Podolatria no Ibirapuera

Um conto erótico de Apenas um beta
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 3527 palavras
Data: 09/03/2026 11:56:26

Malditos bloquinhos de carnaval. Nunca tive que andar tanto.

Praticamente circundei o parque do Ibirapuera quase por inteiro para conseguir chegar em um dos portões que estivessem abertos, devido aos blocos que estavam concentrados naquela manhã quente no final de fevereiro ao redor do parque, causando desvio de rotas de ônibus e portões fechados.

Olhava no relógio e passava das 9h, o horário combinado era às 8h.

Eu encontraria minha amiga e rainha, Miss Jen, no ponto de ônibus próximo ao obelisco e entraríamos juntos no parque.

Saí de casa cedinho, fiz meu trajeto habitual, porém, tive o desprazer de me deparar com aquela muvuca de gente que logo cedo já estava toda empolgada. Não que eu odeie o carnaval, não é isso, mas não tenho apreço algum pelos bloquinhos e os transtornos que causam.

O ônibus que minha amiga pegou desviou e foi parar do outro lado do Ibirapuera, o que me fez dar a volta enorme que mencionei e atrasou nosso encontro em quase uma hora. Quando finalmente passei pelo portão 7, cansado pra caramba, foi outra luta para encontrar minha rainha.

Eu sou paulista, nascido e criado em SP capital, porém, admito que não sou especialista no quesito Ibirapuera. Não frequento tanto o parque e sofro muito para me localizar quando vou lá. Quem conhece sabe que o lugar é enorme, muito bonito e gigantesco. Lotado, também. Até eu finalmente encontrar com ela, já estava de língua de fora.

Miss Jen estava rindo à toa, bem-humorada como sempre.

A gostosa ainda ficou me zoando por ter demorado e me perdido dentro do parque e comentou que o ônibus que ela havia pego parou bem longe, e ela teve que rodar bastante para conseguir entrar no parque, tal como eu.

Nosso combinado naquela manhã de sábado era a princípio nos encontramos para correr e depois comer um lanche. Somos amigos há um bom tempo e faço sessões fetichistas com ela frequentemente. Sou agradecido por ter o privilégio de ser amigo dela e ter a honra de poder encontrar com a gata mesmo fora das sessões de podolatria, algo muito íntimo e exclusivo.

Ter a oportunidade de ir ao parque com uma mulher tão bela como ela ao meu lado me enche de satisfação. Como sou apenas uma beta de pau pequeno e com pouquíssimas interações com outras mulheres, ao andar com aquela deusa ao meu lado eu vivencio uma fração do que homens de verdade experimentam em suas vidas quando estão com uma gata ao lado.

Miss Jen, para quem conhece (e para quem não conhece) é uma verdadeira obra-de-arte! A gata está no auge dos seus 20 e poucos anos, tem um corpo delicioso, com uma bunda grande, redonda e bem treinada, fruto de seu empenho na academia. É branquinha, tem cabelos compridos e lisos, um rosto sensual, com um olhar dominador e um corpo espetacular, delicioso. Areia demais pro meu pequeno caminhãozinho.

Não tem um homem que consiga desviar o olhar quando ela passa por perto, sempre chamando atenção com suas roupas justas. Naquele dia ela usava um shortinhos preto de academia, que deixava sua espetacular bunda em evidência e era impossível não lamber os beiços ao vê-la passar. Um top também preto completava seu look fitness e ela calçava tênis de corrida, com uma meia branca de cano alto.

- Tá perdido aí, beta?

Jen caminhava sorridente em minha direção e falando alto, típico dela, sem se importar com os olhares maliciosos sobre ela ou com quem pudesse ouvir a gente.

- É... eu quase não venho no Ibira, mal sei andar aqui...

Cumprimentei-a com apenas um abraço, nem beijar o rosto dela eu ouso, pois sei o meu lugar como amigo e submisso. Começamos a conversar nos atualizando sobre as novidades em nossas vidas e fomos em direção ao local onde se alugam as bicicletas. Chegamos ao consenso de que correr estava fora de questão, depois do esforço que fizemos somente para entrar no parque, nenhum dos dois estava com pique.

- Ainda bem que hoje não está aquele sol de rachar – ela comentou e deu um gole no energético que ofereci. – Se não, estaríamos ferrados!

