Minha mãe é a vadia do condomínio, capítulo 3

Um conto erótico de O Libertino
Categoria: Heterossexual
Contém 1517 palavras
Data: 10/03/2026 00:10:00

A academia do condomínio, às seis da manhã, tem um cheiro característico: uma mistura de desinfetante de pinho, borracha queimada das esteiras e o rastro de testosterona acumulada de homens que acreditam que o supino é o ápice da evolução humana. Eu estava lá, tentando manter a cabeça baixa e os fones de ouvido no lugar, mas a acústica do vestiário masculino é traiçoeira. Foi lá que ouvi o Caio, o personal trainer do bloco C — o sujeito que tem o abdômen talhado em granito, mas cujo cérebro parece operar em modo de economia de energia constante.

Ele estava encostado nos armários de aço, rindo com o Seu Ademar, que ouvia tudo com uma salivação quase patológica. O Caio não falava baixo; ele narrava como se estivesse transmitindo uma final de campeonato mundial.

— Cara, a Dona Regina do 303 não é uma aluna, é um parque de diversões temático — o Caio soltou uma gargalhada, secando o pescoço com uma toalha branca. — Já foram quatro sessões de "treino funcional" pesado. Na primeira vez, a gente tava aqui na sala da academia. Ela estava com aquela legging roxa que vira fumaça quando você puxa. Depois que todo mundo saiu, ela ficou de papinho e levei ela pro meu apartamento. Ela subiu ainda suada, com aquela legging roxa que marca até o pensamento. Nem tirou a roupa toda. Só puxou a lycra pro lado e me mandou enterrar com tudo enquanto ela se segurava no batente da janela. Eu fodi ela com tanta força que a panturrilha dela entrou em cãibra, e ela só gritava pra eu não parar, que adorava sentir o peso de um homem de verdade rasgando ela por dentro.

Senti meu estômago dar um nó, mas a paralisia do choque me manteve ali, escondido atrás da divisória dos chuveiros. O Caio continuou, empolgado com a própria performance narrativa.

— A segunda foi na garagem, dentro da minha SUV. Ela apareceu lá de noite quando eu cheguei. Eu a coloquei de quatro no banco de trás e a moí. O rabo dela é uma obra de arte, Seu Ademar. Eu enfiava o pau com tanta força que o carro balançava como se estivesse num terremoto. Ela enfiava os dedos na própria buceta, se masturbando enquanto eu a socava por trás, gritando que o marido nunca tinha dado conta dela. Eu saí de lá com as costas todas arranhadas.

Eu queria sair dali, mas os pés pareciam colados no chão. O Seu Ademar deu um tapinha no ombro do rapaz, incentivando o próximo detalhe sórdido.

— E as outras vezes? — perguntou o velho, com a voz trêmula.

— E as outras duas foram no apartamento dela— o personal deu um gole no galão de água de dois litros. — Na primeira, ela me deu de quatro no tapete da sala. Eu fodi ela ali mesmo, alternando entre os dois buracos. O cu dela, Seu Ademar... é um absurdo. Ela relaxa de um jeito que parece que foi feita pra ser preenchida por algo do meu tamanho.

— E a última? — perguntou o velho, mal se aguentando.

— A última foi na cama dela, ontem à noite. Ela me fez gozar na cara dela. Ela ficou ali, deitada, toda lambuzada, rindo. A Regina não quer carinho, cara. Ela quer ser estuprada pelo desejo da gente. Ela quer ficar com a buceta pulsando e o rabo escancarado, pronta pra desfilar no corredor e se mostrar pra todo mundo.

O Caio soltou uma gargalhada oca, deu um tapa no ombro do Seu Ademar e saiu em direção à portaria, com aquele andar gingado de quem sabe que é o rei da selva de concreto. Fiquei ali, nas sombras do pilar, ouvindo o eco das palavras dele.

Minha mãe, a "Dona Regina", tinha se tornado uma performance artística de exibicionismo e depravação. E o pior? Eu não conseguia mais sentir apenas raiva. Havia algo de monumental na forma como ela destruía a reputação de cada homem que ousava tocar nela, transformando-os em meros contadores de histórias, enquanto ela permanecia lá em cima, no 303, nua e soberana, esperando o próximo homem para moer.

Abri a porta do 303 ainda com o eco da voz anasalada do Caio reverberando nos meus ouvidos. O cheiro de sabonete caro e vapor d'água invadia a sala, denunciando que a "Vadia do Condomínio" acabara de tentar lavar os vestígios da última sessão de treinamento funcional no quarto.

