Eu e a secretária.

Um conto erótico de Paulo Pinto
Categoria: Heterossexual
Contém 5964 palavras
Data: 09/03/2026 20:01:35

Sou John tenho 50 anos, casado com Mia que tem 51. Temos filhos, casados. Tenho uma empresa na área de informática. A história que vou contar teve início há 25 anos. Ficou suspensa até 07 de novembro deanos atrás.

Minha empresa era responsável pela manutenção de computadores de uma rede de supermercados. Como o dono era uma pessoa muito difícil, eu não mandava nenhum funcionário, eu pessoalmente cuidava das máquinas e sistemas da empresa. A secretária dele era uma moça bem nova. Seu nome era Bia, ela tinha cabelos e sobrancelhas loiros e era muito branquinha. A barriga dela era chapada, sua bundinha era estufadinha, sempre usava calças bem baixas e blusas curtas. Ela era sobrinha da mulher do dono. Toda vez que eu ia lá ela ficava ao meu lado. Dizia que estava acompanhando o serviço. Sempre elogiava o meu perfume, quando eu estava sentado ela vinha por trás e fazia massagens em meus ombros, falava que eu estava tenso. Dizia que se dependesse dela estragaria as máquinas todos os dias só para eu ir lá e ela sentir o meu cheiro. Eu levava na brincadeira. Eu nunca fui de dar muita trela para meninas mais novas. Eu era muito feliz no meu casamento e não gostava de confusão, ainda mais em ambientes de trabalho. Toda vez que eu ia lá ela sempre tinha uma desculpa para ficar ao meu lado. Elogiava minhas roupas, meu perfume, meu cabelo, sempre tinha algo para falar. Isso acontecia algumas vezes por mês. Um dia eu precisava rodar um backup e naquela época era algo muito demorado. Falei com o dono que precisava ter acesso até mais tarde. O escritório fechava no horário comercial, rapidamente ela se ofereceu para ficar comigo até mais tarde. Disse que como morava perto do escritório, iria em casa tomar um banho e voltaria, pois não tinha aula naquele dia. Assim aconteceu. Eu fiquei lá e quando o pessoal estava indo embora ela chegou. Na empresa só ficaria eu, ela e um segurança que ficava na portaria do prédio. Eu coloquei o backup para rodar, liguei o ar e fiquei encostado na mesa. Ela entrou e me deu um abraço e um beijo no rosto bem perto da minha boca. Bia estava linda, uma blusinha curta que deixava transparecer os seus peitos duros e pequenos. Também usava uma sainha bem curta e rodada. Embora parecesse magra, suas coxas brancas eram grossas e seu bumbum parecia maior. Seus olhos eram verdes, seu sorriso era lindo. Na verdade, ela era uma das mulheres mais lindas que conheci. Ela conduziu a conversa até me deixar saber que ela era virgem. Disse que não queria ter filhos e que já tinha escolhido o cara para tirar sua virgindade. Olhou para mim e sorriu. Eu fiquei sem graça e senti meu rosto queimar. Passado pouco tempo o segurança subiu até o escritório perguntou a Bia se podia fechar o prédio por uns 10 minutos para pegar um marmitex, tinha esquecido a comida dele em casa. Ela o autorizou e disse que não precisava correr, mas era para ele trancar o prédio.

Bia se aproximou de mim e disse: "Agora estamos presos aqui sozinhos, você me beijaria se eu quisesse?"

Eu: "Por favor Bia, não faça isso, sou casado e muito bem casado. Você é muito nova, terá chance de conhecer um cara legal e sem compromisso. Acabou de dizer que é virgem. Escolha a pessoa certa."

Ela: "Já escolhi, a pessoa certa é você."

Eu: "Não querida, não sou. Desde o dia que casei eu nunca mais pensei em trair a Mia. Sou um marido dedicado e um pai de família responsável. Você é uma moça linda. Toda perfeita. Não brinque com fogo, Bia."

Ela: "Por todas as suas qualidades foi que eu escolhi você. E custou para você me fazer um elogio. Sei que sua mulher é linda. Eu a conheci, ela não te falou?"

Eu quase me enfartei. Perguntei a ela quando e como foi isso. Ela disse que tinha sido no dia que eu falei para a tia dela que minha mulher estava lá embaixo no carro com minha filha. Ela disse que desceu e foi até o carro e conversou muito com minha mulher. Trocaram receitas de torta e até tinha o número da minha casa que Bia passou para ela.

Eu incrédulo perguntei: "Para que isso Bia?"

Ela: "Nada gente, só queria ver sua filhinha. Nossa ela é linda e puxou os dois. Também queria conhecer a mulher do homem que amo. E que mulher linda."