Concordei e continuamos batendo papo até que alugamos as bikes e demos um longa e exaustiva volta de quase uma hora. Pode parecer que pedalar é mais tranquilo, mas não é tanto assim não. A bunda dói, a perna cansa..., mas o que eu não parava de pensar era no cheirinho de chulé que deveria estar se criando dentro do tênis da minha amiga.

Ela já tinha andando bastante e agora estava pedalando...

Eu não via a hora de arranjar algum pretexto para oferecer uma massagem e contar com a benevolência da minha deusa para me dar sua permissão. Quando entregamos as bikes, caminhamos um pouco jogando conversa fora e minha rainha começou a escutar sua barriga roncando.

- Cacete, hoje eu não comi bem no café da manhã. Passei quase a noite toda em claro e só comi umas bolachas e tomei uma água.

- Não pode comer mal assim – respondi, entendendo qual era a dela – mas relaxa, vamos atrás de um lanche.

Demos uma olhada ao redor e procuramos os food trucks que ficam dentro do parque. O restaurante estava sem condições alguma, com uma fila enorme assim como as lanchonetes que ficam lá dentro. O que salvou a larica da minha amiga foi um hamburgão duplo com cheddar e bacon e um refri bem gelado, que eu paguei com satisfação. É meu dever como beta não deixar que a gata gaste um real com nada quando a gente sai junto, aliás, todo homem deveria fazer isso quando sai com uma mulher, seja numa relação amorosa, de amizade ou fetichista.

- Vamos procurar um cantinho mais isolado? Por aqui tem muita gente...

Comentei e comecei a sondar aonde poderíamos ir dentro do parque para nos afastarmos um pouco da multidão e nos sentarmos na grama para que ela pudesse comer tranquila. Como eu havia tomado um bom café em casa, não quis comprar nada para mim e só pensava em fazer uma massagem naqueles pés suados que eu tanto idolatro.

- Tem um lugar que parece promissor, vem!

Quem teve a visão apurada para encontrar o local foi minha amiga, ela indicou a direção eu a segui. Conseguimos um bom cantinho para descansar enquanto ela comia seu lanche e tomava seu refrigerante. Um tronco de árvore caído serviu de banco para que a gente se sentasse e eu, como já estou bem acostumado a servir minha rainha, prontamente me ajoelhei aos pés dela, sentindo a grama macia nos meus joelhos desnudos.

- Rainha, enquanto você come, posso massagear seus pés?

Não ousei olhar para cima, mantive a cabeça baixa com um olhar respeitoso em direção aos tênis dela. Mais ou menos próximo de nós, havia uma moça deitada, bem bonita e descalça, cochilando enquanto ouvia música e um casal um pouco mais afastado. Estávamos em um local bem propício e reservado para praticar uma boa dose de podolatria ao ar livre.

- Tudo bem – enquanto mastigava avidamente, ela me respondeu – eu permito.

Com minhas mãos tremendo de emoção, descalcei o primeiro tênis dela. Não teve como resistir e dei uma cheirada dentro dele sentindo um leve cheiro de chulé, que fez meu pequeno pinto pulsar. Fechei os olhos e inalei aquele aroma que eu tanto aprecio enquanto Miss Jen ria da minha cara por ficar feliz com algo tão bobo. Ela sabe muito bem que seu chulezinho é sagrado para mim é só de senti-lo eu fico muito contente. Para betas como eu, o cheiro do pé de uma mulher é como o cheiro de uma buceta para um alfa.

- Nossa... que delícia! – comentei, extasiado.

- Vai logo com isso aí, quero minha massagem!

Obedecendo sua ordem tirei sua longa meia que estava suada e levemente suja de tanto esforço físico naquelas últimas horas. Dei apenas uma cheirada rápida e ansiosamente me concentrei em sua sagrada sola, que agora estava descalça em minhas mãos.

Ah! Que pezinhos deliciosos que ela tem!

Meu pintinho ridículo estava complemente duro naquele instante, o que não significa muita coisa... mal faz volume no shorts e não chama atenção. E eu nem me importava com os poucos olhares distantes e curiosos que nós dois atraíamos. Até então, somente o casal nos espionava intrigado.