— Mãe, eu não aguento mais! — gritei, jogando a toalha de treino no sofá. — Acabei de ouvir o Caio, aquele armário com cérebro de ameba do Bloco C, descrevendo para o Seu Ademar como você "quicava" no carro dele. Ele deu detalhes, mãe! Ele te tratou como uma vadia qualquer na frente de todo mundo!

Ela saiu do banheiro enrolada em uma toalha branca que mal cobria o essencial, com os cabelos úmidos e aquele sorriso de quem acabou de ganhar uma medalha de ouro na modalidade devassidão.

— Ah, o Caio... — ela riu, uma risada leve, quase angelical se não fosse o contexto. — Ele tem muita força e pouca criatividade verbal, coitado. Mas a performance... Filho, não seja tão ranzinza.

— Você não entende? Ele te tratou como um pedaço de carne!

— E eu o tratei como um vibrador de luxo com pernas, querido. Estamos quites. — Ela caminhou até a poltrona e, com a naturalidade de quem vai calçar uma sandália, soltou a toalha e sentou-se na borda, abaixando-se profundamente para secar os pés.

Foi o golpe final. Eu estava em pé, bem atrás dela, e a visão que se abriu foi um mapa detalhado da "guerra" que o Caio acabara de descrever. Por estar abaixada, a bunda dela — aquela massa de carne firme e redonda que parecia desafiar a gravidade — abriu-se completamente para o meu olhar involuntário.

Não dava para ignorar o estado em que ela estava. A buceta, geralmente um traço delicado, estava visivelmente inchada, de um rosa escuro e carnal, com os lábios entreabertos e latejantes, denunciando a violência das estocadas do personal trainer. Mas era o cu que contava a história real: o anelzinho estava dilatado, avermelhado e com uma borda sensível, ainda sem conseguir se fechar totalmente depois de ter sido preenchido por algo do tamanho que o Kaio ostentava. Dava para ver que a "Vadia do 303" tinha sido realmente aberta, esticada até o limite da elasticidade, deixando transparecer a crueza de uma foda que não teve nada de romântica.

— Olha só pra você... — murmurei, a voz falhando entre o asco e a constatação daquela potência erótica. — Você está toda marcada, mãe. Como você consegue andar assim?

Ela terminou de secar o pé esquerdo, olhou por cima do ombro e sorriu ao perceber que eu estava encarando a "zona do crime".

— Isso aqui? — Com uma mão, ela deu um tapa sonoro na própria nádega, fazendo a carne vibrar, destacando ainda mais o ânus ainda entreaberto e pulsante. — Isso é o resultado de um trabalho bem feito, filho. O Caio pode não saber ler um livro, mas sabe exatamente onde enfiar a força dele para deixar uma mulher nesse estado.

Ela se levantou, a abertura rosada ainda bem visível entre as coxas, e caminhou em direção ao armário como se estivesse desfilando em uma passarela, deixando claro que, para ela, estar "usada" era o maior elogio que o condomínio poderia lhe prestar.

Fechei a porta do quarto com um baque surdo, mas o silêncio do meu refúgio era um traidor. Eu me joguei na cama, encarando o teto, mas as imagens não me davam trégua. A voz anasalada do personal descrevendo o "vácuo" da boca da minha mãe e a pressão bruta no rabo dela se misturavam à visão que eu acabara de ter na sala: aquele corpo monumental, suado, com a buceta inchada e o cu vermelho, dilatado, sem conseguir se fechar após as estocadas do "deus grego" do Bloco C.

Havia um fascínio mórbido em tudo aquilo. Eu tentava manter a máscara do filho ultrajado, mas, por dentro, algo muito mais primitivo estava vencendo a queda de braço com a moralidade. Ver a mulher que me criou, a mãe zelosa, respeitada, transformada em um objeto de desejo público, exibindo com orgulho os danos colaterais de uma luxúria que o prédio inteiro cobiçava, era hipnotizante.

Eu pensava na elasticidade daquela carne, em como ela se deixava abrir, esticar e preencher por homens que a tratavam como um pedaço de carne. Imaginava a força do impacto, o som das palmadas naquelas nádegas que eu vi vibrando sob o toque dela, e a imagem da "Vadia do Condomínio" aceitando cada centímetro de invasão com um sorriso de escárnio.

Quando dei por mim, eu estava com uma ereção monumental, pulsante e dolorosa. Eu estava excitado com a ideia de que o condomínio inteiro sabia o gosto da saliva da minha mãe, o aperto do seu sexo e a profundidade do seu rabo. A metamorfose estava completa: ela não era mais apenas minha mãe; ela era a fantasia carnal de centenas de homens, e eu, o espectador privilegiado de cada marca, de cada inchaço e de cada gota de prazer que ela colhia naquela vizinhança.

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