabeça da pica, os órgãos internos da minha amada. Os toques entre eu e o tio se intensificaram e aquilo pareceu refletir no grau de excitação da minha mulher que obviamente sentia entre as coxas os contatos entre eu e ele.

Rosinha (sentando na cara do tio me obrigando a prensar o saco na testa dele) – Ai, que delícia ter uma língua e um pau na buceta, vocês vão me fazer gozar, ai, tá vindo, tá vindo, ai, que coisa boa, vou gozar, vou gozar, ai, tô gozaaaaandooo!

Ver minha mulher sentir prazer me deu ainda mais tesão e, sentindo que o meu gozo se aproximava forte e intenso, avisei o tio, afinal, talvez ele não gostasse que eu gozasse na buceta da minha mulher com ela sentada no rosto dele.

Eu (agarrando minha mulher pelo quadril e a puxando pra mim em busca de uma penetração e gozo profundos em suas entranhas) – Eu também vou gozar! Tio, eu vou gozar, não vou conseguir segurar, tá vindo!

Carvalho (saindo debaixo da minha mulher sem qualquer pressa, se pondo em pé em frente a ela e dando o pau pra ela chupar enquanto eu dava as últimas metidas despejando meu gozo em suas entranhas) – Isso, putinha gostosa, goze com a pica do seu marido na buceta e com o meu pau na sua boca, chupe minha caceta e me faça gozar que eu não tô aguentando mais, preciso esporrar!

Rosinha (ainda sentindo os últimos espasmos do clímax sexual, juntou energias e agarrou com força a caceta do tio Carvalho) – Goze você também, tio, goze bem gostoso na minha boca, mete seu pauzão e me dê todo seu leitinho cremoso que eu vou engolir tudo, vem, dê sua porra quentinha pra eu beber!

Carvalho (se deixando levar pelo prazer maior do sexo, sentindo o clímax se aproximar e metendo o pau na boca da minha mulher) – Ahhhhh, vou esporrar, putinha, ai, que delícia, vou gozar nessa sua boca quente, tome porra vagabunda, sinta o gosto do meu creme, tome, tome porra, piranha!

Acho que era a primeira vez que o tio Carvalho chamava a minha esposa de vagabunda e piranha; ouvir aquilo me fez sentir um misto de ciúme e tesão. Meus últimos espasmos de gozo diminuíam e pude apreciar a pele da minha mulher toda arrepiada pelo orgasmo e as expressões de prazer do tio Carvalho enchendo a boca dela de porra quente. Que delícia, caros leitores, poder dividir minha esposa com outro macho, ver ela bebendo porra de uma pica diferente, gozando e me fazendo gozar!

Exaustos, lentamente fomos nos separando e procurando um local pra descansar. O tio, com as pernas moles, se deitou de costas na beirada da cama exibindo o cacetão ainda duro, a Rosinha escolheu o meio e se acomodou de lado com a bunda virada pra ele, e eu, apoiado num travesseiro, meio deitado, meio sentado, curtia o momento de extremo prazer e cansaço apreciando minha bela esposa deitada de lado com as pernas encolhidas, posição que ela consegue segurar a porra dentro de si por mais tempo. Peguei a garrafa de água sobre o criado mudo, tomei uns goles, dei um tanto pra Rosinha e depois pro tio Carvalho. Adormecemos em seguida e acordei cerca de meia hora mais tarde ouvindo a Rosinha rindo.

Rosinha (deitada de bunda pra cima, pernas abertas e sendo lambida no cuzinho pelo tio que abria sua bunda e enfiava a cara entre as nádegas) – Ai, tio, como você é safado! Ontem você já comeu meu rabinho o quanto quis e fez um estrago nele, hoje ele ainda tá dolorido e você deve deixar ele em paz pra se recuperar!

Carvalho (falando com a cara enfiada entre as polpas da bunda da minha mulher sem saber que eu estava acordado) – Seu cuzinho é muito gostoso, Rosinha, mas ontem eu meti nele depois que o Fernando deixou ele aberto pra mim, espero que um dia você deixe eu ser o primeiro a abrir esse seu buraquinho apertadinho!