Eu: "Bia, então, não me deixe em uma situação difícil. É complicado ficar tão perto de você assim, falando todas estas coisas. Não vou trair minha mulher."

Foi pior, ela me abraçou e forçou um beijo. Eu me separei dela e a segurei pelos braços.

Ela olhou para mim com cara de raiva e disse: "Que isso John, é só um beijo, não vai matar ninguém. E agora eu sei que me deseja, teu pau está duro, muito duro, eu senti."

Eu: "Como não estaria, tem tempos que está me provocando. Estou evitando um problema para nós." Ela me abraçou novamente e desta vez eu aceitei o beijo dela. Ela se esfregou em mim, pegou a minha mão e colocou por debaixo da saia. Sentir sua bunda macia e arrepiada, foi incrível. Ela pegou a outra mão e colocou por debaixo de sua blusinha em cima de seus seios. Eles eram duros, pequenos e bicudos. Ela sugava minha língua. Eu me entreguei por instantes. Recuperei o juízo e a afastei.

Ela: "Não gostou?"

Eu: "Não se trata disso, é errado e não vai acontecer mais."

Ela desatou a chorar. Chorou convulsivamente. Custei a acalmá-la.

Ela olhou para mim e disse: "Hoje foi a última vez que me viu. Amanhã saio daqui. Quero muito me entregar a você, meu desejo é perder a virgindade com você e está me humilhando."

Eu: "Não meu bem, não estou te humilhando, estou te protegendo, um dia vai me agradecer. Saiba que ficaria muito feliz em fazer amor com você, sendo virgem ou não. Acho que me apaixonaria fácil e aí teria que abandonar minha mulher e filhos. Não meu bem, não farei isso."

Ela: "Toda hora alguém abandona alguém. Vamos fugir. John todo dia esse fdp do marido da minha tia me canta. Até dinheiro este desgraçado me oferece. Não me interessa mais ninguém, desde o dia que coloquei os olhos em você eu me apaixonei."

Eu: "Não sei porque eu? Você é um espetáculo. Escolha um cara legal que te mereça e não tenha compromisso."

Me surpreendendo ela me deu um tapa no rosto e furiosa disse: "Desgraçado eu quero você. Vou sair daqui e nunca mais saberá de mim. Só saiba que mesmo não me querendo eu te amo. Adeus!"

Eu a segurei pelo braço e disse que eu não mais atenderia aquela empresa, ela poderia ficar lá."

Ela: "Escuta infeliz, nunca mais vai me ver. Adeus."

Saiu aos prantos.

No outro dia eu fui pela manhã até a empresa e conversei com o dono informando que eu não atenderia mais clientes. Se ele quisesse continuar conosco, seria um funcionário que iria lá.

Ele olhou para mim e disse: "Porque isso. A Bia não quis dar para você ontem? Fiquei sabendo que ela saiu daqui correndo e chorando. E ela ainda não apareceu. O que aconteceu com os dois sozinhos ontem. Aquele cabaço é para mim, não mexe ali."

Eu: "Escroto filho de uma puta. Não sou de sua laia vagabundo. Respeita a moça covarde, ela é sobrinha de sua esposa. Nunca mais eu ponho o pé nessa merda e tem 30 dias para arrumar outra empresa. Se abrir a boca mais uma vez eu te mato." A esposa dele entrou e ficou na frente dele enquanto ele puxava a gaveta parecendo que pegaria algo. Ela fechou a gaveta prendendo nas mãos dele e começou a lhe dar murros e a chamá-lo de filho da puta. Me mandou sair. Saí e nunca mais voltei. Passados três dias minha secretária me passa uma ligação da Bia.

Ela: "Desculpa pelo tapa. Minha tia contou o que aconteceu entre você e aquele escroto. Confirmei para ela que ele me cantava todos os dias. Disse que saí chorando naquele dia porque você não quis ficar comigo. Que foi eu que dei em cima de você. Ela me deu muitos conselhos, mas infelizmente ainda mora com aquele verme. Não vou te procurar mais, saiba que eu realmente te amo. Beijos amor." Desligou sem me dar chance de falar uma só palavra.

25 anos depois.

Minha empresa cresceu e hoje ocupamos 3 andares de um prédio na zona sul de BH.

Ao final do expediente desci para pegar o carro na garagem. Assim que abri a porta e ia entrar no carro senti uma mão sobre os meus ombros. Na hora pensei, vou ser assaltado, mas aqui, com tanta segurança. Logo uma voz macia e conhecida fala: "Meu Deus, o mesmo perfume, cabelos grisalhos, barba grisalha e linda. Você está muito mais bonito." Eu me virei e vi uma mulher loira de olhos verdes me fitando de cima a baixo. Era a Bia. Meu coração disparou. Por um segundo fiquei sem reação.

