Parte 4: A Lição e o Sabor Amargo

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1110 palavras
Data: 10/03/2026 07:42:53

Rufus ficou em silêncio por um momento, o coração acelerado, o pau ainda latejando na calça manchada de gozo. Os três garotos riam ao fundo, mas os olhos de Gislaine estavam fixos nele, esperando. A humilhação queimava, mas o tesão – e o medo de perdê-la – venceu. "Tá… eu aceito", murmurou ele, a voz baixa e trêmula. "Continuamos namorando, mas você… liberada pra dar pra quem quiser." Gislaine sorriu vitoriosa, os olhos brilhando: "Boa escolha, corninho lindo. Agora vem cá… deixa eu te recompensar."

Ela o puxou para um canto mais escondido dos arbustos, ajoelhando-se na grama e abrindo a calça dele com mãos ágeis. Seu pau, ainda semi-duro e lambuzado do gozo anterior, saltou para fora. Gislaine o chupou com maestria – um boquete maravilhoso, lambendo devagar a cabeça sensível, engolindo fundo até a garganta sem engasgar, alternando ritmos rápidos e lentos enquanto massageava as bolas com os dedos. "Mmm, delícia… goza pra sua putinha, corninho", murmurava ela entre sugadas, os lábios macios escorregando pelo comprimento. Rufus gemeu alto, as pernas tremendo, e gozou forte na boca dela – jatos quentes que ela bebeu tudo, lambendo os resquícios com um sorriso safado: "Pronto… limpinho de novo."

Após isso, ela se deitou na grama, abrindo as pernas magrinhas e revelando a boceta rosada, ainda inchada e úmida dos paus anteriores. "Vem, amor… me fode agora." Rufus, excitado apesar da confusão, posicionou-se entre as coxas dela e penetrou devagar – um sexo básico, missionário simples, mas ele durou tanto, estocando ritmado e profundo, variando o ângulo para roçar o clitóris, que Gislaine se surpreendeu: "Ahh, Rufus… você tá durando uma eternidade! Tá bom demais… goza dentro!" Ela gozou duas vezes, gemendo e cravando as unhas nas costas dele, o corpo magrinho tremendo. Quando ele tentou beijá-la, ofegante, ela hesitou: "Ei, amor… eu bebi porra agora há pouco – a sua e a dos meninos." Mas Rufus não recuou, pressionando os lábios nos dela. Eles se beijaram profundamente, e ele sentiu o misto de sabores – salgado e amargo, resquícios de sêmen misturados à saliva dela –, uma sensação estranha que o enojou e excitou ao mesmo tempo.

Após isso, eles se vestiram e foram pra casa – Rufus em silêncio, a mente girando com o que acabara de aceitar. No dia seguinte, ele estava pensativo o tempo todo, zonzo pelo fato de ter topado ser corno daquela gata. "Como eu cheguei nisso? Ela me traindo na cara dura… e eu gostando?", questionava-se, o estômago revirado. À tarde, após a aula, Gislaine o chamou: "Vem pra minha casa, amor. Ninguém em casa… vai ser divertido." Rufus, curioso e ainda atraído por ela, foi.

Lá, aguardavam duas garotas – amigas de Gislaine, uma loirinha e outra negra, mas ambas magrinhas como ela, com seus 18 anos: Ana, de olhos azuis e seios médios, e Carla, uma pretinha e ousada, com tatuagens fechando o braço direito. Elas estavam na sala, vestidas com shorts curtos e tops. Gislaine sorriu: "Elas tão aqui pra te ensinar a foder direito, corninho. Eu não tenho paciência pra iniciantes… mas minhas amigas vão te ajudar, passo a passo." Rufus corou, mas o tesão falou mais alto: "Tá… vamos nessa."

