O Padrasto Tarado quer me Enrabar - Parte 4

Um conto erótico de AuroraMaris
Categoria: Heterossexual
Contém 2248 palavras
Data: 10/03/2026 14:50:11

Não consegui dormir. Já era uma da manhã, as risadas na sala já tinham cessado há um tempo.

Um banho. Era isso que eu precisava pra relaxar.

Entrei no banheiro, ao lado do meu quarto, e fechei a porta.

Liguei o chuveiro. A água quente começou a cair, o vapor enchendo o banheiro. Tirei o vestido, depois o biquíni. O tecido estava seco por fora, mas no meio, onde importava, ainda tinha a marca daquela tarde.

Entrei no box. A água escorreu pelos meus peitos, pela barriga, pelas coxas. Passei as mãos no cabelo, fechei os olhos por um segundo, sentindo o calor relaxar os músculos depois de um dia inteiro de tensão.

Foi quando ouvi a porta abrir.

Me virei rápido, levando as mãos instintivamente pros seios e pra buceta, mas era tarde demais. Ele já estava ali, parado na porta do banheiro, me olhando. O corpo grande ocupando o vão da porta, os olhos fixos em mim. Meus peitos escapavam pelos dedos, minha buceta ficava exposta sempre que eu tentava me mexer, e ele via tudo.

Os olhos dele passearam pelo meu corpo molhado devagar, como se tivesse todo o tempo do mundo. O vapor do chuveiro criava uma névoa entre a gente, mas não escondia nada.

- Fernando! - minha voz saiu aguda, trêmula. - O que você tá fazendo?

Ele não respondeu na hora. Ficou ali, me olhando, os olhos escuros brilhando no meio do vapor.

- Sua mãe já dormiu - disse, calmo. - Bebeu demais, apagou no quarto.

Meu coração acelerou.

- Sai daqui - falei, tentando parecer firme, mas minha voz saiu fraca.

Ele não saiu. Deu um passo pra dentro do banheiro. Depois outro. Parou na frente do box, do lado de fora do vidro. A mão dele alcançou a porta de correr e a abriu. O ar gelado do banheiro entrou em choque com a água quente, minha pele arrepiou na hora.

- Vou ajudar você a se lavar - ele disse.

- Eu sei me lavar sozinha - respondi, a voz mais fraca ainda.

Ele sorriu. Aquele sorriso torto que eu já conhecia.

- Eu sei que sabe, filha. Mas deixa o papai ajudar. Foi um dia estressante, você merece um cuidado especial.

O vapor subia entre nós. A água continuava caindo nas minhas costas, escorrendo pelo meu corpo, fazendo meus mamilos ficarem mais duros ainda. Eu não me mexia. Ele não mexia. Só me olhava.

Ele tirou a bermuda e a camiseta, estava usando uma cueca boxer preta por baixo, que já mostrava o volume da rola crescendo.

- Vira. Vou começar pelas costas.

Meu corpo tremeu. Não sei se de frio, de medo ou de tesão. Provavelmente os três.

- Não precisa - tentei de novo.

- Vira, Luana. Não faz o papai repetir.

Respirei fundo. Devagar, virei de costas pra ele. A água batia nos meus ombros, escorria pela minha coluna, descia até a minha bunda. Eu sentia o olhar dele queimando na minha pele.

O espaço ficou menor. O calor do corpo dele atrás do meu, a água caindo nos dois agora.

- Que visão - ele murmurou, a voz perto do meu ouvido. - Minha filhota toda molhada, de costas, esperando o papai lavar ela.

Senti as mãos dele nas minhas costas. Pegou o sabonete líquido que estava na prateleira, espalhou nas mãos, e começou a passar na minha pele. As costas primeiro. Os ombros. Descendo pela coluna. Quando chegou na minha bunda, as mãos pararam. Ficaram ali, apenas apoiadas.

- Essa bunda - ele disse, a voz rouca. - Meu Deus do céu, essa bunda é gostosa demais.

As mãos começaram a ensaboar devagar, passando sobre cada centímetro, apertando de leve, sentindo o peso.

- Sabe quantas vezes eu pensei nesse momento? Em ter você assim, peladinha, na minha frente, podendo te tocar?

Não respondi. Não conseguia.

As mãos desceram pelas minhas coxas, ensaboando, subiram de novo. Voltaram pra bunda. Dessa vez, os dedos deslizaram pelo meio, encontraram minha entrada, passearam por cima, sem pressa.

- Tão linda - ele murmurou. - Toda perfeita.

Uma mão segurou meu quadril. A outra continuou o carinho, os dedos deslizando, encontrando minha buceta por trás.

- Vira.

Dessa vez, obedeci sem pensar. Virei de frente pra ele. Ele estava ali, só de cueca, o corpo mais velho, a barriga, as tatuagens, e a rola dura dentro da cueca. A água caindo fazia o tecido ficar mais colado ao corpo. Era muito maior do que eu imaginava.

As mãos dele voltaram pro meu corpo. Ensaboaram meus peitos, devagar, os dedos passando nos mamilos, fazendo eles endurecerem mais.