Eu: "Bia, que prazer, você continua linda. Pensei que nunca mais iria te ver. Nossa, estou sem palavras."

Ela: "Acho que eu sou a única que te deixa sem palavras. Você está lindo. Como vão os filhos e a esposa."

Eu: "Os filhos casaram e foram para São Paulo gerenciar nossa empresa lá, continuo casado com Mia embora estejamos um pouco afastados, são os altos e baixos do casamento, mas casados. E você casou, tem filhos?"

Ela: "Casar eu casei, mas não quis ter filhos como já havia te falado. O cara que tinha escolhido para ser pai deles não me quis." Deu uma gargalhada.

Eu cinicamente: "Como pode um homem negar ser pai de seus filhos. Louco!"

Ela: "Cretino! Esperei você amor, depois daquele dia ainda te esperei por mais de um ano. Mas em vão."

Eu mudei de assunto: "O que faz aqui neste prédio?"

Ela: "Vim visitar um cliente, sou advogada. Estava indo embora quando senti seu perfume. Nossa, estou tão feliz em te encontrar. "

Eu: "Como você está linda e elegante. Seus olhos estão faiscando, você está diferente."

Ela: "Estou mais velha, mais segura, meus olhos estão assim por você. O destino prega peças. Ontem tomei uma decisão na minha vida e hoje te vejo. Realmente estou em choque. Querido, hoje é sexta-feira, dia de happy hour, podemos ir em algum lugar, ou tem compromisso com a esposa?"

Eu: "Bia, Mia está em São Paulo com os filhos. Estou sozinho neste final de semana e talvez nos próximos também. E o marido, não vai dar problema?"

Ela: "Não me interessa o que ele vai pensar. Hoje ninguém estraga minha felicidade, vamos?"

Combinamos o local e cada um foi com seu carro. Escolhemos uma mesa na varanda. Ela antes de sentar tirou o paletó do tailleur e colocou sobre uma terceira cadeira da mesa. Ela usava uma blusa branca que tinha uma certa transparência.

Ela: "Algum dia nestes 25 anos, pensou em mim?"

Eu: "Às vezes eu penso se não deveria ter ido com você, principalmente quando não me acerto com Mia. Nunca entendi muito bem sua paixão por mim e ainda não entendo. Mal nos falávamos. Hoje com meus 50 anos vejo que ganhei muita coisa e perdi outras. E que decisão foi essa que tomou ontem, pode contar?"

Ela: "Não me julgue por favor. Tenho um bom casamento, ele é legal. Nunca fui apaixonada por ele. Era um grande amigo meu que se apaixonou por mim. Um dia ele me pediu em casamento e eu aceitei. Queria quietar o facho e ter um companheiro. Disse a ele que não queria ser mãe. Ele concordou, até porque ele já tem uma filha que mora com a mãe, também em São Paulo. Me dou super bem com a filha dele e até com a mãe dela. Então me basta! Nos últimos dias eu estava sentindo falta da minha liberdade e acho que ele também. Ontem conversamos e resolvemos abrir nosso casamento. Continuaremos juntos, mas sem compromisso, sem stress. Aí na minha primeira noite livre, quem eu encontro? Talvez tenha sido um arroubo da juventude, mas eu sofri por amor a você. O dia que eu perdi minha virgindade eu te odiei. Foi uma bosta. Eu com as pernas abertas olhando para o teto, chorando, pensando em você e um cabeludo idiota me descabaçando. Sem prazer, sem emoção, apenas raiva. Ele fedia a cigarro e bebida. Gozou na minha barriga. Deitou do lado e acendeu aquela merda. Levantei, vesti a roupa e disse que ia pegar um sanduíche no Mac para nós e sumi. Chorei e te odiei. Era para ser você. Fodas se era casado, fodas. Era para ser a maior noite da minha vida. E nunca que eu deixaria você gozar fora, iria querer sentir cada gotinha dentro de mim. Foi mais uns aninhos te odiando. Sempre pensava que só um idiota poderia não querer transar com uma delícia que eu era. Cheio de babaca querendo me comer e você esnobou. Agora passou a raiva."

Eu: "Hoje eu também me odeio por ter sido tão correto. Além da responsabilidade teve o medo. Eu sabia que seria bom e eu me apaixonaria por você. Tive medo das consequências. Então abriu o casamento?"