Coloquei a sola dela sobre meu joelho e comecei a massagem, com bastante intensidade como ela aprecia. Jen comia um pouco mais tranquila e mexia no celular, me ignorando completamente. Poder servir aos pés de uma gostosa como aquela sendo ignorado é muito excitante, ainda mais em público, isso deixa qualquer submisso maluco. E olha que eu sou muito discreto e envergonhado, ao contrário dela, que é bem extrovertida e cara de pau. Nossa diferença de personalidade é o que tornava a situação ainda mais intensa, pois eu sabia que ela não teria vergonha alguma de me instigar e provocar com seus pezinhos como bem quisesse.

- Pode massagear mais forte... isso tá muito fraco!

Sem nem me olhar, Jen reclamou e começou a gravar um áudio, conversando com um de seus ficantes. Outra situação que me faz delirar, me sentindo mais humilhado ainda. O calor de seu pezinho suado, o cheiro leve de chulé e seu completo descaso por mim, dando atenção para um de seus alfas me mostrava qual era o meu lugar.

Caprichei na massagem e ousadamente levei o pezinho em direção ao meu nariz, dando uma fungada e ficando trêmulo de tanta excitação. Aquele simples ato de adorar aos pés dela era o mais próximo de sexo que eu vinha fazendo nos últimos anos, já que ela me mantém em castidade e me proíbe de sair com qualquer outra dominadora ou mulheres em geral. Uma vez por mês, eu a encontro para uma sessão onde pago o que ela achar que merece e minha rainha decide se me deixará ejacular ou não.

E sou feliz assim. Adestrado, dominado e escravizado por ela.

Alguns minutos depois descalcei o outro tênis e tirei as meias, ficando com aquelas duas solinhas tamanho 36 que eu tanto amo no meu colo. Notei que o casal já estava olhando bastante e cochichando entre si, provavelmente sabendo muito bem o que estava rolando entre nós. A moça bonita e descalça havia se sentado e nos encarava também. Se fosse somente uma massagem no pé, passaria despercebido, mas o fato de eu estar ajoelhado atiçava a curiosidade.

Eu já estava perdendo a vergonha e não me importava mais, permaneceria ajoelhado diante da minha rainha, Miss Jen, servindo seus divinos pés com minha massagem e algumas cheiradas em sua deliciosa sola suada. Chuparia seus dedos, lamberia seu calcanhar e faria tudo mais que ela pedisse.

- Aff! Tô ficando arrepiada já! Pode lamber entre os dedos também... limpa toda a sujeirinha, seu beta!

Mostrando minha dedicação, eu fiz como ela ordenou, levei seu pezinho esquerdo até minha boca e passei a língua no espaço entre cada um dos dedos, lambendo o suor e a sujeira ali presentes.

Como é humilhante e excitante fazer isso!

Jen continuava a me ignorar enquanto eu dava um trato em seu pezinho, deixando-o bem limpinho. Meu pintinho pulsava dentro do meu shorts e eu me concentrava para não ejacular.

Como todo beta patético, eu ejaculo muito fácil...

Somente adorando os pés dela isso já aconteceu algumas vezes... e ali no parque estava quase para rolar novamente. Sorte que eu não estava usando o cinto de castidade, com ele, fico mais excitado ainda, pois me sinto mais humilhado e não consigo me segurar. Como minha rainha sabia que iríamos praticar atividades físicas, ela me permitiu sair se de casa sem ele.

- Tá quase se gozando, né? Se estivesse com o cinto já teria se lambuzado... eu te conheço, seu bostinha!

Miss Jen tirou o celular da cara e me provocou, batendo com um dos pés no meu rosto, enquanto eu lambia o espaço entre os dedinhos do seu outro pé.

- Você é tão patético! Meu escravinho! Fica trancado o mês todo, só sai do cinto quando eu libero e é proibido de falar com qualquer outra mulher! É um cachorrinho mesmo!

Se ela continuasse com aquelas humilhações verbais eu não iria durar muito tempo...

Como estava há quase trinta dias sem gozar ou sequer bater uma punheta, eu estava muito sensível naquele dia e não queria me sujar todo. Pelo menos meu shorts era preto e não ficaria tão evidente a mancha de esperma, mesmo assim, voltar todo melecado para casa seria muito incômodo.

Tive que tirar o pezinho dela da minha boca por alguns instantes para me acalmar e escutei Miss Jen rindo de mim e me zoando por ser tão precoce e estar quase explodindo. Voltei a fazer somente a massagem, para dar uma acalmado no meu pinto e pedi para me sentar no tronco da árvore junto com ela, pois meus joelhos estavam doendo de tanto ficar naquela posição submissa.

