Surpresinhas (02)

Um conto erótico de O Bem Amado
Categoria: Heterossexual
Contém 2531 palavras
Data: 01/03/2026 23:58:29

Era uma noite de domingo e eu ainda estava invicta! Sem trepar há duas semanas! Rogério tinha se mostrado um pouco apático e eu acho que são os problemas no trabalho com um chefe novo e exigente e uma carga que parece não ter fim …., mas eu me pergunto: o que eu tenho a ver com isso? Sou uma sessentona gostosa, com peitos fartos, bunda suculenta e sempre doida por uma boa foda e ainda por cima fiel no casamento ..., mas com o andar da carruagem eu acabaria derrotada pelo tesão que aflora cobrando seu preço sem a perspectiva do marido comparecer. E foi nesse clima que a situação desandou a valer, por conta de um pivete safado que mora em nosso condomínio e que vive me provocando a ponto da xoxota pingar de desejo.

As vezes eu imagino como seria foder com um novinho mostrando a ele todo o potencial de uma fêmea experiente, porém quase sempre o recato impede que eu siga em frente; todavia, houve um dia que eu não resisti; voltava da academia cansada e suada, louca por um banho demorado e ao entrar no elevador dou de cara com o Felipe, o novinho descarado que ao me ver com roupas da academia exibiu um olhar guloso. "Puxa, a senhora tá cada dia mais gostosa! Seu Rogério é um sujeito de muita sorte!", comentou ele com tom de gracejo provocador. Olhei para ele de cima a baixo: dezoito anos, quase magrelo, algumas espinhas no rosto imberbe, cabelos curtos com corte da moda, roupas de quem quer se parecer com um desses cantores de "RAP", e um ar de eterna safadeza; pensei duas vezes antes de responder, mas não deu. "Sou muito gostosa mesmo! E pra dar conta de mim, precisa ser muito macho!", respondi com um tom desafiador.

"Sera que assim tá do seu gosto?", perguntou ele, baixando a bermuda larga expondo um pinguelo de dimensões inquietantes que já estava enrijecendo a todo vapor; ao ver aquele brinquedinho avantajado e aparentemente ainda intacto tive que engolir em seco pensando em uma maneira de escapar da situação eu que mesma havia armado, porém o tesão enclausurado falou mais alto e eu perdi as estribeiras. Com um gesto rápido tomei o bruto na mão a comecei a masturbá-lo lentamente usufruindo da sensação de sua rigidez pulsante e apreciando suas dimensões enquanto Felipe exibia um olhar aparvalhado de quem não esperava pela minha reação se mostrando incapaz de reagir.

A sensação de domínio sobre o macho novinho com seu pinguelo duro na mão fez minha xoxota choramingar ardente desejando tê-lo dentro de si, mas eu sabia que aquela não era a hora e muito menos o lugar para uma atitude impensada e inconsequente, então prossegui manipulando o pinguelo e saboreando as reações de Felipe que estava tão atordoado que mal conseguiu controlar o gozo que sobreveio acompanhado de gemidos e espasmos ..., e justamente nesse momento o elevador parou no meu andar com a porta iniciando sua abertura; sem pensar duas vezes larguei o bruto que pulsava preparando a expulsão do esperma e me afastei para uma posição estratégica; percebendo que o estrago seria pior o rapaz não teve dúvidas e meteu o membro de volta para dentro da bermuda se contorcendo a fim de evitar possíveis vazamentos.

Aquela cena me deixou entre a euforia e a vontade de gargalhar o que não fiz em respeito ao rapaz que já exibia um olhar envergonhado; saí do elevador sem olhar para trás pensando no meu gesto tresloucado e nas possíveis consequências que ele poderia me causar, pois eu não pedi a ele que guardasse sigilo acerca de nossa brincadeira correndo o risco de virar notícia no jornalzinho do condomínio.

Todavia o acontecido no elevador me deixou mais acesa que árvore-de-natal e naquela noite me preparei para resgatar meu marido de sua pasmaceira; tomei um banho demorado, me depilei, passei um creme hidratante, vesti apenas uma calcinha tipo fio dental e sentada no sofá da sala me pus a espera do maridão que ao chegar esboçou uma expressão enigmática me vendo seminua e antes que eu pudesse fazer alguma coisa ele baixou o olhar, pediu desculpas e foi para o quarto; pensei em insistir e fui no seu encalço, porém o encontrei sentado na beirada da cama com uma expressão perdida …, aquilo foi demais para mim e creio que também para ele. Resignada, vesti uma camisola e me deitei na outra beirada da cama afogando meu tesão com minha decepção.

Na manhã do dia seguinte a única frase que ele proferiu foi um pedido de desculpas emendando com a afirmação de que, caso eu quisesse me separar ele compreenderia; depois disso ele se foi me deixando lá aturdida com o que acabara de ouvir. E para piorar ainda mais a situação, naquele mesmo dia, ao entrar no elevador para descer até a garagem dou de cara com o tal Felipe que abriu um sorrisão entusiasmado e um olhar licencioso que novamente fez minha piriquita umedecer e os mamilos intumescerem. “Oi, dona! Tudo bem com a senhora?”, perguntou ele com um tom quase zombeteiro; resmunguei uma resposta qualquer pensando e despachar o abusadinho, mas ele estava numa vibe mais ousada e depois de um risinho comentou: “Ontem foi demais! Me lambuzei todo por sua causa! E olha que o pinguelo tá duro outra vez …, quer ver?”. A ideia do brinquedinho avantajado de Felipe me veio a mente e assim que o elevador abriu a porta eu tomei sua mão e fomos para meu carro.