Ela: "Sim, mas não vai ser uma bagunça, se ele quiser sair com alguém legal, ótimo. Se eu quiser, só aviso ele. Já pensamos em fazer swing, mas sou muito chata. Acho bagunçado. Não quis. E você já teve um caso?" Eu: "Confesso que alguns. Amei uma outra pessoa por uns quatro anos, mas desisti. É mais uma que me odeia. Ela queria largar o marido e exigia que eu revertesse minha vasectomia. Eu não queria mais filhos. Sofri pra caralho, mas terminei. Eu e Mia já fizemos a troca de casais. Foi bom na hora, mas ela tinha ciúmes de mim. Ela dizia que eu dava muita atenção a outra mulher. Paramos. Minha paixão foi depois disso."

Ela: "Uau, que louco! Com você ao meu lado eu toparia tudo que quisesse, mas não deixaria você se afastar de mim. Entendo ela. E hoje, tem outra?"

Eu: "Fazem dois anos que so me dedico a empresa, sexo so raramente com Mia. Já um mulherão como você deve ter centenas de pretendentes."

Ela: "Ainda sou cantada. Mas sou muito seletiva. Posso te pedir uma coisa?"

Eu: "Peça."

Ela: "Me acompanha até minha casa."

Eu: "E seu marido, não vai achar ruim?"

Ela: "Foi para a Fórmula 1 em São Paulo. Volta domingo à noite."

Eu: "Então vamos."

Fomos para casa dela. Eu deixei meu carro num estacionamento no centro de BH e seguimos no dela.

Assim que entramos na garagem, ela desligou o carro, segurou o meu rosto e me deu um longo beijo. Foi um dos melhores beijos que ganhei na minha vida. Descemos do carro e entramos na linda casa dela. Ela me abraçou por algum tempo sem falar nada, apenas um abraço. Talvez ele tenha sido mais significativo do que mil palavras.

Bia tirou as sandálias de saltos altíssimos. Me abraçou novamente e ficou me olhando com aqueles olhos verdes de uma transparência que parecia dar para ver sua alma. Seus cabelos loiros tinham um cacheado macio e eram cheirosos. Ela abriu dois botões de sua camisa e dois botões da minha e voltou a me abraçar forte. Pôs uma das mãos na minha bunda e me puxou contra ela. Calmamente desabotoou minha camisa expondo o meu peito. Acabou de desabotoar a dela, tirou e jogou sobre o sofá. Ela estava apenas agora com sua saia que chegava até seus joelhos e com um sutiã branco quase que transparente. Fazia tudo com muita calma e em absoluto silêncio. Tirou minha camisa e jogou sobre a dela. Me abraçou e colocou sua cabeça loira nos meus ombros. Ela sentia o cheiro de meu perfume e dava pequenos beijos no meu pescoço. Se afastou de mim, foi até uma mesa, pegou um controle e abriu enormes cortinas que cobriam imensas janelas. Foi até elas e as abriu. Uma brisa entrou na imensa sala. Eu observava aquela mulher desfilando pelo enorme cômodo. Sua saia tinha um tom esverdeado, sua pele era muito branca. Desde nova ela não tomava muito sol. Era recomendação médica. Ela pára em frente a uma das janelas e a brisa balançou os seus cachos. Se virou para mim e falou: "Agora sim, me sinto livre. John você está lindo, sua barba com este grisalho te dá um ar poderoso. Pelo que senti, continua viril e ainda me deseja."

Eu: "A resposta é a mesma de 25 anos, como não te desejar?" Ela veio até mim e me abraçou.

Ela: "Ontem durante minha conversa com meu marido tivemos a hora da verdade. Falamos tudo que queríamos falar para o outro sem mágoas e sem ressentimentos. Na parte de sexo ele me disse que eu era boa de cama, mas que eu era muito chata. Disse que eu gosto de sexo, mas não gosto dos fluidos. Não gostava de chupar, de tomar gozada na boca e não gostava de dar a bunda. Pensei sobre isso. Cheguei a conclusão que não era boa de cama. Também pensei que não tinha nojo dele pois é um homem lindo e bem cuidado, até demais. Minha chatura está relacionada às minhas expectativas do passado. Os homens que fiz sexo até hoje, não eram a pessoa que eu queria me entregar. Olhando você aí parado eu confirmei que sempre foi você que eu esperei. Disse algumas vezes que te amava, mas talvez não fosse amor, era mais um desejo imenso. Agora estou sentindo algo que posso afirmar que só senti naquele dia que queria me entregar a você."

