Tarefas domésticas - Explorando meu corpo
Desde pequeno, meu pai sempre foi muito livre quanto ao nosso corpo. Em casa, era quase uma regra andarmos apenas de bermudão sem cueca, só de cueca e quando minha mãe não estava, andávamos pelados mesmo. Ele dizia que não podíamos prender demais nosso amiguinho, pois ele também precisava de liberdade e de respirar.
Então desde de bem pequenininho, eu cresci com esse exemplo e com suas brincadeiras de pegar no meu pinto, apertar perguntando se tá crescendo, de passar a mão nas minhas bolas e perguntar se já está crescendo pelos, se eu tô lavando certo e essas coisas de pai. E era tão corriqueiro essas brincadeiras, que eu já nem tentava proteger meu pinto, apenas aceitava as brincadeiras. Tinha até dias que dormíamos no sofá com ele acariciando meu saco, era quase como um ritual nosso. Que continuaram por todos essas anos conseguintes.
Hoje, aos 18 anos, meus pais se separaram. Para mim foi uma surpresa, mas pelo que meu pai conversou comigo, já estavam assim por um tempo. Minha mãe saiu de casa para morar com outro homem e eu continuei com meu pai, na nossa casa.
Por um lado, eu fiquei triste, pois apesar de tudo o que houve entre eles, ela sempre foi muito legal comigo. Mas também fique feliz por finalmente ter mais liberdade em casa, poder ficar pelado era a melhor sensação de liberdade do mundo.
Mas como nem tudo são flores, eu tive que passar a fazer tarefas domésticas. Meu pai é advogado e tem seu escritório, tem um horário flexível, porém não era justo ele fazer tudo. Então pedi para ele me ensinar.
Numa sexta feira à tarde, ele chegou do escritório e eu estava na sala jogando vídeo game só de samba canção e ele chegou com o cesto de roupa suja.
- Sua cueca está suja ?
- Só usei ela ontem para dormir
- Me dá aqui, deixa eu ver.
Tirei minha cueca, joguei para ele e voltei a jogar.
Tá suja, sente o cheiro disso.
Ele pegou minha samba canção e passou no meu nariz, eu confirmei o cheiro de rola.
- Sua rola tem o cheiro da minha filhao! Tal pai tal filho mesmo.
- Sério pai ?
- Sério, sente o cheiro dessa aqui.
Ele tirou sua calça social, tirou a cueca, cheirou e deu para eu cheirar.
- A sua é mais forte pai.
- Você achou filho ?
- Sim e o cheiro tá certinho para o lado que você guarda seu pau.
Ele riu, jogou a cueca dele no cesto e saiu. Voltou e me disse:
- Bora que eu vou te ensinar a lavar roupa.
Eu pausei o vídeo game e o segui até a lavanderia.
- Primeiro, você separa por cor e tipo de decido. Não pode misturar, pq algumas cores macha.
Fui colocando as roupas na máquina, até que senti a mão dele apertando meu saco.
- Tá peludo hein filho, como não reparei no quanto você cresceu. Olhas esses pelos, olha esse pau quase do tamanho do meu.
Ele disse rindo e como eu já disse antes, era tão corriqueiro essas brincadeiras dele que eu me acostumei com seu toque e não tentava tirar a mão dele ou proteger meu corpo, apenas deixava ele explorar.
Ele ficou puxando os pelos do meu saco, depois passou a mão no meu pau, como se estivesse analisando, puxou a pele para ver a cabeça, apertou a cabeça, elogiou o tamanho e disse que logo mais estará maior que a dele. Mas como eu também disse que meu corpo passou por muitas mudanças, uma delas foi ficar sensível ao toque e logo meu pau ficou duro. Meus 18cm estavam nas mãos grossas dele, que tocava cada centímetro.
- Adolescente é assim mesmo né filhao? Não pode sentir uma sensação diferente que já fica duro. O pai também era assim, ou ainda sou.
Eu olhei para baixo e como ele também estava pelado, vi seu pau de 21cm apontando para mim. Ele naturalmente começou a fazer um vai e vem no meu pau e disse me zoando:
- Vou bater umazinha para você filhao, sente a mão do papai.
Ele rindo aumentou a velocidade, eu já não me mexia, apenas sentia a sensação daquela mão no meu pau, nunca tinha feito aquilo no meu pau, o máximo foi me esfregar nas superfícies. Eu estava com os olhos fechados, na ponta do pé, com as pernas abertas e gemendo.
- Eita filhao, tá curtindo a mãozona do papai ? Você já gozou antes né ? Já bate punheta também ?
Eu não conseguia responder nada, só conseguia me concentrar na punheta que ele batia para mim, ele parou por uns segundos e colocou a mão de volta no meu pau, dessa vez a mão estava molhada com cuspe e ele deslizada bem na cabecinha. Eu gemi mais alto e ele aumentou a densidade, apertava e depois relaxava. Descia até a base e subia. Com a outra mão, acariciava minhas bolas. Parecia que eu tava flutuando, foi surreal a sensação.
Eu estava com as pernas tremendo, suando, gemendo e revirando os olhos. Senti sua mão que estava em volta do meu saco, ia mais para trás e alcançar meu cuzinho, que estava vulnerável por eu estar com as pernas toda arreganhada, enquanto recebia aquele punhetao e suas carícias. Ele começou com movimentos circulares e ia apertando, como se fosse um botão.
Ele lubrificou e voltou com o dedo no meu cu, eu estava tão sensível e tão relaxado, que seu dedo entrou. Na hora que entrou, eu senti meu pau inchar, minhas bolas se comprimirem, minhas pernas começaram a falhar e a sensação de mijo veio.
- Vou mijar.
Foi o que deu tempo de falar e em seguida comecei a esguichar porra. Era tanta que atingiu meu pai por inteiro. Caiu na sua cara, peitoral, barriga, pau e coxa. Eu abri os olhos e o vi sorrindo com orgulho e com um olhar safado ao mesmo tempo. Olhei seu corpo melecado de porra e seu pau duro apontando para cima.
- Caralho filhao, pelo visto você nunca tinha gozado mesmo, olha o tanto de porra. Mas agora vamos ver se você aprendeu a bater punheta. Bate uma para o pai.
Continua…