A TRANSFORMAÇÃO DA MINHA ESPOSA RAFAELA CONTO 5

Um conto erótico de PAULO
Categoria: Heterossexual
Contém 4527 palavras
Data: 09/03/2026 10:11:49

CONTINUA.

Se alguém quiser fotos da minha esposa me manda e-mail . As fotos são eróticas, nada da gente transando, mas eu gosto que a apreciempauloecamilla82@proton.me

Minha cabeça estava a mim, peguei no sono, um sono pesado que não tinha a muito tempo, acordei de madrugada com sede, olhei pra Rafaela, estava dormindo de costas, com uma calcinha minúscula branca, a luz do pequeno abajur evidenciava as marcas que o Bruno tinha deixado em sua bunda e parte do seu corpo, sua buceta estava inchada, parecia dormir pesado, passei a mão em seus cabelos, estavam ainda molhados, ela estava muito cheirosa, bem diferente da noite anterior com seu corpo inalando sexo pesado, então peguei no sono novamente.

Acordei às 7 horas e Rafaela não estava mais na cama, na segunda feira ela só dava aulas por volta das 10 horas. Tomei um banho e novamente vieram os pensamentos, o que vamos conversar, como será daqui pra frente?, eu estava com medo de ter essa conversa com Rafaela. Meu banho foi demorado, mais que o normal, desci às 8 horas em ponto. Rafaela estava de costas, vestindo somente uma camiseta que ia até a altura das coxas e preparava o café. Quando ela me viu abriu um sorriso e falou :

- Bom dia dorminhoco, achei que não iria mais sair da cama, acho que está meio atrasado pro serviço, mas acho que é só você ligar pra empresa e informar que vai se atrasar um pouquinho, você raramente se atrasa. (ela disse com uma naturalidade espantosa, bem diferente do clima frio que achava que ficaria entre nós).

- Eu dormi na medida do possível bem e você?. (eu perguntei bebendo um gole de café sem olhar pra ela ).

-Dormi nada, estou toda dolorida, toda cheia de roxos e chupões, olha o que o Bruno fez comigo?, hoje vou ter que ir toda tampada pra escola pra ninguém reparar, as marcas do rosto ainda bem que sumiram . (ela disse pegando uma xícara de café, sentando a mesa e verificando os hematomas pelas pernas).

Ela estava absolutamente normal, estava tranquila e isso me espantou. Ela tinha acabado de transar com meu chefe, uma foda animal, achei que iríamos ter uma DR daquelas, mas estava serena como se tivesse ido a um parque de diversões, era como se não tivesse consequências do que fizemos e isso me assustava.

- Você quer que eu mande trazer algum remédio, pomadas ?( tentei ser prestativo ).

- Não, eu tenho tudo aqui, também estou meio enjoada, com o hálito estranho, ontem engoli coisas que nunca tinha pensado que faria, meu deus.(ele fez uma cara de reflexão).

Eu não estava acreditando no que estava ouvindo, a naturalidade fluía de seus lábios e ainda satirizava com toda a situação que tínhamos vivido.

- Acho que não precisamos falar disso enquanto estamos comendo. (eu disse meio sem paciência )

-Amor, desculpa, é que só estamos tomando café e pensei que não iria se importar, hoje a noite a gente conversa sobre o que aconteceu, temos que esclarecer algumas regras daqui pra frente.

- Regras ? ( olhei pra ela ).

Ela colocou a xícara na mesa, suspirou e falou :

- O Bruno sabia das nossas fantasias sobre ele, fala a verdade ?

- Não, claro que não. (eu menti descaradamente).

- Ele foi muito direto estava muito seguro de si, cheguei a pensar que vocês tinham combinado algo, parecia que a única que não sabia de nada era eu. (ela disse olhando fixamente pra mim ).

- É o jeito dele, o que eu posso fazer, ele conseguiu o que queria. ( eu disse me levantando)

- Parece que você também conseguiu o que queria ou melhor nós conseguimos, não era isso que fantasiávamos ?

tratei como uma pergunta retórica e não respondi.

Ela olhou nos meus olhos e sobre esse assunto não falamos mais nada.