Deu um passo para atrás, soltou o sutiã e o deixou cair. Era a primeira vez que eu via aqueles seios que toquei à 25 anos. Continuavam pequenos, duros, e os bicos eram rosa e grandes para o tamanho dos seios. Ela colou seu corpo ao meu e eu a abracei forte sentindo os seus seios se esmagarem contra meu peito. Ela suspirou forte. Minhas mãos acariciavam suas costas. Sua pele era macia. Ela me beijou sugando a minha língua. Parecia que queria arrancar minha língua para ela. Depois me ofereceu a dela. Com certeza foi o beijo mais longo de minha vida. O silêncio só era quebrado pelo barulho que provocamos com nossas bocas.

Paramos de nos beijar e ela sugeriu que fossemos tomar banho. Parou na escada e virou para mim. Como ela estava um degrau acima não resisti e beijei seus seios. Eram como eu sempre pensei que fossem. Ela gemia e puxava minha cabeça contra seus seios. Os bicos estavam ainda mais duros. As auréolas ficaram com um rosa mais avermelhado. Seu rosto estava vermelho, sua respiração era profunda e acelerada. Seus olhos estavam fechados e comecei a sentir um pequeno tremor no seu corpo. Eu também a puxava pelo bumbum que ainda era coberto pela saia. Em segundos todo o seu corpo estava vermelho. Sua barriga chapada se contraia. Seu umbigo perfeito era um convite. Abaixo dele, cabelos de um loiro dourado faziam um estreito caminho que descia até seu ventre. O cós da saia interrompia o caminho. Como se adivinhasse meus pensamentos ela num movimento rápido abriu um pequeno zíper e a saia escorreu por suas coxas. Pela segunda vez eu acariciei seu bumbum macio e arrepiado. Ela usava uma calcinha transparente que combinava com o sutiã que já tinha sido descartado. Comecei a beijar seu umbigo e comecei a percorrer o caminho loiro até a calcinha. Ela é muito cheirosa. Todo o seu corpo tremia e o branco de sua pele ficou num tom mais avermelhado. Ela puxou minha cabeça até a altura dos seus seios. Abaixou e me beijou. Olhou para mim e disse: "John sem tirar minha calcinha passe a mão sobre minha xoxota." Disse isso ofegante e ainda tremendo. Passei a mão e a calcinha estava encharcada. Aproveitei para acariciar sua xoxota por sobre a calcinha. Com o dedo arredei a calcinha e encontrei seu grelinho. Brinquei com ele. Ela estremeceu e puxou minha cabeça contra ela. Desta vez seu corpo tremeu com mais força. Sua respiração era acelerada. O rubor de sua face estava mais forte. Ela estava tendo um orgasmo poderoso e lindo. Suas pernas amoleceram, começamos a correr risco na escada. Subi mais um degrau e a abracei. Era um silêncio absoluto, só quebrado por sua respiração forte. Assim que senti que suas pernas estavam mais firmes continuamos a subir as escadas. Ela me puxava pela mão até sua suíte espetacular. Mais uma vez ela abriu as cortinas e as janelas. Ela: "Nossa, o que foi aquilo? Preciso de ar." Virou para a janela. Eu a abracei e beijei seu pescoço. Ela conduziu uma de minhas mãos até seu ventre. Empurrou seu bumbum contra o meu pau.

Ela: "Você ainda está de calça e sapatos. O que quer, tomar banho comigo ou quer tomar sozinho?"

Eu: "Você escolhe."

Ela: "Quero tomar banho com você."

Desafivelou minha calça, tirou os meus sapatos e meias, desceu a calça até o chão, acariciou meu pau por sobre a cueca, ajoelhou, desceu a cueca e ficou acariciando meu pau. Ele estava duro e melado. Ela olhava para ele e o acariciava. Olhou para cima e disse: "Ele é lindo, do jeito que imaginei, era com ele que eu queria perder a virgindade. Como sonhei com ele. Lindo, que cabeça linda, rosa, a pele é morena. Ele é lindo." Ela levou meu pau até a boca e lambeu ele como um sorvete. Sugou ele e apertou minhas bolas. Eu acariciava sua cabeça. Ela chupava e mordia. Levantou, beijou minha boca e apertou minha bunda. Meu pau estava na sua barriga. Ela se esfregava em mim. Ela: "E meu marido disse que eu não gostava de chupar um pau. Não vou só chupar como quero tomar cada gotinha que sair dele. Quero que faça tudo, tudo comigo, tudo que já fez com todas as mulheres que comeu. Nunca desejei alguém como te desejo. Não quero saber de amor, quero você John." Disse isso e me conduziu até a ducha da suite. Lá ela lavava cada cm do meu corpo, eu fazia o mesmo com o dela. Chupei, mamei, mordi os seus seios. Fiz o mesmo com seu bumbum branquinho. Acariciei sua xoxota e mordi sua nuca. Ela gozou, desta vez ela anunciou o gozo. Novamente suas pernas bambearam. Segurei ela firme com a água caindo sobre nós. Não tenho ideia do tempo que ficamos lá. Ela chupou meu pau com vontade. Tentou engolir ele todo. Fez o que quis com ele. Mordeu minha bunda, lambeu, bateu e se esfregou em mim. Desligamos o chuveiro e nos enxugamos. Fomos para sua cama. Ao longe vi um prédio que tinha janelas viradas para nós.