Rosinha (também sem saber que eu via e ouvia tudo) – Tenha paciência, tio, prometo que na próxima vez que estivermos nós três juntos e eu der a bunda, deixarei você ser o primeiro, mesmo sabendo que vai arrebentar minhas preguinhas do cu com esse seu cacetão grosso!

Vi o tio Carvalho virando minha esposa de barriga pra cima, arreganhando as pernas dela e caindo de boca na buceta, chupando e lambendo com gula, parecendo que, se pudesse, enfiaria toda a cabeça na minha mulher.

Rosinha (rindo) – Tio, você é muito safado, minha xota tá gozada, cheia de porra do meu maridinho e você aí lambendo ela toda melecada!

Carvalho (lambendo com tesão a racha da minha mulher, esfregando todo o seu rosto na buceta molhada) – Eu gosto demais de buceta e não dispenso nenhuma, mesmo que esteja toda gozada, melada e pingando porra!

Ver meu tio deitado entre as pernas da minha esposa e lambendo o vértice entre as coxas como se entre elas estivesse a coisa mais gostosa do mundo, assistir aquele homem que sempre classifiquei como machão e comedor, encantado com os prazeres que aquela fenda lhe proporcionava, lambendo a fruta cremosa pelo meu gozo me fez pensar que ele, ao contrário de mim, não tinha nenhum nojo de cair de boca numa buceta “usada” e gozada por outro. Será que eu era preconceituoso ou sentia um nojo excessivo?

Vendo os dois safados aproveitando as delícias do sexo, me posicionei de joelhos ao lado da cabeça da Rosinha lhe oferecendo o pau que estava quase totalmente duro.

Rosinha (sorrindo, pegando e abocanhando minha pica) – Ai, que delícia, Fer, vou ter dois machos só pra mim outra vez!

Carvalho (parando de chupar a Rosinha entre as pernas e enxugando a boca melada com as costas da mão, colocando ela deitada de lado, levantando uma das pernas dela e se preparando pra meter) – Agora vou te dar muita pica, putinha, você vai sentir que nessa posição o pau vai entrar até o talo nessa sua buceta gostosa!

O tio, cheio de tesão, apontou o pauzão grosso e empurrou pra dentro da fenda molhada e escorregadia da minha esposa numa só enfiada, arrancando dela um gemido de dor ao sentir suas carnes se abrindo pra agasalhar a enormidade que o tio lhe enfiava buceta adentro e a cabeça da longa vara empurrando seu útero:

Rosinha (tirando meu pau da boca e empurrando a barriga do tio com a mão na tentativa de impedir que ele enfiasse mais pica na sua buceta) – Ai, devagar, tio!

O tio, sem dar muita importância aos lamentos doloridos da minha mulher, continuou metendo, indo e vindo, tirando até restar somente a cabeça dentro da buceta e enfiando em seguida provocando na Rosinha gemidos de dor e tesão. Enquanto eu curtia a chupada que ela me dava no cacete, assistia com o olhar atento a imagem tesuda que se desenrolava entre as pernas da minha mulher. Acho que o tio metia fundo demais e a Rosinha, buscando uma posição menos dolorosa, se movimentou até se colocar de bruços, pois sabia que naquela posição a pica não entraria tão profundamente. Eu tive de me ajeitar sentado à frente dela pra continuar sentindo o prazer da sua boca gulosa na minha piroca. Meu tio pintudo se deitou sobre minha mulher e, de forma dominante iniciou estocadas fortes tentando meter o mais fundo possível obrigando ela a fechar as pernas para que suas nádegas pudessem segurar um pouco o quadril do tio e diminuir a profundidade das metidas. Parece ter funcionado, pois ela parou de gemer de dor e pode se dedicar mais ao meu pau. O tio, depois de um tempo, provavelmente querendo meter fundo outra vez, a puxou pelo quadril e a colocou de quatro. Talvez pra me provocar, antes de meter novamente, ele tirou o cacetão e o segurou pela base batendo pesadamente com ele nas nádegas da minha esposa.