Conversamos sobre coisas banais e sai pra trabalhar pensativo, ao passar pela portaria tive a impressão que seu Antônio, um paraibano com seus 50 anos , porteiro do nosso condômino, me olhava com uma cara estranha, havia um sorriso debochado em seu rosto, será que ele viu ou ouviu algo ? Estava tão distraído que avancei um sinal vermelho quase causando um acidente. Ao chegar na empresa fui direto para a minha sala evitando ao máximo cruzar com Bruno pelos corredores, não queria ter nenhum tipo de conversa com ele sobre o que aconteceu. Fiz umas planilhas, já estava terminado uma quando dona Alessandra, a secretaria do Dr Alaor , pai do Bruno, me ligou dizendo que ele queria falar comigo na sala de reuniões. Eu sabia que a diretoria estava reunida naquele dia e horário, então levei meu pen drive com alguns arquivos que talvez fossem pedidos e necessários.

Peguei o elevador e cheguei ao décimo novo andar, atravessei a sala, encontrei dona Alessandra, uma mulher loira de uns 40 anos que toda vez que a encontrava me deixava maluco com seus 1,70 de altura, loira, corpo sarado, sempre bem-vestida e cheirosa com seu salto alto, uma verdadeira deusa mas que sempre foi esnobe comigo e com todos abaixo da diretoria.

- Dr Alaor o espera na sala de reunião, se apresse, toda a diretoria está reunida. (disse sem me olhar)

Dei um bom dia pra ela e entrei.

Quase toda a diretoria estava presente inclusive Bruno que se levantou e veio me cumprimentar com um sorriso enorme.

-Paulo, tudo bem, nosso time ganhou ontem, que jogo, não perderia aquele jogo por nada nesse mundo, senta ai amigão. (ele me apontou uma cadeira).

Cumprimentei a todos, então Dr Alaor começou a falar.

- Bem Paulo, você já esta conosco há muitos anos….

( pronto, pensei, além de ter sido corno na noite passada iria ser demitido, que fase…..e sei do compromisso que você tem com a nossa empresa, vou ser breve, eu estou me afastando da empresa, vou ficar de longe observando e monitorando, meu filho Bruno será o novo presidente e já que temos 60% das ações o controle é nosso, então, fizemos uma votação simbólica e você foi indicado para ser nosso diretor de finanças, espero que aceite.

...Nossa, o que foi aquilo, parecia um sonho, eu diretor da Empresa, cargo que eu nunca tinha sonhado pelo menos naquele momento. Passou mil coisas na minha cabeça em questão de milésimos de segundo, todo meu esforço tinha sido recompensado.

- Não vai falar nada ?. (Dr. Alaor perguntou )

- Dr, diretoria, eu me sinto lisonjeado pela oportunidade e prometo não desapontá-los.

- Claro que não vai, te conheço desde sempre, sempre competente, vai tirar de letra, meu filho precisa de alguém ao seu lado e você é a pessoa certa. Dona Alessandra vai te passar a papelada pra assinar, vai te explicar salários, comissão e etc. , se prepara que sua vida vai mudar muito, e para melhor, mas a responsabilidade também vai aumentar, não se iluda com o poder.

- Sei disso Dr, prometo que farei o meu melhor.

Acabou a reunião todos estavam saindo e Bruno veio falar comigo.

- E ai amigão , gostou da surpresa, isso já estava planejado desde a semana passada, pode ver no e-mail da empresa as datas, não teve nada a ver com ontem. Amanhã já me mudo para a sala do meu pai e você para a sala nova, espero que goste. (falou apertando minha mão novamente )

- Eu não sei como agradecer a oportunidade, obrigado. (eu apertei sua mão com uma felicidade verdadeira esquecendo até do ocorrido na noite passada).

- Não esquenta, vai saber me agradecer na hora certa, somos um time. (falou isso e se virou rapidamente )

O que será que ele quis dizer com aquilo? ( pensei ).

Muitos vieram falar comigo, um deles foi o Dr Rui diretor de marketing, um negro alto, forte, com seus 60 anos mas que ainda esbanjava virilidade. Nas festas da empresa estava sempre muito bem acompanhado já que era viúvo, tinha até um boato na empresa de que era cafetão de alto luxo mas eu não acreditava em fofoca de empresa, um diretor da empresa não iria se envolver com essas coisas.