- Não, não! – ela negou, balançando o dedo enfática - não quero saber se tá cansado, vai ficar de joelhos ou a massagem acaba!

Sem ousar irrita-la ainda mais, acatei sua reprimenda e por mais que doesse, eu permaneceria aos pés dela, massageando-os e dando prazer para minha rainha, como um bom capacho deve fazer.

Para aumentar minha vergonha, um vendedor ambulante se aproximou de nós, quando vi, o rapaz estava nas minhas costas e todo sem graça nos perguntou se queríamos comprar algumas trufas.

Minha amiga nem se incomodou com ele me vendo ajoelhado aos seus pés e simplesmente disse que queria sim, e eu tive que parar a massagem para tirar a carteira do bolso e pagar pelas trufas. O rapaz nos vendeu os doces e foi embora fazendo piadinhas sobre eu massagear os pés da minha namorada e que eu era um cara de sorte. Muito prendado e carinhoso.

Mal sabia ele. Namorada? Jamais!

Nem em sonhos eu cobiçava minha amiga. Sei o meu lugar.

Jen riu sarcasticamente e respondeu que eu tinha “muita sorte mesmo”.

E de fato tinha. Estava tendo uma manhã maravilhosamente excitante.

Continuei aos seus pés sentindo meus joelhos doerem cada vez mais enquanto ela comia as trufas. O lanche havia acabado faz tempo e Jen olhou em seu relógio e disse que em mais ou menos uns 10 minutos iríamos embora, pois tinha clientes para atender. Agenda cheia como sempre. Marcar uma sessão com ela não é para qualquer um, nem todos tem acesso a essa deusa. Seu tempo vale muito! E ela realmente gosta do fetiche e sabe o que está fazendo, ou seja, suas sessões são muito disputadas e requisitadas.

- Seguinte... preciso ir logo pra casa, tomar banho e me preparar para a sessão. Então, quero saber. Você quer gozar ou não? Vou deixar você decidir.

Eu sabia que havia uma pegadinha ali. Afinal, eu nunca decido nada.

Temeroso, eu disse que não, era o mais sensato a se fazer.

Jen, de propósito, colocou um de seus pés em cima do meu pequeno pênis e começou a fazer um carinho nele, suavemente.

- Nossa... eu ainda fico chocada com o tamanho disso! Não dá nem pra sentir... que triste! De verdade.

Com seu pezinho que eu tanto idolatro me acariciando por cima do shorts eu me esforçava para não ejacular, suando frio e de olhos fechados.

- Jen... por favor, eu não quero ficar todo melecado!

- Cala a boca! Quem manda aqui sou eu! Se eu quiser te fazer gozar, você vai! Afinal, só tem a mim em sua vida, seu verme! Ou goza comigo ou fica dias, semanas e até meses sem ejacular!

Eu me tremia de euforia e sentia o orgasmo vindo.

Suas ameaças só mexiam ainda mais com minha mente depravada e eu sabia que não teria como resistir, ela iria me drenar. Sou tão patético que nem preciso ficar ereto para ejacular. Mesmo de pau mole, o beta aqui consegue atingir o clímax e meu pau já tinha ficado duro e mole várias vezes naquela última meia-hora. Eu sabia que estava perto do limite e ao olhar ao redor, vi como estávamos chamando atenção. Pelo menos uns três casais espiavam a cena, havia aumentado o número de pessoas próximas de nós sem sequer percebermos e aquela mulher bonita e descalça, que eu mencionei antes, estava mexendo seus dedinhos do pé provocativamente, com sua sola em meu campo de visão, nos olhando com um sorriso malicioso. Era mais um gatilho para me fazer ejacular, eu estava quase lá...

- Você vai gozar sim! Seu pau pequeno do caralho!

Com minha rainha aumentando a intensidade do carinho, eu sentia a pressão da solinha rosada dela me levando ao delírio, meu pau começava a endurecer de novo e ela mexia os dedinhos em cima dele, enquanto fazia movimentos circulares com sua sola em minhas bolas.

- Pelo menos saco você tem né... essas bolas pesadas...

Miss Jen achava graça da minha expressão de vergonha absoluta e dos olhares à nossa volta. Sem demonstrar misericórdia, minha rainha levantou seu outro pé e colocou em meu rosto, cobrindo minha cara com sua sola.