Carvalho (sorrindo pra mim) – Venha aqui ver algo tesudo, Fernando!

Me levantei e vi o tio abrindo muito suas pernas de forma que o seu pau ficasse mais baixo e pudesse meter o cacete torto na buceta da Rosinha. Ele enfiou de baixo pra cima de forma que o pau entrou pela fenda da buceta e subiu internamente em direção ao cuzinho que se estufava todo com a pressão que a cabeça da pica fazia nele. Que cena, meus caros leitores! Ver outro macho picudo fodendo a buceta da minha mulher, pegando ela de quatro, metendo de baixo pra cima e cutucando por dentro o cuzinho dela fazendo ele se inchar todinho me encheu de tesão. Minha mulher gemia de prazer, parecia estar gostando daquela forma de meter. Apreciei aquela foda por um tempinho até que o tio resolveu dividir minha esposa comigo (risos).

Carvalho (tirando o pau da buceta e cedendo seu lugar) – Agora venha você, Fernando, soque a pica na buceta dessa putinha gostosa, sinta como ela é apertadinha e quente!

Com a saída do tio, ocupei seu lugar e, antes de meter, vi o buraco da buceta aberto me fazendo duvidar que ela ainda estivesse apertadinha, como havia dito o tio Carvalho. Meti e senti meu pau entrando folgado no buraco aberto, mas confesso, sem qualquer vergonha, que senti um puta tesão por saber que todo aquele arrombamento era devido ao pau gigante que o tio havia metido na fenda da minha mulher e que agora eu dividia com ele. Começamos a nos revezar na buceta dela, o tio metia um pouco e logo que saia eu ocupava o seu lugar enfiando minha pica no buraco aberto, mas igualmente prazeroso. O tio, seguindo o seu instinto de macho, metia fundo, empurrando o útero dela com a pica, mas a Rosinha não mais reclamava de dor e parecia gostar daquele castigo.

Rosinha (se arrepiando toda, embriagada de tesão por estar sendo a fêmea de dois machos tesudos) – Aiii, vocês dois estão me matando de tesão, vou gozar outra vez, ai, que delícia, vou gozar, ai, tô gozando, tô gozando, que delíciaaaaa!

Não demos trégua pra minha mulher, não esperamos ela descansar e continuamos a fustigá-la com nossas picas na sua bucetinha que dava os primeiros sinais de estar castigada. Eu e o tio estávamos lado a lado, com nossos corpos se tocando e, tão logo eu saia de dentro da Rosinha, ele metia fundo empurrando seus órgãos internos fazendo ela gemer. Depois de um tempo ele se movimentou, se deitou e puxou minha mulher pra cima dele fazendo com que ela montasse nele iniciando uma cavalgada frenética em busca de mais um gozo.

Carvalho (agarrando as nádegas da Rosinha, abrindo ao máximo e me convidando) – Venha você também, Fernando, enfie seu pinto na buceta dessa putinha junto com o meu, vamos dar duas picas pra ela ao mesmo tempo, meta seu pau no mesmo buraco que o meu, uma putinha como a Rosinha vai adorar dois cacetes rasgando a bucetinha!

O tesão da minha esposa era tamanho que ela não se deu conta do que estava por acontecer. Me preparei, me acomodei por trás dela, entre as pernas do tio e, segurando meu pau pela base, tentei achar um ângulo, um espaço por onde eu pudesse meter meu pau naquela buceta que já estava por demais cheia e com os lábios esticados pela vara grossa que o tio mantinha profundamente enterrada nela.

Rosinha (após perceber nossa intenção de meter duas picas na sua buceta) – Devagar, não sei se vou aguentar vocês dois juntos na minha xaninha!

