Você não faz ideia do que é estar perto de um homem que é a própria personificação do sexo, que transpira em sua essência o aroma inconfundível, capaz de despertar os desejos escondidos, sejam de homens ou mulheres.
E saber que esse homem é seu pai torna tudo ainda mais excitante... e complicado, especialmente quando você está naquela idade do prazer, com os hormônios à flor da pele.
Depois daquele dia, quando pela primeira vez coloquei meus lábios na sua glande, todas as inibições desapareceram, todas as leis da decência foram apagadas, todas as tradições violadas e, na minha alma, nas profundezas do meu ser, senti algo tão bom que não conseguia descrever com palavras. Desde então, não penso em mais nada. Nada mais.
Minha luxúria por ele superava qualquer vínculo familiar ou laço de sangue. E os pensamentos que me dominavam eram permeados pelo contorno do seu corpo, na forma gloriosa de um pau duro e pulsante.
Eu vivia atormentado pelo peso dos meus sentimentos pelo meu pai, em oposição a tudo o que me foi ensinado ser um homem. Mas a partir daquele dia, quando a minha boca se abriu pra engolir o seu pau e pela primeira vez eu provei a sua porra, tudo mudou.
Meu pai era cativante no nível mais primitivo, e eu podia sentir essa sexualidade enquanto me masturbava toda noite, ouvindo ele foder a minha mãe. Mas, de repente, uma coisa tinha mudado nas noites insones na minha casa. Depois de satisfazê-la, em suas obrigações maritais, meu pai vinha sorrateiramente se meter na minha cama.
Toda noite, quando ia pra cama, eu ficava na expectativa de que , no meio do meu sono, eu seria despertado pelo protuberância de um pau duro que me penetrava por trás. E, já preparado, eu passei a dormir peladinho debaixo do lençol. Então, quando meu pai vinha se meter na minha cama, eu era acordado com o seu pau dentro de mim. Mas uma noite foi diferente.
Antes que eu pudesse despertar completamente, ele já estava de joelhos ao lado da minha cama, com meu pau na mão. E, com a cara metida entre as minhas pernas, ele se entregava a um prazer que eu não imaginava um homem como ele teria com um garoto.
E o prazer que ele tinha comigo me atingia igualmente, de um jeito eu nunca tinha sentido. Meus joelhos quase cederam enquanto sua língua girava em torno da cabeça do meu pau.
Então ele deslizou por mim a sua língua e engoliu até a base a minha ereção. Podia senti-lo me conduzir pelo céu da boca, em direção à sua garganta. E ele parecia querer tudo de mim.
Puta merda, meu pai era um chupador de pau incrível! Sensações vinham de todos os lados enquanto ele apertava minha bunda, engolia meu pau, passava a língua pela parte de baixo.
Minhas forças finalmente se esgotaram quando comecei a gemer baixinho, com meu pau na sua boca. Desabei sobre ele, prendendo sua cabeça com as minhas pernas. Meu pai não se abalou nem um pouco — continuou lambendo e chupando o meu pau, massageando minha bunda enquanto me dava um prazer que eu nunca tinha imaginado sentir.
Mas, depois de toda aquela incrível excitação, era eu que precisava de algum alívio. Estava quase gozando e já não conseguia mais segurar.
"Eu... eu vou... eu vou gozar, pai!", eu gemia, incapaz de me conter por mais tempo.
"Isso, filho, mostra o que você tem!", ele se deteve por um instante.
Um gemido fraco escapou de mim quando gozei, enchendo a boca do meu pai com meu esperma. Ele me chupou com força, sua língua ordenhando o meu pau. Minhas pernas tremiam involuntariamente; o prazer era intenso demais pra suportar. Papai espremeu cada gota do meu gozo, seus lábios deslizando pelo meu pau até que ele escorreu com um estalo úmido.
Nossa, gozei uma quantidade enorme na boca dele. Foi a ejaculação mais excitante que já tive. Segurei a cabeça do meu pai entre as mãos enquanto me inclinava sobre ele. Então nos beijamos, dividindo o gosto do meu próprio gozo na sua boca, e logo eu fiquei duro como pedra de novo.
Meu pai sabia exatamente como fazer, onde lamber e a intensidade da sucção pra me fazer gozar. Imagino que ele devia fazer muito isso na minha mãe, e não sabia que se podia chupar tão bem uma buceta ou um pau.
Ainda precisava experimentar a boca de uma mulher no meu pau pra ter uma base com que comparar. Mas meu pai me levou ao êxtase tão facilmente que algo me dizia que o meu não era o primeiro pau que ele tinha na boca.