Assim que entramos mandei que ele baixasse a bermuda, o que foi prontamente obedecido pondo para fora o bruto duro e pulsante; eu estava com um tesão tão vibrante que não resisti em cair de boca no pinguelo presenteando Felipe com uma mamada muito gulosa; apertando as bolas, lambendo a glande e chegando a aprisioná-la entre os lábios fingindo mordê-la me esbaldei engolindo e cuspindo o bruto várias vezes sendo que ao perceber que ele estava próximo do clímax, interrompia a mamada apertando a base do bruto retendo sua impetuosidade; repeti esse gesto várias vezes até meu maxilar doer e acabei finalizando o moleque numa punheta vigorosa que o fez gozar ejaculando com profusão com jatos de esperma sendo lançados em pleno ar e a seguir despencando sobre o ventre de Felipe cuja reação era gemer e grunhir se deliciando com o prazer que eu acabara de lhe proporcionar.

De minha parte a sensação também foi eletrizante já que usufruí de orgasmos sucessivos que acabaram por melecar minha calcinha com os mamilos doendo de tão duros sentindo um alívio que logo percebi ser algo efêmero; quando mandei que ele saísse do carro, mais uma vez dei conta da loucura que acabara de cometer sentindo uma enorme frustração porque tudo aquilo ainda não fora suficiente para mitigar o tesão que ardia dentro de mim. E com essa sensação de vazio vi os dias se arrastarem sem qualquer perspectiva de recuperar o prazer do sexo com meu marido. “Amiga, se o moleque é tão pirocudo e tá doido por você …, parte pras cabeças! É tudo ou nada!”, foi o comentário que ouvi de uma amiga e confidente durante uma sessão na academia, e que de início eu rechacei com um recato tardio. Entretanto, aquelas palavras se fixaram em minha mente de tal forma que acabaram por induzir o inevitável. Decidida a agir sem pensar esperei pelo próximo encontro com Felipe que na verdade eu forjei propositalmente; com meu marido viajando a trabalho e sabendo que o moleque fazia bicos como entregador de pizza por aplicativo, fiz um pedido sem saber ao certo que ele seria o encarregado da entrega.

Estava tão nervosa que cheguei a pensar em recuar da doideira com a firme intenção de que caso não fosse ele o entregador eu não tentaria novamente; assim que abri a porta dei com Felipe trazendo a embalagem de pizza nas mãos com um sorriso estampado no rosto que também não escondia sua expectativa pelo que poderia acontecer; com a calcinha empapada e os mamilos duros, puxei-o para dentro do apartamento, fechando a porta e tratando de baixar sua bermuda com gestos descontrolados até expor o pinguelo cuja rigidez era delirante; de joelhos na frente dele tomei o membro na mão e passei a mamá-lo com uma voracidade desmedida. Felipe acariciava meus cabelos me chamando de “puta gostosa”, “boqueteira descarada”, e outros adjetivos que eu sequer dava atenção, já que estava concentrada em me deliciar com a piroca do moleque.

Depois de mamar muito aquele pinguelo bem-dotado, me levantei tirando a roupa e mandando que ele fizesse o mesmo e ao fazer menção de partirmos para uma foda ali mesmo na sala, eis que o rapaz segurou meu braço com firmeza impedindo que continuássemos. “Vamos trepar na sua cama! Quero te fuder na cama que divide com o marido corno!”, anunciou ele com tom enfático, me deixando em estado de choque por sua iniciativa tão ousada ao mesmo tempo em que ele já me puxando pelo braço avançou na direção do quarto, onde ao chegar me atirou sobre a cama abrindo minhas pernas e apreciando buceta depilada com o brilho característico de sua umidade vertente.

Felipe não se perdeu em firulas caindo de boca na danada ofertando um banho de língua que me fez experimentar orgasmos sucessivos, um mais enlouquecedor que o anterior, impondo que eu gemesse e gritasse saboreando o prazer represado por tanto tempo; o moleque mostrou que dominava a arte de linguar uma xoxota e cada gozo me levava ao delírio com ele se divertindo em observar minhas expressões faciais lascivas. Houve um momento que eu alucinada por tanto prazer, balbuciei uma súplica para que ele me fodesse e Felipe não titubeou em subir sobre mim usando sua mão para guiar o bruto na direção da minha xereca quente e muito molhada, sendo que bastou apenas um único movimento dele para o pinguelo escorregar para dentro me preenchendo e impondo que eu gemesse entre suspiros sentindo aquela verga rija me penetrar profundamente.