Tentei de um lado, empurrei e o meu pau não entrou, tentei do outro e não obtive sucesso, tentei por cima e o máximo que consegui foi meter a cabeça da pica no cuzinho arrancando um gemido dolorido da minha esposa.

Rosinha (empurrando minha coxa sinalizando que não queria ser penetrada duplamente, na buceta e no cu) – Ai, amor, no cu, não! Ele ainda tá dolorido e não vou aguentar!

Tentei mais algumas vezes meter na buceta, enfiar meu pau junto com o do tio, mas os lábios estavam tão esticados que não consegui e tivemos que voltar a nos revezar naquele buraquinho da felicidade; ele tirava, eu metia, eu tirava, ele metia. E assim provocamos mais um gozo na minha mulher que rebolava ensandecida pelo enorme prazer que sentia.

Rosinha (empurrando o traseiro pra trás querendo mais e mais pica) – Puta que pariu, vocês são dois filhos da puta me fodendo a buceta desse jeito, vou gozar outra vez, metam, fodam minha buceta de puta, venham, deem pica pra essa puta que adora dois machos me fodendo ao mesmo tempo, vai, vai... aiiiii, vou gozar outra vez, ai, que coisa boaaaaa!

Carvalho (que naquele momento do gozo da Rosinha, era quem estava metendo e não resistiu às mordidas da buceta da minha mulher no seu pau) – Puta que pariu, que buceta gostosa, vou esporrar, vou encher essa buceta de puta com a minha porra quente! (socando forte e fundo e movimentando o corpo dela com os empurrões que dava em seu útero) – Tome, vagabunda, tome porra nessa sua buceta de puta! Ai, tô gozando, tô gozaaando, que delíciaaa!

Eu assistia com prazer e tesão os gozo dos dois safados e tão logo percebi que diminuíram os espasmos da Rosinha, agarrei meu pau e forcei ele pra dentro da buceta antes mesmo que o tio saísse de dentro dela. A pressão que fiz foi tamanha que meu pau entrou e, por uma fração de segundo, tive a sensação de que ele esteve lá dentro junto com o do tio. Mas não foi bem assim, pois a entrada do meu pau naquele túnel do prazer acabou por expulsar o do tio. Soquei fundo procurando com a cabeça da pica o útero da minha mulher já bastante castigado pela piroca do meu tio cacetudo; meti com fúria sentindo leves toques da cabeça da pica em seu órgão interno e nele gozei, nele despejei a minha carga de esperma:

Eu (puxando o quadril da minha mulher de encontro a mim) – Tome, putinha, tome minha porra nessa sua buceta gostosa!

Rosinha (gemendo) – Isso, amor, goze em mim, misture sua porra com a do tio dentro da sua putinha que adora dois machos e o gozo de duas picas dentro de mim!

Senti meu corpo se arrepiar, curti cada espasmo, cada jato de creme que eu mijava dentro da minha esposa putinha. Ohhh, delícia de foda!

Caímos todos exaustos no colchão e dormimos. Despertamos cerca de meia hora depois e lentamente nos levantamos lembrando que ainda precisávamos jantar e arrumar toda a bagunça na varanda da área de lazer. Preguiçosamente fomos até a ducha do quintal e nos lavamos mais ou menos pra acordarmos. Naquela noite jantamos em paz e felizes, arrumamos tudo por ali e, ao final, haviam sobrado na ponta da longa mesa de madeira, os brinquedos eróticos ainda espalhados.

Rosinha (juntando os acessórios eróticos e colocando na sacola) – Tio, já que você usava esses brinquedos com a tia Carmem e ela não está aqui, será que eu e o Fer podemos ficar com eles emprestados por uns dias?

Carvalho (sorrindo) – Claro, Rosinha, usem à vontade! (rindo e provocando ao ver minha expressão de surpresa) – Relaxe, Fernando, seja de bruços, de quatro ou de frango assado, o importante é relaxar e aproveitar as delícias que a Rosinha e esses brinquedos irão proporcionar a vocês dois!