Eu: "Não se preocupa de alguém te espiar com binóculo?"

Ela: "Tomara que estejam nos espiando hoje. Vão ver um espetáculo."

Riu até quase chorar. Deu uma reduzida na intensidade da luz sob meus protestos.

Eu: "Não, quero ver cada mm do seu corpo. Você é espetacular."

Ela: "Só abaixei a claridade amor, vai dar para ver tudo que quiser. O que quer ver agora?" Disse sorrindo.

Eu: "Agora quero ver sua xoxota que é linda. Seu grelo é rosa. Você é linda."

Ela deitou e abriu um pouco suas pernas. Eu deitei de frente à sua xoxota e comecei a beijá-la, mudei de ideia e fui para o lado dela. Ela ia falar algo e eu a impedi com um beijo. Beijei seu pescoço enquanto acariciava suavemente os seus seios. Passei a ponta da língua nos lóbulos de sua orelha, via a reação de seu corpo e a mudança de respiração. Ela mantinha os olhos fechados. Desci com minha boca beijando os seus ombros até chegar naqueles pequenos montes perfeitos. Beijei com suavidade cada mm de seus seios. Brinquei com os bicos, mordisquei eles. Ela mexia os quadris e suspirava. Com as mãos eu acariciava o seu corpo até a virilha. Seu rosto e as maçãs de seu rosto já estavam vermelhas. Fui descendo com minha boca e com a ponta da língua eu contornei os seus seios. Cheguei no umbigo. Avistei o caminho loiro que levava até os pelos loiros e brilhantes de sua xoxota. Ela mantinha os cabelos da xoxota bem aparados, não os tirava totalmente. Beijei sua virilha e contornei aquela perfeição de xoxota com minha língua. Dediquei muito tempo ao seu grelo. Sua xoxota estava molhada, o gosto parecia canela, só sei que seu mel era gostoso. Ela começou a tremer o corpo, cada vez com mais intensidade, sua respiração era acelerada. Eu já sabia que ela estava perto de mais um orgasmo. Afastei minha boca, posicionei meu pau na entrada e fui empurrando. Sua xoxota era quente, ela levantava os quadris. Coloquei suas pernas sobre os meus ombros e a penetrei firmemente. Ela gemeu e estremeceu. Abriu os olhos verdes olhando direto nos meus olhos. Eu coloquei meu pau inteiro. Ela rebolava e olhava para mim, eu empurrei o seu corpo para cima, fui deitando sobre ela, começamos a nos beijar e ela começou a rebolar e eu a meter mais rápido. Ela gemia e me beijava com força. Seus quadris pareciam ter vida própria.

Ela: "Goza amor, goza comigo, goza."

Aceleramos a trepada e gozamos. Ela se debatia e empurrava seu ventre contra mim. Seu corpo tremeu e se contraiu. Aos poucos sua respiração foi normalizando. Ela tinha as pernas cruzadas sobre mim. Ela relaxou e abriu os olhos, olhou para mim e me beijou.

Ela: "Por mais que fantasiei este momento, foi muito, mas muito melhor. Estou sentindo meu rosto queimar. Meu corpo está tendo espasmos. Foi a melhor foda da minha vida. E sabe uma coisa, sei que vai ter mais. John seu fdp, por que me evitou. John não suma mais."

Eu acariciava sua xoxota cheia de porra, ela passou a mão na xoxota e ficou brincando com minha mão. Depois sentou na cama, pegou no meu pau que ainda estava tonto e o abocanhou, lambeu ele até deixá-lo limpinho. Deitou ao meu lado, colocou a cabeça no meu peito, encaixou sua xoxota melada em mim e dormiu. Acho que também dormi. Acordei com ela acariciando meu pau. Levantamos, tomamos um banho, desta vez tomei sozinho porque ela pediu um lanche e ficou esperando para entregar. Como demorou eu fui esperar, ela me deu um roupão e foi tomar banho. Na verdade, nem sabíamos às horas. O lanche chegou, lanchamos e fomos para o quarto. Tiramos os roupões e deitamos na cama.