O moleque não perdeu tempo em iniciar uma série de movimentos pélvicos que aos poucos foram ganhando cadência, intensidade e profundidade provocando em mim uma nova onda orgásmica que parecia não ter mais fim; em me contorcia, gemia, tremelicava sentindo meu corpo sob o domínio do macho que parecia possuir uma destreza impressionante como se eu não fosse sua primeira foda, além de um desempenho muito além de qualquer expectativa; eu já estava nadando no meu próprio gozo quando Felipe deu os primeiros sinais de que seu corpo chegara no limite e antes que eu pudesse pedir para que ele não gozasse dentro de mim seus espasmos e retesamentos musculares involuntários anunciaram a capitulação que veio sob a forma de uma ejaculação abundante encharcando minha gruta ao ponto de vazar pelas bordas.

Ambos estávamos suados e exaustos, porém eu ainda sentia o membro enrijecido de Felipe pulsando dentro da minha greta como se ele ainda tivesse energia para algo mais …, e de maneira inesperada e avassaladora, o rapaz retomou os movimentos pélvicos comprovando que o vigor da sua juventude ainda tinha uma chama ardendo que tornou a me incendiar com mais orgasmos se sucedendo e me levando à beira do desfalecimento. Felipe não me dava trégua fodendo impiedosamente sempre com movimentos mais rítmicos e profundos me levando a pensar que ele pudesse ser alguma espécie de super-macho.

É claro que isso não era a verdade, mas eu fingia acreditar já que ele fora capaz de tirar todo o meu atraso causado por um marido ausente. Depois de me foder até minha xoxota arder Felipe me fitou e sorriu de uma forma inexplicável. “Gozou bastante, minha puta safada! Espero que sim, porque agora vou leitar essa buceta mais uma vez!”, anunciou ele com tom quase sarcástico enquanto acelerava seus movimentos que mais uma vez culminaram em um jorro de sêmen profuso me entulhando entre gritos, gemidos e suspiros perdidos no ar. Felipe desabou sobre mim ofegando ao mesmo tempo que nossos corpos se esfregavam luxuriosamente azeitados pelo suor que nos banhava de cima a baixo.

Tanto esforço cobrou seu preço me fazendo cair em um sono profundo e necessário; não sei quanto tempo depois fui acordada por Felipe que havia me posto de bruços sobre a cama com seus dedos vasculhando o rego da minha bunda a procura de algo que não demorou a ser descoberto; sem perdão ele dedou meu selo anal o que me fez sair do torpor gritando e resmungando contra o gesto dele. “Cala boca, puta descarada! Acha que provoca o macho e não vai dar esse cuzinho pra mim? Se o maridão não comparece ele tá no jogo!”, comentou ele com tom irônico metendo o dedo bem fundo no meu brioco. Eu bem que cheguei a suplicar para que ele não fizesse o que tinha em mente, porém o moleque estava mesmo açodado alternando as dedadas com sonoros tapões em minhas nádegas, gesto que causava mais tesão que dor.

Eu já havia rompido todos os limites do bom-senso, motivo pelo qual acabei capitulando diante da insistência do meu jovem parceiro; já de quatro sobre a cama com a cabeça pousada sobre o travesseiro usei minhas mãos para separar as bandas da bunda pedindo que ele fosse cuidadoso, pois há muito tempo não era empalada e muito menos por um pirocão como aquele. “Relaxa, minha puta! Relaxa que dói menos!”, comentou ele com tom jocoso já pincelando o bruto no rego que ele azeitara nas bordas da minha buceta. A primeira socada restou exitosa me fazendo gritar, porém sem fugir do desafio. E logo Felipe tinha me empalado com sua benga dura como pedra iniciando estocadas fortes e profundas.

Imersa nesse clima luxurioso e profano que fui surpreendida por ele puxando meus cabelos até que eu erguesse o rosto e descobrisse que havia alguém mais no quarto …, era Rogério, meu marido, que também estava pelado se masturbando fixando um olhar lascivo sobre meu rosto. “Ela tá no ponto parceiro! Vamos trocar de posição pra você se esbaldar!”, sugeriu Felipe com tom sarcástico. Quando dei por mim tinha Rogério socando sua vara no meu cu e Felipe esfregando seu pinguelo em minha boca. “Chupa meu pau, piranha! Chupa logo!”, exigia ele com tom impaciente; me sentindo aturdida, mas ao mesmo tempo alucinada por ter dois machos me usando, sendo que um deles era meu marido, não hesitei em tomar o membro de Felipe da boca segurando-o pela base enquanto mamava em pleno delírio.

Fui usada e abusada pelos machos até perder a noção de tudo desfrutando de gozos que se sobrepunham de maneira alucinante me fazendo beirar uma espécie de Nirvana físico, mental e emocional que somente chegou ao seu fim que recebi o gozo abundante dos machos, em minha boca e em meu rabo arrombado. E pouco depois estávamos estatelados sobre a cama sendo que eu não resisti em abraçar meu marido para que nos beijássemos com o mesmo ardor de antes. “Bom pessoal, vou nessa …, e tio! Quando precisar tirar o atraso da patroa, me chama …, Tamu Juntu!”, declarou Felipe após se vestir já com o pé na porta; olhamos para ele e sorrimos.

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