Dona Alessandra entrou com uma pasta nas mãos me olhando de um jeito diferente agora, provavelmente já sabendo da minha promoção.

-Hora, hora, meus parabéns pela promoção, tenho certeza que o sr. fez por merecer. (falou me entregando a pasta ).

O modo que ela falou me pareceu estranho, como se ela soubesse de algo, eu apenas disse obrigado, meu deu uma pasta para ler e assinar, coisas de Diretor e falou que eu poderia entregar no outro dia. Antes de sair da sala ela me perguntou.

- E sua esposa, está bem? Ela é lindíssima, parabéns novamente pela esposa e a promoção, o nome dela é Rafaela se não em engano, manda um abraço pra ela, nós veremos nas festa da empresa com mais frequência agora.

Ela foi indo em direção a porta, mexia os quadris mais que o normal sabendo que eu estava olhando, mas aquelas palavras me deixaram intrigado, não sabia que ela conhecia minha esposa. Rafaela foi uma ou duas vezes nas confraternizações da empresa mas não lembro de terem sido apresentadas, mas provavelmente ela tinha todos os dados dos funcionários e de suas famílias.

Fui em direção a minha sala antiga já me preparando para a mudança. Sabia que a minha responsabilidade iria aumentar muito, mas em compensação meu salario subiria, ganharia o triplo do que estou ganhando talvez mais e meus problemas financeiros tinham se acabado da noite pro dia, prestação do carro , da casa, planos de saúde dos meus pais que eu pagava, tudo isso já não era problema. Precisava contar pra Rafaela a novidade, quando estava preparando para ligar entra na sala o Bruno e Dr Rui.

- Cadê nosso novo diretor? . (Bruno entrou se sentando na cadeira junto com Dr Rui.

- A sala que você vai ficar no 17º andar é muito mais espaçosa que essa. ( Rui falou olhando ao redor ).

- Eu não ligo para o tamanho, o importante é fazer meu trabalho bem-feito. (falei sentando a mesa ligando meu PC ).

- Esse PC tem histórias para contar, graças a ele que ficamos mais íntimos. ( Bruno falou sarcasticamente ).

- Pois é, poderia respeitar mais a privacidade alheia, mas você é meu chefe mais ainda agora, o que posso fazer? . ( eu disse o olhando nos olhos ).

-Nada . (ele disse me olhando seriamente, um nada seco )

- Vejo que os dois têm algum tipo de problema . (Rui fez uma cara de espanto ).

- O Paulo é muito encanado as vezes, precisa relaxar mais, bem, queria lhe falar pessoalmente, daremos uma festa, privativa, só para a diretoria e alguns convidados para a despedida do meu pai , ordenou que você fosse em família, leva a sua esposa, ainda não tem data definida.

- Não sei, Rafaela é muito reservado, avessa a festas, mas vou fazer o convite a ela . (falei sem olhar em seus olhos já que sua reação não me interessava.

- Eu como sou viúvo vou levar minha sobrinha rsrsrs. ( Dr Rui ).

-Você é um velho pervertido mas pode levar quantas sobrinhas quiser . ( Bruno deu um tapinha nas costas do Rui ).

Alguém bateu a porta , eu mandei entrar, era dona Beth, provavelmente minha secretária já que era do antigo Diretor.

Ela quando nos viu pediu desculpas e falou que voltaria outra hora, mas Bruno falou que ele e Dr Rui já estavam de saída. Saíram batendo a porta.

- Dona Beth, tudo bem com a sra, em quem posso lhe ajudar ? ( Dona Beth era uma senhora de uns 50 anos baixinha, gordinha com cara de poucos amigos, porém competente, o diretor antigo não tomava nenhuma decisão sem falar com ela.

- Dr Paulo, serei sua nova secretária, se não se importar, qualquer coisa eu peço para o Dr Alaor para me transferir.

- Claro que não, a Sra. é ótima funcionária, senta aqui, vou ficar muito feliz em trabalhar com a Sra.

- Ótimo então, aqui está seu cartão de crédito corporativo da empresa, de início aconselho a comprar ternos novos, gaste e não economize. (ela me deu um cartão de crédito da cor preta ).

- Acho que de início não vou precisar, meus ternos estão ótimos. (eu disse alisando o pano ).

