MINHA ESPOSA QUER UMA TROCA DE CASAL PT 6

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 1209 palavras
Data: 09/03/2026 13:44:45

Cinco dias se passaram como um furacão lento na minha cabeça. O teste de DNA chegou pelo correio, envelope lacrado que eu abri com as mãos tremendo. Positivo. Mayer e Cristiano eram meus. Filhos de sangue, de uma foda antiga com Viviane que mudou tudo sem eu saber. Ela não tinha falado comigo nesses dias. Parecia que os meninos a culpavam por não contar, por esconder a verdade por tantos anos. Eu ouvia sussurros no condomínio: ela saindo brava de casa, os gêmeos quietos, evitando a mãe. E ela tava com raiva de mim porque eu contei pra eles. "Você não tinha direito", deve ter pensado. Mas eu tinha. Era pai agora. Oficial.

Cheguei do serviço cansado pra caralho. Corpo doendo de subir escadas, passar fios, programar aquelas merdas de câmeras. A empresa tava quase pronta, mas minha cabeça tava explodindo. Rode tava na piscina quando entrei. Vi ela pela janela: nadando devagar, corpo loiro brilhando na água. Saiu quando me ouviu, enrolada numa toalha branca que mal cobria as coxas. Se secando devagar, gotas escorrendo pelos peitos, pela barriga lisa. Meu pau deu uma mexida, mas o cansaço pesava mais.

A campainha tocou. Fui no portão. Eram Mayer e Cristiano. Camisetas suadas do dia na escola, shorts folgados, olhos nervosos. "Pai... a gente veio conversar."

Meu peito apertou. Ainda era estranho ouvir "pai". "Entra, meninos. Vamos pra sala."

Sentamos no sofá. Eu no meio, eles um de cada lado. Silêncio pesado primeiro. Mayer pigarreou. "Pai... esses dias foram loucos. A mãe tá brava com a gente. Diz que a gente não devia saber... que a gente te pressionou a aceitar."

Cristiano completou: "Ela chora à noite. Acha que perdeu a gente. Mas... a gente tá confuso também. Você é nosso pai de verdade. O Sérgio... ele foi bom, mas agora... é você."

Eu respirei fundo. "Meninos... eu tô aprendendo isso tudo. Nunca imaginei. Mas agora que sei, não vou sumir. Vocês são meus. Sangue do meu sangue. Vamos devagar. Conversar com a mãe de vocês. Ela errou, mas amou vocês a vida toda. Criou sozinha depois que o Sérgio morreu."

Mayer assentiu, olhos baixos. "A gente sabe. Mas dói saber que ela mentiu. Por que não contou antes?"

"Medo, talvez. Eu fui embora jovem. Ela tava sozinha. O Sérgio apareceu. Foi o jeito dela de sobreviver. Mas agora... a gente conserta. Juntos. Como família."

Cristiano tocou meu ombro. "Pai... a gente gosta de você. Sempre gostou como tio. Agora... como pai. E a Rode... ela é legal. Aceitou tudo isso."

Ri baixo. "Ela é foda. Minha âncora nisso tudo."

Mayer sorriu pela primeira vez. "Vamos tentar com a mãe. Amanhã, talvez. Conversar os quatro."

"Boa ideia. Mas sem pressa. Deixa o tempo acalmar."

Eles assentiram. Abraçamos ali mesmo, um abraço desajeitado de pai e filhos que se encontram tarde. Meu peito aqueceu. Era real agora.

De repente, Rode apareceu na porta da sala. Só de toalha, cabelo molhado pingando no chão. Sentou no braço do sofá, pernas cruzadas, toalha subindo um pouco, mostrando a coxa branca. "Ainda bem que se acertaram. Agora precisamos selar esse pacto." E riu, voz safada, olhos azuis brilhando.

Eu pisquei. "Que pacto?"

Ela se levantou, toalha quase caindo. "Os três vêm comigo pro quarto. Vamos selar isso direito."

Meu pau endureceu na hora. Os meninos se entreolharam, corados, mas o volume nos shorts crescendo. "Rode... você tá louca?"

Ela piscou. "Louca por vocês três. Vem. Agora."

Entramos no quarto. Luz baixa, cama king size desarrumada. Rode deixou a toalha cair no chão. Corpo nu, peitos firmes, buceta loira depilada, bunda grande balançando. "Vamos brincar, família. Eu sou o elo que une tudo."