Virei de costas e fiquei olhando fixamente pro teto. O brilho fraco da lua atravessava a janela, naquele tênue facho de luz que iluminava o meu quarto. As mãos do meu pai estavam em mim, acariciando o meu corpo nu e embalando meus testículos vazios.
Ele deslizou seus lábios na parte interna da minha virilha, me lambendo e me beijando. Então, sussurrou coisas que me fizeram corar e esquecer que éramos pai e filho. Gozar sempre foi tão bom, nas minhas noites de prazer solitário, enquanto me masturbava. Mas nada se comparava ao sexo com meu pai.
Chupar o seu pau, meu sonho proibido, finalmente se tornou realidade. E então, chegou o dia em que eu provei o deleite inimaginável de ser chupado por ele.
No dia seguinte, quando tive a chance de estar a sós com ele, eu entrei no seu quarto, pela primeira vez pisando no seu território. Não sei, simplesmente sentia que devia retribuir o que ele fez a noite passada. Só não sabia como dizê-lo.
Ele estava lá deitado na sua cama, como que tomando conta do seu lugar, na ausência da sua fêmea. Depois de uma ligeira troca de olhares, eu me deparei com o volume da sua calça, e não sabia mais o que dizer.
O cheiro de colônia masculina intensifica o meu desejo. Imagino se meu pai fica tão excitado por mim, sabendo que o próprio filho, aquele garotinho que ele segurou nos braços, o deseja tanto.
"Ontem à noite foi incrível!", eu comecei.
"Ficou surpreso?", ele me olhava curioso.
"Não sabia que o senhor... quero dizer..."
"Não sabia que o seu velho também chupava um pau?", ele sorriu. "Na sua idade eu já tinha aprendido a chupar um pau, e eu era muito bom nisso, garoto. Não há nada melhor que estar no mato com seus amigos e passar a noite toda se chupando na barraca. Naquela época não tinha essa besteira de meninos usam azul e meninas usam rosa."
"Agora eu tô arrependido de não ter entrado pros escoteiros quando tava na idade."
"Adoraria ter sido seu chefe de pelotão."
"Acho que eu teria te chupado muito!", eu corei ligeiramente ao admitir aquilo.
"Você quer me chupar?"
"Ter o seu pau na minha boca e te chupar é tudo o que eu consigo imaginar. Já me masturbei tantas vezes pensando em chupar o seu pau que perdi a conta. Já coloquei meus dedos na boca enquanto me masturbava e fingi que era o seu pau. Sim, eu quero te chupar. Só de olhar pra ele, por cima da calça, já me deixa com vontade.
Você é o homem que todo garoto quer como pai: forte, bem-sucedido, másculo, e, acima de tudo, indescritivelmente sexy. Você exala sexo. Sei que existem homens que devem ficar com manchas de suor na cueca depois de passarem um tempo perto de você.
Você é como uma espécie de rádio. Você tem uma força invisível que se infiltra sutilmente em outra pessoa, seja homem ou mulher. Sexo é instintivo pra você, como uma arte, ou se tem talento ou não tem. É assim que você consegue se permitir ter seu filho, seu próprio sangue, e fazê-lo te adorar."
Aquilo era tudo o que eu queria ter dito a ele na hora, mas minha reação meio boba foi apenas balançar a cabeça, num tímido aceno de que tava morrendo de vontade fazer o mesmo por ele. E nem acreditei no que ele fez em seguida.
Meu pai apenas passou a mão carinhosamente no meu rosto, e com toda naturalidade soltou o cinto e abriu a sua calça, tirando seu pauzão pra fora. Então, acariciando toda a sua extensão, ele me ofereceu, como um brinquedo pra eu brincar.
"Ele é todo seu."
E eu não perdi tempo e o segurei, sentindo ficar duro na minha mão.
Meu corpo estava em chamas por dentro. A visão do seu pau, quase em riste, provoca uma onda de desejo por todo o meu corpo. Eu queria, mais do que tudo, sentir a sua ereção na minha boca, pulsante e ficando mais duro.
Meus olhos se fixam nos seus testículos peludos, na base do seu pau, enquanto inalo o aroma fresco do seu corpo. O seu cheiro me excita. E no momento em que meu dedo polegar coleta o visco do seu líquido pré-ejaculatório, eu começo a salivar. A vontade só aumenta. Precisa ser saciada, enquanto levo o dedo à boca e começo a chupá-lo. Uma nova gota se forma no orifício e eu não resisto a pousar a língua, pra em seguida engolir de vez e chupar intensamente a cabeça do seu pau.