- Se me permite Dr Paulo, como disse aquele jogador famoso, o Dr está agora em outro patamar e a empresa presa pelo aparência de sua diretoria. O ambiente ao redor do Sr. mudará e precisa acompanhar as mudanças ou vai ficar pra trás, o Sr precisa de alguma coisa?.

- No momento não.

- Estarei na sua nova sala organizando tudo para quando o sr chegar tudo estar pronto, qualquer coisa pode me acionar.

Ela saiu, me recostei na cadeira olhando aquele cartão black, eu como sempre fui do financeiro sabia o seu limite e como era utilizado. A diretoria usava e abusava, roupas, viagens, eletrônicos gastavam inclusive com suas esposas e mulheres. Mulheres, pensei na minha mulher, porque não aproveitar e comprar aquele telefone que ela sempre queria último modelo, caríssimo. Depois de alguns ajustes na empresa, informei que sairia mais cedo, fui ao shopping entrei na loja de eletrônicos e vi o modelo que ela sempre sonhou, comprei e dirigi direto pra casa.

Rafaela estava deitada no sofá, com as pernas no braço do sofá, ainda com a roupa que usava para ir ao colégio dar aula, uma saia abaixo dos joelhos, uma camisa de manga longa e sapatos baixos.

- Oi amor, chegou cedo, tem janta na geladeira, hoje na escola foi terrível, aqueles alunos infernizam qualquer um. ( ela falou com o ante braço na testa provavelmente estava com dor de cabeça).

Sentei na cadeira ao seu lado e observei aquele ambiente que na tarde anterior tinha sido o palco de uma verdadeira Sodoma e Gomorra, era impossível não pensar e eu acho que para ela também era difícil não pensar.

- Que foi amor, esta mudo, fala alguma coisa, como foi seu dia na empresa? – Ela realmente mantinha uma serenidade impressionante sabendo separar muito bem as coisas.

- Nada demais, eu apenas fui promovido a diretor . ( eu disse sorrindo ).

Ela deu um pulo do sofá como se tivesse nova em folha, o mal-estar tinha passado, sua cara era somente de alegria.

- Jura amor, meus parabéns, você é competente e nada mais justo , você é merecido. ( falou isso sentando no meu colo me dando vários beijos e abraços ).

- Comprei uma coisa pra você, espero que goste. ( peguei o embrulho que tinha colocado na entrada e a entreguei ).

Quando viu o que era, pulou ainda mais de alegria, deu um grito balançando as pernas, falou que já configuraria hoje mesmo, estava cansada, mas daria um jeito.

Me sentei no sofá em que ela estava enquanto ela foi numa cômoda pegar uma tesoura para abrir a caixa do iphone.

Quando fui me ajeitar no sofá, colocando a mão no canto onde dividi o assento com o braço do sofá, senti uma coisa melada na minha mão. Ela olhou pra mim enquanto abria a caixa.

- Nossa amor, acho que isso é de ontem, eu jurava que tinha limpado tudo, também o cara goza feito um animal. (falei limpando as mãos nas minhas calças ).

- Amor, isso é só sujeira, é só limpar, o nosso amor é que importa. Fizemos uma coisa extraordinária mas já foi, vou limpar o sofá tão bem limpado que ele vai até mudar de cor, não se preocupe. ( ela disse me abraçando ).

Nos beijamos e nos abraçamos.

- Mas me conta mais, e agora na empresa, vai ter uma nova sala, uma secretária, espero que seja feia, não quero você com aquelas secretárias que mais parecem modelos.

- Nossa rotina vai mudar, nosso padrão de vida e se você quiser pode parar de trabalhar . (eu disse já sabendo sua resposta ).

- Isso não amor, eu adoro lecionar, nasci para ser professora, não me peça isso . (ela fez uma carinha de dengosa ).

- Eu sei.

Conversamos sobre mais algumas rotinas. Ela falou que subiria para tomar banho e acabar de configurar o telefone, eu falei que iria comer algo que estava morto de fome.

Quando ela subiu olhei novamente para o vão do sofá e a carga que Bruno tinha deixado. Peguei meu telefone, olhei pela escada pra ver se ela tinha entrado no banheiro, sentei novamente no sofá e coloquei o vídeo que Bruno goza em toda sua cara.

