Casado a dois anos sem muito o que reclamar, alguns finais de semanas atrás fomos para uma pousada no interior para descansar e aproveitar um pouco as férias. Intenção de passar dois dias em um chalé perto da caixeira. Fomos em uma sexta feira após o almoço e a viagem durou duas horinhas até estarmos estalados. Boquinha da noite, tudo dentro do esperado, ligamos a hidro que ficava na varanda do chalé, cervejinha e enfim o descanso.
Som moderado, cervejinha e água quente, não demorou pra começarmos a nos divertir. Minha esposa sempre fica diferente bebendo.
Quando era por volta 22 da noite, nós já estávamos meio bêbados ouvimos os vizinhos de chalé ao lado, chegando e rindo alto. Ligaram a luz dos fundos que era separado por uma cerca baixa de bambu. Os vizinhos muito menos preocupados com barulho ligaram o som bem alto e ainda menos preocupados com expressões deixaram evidente o que estavam fazendo.
Eu e minha esposa no começo nos divertimos ouvindo, o som e o ato... Mas depois ficou estranho. E ter os bambus tinham frestas, e algumas bem grandes. Eu e minha mina curiamos e depois de um tempo entramos na deles e fizemos barulho... Virou brincadeira... O vizinho primeiro brincouu... " Aqui é gemido de 23cm" minha esposa respondeu " aqui é 32"... Vizinho riu alto e "só vendo pra acreditar" minha esposa não respondeu. E nem eu. A vizinha falou ," pessoal desculpa é brincadeira" eu respondi, tudo bem, também tava brincando.... Rimos. Estão festando ainda, vem pra ca- o vizinho chamou. Acho melhor não, respondi. " Cara não é vinte três é só uns dezessete, pode vir... E riu... Minha esposa disse " não é 32 também" mas não cabe na minha boca. Kkkk acabou que não fomos, mas eles bateram a porta. Não estavam bebendo cerveja, trouxeram uma garrafa de vinho e um Beck. A vizinha era muito gostosa.
Oi tudo bem, apresentações... Entrem... Sentados na mesa e depois na banheira. As horas voaram e quando dei fé já era 2 da manhã. Cerveja e maconha acabando, as eu percebi uma coisa. Minha esposa não tirava o olho do vizinho, principalmente quando se levantava. Ela comentou bêbada, não é 23 mas deve dar uns 20... Eu perguntei se ela tava reparando... Claro, olha o tamanho. Vai dizer que não deu umas olhadas na Clara(vizinha)... Meu silêncio antecedeu a desistência de Clara que tirou a roupa molhada e se deitou na cama do chalé... Ficamos na hidro... Não deu pra não olhar Clara nua na cama, e não deu pra mentir quando o vizinho notou o meu atrevimento.... Gostosa neh!? Não respondi querendo concordar.
Voltamos pra hidro e a esposa não conseguia disfarçar.
Que isso gata? Perguntei.
Não sei... Desculpa.
Não, desculpa não. Eu quero... Amor eu quero....
Você está bêbada.
Estou bêbada! Ela olhou pra ele e depois olhou no fundo dos meus olhos.
- Amor eu te amo, eu estou bêbada. Mas eu quero muito ver, pegar e colocar na boca aquilo que a cueca do vizinho está escondendo.
O vizinho falou por cima. "Opa, eu odeio cueca e a Clarinha nao se importa." Olhou pra mim e falou " somos todos cornos vizinho, hoje é sua vez. Se a dorminhoca lá dentro quiser te fazer feliz mais tarde, quando melhorar, eu serei um corno feliz por ter feito o que vou fazer com sua esposinha agora.
Entre o que minha mina me falou e a intromissão dele, só deu tempo de ver ele tirando a cueca e ficando de joelhos, ela se calando e olhando pra ele, pra cima nos olhos, ele calou, ela sorriu descendo os olhos, o sorriso sumiu e a boca se abriu, e eu vi quase em câmera lenta uma rola morena e cabeçuda preenchendo a boca da minha branquinha. Minha indignação só não era maior que minha ereção. Pensava " vagabunda" e duas vezes eu senti raiva, mas na terceira, o pau entrou e saiu, borrou a boca da minha branquinha de babá, e o pau moreno ficou molhado. " Vagabunda" já não me dava raiva... Meu pau ficou duro... "Olha que vagabundinha". Ela se entregou, chupando o vizinho como se não existisse mais nada. O vizinho pegou na cabeça dela, ainda de joelho enfiou tudo guela abaixo... Ela deu uma engasgada, tirou tudo da boca... Olhou pra mim e riu, vermelha... O dele não cabe tudo. Pegou no meu pau. Amor não fica bravo, eu quero que você fique aqui pra me ajudar. Tá bom? Ela me pediu com jeito de bonequinha... Me deu um beijo na boca. Se levantou e ficou de quatro. Ficou de frente pra mim, me pediu pra que eu sentasse na borda da hidro de forma que meu pau ficasse na altura de sua boca. Pegou no meu pau. E balançou a bunda como se chamasse... E sem que eu respondesse ela foi se deitando no meu colo conforme o vizinho entrava, devagar, e tudo... Ela gemeu. Eu estava admirado, meu pau estava pulsando... Eu estava sendo corno e estava adorando. Minha branquinha colocou meu pau na boca e enquanto ela chupava eu sentia a estocada movendo ela pra frente e pra traz. Entre chupadas e gemidos ela me olhava e eu não sabia se amava ou queria maltratar ela. Eu gozei na boca dela, e esporrei a cara dela... Ela sorria, e ele antes de gozar também mirou seu rostinho branco. Gozou no rosto e nos peitos com direito a lambida de leite na ponta do pau. O pau do vizinho ficou mole e o meu também, do meu lado a putinha toda gozada, e a putinha era minha esposa. Eu não comi a mulher do vizinho, nem nos encontramos mais depois dessas loucuras. E o que restou foi a esposa putinha que tomou gosto em me pedir ajuda pra desafios cada vez maiores. Kkk e eu amo ver.