Meus olhos buscam os seus, enquanto deslizo a língua por todo o seu pau, até os seus testículos. Meu pai então pressiona seus testículos contra a minha boca, suspirando ao contato da minha língua. E quando eu abro a boca pra receber um deles, saboreando o seu tamanho e textura, meu pai joga a cabeça para trás, num gemido incontido.
Não há nenhum pensamento sobre o que está por vir. Naquele momento, me concentro apenas no que me chega na ponta da língua, chupando e lambendo um testículo e depois o outro, enquanto ela se move ao redor do que se tornou o centro do meu mundo. A sensação indescritível parece vinda de um sonho. E pela expressão no rosto do meu pai, ele parece estar adorando tudo o que seus sentidos lhe proporcionam.
Enquanto o chupava, eu observa cada detalhe do seu corpo, e como ele reagia, fosse ao contato da minha língua ou à minha mão por baixo da sua camisa, acariciando os pêlos do seu peito. Olhando nos seus braços as veias retesadas podia sentir o seu prazer. Chegando até o dorso das suas mãos, não menos cobertas de pêlos, ele acariciava o meu cabelo. Até que segurou forte a minha cabeça e começou a me foder.
Eu sentia o seu pau me chegar no fundo da garganta, enquanto ele continuava metendo. E ainda assim restava quase metade que eu não conseguia engolir. Confesso que tava morrendo de vontade de beber a sua porra ali mesmo, naquelas primeiras horas do dia, mas acho que o meu pai queria mais que isso.
"Acho que a sua mãe ainda deve demorar um pouco", e ele levantou os braços, tirando a camisa.
E enquanto meu pai tirava toda a roupa, eu não perdi tempo e fiz o mesmo. Nem acreditava que estava com ele na sua cama, os dois de pau duro e completamente à vontade com a nossa nudez.
Eu olhava o seu corpo coberto de pêlos e o desejava mais do que nunca. Agora, à luz do dia, podia ver cada detalhe que, na minha cama, no meio da noite, me passava despercebido. Suas costas eram igualmente peludas, e podia ver na sua bunda uma fina linha de pêlos, que desciam até o meio, na entrada do seu cu, rodeado por uma tênue pelagem, quase um disfarce para o que se esconde sob essa névoa negra, uma porta de entrada para o íntimo do homem.
Ele então me abraça e no instante seguinte a sua boca está colada na minha. Já não somos mais pai e filho. Não ali na sua cama, onde toda noite eu posso ouvi-lo dar prazer à minha mãe. E enquanto a sua língua explora a minha boca, eu sei que é a minha vez. Eu só não estava preparado pra tudo o que se daria naquela cama enorme.
"Deixa eu ver esse botão cor de rosa," ele me fez deitar, levantando as minhas pernas.
Com os olhos vidrados, ele acariciava com os polegares, abrindo e lambendo o meu anel exposto. Então o beijou e o penetrou com a língua, tornando-a incrivelmente rígida, como seu pau duro.
Era uma experiência totalmente nova pra mim. Por mais que já tivesse provado um pau e sentido pulsar dentro de mim, nada se comparava à sensação de sublime prazer da sua língua quente dentro de mim. Eu me sentia diferente, mais leve, mais molhado, e querendo que ele me comesse de uma vez por todas e colocasse um fim àquela tortura.
Após mais alguns instantes, naquela doce agonia, eu não aguentava mais a expectativa de que ele me penetrasse com força.
"Me come, vai!", eu ofegava, segurando as pernas no ar.
"Calma, garoto. Tem que aprender que o prazer não precisa de pressa!"
Enquanto eu deslizava os dedos por entre os pêlos do seu braço, ele umedecia os lábios com a ponta da língua, circundando o meu anel, pra em seguida voltar a chupar e lamber.
Por um instante, eu deixava minha mente vagar, sentindo a sua língua no meu buraco, o buraco eterno, a força eterna que continua nos puxando para frente... como se estivesse hipnotizado, perdido e completamente entregue a um prazer novo.
Mas, antes que eu pudesse me dar conta, meu pai já estava posicionado entre as minhas pernas, segurando seu pau duro e pronto pra meter onde eu sabia que ele tava morrendo de vontade. Ele então pincelou a cabeça do seu pau na minha entradinha, e tava tão molhada que escorregou fácil, fazendo aquele som de chupetinha enquanto ele me penetrava.
E então, depois de me deixar todo molhado, ele meteu seu pau e começou a me foder com força. Batendo com as bolas na minha bunda, sem se importar com o barulho, ele me mantinha com as pernas pro ar, quase dobrado ao meio.