- "Chupa sua vadia, chupa meu caralho, vou gozar na sua boca virgem, olha pra câmera".( bruno ).

Ela surreal ver aquilo novamente, minha esposa dentro de um filme pornô, realmente ela olhou pra lente da câmera com uma cara de ordinária, nessa hora eu verifiquei novamente se Rafaela estava no banheiro, tirei meu pau pra fora e comecei a punhetar.

Até que eu falei, o marido cuckold do vídeo:

- "Olha pra câmera sua vadia, de esse momento espetacular para seu maridão, fala que você tá adorando chupar o pau do meu chefe".

Ela olhou para a câmera não falando nada, sua expressão “falava” mais que 1000 palavras , Bruno gozou , vi que uma parte escorreu pelo canto mas a maior parte ela engoliu, depois no rosto, testa e cabelos, uma 5 ou 6 jatada fortes de porra.

Ela não esboçou nenhuma reação de nojo ou repulsa, Nessa hora eu gozei, como sempre 4 pingos de porra que facilmente são limpos com um guardanapo, pensei se fosse melhor eu apagar esse vídeo mas não consegui, queria assistir novamente e novamente. Me recompus, guardei o telefone no bolso e fui jantar.

Quando subi ela estava nua na cama mexendo no celular, tinha acabado de tomar banho, estava de costas mexendo levemente a bunda e um dos pés dobrados dando pra ver sua buceta rosinha. Fui tomar banho e comecei a pensar em tudo novamente, terminei o banho, fui pro quarto ela permanecia na mesma posição. Deitei ao seu lado.

- Encontrou o Bruno hoje na empresa ? ( ela perguntou sem tirar o rosto da tela do telefone meio despretensiosa ).

- Sim, ele será o novo presidente, Dr Alaor vai se afastar, nada mais normal que assumiria um dia, só não sei se é competente pra isso.

- Sim ele não pode ser competente para presidente mas para outras coisas é muito mas muito competente, então por isso você foi promovido ? . (ela colocou o telefone na cabeceira da cama e virou-se pra mim).

- Mais ou menos, Dr Alaor falou que Bruno precisa de alguém de confiança ao seu lado. (eu falei ).

- Amor, olha essa dentada que o Bruno deu na minha bunda , olha esses roxos, você pode passar pomada em mim ? Ele é um safado violento e pervertido. (ela falou girando o corpo levemente pro meu lado ).

- Sim amor, claro, onde esta a pomada? (perguntei olhando pra ela ).

Ela abriu a gaveta da cabeceira , pegou a pomada e me deu . Ela se posicionou de costas, eu fiquei de joelhos na cama e comecei a passar pela sua bunda e pernas.

- Que delicia amor, mãos maravilhosas, faz devagarzinho que estou dolorida.

Ela abriu mais as pernas e começou a mexer na buceta enquanto eu passava pomada, meu pau estava duro como pedra .

- Você está muito fogosa, o que tá acontecendo ? ( eu disse ).

Ela virou o rosto por cima dos ombros e me perguntou - Minha buceta ainda está inchada , o que você acha ? .

- Esta sim, bem inchada , ( eu disse passando levemente os dedos ).

- Depois vou limpar o sofá , tirar bem aquela porra , você ficou com nojo de ter colocado a mão?. (ela disse com um sorrisinhopouco, que homem gosta de colocar a mão na porra dos outros ?

Novamente me olhou por cima dos ombros e falou . – Você ficou com nojo? eu não fiquei quando engoli uma boa parte daquela porra, o gosto é amargo, mas o tesão me fez gostar e suportar, ele também cuspiu na minha boca, isso foi muito pervertido, eu também comprei um presente, não só pra você, presente nosso.

Ela se levantou , foi na gaveta da cama, pegou uma sacolinha rosa e sentou na cama . Retirou , era plug anal, tinha a base cromada e a ponta na cor rosa.

-Hoje na hora do almoço fui no sexy shop com a Carla, aquela professora que trabalha comigo, ela comprou algumas roupas e eu comprei isso pra gente treinar juntos, comprei também vaselina também que facilita a penetração.

-Agora você está inda shop com suas colegas de trabalho ? ( perguntei ).

-Ela sempre me falava desse lugar, então resolvi ir, mas não preocupe não contei nada pra ela do que aconteceu . (ela falou ).