Ela: "Tive que trocar o lençol, estava cheio de porra sua e gozo meu." Riu e me abraçou.

Eu: "E como vai ficar com seu marido, não tinha que falar com ele?"

Ela: "Mandei uma mensagem. Disse que o destino havia me presenteado. Ele me desejou boa sorte. Eu retribuí. Não vou morar mais com ele. Quero morar sozinha, esta casa é minha, ele vai se mudar. Ele tem um ótimo apartamento. Esta história de casamento aberto não vai rolar. Quero ser livre. Esta casa sempre estará aberta para você. Sempre será minha prioridade, mas não quero compromisso. Você hoje está tirando o cabaço da minha vida. O que senti agora foi algo que não explico. Precisou você aparecer para me transformar. Ainda quero muito de você. Sem casamentos, sem explicações, sem juras de amor, sem amarras. Agora John, sou sua, me ensine, me dê prazer. John, sentir o primeiro jato de sua porra dentro de mim foi maravilhoso. Potencializou meu gozo."

Eu: "Temos tempo amor, vamos curtir cada segundo."

Ela me beijou e começou a me acariciar, foi até o meu pau e começou um boquete delicioso. Lambia, batia com meu pau no seu rosto, chupava e beijava. Com meu pau na boca olhava para mim com aqueles olhos verdes faiscantes. Peguei ela e deitei e a deitei de bruços. Deitei sobre o corpo dela encaixando o meu pau em sua bunda. Ela estufava a bunda pressionando e apertando meu pau. Eu comecei a beijar sua nuca. Ela arrepiou toda. Coloquei as mãos debaixo do seu corpo e acariciava seus seios. Ela apertava mais ainda o meu pau com sua bunda. Eu mordia sua nuca e ela gemia. Fui descendo por suas costas beijando cada cm dela. Fui descendo até chegar no rego dela. Comecei a lamber seu reguinho. Ela pegou um travesseiro e colocou sob o seu ventre. Segurou cada banda de sua linda bunda e abriu. A safada abria seu cuzinho apertadinho para mim. Beijei, lambi e introduzi minha língua no seu cuzinho. Ela o rebolava e estufava. Ele piscava e engolia minha língua. Do outro lado da cama vi um tubo de Ky, ela sabia o que queria. Peguei ele, passei na entradinha do seu cuzinho e no meu dedo. Fui introduzindo o dedo e ela foi engolindo-o. Ela gemia e rebolava. Coloquei a outra mão na sua xoxota e comecei a brincar com o seu grelo. Ela gemia mais forte e a maçã do seu rosto ficou vermelha. Ela mantinha sua bunda empinada. Tirei o dedo, lubrifiquei mais seu cuzinho e introduzi dois dedos. O cuzinho dela era muito apertado, parecia ainda virgem. Ela gemeu mais forte e rebolava. Fiquei em pé na beirada da cama. Ela ficou de quatro, colocou um travesseiro embaixo do seu rosto. Ela expôs seu cuzinho para mim. Sabendo o que queria, ela pôs as mãos para trás e abriu o botão rosa para mim. Com a cabeça ela apoiava o corpo. Encaixei o meu pau já lubrificado na entradinha do cuzinho. Bem devagar eu empurrei um pouquinho, achei que ela ia se retrair. Não foi o que ela fez, ao contrário, ela relaxou e mordeu a cabeça de meu pau com seu buraquinho. Alisei sua bunda e admirei a beleza e enormidade que sua bunda ficava naquela posição. Calmamente segurei sua cintura e empurrei mais um pouco. Ela deu um curto e abafado gemido. Eu puxei, passei mais Ky, e posicionei novamente a cabeça. Segurei sua cintura e vi ela já mordendo o travesseiro. Empurrei mais um pouco e a cabeça ficou encaixada. Esperei mais um tempo e empurrei com mais vigor. O gemido abafado foi maior. Ela ficou imóvel, era como se estivesse esperando o que viria pela frente. Desta vez empurrei com mais força. Senti algo rompendo, algumas pregas se romperam. Ela gemeu, mas empurrou a bunda contra mim. Esperei um pouco, já com a cabeça dentro de sua bunda, empurrei. Entrou uns 8cm, esperei mais e empurrei, entrou os meus 18cm na sua bunda. Ela gritou e mordeu o travesseiro, ela não reclamava e nem pedia para tirar. Ficamos engatados por uns minutos e senti ela empurrando sua bunda. Comecei um leve vai e vem. Notei um pouco de sangue no meu pau. Ela começou a rebolar. Eu comecei a bombar com mais força. Ela rebolava mais. Aí comecei a meter mesmo, ela rebolava e começou a fazer barulho das minhas bolas batendo na sua bunda. Eram metidas com força. Ela rebolava e apertava o lençol com suas mãos.