"Seu cuzinho é tão gostoso, filho!", ele ofegava, com seu pau metido dentro de mim.
Eu me sentia um boneco de pano, mas estava adorando aquilo, cada estocada que ele dava, me fodendo como eu sempre sonhei... bem na sua cama. Ele tinha transformado o meu buraco numa buceta molhada e eu estava em êxtase, gemendo como nunca, e mais parecia uma putinha.
Ainda me mantendo com as pernas pra cima, ele tinha todo acesso ao meu cu exposto, e eu podia senti-lo enfiar até o fundo. Ele cedeu e recuou, depois voltou a meter, batendo com força no meu cu dilatado as suas bolas.
Então, ele saiu todo e, sem nem mirar, voltou a me penetrar com força. Repetidamente, ele me fodeu daquele jeito, saindo e voltando, como que pra ver o espaço que ficava. Quando ele agarrou meus quadris de novo, eu soube que ele estava perto de gozar. Segundos depois, seu corpo se contraiu enquanto ele ejaculava jato após jato de esperma dentro de mim.
E eu não resisti e o puxei pra beijá-lo enquanto ele me fodia, como eu sempre fantasiei. Agora, com as pernas em volta da sua cintura e os braços pendurados no seu pescoço, eu estava nas nuvens, sendo penetrado por cima e por baixo, com seu pau no meu cu e a sua língua na minha boca.
Ele gemeu mais uma vez, com seu hálito quente na minha boca, despejando seu jato final de porra dentro de mim. Até que finalmente se deixou cair ao meu lado.
Estávamos exaustos, depois de uns quarenta minutos daquilo. E enquanto recuperávamos o fôlego, com nossos corpos lentamente se acalmando, eu brincava com os pêlos do seu peito, ali deitado ao meu lado. Embora ele ainda tivesse energia suficiente pra continuar por mais duas horas, meu pai temia, mais que tudo, que minha mãe chegasse e nos flagrasse ali na cama.
Então, fomos pro chuveiro e nos lavamos de todo vestígio do nosso crime. Ainda não conseguia tirar os olhos do corpo dele enquanto a água lhe escorria. Mal podia acreditar no que tinha acabado de acontecer... e bem na sua cama... a nossa cama agora.
Mas eu ainda não me continha, ensaboando o seu corpo ao mesmo tempo em que masturbava o seu pau. Claro que não demorou muito e ele já estava duro de novo, como não podia deixar de ser.
"Ainda quer mais, garoto?", ele me sorria. "E o que é isso, tá querendo gozar?", ele segurava o meu pau, que pulsava na sua mão. "Acho que precisa de um pouco mais tempo, e vai aprender a segurar o bastante."
Enquanto me masturbava, me olhando direto nos olhos, ele notava o líquido pré-ejaculatório, levando a mão à língua e provando do meu gozo.
"Hum. Tem um gosto familiar!", ele fez uma cara de safado.
"Será que é porque eu sou seu filho?", eu o lembrei.
"Não, hoje você é mais do que isso... hoje você é minha putinha!"
"Gostei disso... putinha do papai!", eu sorri pra ele, pulando nos seus braços.
E então ele fez uma coisa incrível. Me pegando nos braços, ele me tirou do chão, num só gesto. E quando eu vi, eu estava pendurado no seu pescoço, com as pernas em volta da sua cintura. Parecia uma repetição do que fizemos há pouco, na sua cama, só que dessa vez ele usava toda a sua força pra me manter nos seus braços, ao mesmo tempo em que me fodia.
Eu subia e descia enquanto era penetrado por baixo, soluçando ofegante na sua boca, em meio à sua língua que me invadia, à procura da minha. E a cada estocada eu sentia o seu pau mais fundo dentro de mim, como se ele já conhecesse bem o caminho que levava às minhas entranhas.
Dessa vez acho que gozamos os dois ao mesmo tempo, ele no meu cu e eu na sua barriga, com meu pau espremido entre nós dois, naquela incrível penetração. E mais tarde, ainda naquela mesma noite, ele voltou ao meu quarto pra terminar o que começou na sua cama, se estendeu até o banheiro e, de madrugada, terminou na minha cama.
Acho que estava começando a gostar daquela coisa de ser a putinha do papai. Mas no dia seguinte, uma notícia me deixou ainda mais ansioso.
"Seu tio acabou de ligar. Ele convidou a gente pra ir acampar no fim de semana. O que me diz, um acampamento só entre os homens da família?"
E é claro que eu mal podia esperar pra ir acampar e estarmos os quatro no meio do mato... pra uma reunião em família, só de garotos.
Continua...