Ela ficou na cama de quatro, mexendo no celular, vi que estava acessando um site de compras vendo roupas.

- Amor, chupa meu cu, primeiro vocês lubrifica com seu cuspe.

Meu pau que já estava duro ficou mais ainda, fui tirando minha roupa quando ela me olha por cima do ombros e diz.

- Por que você está tirando a roupa, eu não quero que você me coma, estamos fazendo um trabalho, um exercício, tipo um dever de casa, chupa meu cu.

Eu não acreditei naquilo, ela estava me negando, mas pensei que talvez fosse um joguinho de sedução, então comecei a lamber seu cuzinho, estava delicioso e intacto, bem diferente da buceta inchada e vermelha, fiquei uns 5 minutos chupando seu rabo.

- Ai que gostoso amor, sua língua está tão quente, agora passa a vaselina no dedo e mete devagarinho do meu rabo. ( ela gemia e ainda teclava no celular no site de compras on-line ).

Passei a vaselina no dedo indicador e fui enfiando aos poucos, ela se contorcia mas não dava sinais que mandaria eu parar, eu colocava e tirava mais ou menos a metade, até que entrou tudo .

( ela empinou ainda mais o rabo, me olhou ) -Agora amor, pega o plug e enfia , mas devagar, passa muita vaselina tá, não me machuca . (falava feito uma criança dengosa ).

O plug era pequeno de comprimento sendo que a ponta era um pouco grossa. Fui enfiando, ela parou de mexer no telefone, colocou a cara no travesseiro soltando um grito misturado com gemidos.

- Caralho, no filme parece tão fácil, dói um pouco, mas continua. (falava com uma mistura de dor e prazer ).

Finalmente meu serviço estava finalizado, o plug anal totalmente em seu rabo.

Ela estava suada mais satisfeita pelo progresso, olhou pra mim sorrindo, pegou o celular , vi que acessava o WhatsApp e mandou um msg .

- Amor, te mandei um "Qrcode", umas comprinhas que fiz, paga pra sua puta.

Rafaela, estava fazendo compras on-line enquanto eu enfiava o plug em seu rabo, me senti um merda naquela hora mas meu tesão não diminuiu, peguei meu telefone, estava o Qrcode com a mensagem “corno, compra pra sua puta”. Ela ainda estava de quatro, com o plug atolado em seu rabo, mexendo na buceta com uma das mãos.

Abri o aplicativo do banco e fui pagar, quando vi, tomei um susto, Rafaela me pedi às vezes pra comprar uma roupa ou um tênis, mas nunca daquele valor e logo ela que sempre foi a mais controlada da casa com relação a futilidades.

- Nossa amor, comprou a loja toda, assim você arrebenta com nossas finanças.

-Agora você é diretor, além de que a maioria das coisas ai vou usar pra você, outras não é claro. Quero me vestir melhor, ficar mais bonita, qual mulher não gosta de ser desejada, ai amor, esse plug tá uma delicia, vai paga logo meu corninho diretor. (ela disse sorrindo ).

Paguei a conta e deixei o telefone de lado. Ela se levantou e se olhou no espelho fazendo poses de costas, se empinando e abrindo levemente a bunda para ver melhor o plug.

- Olha amor como isso fica lindo meu rabo, será que dá pra sair assim, ir pro colégio ?. ( ela falou ).

- Não sei amor, Você está muito sexy com esse plug, posso pelo menos tocar uma punheta ? . ( eu disse suplicando ).

- Pode sim, vou deixar você tocar um punheta agora. (ela falou indo novamente para cama ), - senta e me observa ( ela ordenou ).

Ele ficou de quadro, me dando uma visão privilegiada de seu rabo com o plug atochado. Ela virou o rosto por cima do ombro, pegou sua mão direita e começou a rodar o plug, depois ela tirou bem devagar esticando o braço em minha direção me oferecendo o plug .

- Vem aqui, sente o cheiro no plug, lambe, sente meu cheiro .

Cheguei perto, ela colocou no meu nariz onde senti um odor de sexo, ela desceu o plug e colocou na minha boca, senti um gosto amargo de vaselina e merda.

- Coloca de novo no meu cu, devagar, depois tirar e coloca novamente.