- Lambe! – ela esfregou o pé em mim – Lambe igual a porra do cachorrinho adestrado que você é!

Prontamente obedeci, colocando a língua para fora e lambendo sua sola com vontade, do calcanhar até a pontinha dos dedos e sentindo a força de seu pé contra meu rosto. Era o fim absoluto da minha dignidade. Estava, pateticamente, lambendo a sola de uma mulher no parque mais movimentado de São Paulo e sendo observado por sabe-se lá quantas pessoas. Não tinha mais volta. Só torcia para que ninguém estivesse gravando ou eu poderia viralizar online.

- Quanto mais rápido você gozar, mais rápido isso acaba...

Jen me provocava e voltou a mexer no celular, aumentado a pressão sobre meu pintinho e esfregando com mais força seu pé contra meu rosto, exercendo todo seu domínio sobre mim e deixando evidente para os espectadores no parque sua autoridade. Eu lutava para lamber aquela sola enquanto era pisado na cara e sufocado pelo seu chulé que estava bem concentrado. Sentia meu pintinho latejando e latejando... até que não demorou mais e o gozo veio.

Dei uma leve tremida e esporrei quase um mês de porra acumulada em minha cueca, me sujando todo!

Assim que minha rainha percebeu que eu havia gozado, ela desatou a rir, bem espalhafatosa, tirando o pezinho no mesmo instante do meu pau, arruinando o prazer da gozada e me frustrando.

- Mas é um bostão mesmo! Gozou só com um carinho?

Jen me deu um forte chute no saco para cortar o meu barato e se levantou, ainda descalça, enquanto eu gemia de dor e prazer.

De canto de olho, eu via as pessoas dando risada e comentando sobre a gente. A vergonha que eu sentia era imensa, misturada com excitação e um sentimento profundo de submissão.

- Agora, põe logo as minhas meias e calça meu tênis! – ela bateu uma palma – RÁPIDO! Capacho!

Ainda me recuperando da farta gozada, cumpri a tarefa. Enquanto colocava as meias em seus pés eu sentia o quanto havia me sujado, minha cueca estava ensopada de tanta porra que eu havia expelido. Praticar o fetiche da castidade e ficar acumulando sêmen é mais uma das minhas “coisas de beta” que eu pratico, sob ordens da minha rainha, me negando o prazer de bater uma punheta, afinal, betas não merecem prazer algum. Por isso, quando ejaculo, o que, na maioria das vezes é de alguma forma bem humilhante como essa, eu sempre faço uma puta sujeira.

- Pronto, rainha!

Calcei os dois tênis enquanto ela mexia no seu celular e quando terminei, ainda ajoelhado diante dela, fiz questão de beijar os dois, mostrando meu total agradecimento.

- Muito obrigado, deusa! Você sabe o quanto sou grato por me dar esses pequenos momentos de prazer e submissão. Por me deixar ter esse contato com você, ser seu amigo, seu escravo... Eu te venero! Te idolatro!

- Tá, tá bom! Levanto logo, porra. Temos que ir!

Cortando minha gracinha, Miss Jen se virou e me largou falando sozinho. Como o bom cãozinho que sou, me levantei e a segui, retomando nosso papo trivial de bons amigos.

Ao nosso redor, as pessoas nos encaravam surpresas com tudo que viram. Não sei se perceberam que eu havia chegado ao ponto de ejacular, olhei para meu shorts e realmente não era possível ver a mancha, se fosse um shorts cinza...

Saímos do parque imediatamente e cada um foi para sua casa.

Paguei o uber dela e me despedi com apenas um abraço, como sempre.

Voltei para casa com a cueca toda melada, mas muito feliz. Realizado. Havia passado dias sem uma única punheta sequer, justamente para isso, poder ter uma ejaculação real, com uma mulher de verdade me drenando e tirando meu sêmen de mim. Gozar de forma humilhante é uma verdadeira dádiva para um beta como eu, e sou muito grato que minha amiga e rainha Miss Jen, me proporciona esses pequenos prazeres.

Quem sabe, um de vocês consiga marcar uma sessão com ela e provar um pouquinho do paraíso. Não custa tentar. Mesmo sendo muito ocupada, ela não perde a chance de ter sempre mais um escravinho aos seus pés.

Luxúria Contos Eróticos

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