- Peitos perfeitos também - ele disse. - Tudo perfeito nessa menina.

Desceu, ensaboou minha barriga, meus quadris. Depois parou.

Agora a parte mais importante - ele disse, os olhos nos meus. - Abre as pernas.

- Fernando...

- Abre as pernas, filha. Vou lavar essa buceta gostosa.

Mordi o lábio. Afastei as pernas um pouco.

- Mais - ele ordenou.

Obedeci. Ele se ajoelhou na minha frente.

- Segura aqui - colocou minha mão no ombro dele. - Pra não cair.

A água caía em nós. Ele pegou mais sabonete, espalhou na mão, e levou até minha buceta. Começou a lavar devagar, os dedos passando por cima, separando os lábios, encontrando meu grelinho já inchado.

- Que buceta linda - murmurou, olhando de perto.

Os dedos deslizavam, ensaboavam, apertavam de leve. Minhas pernas tremiam enquanto sentia sua mão grande me alisar. Ele levava os dedos até a entradinha da minha buceta, toda melada, entrava só um pouquinho, e voltava a mexer no grelinho.

Ele estava vendo tudo. Estava vendo minha buceta de perto, toda melada pra ele.

- Tá gostoso? - ele perguntou, olhando pra cima, pra mim.

- Sim... - a voz saiu um gemido.

Ele sorriu, satisfeito, e continuou. Os dedos mais firmes agora, mais certos do que faziam. Minha mão apertou o ombro dele, eu me segurando pra não cair, a água caindo, o vapor subindo, os dedos dele me levando cada vez mais perto.

- Goza pro papai, Lu. Mostra que gosta de tomar banho comigo.

A mão dele acelerou, os dedos circulando no meu grelinho, e eu não conseguia pensar em mais nada além daquilo. Só sentia. Só existia aquilo.

Meu corpo inteiro tremeu quando o orgasmo me atingiu. Minha boca abriu, mas não saiu som. As pernas falharam, mas a mão dele no meu quadril me segurou em pé. A água caía, o vapor subia, e eu gozava ali, em pé, no chuveiro, com meu padrasto ajoelhado na minha frente, os dedos enfiados na minha buceta, me olhando como se eu fosse a coisa mais linda do mundo.

Fiquei ofegante, tremendo, me segurando nele. Ele esperou. Quando meus tremores passaram, ele tirou os dedos devagar.

- Que delícia, Lu - falou, se levantando, voltando a ficar extremamente mais alto do que eu. - Acho que mereço um abraço depois disso, não mereço?

Um abraço. Ele queria aquela mesma posição do carro, só que aqui no chuveiro, eu pelada no colo dele. Instintivamente olhei para o volume da rola dele dentro da cueca.

- Ah, claro! - ele abanou a mão no ar. - Esqueci disso.

Tirou a cueca sem cerimônia, deixando a rola pular pra fora dela. A cabeça era grande, parecia um cogumelo, e as bolas eram grandes e pesadas. Era muito grossa. Fiquei olhando, hipnotizada, enquanto ele sentava no banquinho de plástico que minha mãe usava para apoiar as pernas enquanto se depilava.

Fernando me puxou para seu colo. Fiquei de frente pra ele, as pernas abertas em volta da cintura dele, os braços enroscados no pescoço. Exatamente igual no carro. Só que agora sem roupa. Sem nada entre a gente.

A água do chuveiro caía nas costas dele, escapava pros lados, respingava em mim. O vapor subia. O box pequeno ficou ainda menor.

- Melhor que no carro, né? - ele murmurou, as mãos descendo pelas minhas costas, chegando na minha bunda. - Agora é pele com pele. Nada de roupa atrapalhando.

As mãos apertaram fundo, puxando minha bunda contra ele. A rola dura deslizou entre meus lábios, separando, encontrando o lugar certo.

- Eu estava louco pra sentir essa buceta de verdade - ele disse, a boca perto do meu ouvido. - No carro foi gostoso, mas agora... agora é real.

Começou a mexer os quadris devagar, a rola deslizando entre meus lábios, entrando um pouco, saindo, voltando a deslizar. Não enfiava fundo. Só brincava na entrada, me provocando.

- Abraço gostoso, né, filha?

- Aham - murmurei, o rosto enterrado no ombro dele.

A água caía. As mãos dele apertavam minha bunda. A rola deslizava na minha buceta. Eu sentia cada centímetro, cada veia, cada movimento.

- Quer que eu pare? - ele perguntou.

Neguei com a cabeça contra o ombro dele.

- Quer que eu continue?

Balancei a cabeça que sim.

- Então pede.

Levantei o rosto, olhei pra ele. A água escorria pelo rosto dele, os olhos escuros fixos em mim.

- Pede, Lu. Pede pro papai continuar.

Mordi o lábio. Senti a buceta pulsando, a rola deslizando sem parar entre os lábios melados, a água caindo.

- Continua - pedi, baixo. - Papai.