Que delicia, meu tesão estava a mil . Então comecei a enfiar o plug levemente em seu rabo, rodando, tirando e colocando, só que dessa vez ela não esboçou nenhuma reação de dor apenas de prazer extremo, com a outra mão eu me masturbava e sentia a ereção próxima, iria gozar pela segunda vez em menos de 1 hora.

- Que delicia amor, agora não sinto mas nenhuma dor, somente prazer, amor, tira o plug e enfia seu pau no meu cu, preciso sentir um pau no cu, nem que seja o seu . ( ela suplicou e eu atendi ).

Pincelei meu pai em volta de seu cu, fui introduzindo a cabeça devagar, ela abria a bunda pra facilitar.

- Gosta de um pau no seu cu né sua vagabunda piranha . ( eu disse pra ela já com meio pau enfiado em seu rabo, ela se virou pra mim com uma cara de brava ).

- Não me chama de vagabunda, sou sua esposa, me trate como tal, nunca mais me chame desse nomes chulos.

Eu não entendi muito bem aquela lógica, eu pelo jeito continuaria sendo o marido fiel que trata a esposa como uma princesa e eu adorava essa posição de marido exemplar.

- Ta bom amor da minha vida, minha princesa, se tiver machucando eu tiro, eu te amo. ( eu disse )

- Assim está bem melhor, temos que impor regras, vai amor, mete tudo, mete essa piroquinha gostosa de comer cu. ( ela disse sorrindo ).

Rafaela estava me humilhando ou melhor tentando, mas meu tesão estava cada mais aflorado, comecei a meter com força seu rabo.

-Ai amor, mete assim vai, abre caminho, deixa o meu cu preparado e você sabe pra quem . (ela já gritava sem se importar com vizinhos ).

- Toma sua gostosa, gosta de pau no cu né, toma com força. ( eu acelerava o ritmo ).

- Agora eu gosto, porque você fez eu gostar, todos esses anos me estigando com esses filmes pervertidos de cornos, com esse joguinho de sedução sempre envolvendo um terceiro em nossa cama, e o melhor que tudo é sua culpa, você me transformou, agora mete que vou gozar.

Ela se contraia alisando a buceta, ate que deu um grito de prazer enunciando seu gozo se jogando na cama fazendo com que meu pau saísse de seu cu.

-Agora é você , goza na minha bunda, vai seu corno . ( ela disse sem olhar pro meu rosto ).

Então como meu tesão já estava ao máximo gozei gemendo de prazer, ela olhou pra sua bunda vendo dois pingos ralos de sêmen e falou .

- Pouquinha porra né amor, quase não senti, mas foi ótimo amor, adorei nossa transa, vamos tomar um banho juntos.

Naquelas palavras eu sabia que havia uma comparação implícita entre mim e Bruno mas eu sabia minha posição nessa cadeia.

Entramos no banheiro e nos lavamos.

CONTINUA………………….

Para quem chegou até aqui, se quiserem ver como Rafaela é, nosso e-mail é :

mando vídeos e fotos.

pauloecamilla82@proton.me

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Comentários

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Paulo você esta de Parabéns este conto é muito excitante manda foto para e-mail romariopinheiro24@gmail.com

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Manda fotos e vídeos... Email: Silvanirjose22@hotmail.com

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Me manda fotos e vídeos dela....meu email é esse.

mxreletricas@gmail.com

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não sei se essa impressão é só minha, mas compreendo que a maioria dos contos ultimamente vem mostrando as mulheres sem alma no sentido de falta de demonstração de sentimentos em relacao principal com o marido. vejo todas falarem que amam mas não vejo nenhum ato que demonstre isso.

Entendo e não critico quem curte este tipo de relacionamento pois cada um é feliz do seu modo e eu nao tenho nada com isso mas fico sentindo falta de cuidado com os sentimentos do parceiro(a) e penso que isso deveria ser prioritário.

Exemplo, depois da noite que tiveram, uma conversa séria e reflexiva se fazia nescessario. mas ela foi gastar e pronto inclusive tem ym momento que homens iguais a mim broxariam na hora.

Preciso sentir um pau no cu nem que seja o seu.

isso seria o fim do mundo pra mim rsrsrsr.

me desculpem mas não sou capaz de compreender isso.

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