Eu (rindo tímido e apreensivo) – Tiiio, pare de plantar ideais na cabeça da minha mulher, ela já é criativa demais e suas ideias são desnecessárias!

Carvalho (indo em direção à sua casa após dar um beijinho nos lábios da minha esposa) – Bem, meus queridos, acabou-se o fim de semana e as brincadeiras. Amanhã pela madrugada, sairei de viagem. Quanto a vocês dois, cuidem-se, aproveitem e gozem bastante!

Rosinha (sorrindo pra mim) – Amor, vamos pra nossa casinha, tô precisando de um banho caprichado, pois hoje eu fui muito usada, minha xota tá ardendo e um banho vai me fazer bem!

Eu (tímido) – Rosinha, já gozei muito hoje e tô satisfeito, mas tem algo que eu ainda gostaria de fazer, uma brincadeirinha rápida, só pra eu saber como é que se faz! Vamos tentar, prometo que depois deixo você dormir, pode ser?

Rosinha (me abraçando carinhosa) – Claro amor, pra você eu faço e dou tudo! Me diga o que você quer de mim!

Eu (sorrindo tímido) – Vi você e o tio fazendo 69 em pé e fiquei muito curioso e com vontade de fazer também!

Rosinha (após me beijar amorosamente) – Ai, que delícia, Fer! É muito bom saber que você gostou de ver eu e o tio fazendo 69 em pé; e mais delícia ainda é você querer fazer comigo! (pegando minha mão, pondo entre as suas coxas e sorrindo maliciosa) – Vai querer agora que a minha xaninha tá usadinha, sujinha, ou prefere que eu tome banho primeiro?

Eu (sentindo meu pinto pular só de imaginar o que estava por acontecer) – Quero agora, vou adorar lamber essa sua bucetinha usada!

Rosinha (sorrindo e pegando no meu pau que endurecia) – Ufff, tá me dando tesão saber que você vai lamber minha xaninha usada, gozada e com porra de dois machos!

Eu (empurrando minha mulher pra cama) – Se o tio não tem problema em lamber sua buceta gozada, eu também não terei!

Caros leitores, eu e a Rosinha rolamos na cama nos beijando e nos acariciando imaginando as delícias que seria fazer 69 em pé. Depois que o meu pau estava totalmente duro, ela me ensinou os movimentos corretos de como eu deveria pegá-la pra invertemos nossa posição e foi mais fácil do que imaginei. Ela se deitou na cama com a cabeça pra fora do colchão, eu me curvei sobre ela abraçando seu corpo com firmeza e a peguei em meus braços suspendendo seu corpo com as pernas pra cima até ter, diante dos meus olhos e ao alcance da língua, a buceta e o cuzinho ainda molhados das trepadas anteriores. Olhar para o entre coxas da minha mulher e ver a buceta bastante castigada pelas metidas do pau do tio Carvalho e meu durante a tarde e as carnes cremosas dos nossos gozos, fez meu pau doer de tão duro. Que delícia de visão que eu tinha! Cai de boca, lambi chupei, suguei todo o caldo que ainda havia naquele túnel do amor sem me importar se aquele creme que ali estava era somente meu ou também de outro macho. Enquanto eu aproveitava dos aromas e sabores impregnados naquela fruta feminina, minha Rosinha, de cabeça pra baixo, me chupava o pau com tanta gula que parecia não ter gozado durante a tarde. Adorei!

Depois de muito lamber até me cansar da posição, coloquei minha mulher de quatro na beirada da cama, dei uma cuspida na buceta pra ter certeza de que estaria bem lubrificada e meti, soquei meu pau na racha esfolada e fodi até conseguir mais um orgasmo que veio, forte, intenso e prazeroso, apesar da pouca porra que saiu. A Rosinha também gozou, não tão intensamente, talvez devido à xota sensível e ralada, mas gozou junto comigo.

E assim se acabou a noite pra nós. Tomamos banho caprichadamente e dormimos felizes.

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