A aula deliciosa começou na sala – Ana e Carla o guiaram: "Primeiro, aprende a chupar boceta", disse Ana, abrindo as pernas e guiando a cabeça dele para lamber devagar, circulando o clitóris com a língua. "Isso… devagar, depois acelera. Suga aqui!" Rufus obedeceu, sentindo o gosto salgado e úmido, fazendo Ana gemer e gozar na boca dele. Carla ensinou a meter: "Agora fode eu de quatro – entra devagar, depois forte, varia o ritmo." Ele penetrou a boceta apertada dela, estocando ritmado, durando mais do que esperava, as duas elogiando: "Tá pegando o jeito… ahh, mais fundo!" Elas o foderam alternadamente, montando nele e gemendo, o corpo de Rufus suado e exausto de tanto prazer.

Mas a aula nem terminou quando três rapazes chegaram – amigos de Gislaine, altos e atléticos da turma de educação física. Eles subiram com ela pro quarto dela, e logo os gemidos eram altos: "Ahh, me fodem, meninos… sou a putinha de vocês!" Uma das meninas, Ana, deixou a aula e subiu, atraída pelos sons: "Ei, me esperem!" Por fim, Carla também fez o mesmo, rindo: "Não aguento… vou me juntar à festa!" Rufus, acabado de tanto foder as duas, resolveu subir e assistir pela fresta da porta – as três garotas (Gislaine, Ana e Carla) dando pros três rapazes no quarto bagunçado: orgia total, com Gislaine no centro, gemidos ecoando como uma sinfonia caótica.

Gislaine pediu: "Gozem no meu rosto e boca, meninos… me lambuzem!" Eles obedeceram, jatos quentes cobrindo o rosto delicado dela, escorrendo pela boca e queixo, misturando-se ao suor. Após isso, ela se levantou, nua e pingando, e foi até Rufus na porta. Ele pareceu entender o recado – ajoelhou-se e a limpou com a língua, lambendo o gozo salgado e viscoso do rosto e boca dela, sentindo o gosto amargo e o cheiro forte. Era visível o desconforto de Rufus, o rosto vermelho de humilhação, enquanto as meninas riam baixinho e os garotos zoavam: "Olha o corno limpando a bagunça! Haha, patético!"

Mas Gislaine o beijou profundamente depois, línguas se entrelaçando com o resquício de porra: "Agora tô realmente começando a gostar de você, Rufus… de verdade." Ela riu, parecendo que ia zoá-lo mais, mas inesperadamente virou-se para os outros: "Ei, parem de zoar meu corninho. Podem rir, mas não humilhem ele. Ao menos, não mais. Ele é meu… e ele é especial." Eles não entenderam, dando de ombros e partindo de lá, resmungando: "Tá bom, doida… a gente se vê."

Agora sozinhos no quarto, Gislaine perguntou, limpando o corpo com uma toalha: "E aí, corninho? Aprendeu direitinho com minhas amigas?" Rufus, ainda zonzo mas determinado a provar seu valor, mostrou o que aprendeu – primeiro, a fodeu de quatro na cama, estocando forte e ritmado na boceta úmida, puxando os cabelos loiros e dando tapas leves na bunda magrinha, fazendo-a gozar gritando: "Ahh, Rufus… tá fudendo como um homem agora! Continua!" Depois, um sexo oral que a deixou louca – lambendo devagar o clitóris, sugando e enfiando a língua fundo, os dedos massageando o cu, até ela gozar de novo, tremendo e gritando: "Sim… assim, amor! Você aprendeu rápido!"

Ela pareceu feliz, sorrindo como um anjo com o rosto corado e os olhos brilhando de satisfação. Rufus, por outro lado, ainda não acreditava naquela situação em que se metera – ser o "namorado de fachada" de uma putinha insaciável, limpando gozo alheio e aprendendo a foder para agradá-la, enquanto o tesão e a humilhação o consumiam. "Isso é loucura… mas eu amo ela?", pensou ele, abraçando-a na cama, o futuro incerto pairando como uma nuvem.

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Comentários

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a parada aqui é bem simples, para de beijar ela e de fazer faxina que não vai ser ridicularizado e depois passa a fuder com ela como uma puta que ela gosta e também começa a comer todas que aparecerem, ou seja passe a ser mais um comedor na suruba que ela armou. ela vai ficar puta kkkkkkkk

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