Ele deu um sorriso vitorioso. Segurou minha bunda com as duas mãos, firmes, e me puxou contra ele de uma vez. A rola entrou inteira, num movimento só, e eu abri a boca num gemido mudo, sentindo cada centímetro preenchendo, abrindo, ocupando.

- Isso - ele rugiu baixo, a testa encostando na minha. - Assim. Assim que eu queria.

Ficamos parados por um segundo, só sentindo. A água caindo, o vapor subindo, a rola enfiada fundo dentro de mim. Depois ele começou a mexer. Devagar no começo, subindo e descendo, me puxando pelos quadris, me empurrando de volta.

- Minha enteada - murmurou, a boca perto da minha. - Minha filhinha gostosa.

A rola dele enchia minha buceta inteira. Eu sentia cada movimento, cada entrada, cada saída. As mãos dele seguravam minha bunda com força, abrindo, guiando, controlando o ritmo.

- Tá sentindo? - ele perguntou, a voz rouca. - Tá sentindo o pau do papai enterrado na sua buceta?

Só consegui gemer, o rosto enterrado no ombro dele.

- Quero ouvir - ele apertou minha bunda. - Quero ouvir você dizer.

- Tô... - a voz saiu abafada. - Tô sentindo, papai.

Ele acelerou. As estocadas ficaram mais rápidas, mais fundas.

- Tão apertada - ele cuspia as palavras. - Tão molhada. Parece que essa buceta foi feita pro pau do padrasto.

Não conseguia responder. Só gemer. Mas eu me segurava pra não deixar os gemidos ficarem muito altos.

Ele me empurrava pra cima e pra baixo no colo dele, usando minha bunda como alça, me fodendo com raiva, com vontade, como se tivesse esperando aquele momento há meses.

- Sabe quantas vezes eu pensei nisso? - a voz dele saía entre dentes. - Quantas vezes eu bati punheta pensando nessa bunda? Nessa buceta? Em você?

A mão dele saiu da minha bunda e segurou meu queixo, me obrigando a olhar pra ele.

- Acordava de noite, olhava sua mãe dormindo do meu lado, e pensava em você. No seu quarto. Na sua cama. Na sua bunda gigante. No jeito que você rebola quando passa por mim. E agora você tá aqui. Montada no meu pau. Melhor do que eu imaginei.

Comecei a gemer mais alto. Não dava mais pra controlar. Cada estocada me levava mais perto.

- Isso - ele incentivou. - Geme. Geme bem alto. Se sua mãe acordar, vai saber que o marido dela tá comendo a filha no chuveiro.

A ideia suja e nojenta me empurrou pra perto do orgasmo, deixando minha buceta apertada.

- Vai gozar, Lu? - ele perguntou, sentindo meu corpo tremer. - Vai gozar no pau do papai?

- Vou... - gemi. - Vou...

- Então vai. Goza nessa pica. Mostra que você é minha filha putinha.

Meu corpo explodiu em cima dele, a buceta apertando a rola dele como se quisesse arrancar leite, os gemidos saindo sem controle, as pernas travando, os braços agarrados no pescoço dele como se ele fosse a única coisa que me segurava no mundo.

Ele me fodeu durante todo o meu orgasmo, sem parar, aproveitando cada espasmo, cada aperto, cada gemido. Quando terminei, fiquei mole em cima dele, a respiração curta, o corpo tremendo.

Ele não parou.

- Agora é minha vez - disse, a voz grossa. - Agora o papai vai gozar bem fundo na sua buceta.

Segurou minha bunda com força e começou a bombar mais rápido, mais fundo, mais agressivo. Eu só aguentava, sentindo, deixando, ouvindo os grunhidos dele perto do meu ouvido.

- Vou encher essa buceta de leite. Quero que você sinta meu leite escorrendo amanhã. Quero que você lembre de mim o dia inteiro.

- Fernando... - tentei, mas não sabia o que ia dizer.

- Papai - ele corrigiu, a voz dura. - Me chama de papai quando eu tô te comendo.

- Papai... - falei, entre gemidos. Mas não deu tempo de protestar.

Ele deu um gemido longo e eu senti. Senti a rola pulsar dentro de mim, senti o líquido quente jorrando, me enchendo.

Ficamos ali, parados, a água caindo, os dois ofegantes, a rola grossa dele enfiada até o talo na minha buceta.

Ele me beijou no ombro. Depois levantou o rosto e me olhou.

- Melhor banho da minha vida - disse, com um sorriso satisfeito.

Fiquei olhando pra ele, sem conseguir responder. A água continuava caindo, lavando o suor, o cheiro, as marcas. Mas não lavava o que eu sentia. Não lavava o aperto no peito, a vergonha, e aquela ponta de tesão que ainda latejava entre minhas pernas mesmo depois de tudo.

Ele saiu do box primeiro. Pegou a toalha, se enxugou devagar, como se estivesse em casa. Como se fosse dono não só da casa, mas de mim também. Antes de sair do banheiro, virou e me olhou mais uma vez.

- Durma bem, Lu.

Agora sozinha no banheiro, eu só conseguia pensar: o que eu fiz? E por que, mesmo com toda culpa, eu já queria mais?

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