Ela: "Mete amor, mete tudo, que gostoso. Agora você arrancou o cabaço da minha bunda. Bati na minha bunda."

Aí me deu dó, sua bunda era branquinha, ia marcar. Dei um tapa e ela pediu mais, bati com força e ela gemeu, mais de prazer do que de dor. Sua bunda tinha marcas de meus dedos, ela rebolava feito uma máquina. Ela começou a brincar com sua xoxota. Ela começou a tremer e teve um orgasmo levando no rabo. Segurei ela com mais força e não deixei nem um mm de meus 18cm de fora. Eu metia com força. Quando vi que ia gozar, tirei rapidamente, puxei sua cabeça e enfiei meu pau na sua boca. Agora queria ver se ela teria nojo. Jatos fortes de porra entraram na sua boca até a garganta. Ela não deixou nem uma gota cair, engoliu tudo. Limpou o meu pau e me beijou. Passando sua língua com minha porra na minha boca. Ela me deitou, mordeu minha bunda, bateu nela e deitou com sua buceta em cima de mim como se fosse me fuder com ela. Meu pau não amoleceu, fazia anos que não tirava duas seguidas. Virei ela de bunda novamente e coloquei meu pau no seu cu, desta vez sem lubrificante. Entrou. Ela rebolava e apertava os peitos. Eu batia na sua bunda e socava no seu cu. Ela gozou, e eu gozei novamente. Parecia que eu ia morrer. Meu corpo estava anestesiado, ainda saia porra de dentro dela. Minha cabeça doía como se fosse explodir. Ela estava estirada como que desmaiada. Tirei meu pau, fiquei de barriga para cima buscando o ar e suando muito. Ela estava imóvel. Passado um tempo ela se virou. Se encaixou em mim e me encarava. Me deu vários beijinhos na boca e rosto. Com dificuldade foi até a janela encostou num dos lados e ficou olhando para fora. Que visão linda. Seu bumbum tinha marca de meus dedos. Seus cabelos balançavam com o vento da madrugada.

Ela: "John, vem aqui, o sol está nascendo. Hoje todos os meus tabus foram quebrados. Todos."

Eu levantei com dificuldade e a abracei por trás. Ela se ajeitou em mim e eu acariciava seus seios e dava beijos nos seus ombros."

Ela: "Vamos lá. Nunca fiz amor a noite toda. Nunca dei meu cu. Nunca engoli porra e nem gostava de chupar pau. Tudo aconteceu com você e eu queria. Todos os dias que estivermos juntos quero engolir sua porra. Quero dar minha bunda e ter o tesão que tive. Vou ter que lutar muito para não me apaixonar. John, estou sem saber o que falar. Está sendo maravilhoso. Estou com medo de estar sonhando e acordar."

Eu: "Bia, você está muito acordada. Fazer amor com você é incrível. Você é perfeita."

Virei ela e a beijei. Nos beijamos por muito tempo. Peguei ela no colo e a coloquei sobre a cama. Beijei seu rosto, cobri seu corpo com uma colcha e ela dormiu. Fechei as cortinas e deitei ao seu lado. Dormi por um tempo e quando acordei ela ainda dormia profundamente. Desci e preparei um café para nós e levei para ela na cama. Abri as cortinas, fui até ela e a beijei. Ela acordou, olhou para mim com os olhos verdes e sorriu. Servi o café para ela e fui tomar um banho. Coloquei o roupão e fui até ela. Ela olhou para mim e sorriu.

Eu: "Por que está rindo?"

Ela: "De mim. O que te falei sobre não querer mais amar ninguém. Sobre não me apaixonar. Pura bobagem. Eu te amo!"

Fui até ela e a beijei.

Eu: "E sobre ser livre?"

Ela: "Eu sou livre, mas amando você. Te amo bobo, não era só um amor de adolescente. Não me prometa nada, não quero, só não suma mais. Te amo John!"

Ela foi tomar seu banho, voltou e sentou no meu colo. Ficou dizendo que me amava beijando todo o meu rosto. Fizemos amor e ela gozou várias vezes. Naquele fim de semana não olhamos para o relógio, nos guiamos pelo sol. Tínhamos mais fome de sexo do que de comida. Foi difícil ir embora. Dias depois o marido saiu de sua casa. Passei a ir lá quase todos os dias. Acho que ainda não tiramos o atraso de 25 anos.

Nossa história ainda está sendo escrita.

FIM!

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