Os meninos tiraram a roupa devagar, nervosos. Paus descomunais pulando pra fora, 23 cm cada, pretos, veias latejando. Meu pau de 20 cm endureceu vendo aquilo. "Calma, meninos. Vou ensinar vocês direito dessa vez."

Rode se deitou na cama, pernas abertas. "Começa chupando, amor. Mostra pros seus filhos como se faz."

Ajoelhei entre as pernas dela. "Olhem. Primeiro, beijem devagar os lábios de fora. Lambam o suco que escorre." Minha língua tocou a buceta molhada dela. Ela gemeu baixo. "Agora o clitóris. Circulem com a ponta da língua. Devagar, depois mais rápido."

Mayer e Cristiano assistiam, paus duros nas mãos, batendo devagar. "Agora vocês. Um de cada vez."

Mayer veio primeiro. Língua tímida na buceta dela. Rode guiou: "Assim... mais fundo. Enfie a língua como se fosse foder." Ele obedeceu, lambendo com fome. Ela rebolava no rosto dele. "Boa, menino... meu enteado safado."

Cristiano trocou. Dedo entrando junto, como ela ensinou antes. "Curve o dedo, ache o ponto G." Ela gemeu alto, peitos balançando. "Ai... vocês aprendem rápido... paus de pai, bocas de filhos."

Meu pau latejava. "Agora penetração. Mas dupla. Vou no cu dela, vocês na buceta. Alternando."

Rode piscou safada. "Vem... me arrombem. Quero os três paus me enchendo."

Passei lubrificante no cu dela, no meu pau. Ela ficou de quatro. "Devagar no começo. O cu é apertado." Coloquei a cabeça. Ela gemeu, rebolando. "Mete, amor... mostra pros meninos como se fode o cu da madrasta."

Empurrei devagar. O anel se abrindo, quente, apertando meu pau. "Vejam... vai e vem lento. Sinta ela se acostumando." Metia fundo, saco batendo na bunda dela. Ela gritava: "Ai... que pau bom... fode meu cu!"

Mayer veio por baixo. Buceta molhada engolindo a rola preta dele. "Coloca metade primeiro, filho. Ela tá cheia atrás." Ele enfiou, olhos fechados de prazer. Rode berrou: "Nossa... dois paus... me rasgando!"

Cristiano na boca dela. "Chupa ele enquanto a gente mete. Alternem."

A cena era louca. Eu no cu, metendo forte, sentindo a rola do Mayer através da parede fina. Ele metia na buceta, ritmado. Rode chupando o Cristiano, garganta funda, saliva escorrendo. "Troquem... quero o outro na buceta."

Cristiano trocou com Mayer. Rola grossa entrando na buceta esticada. "Assim... mete fundo agora. Ela aguenta." Ele empurrou tudo, 23 cm desaparecendo. Rode tremia: "Ai... grande demais... me arromba... pai e filhos me fodendo!"

Eu dava tapas na bunda dela, vermelha. "Rebola, safada. Sente os paus te enchendo." Ela rebolava louca, gemendo rouco. "Não aguento... tanto pau... tanto tesão... vou gozar!"

Gozei primeiro no cu dela, enchendo de porra quente. Sai, vendo o buraco piscando, porra vazando. "Agora dupla na buceta? Não... um na buceta, um no cu."

Mayer no cu agora. Inexperiente, enfiou devagar. Rode guiou: "Devagar, filho... o cu da madrasta é virgem pra vocês." Ele meteu, gemendo. Cristiano na buceta por baixo.

Eu na boca dela. "Chupa o pau que saiu do teu cu." Ela mamava com fome, gosto misturado. Metidas sincronizadas: Mayer no cu, Cristiano na buceta. Barulho molhado, pele batendo. Rode quase desmaiando de prazer. "Ai... dois negões me arrombando... e o pai na boca... não aguento mais!"

Cristiano gozou na buceta, jorrando forte. Mayer acelerou no cu, gozando logo depois. Rode gozou gritando, corpo convulsionando, buceta esguichando no pau dele.

Caímos na cama, ofegantes. Porra escorrendo dela por todos os lados. Ela riu fraca: "Selado... a família tá unida agora."

Os meninos sorriram. "Pai... isso é louco."

"É. Mas é nosso."

E o tesão não acabava. Rode piscou: "Amanhã... chamem a mãe de vocês. Vamos unir tudo."

Meu pau mexeu de novo. A árvore tava dando frutos. E eu queria colher todos.

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Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 317Seguidores: 432Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários

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Interessante o rumo que tá tomando, muito tesão e putaria envolvidos!

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