Sempre fui apaixonada em anal. Desde que descobri a sensação enfiando dedos lá, eu acabei achando que era melhor que na bucetinha. Muitos homens não gostavam por causa da possibilidade de ter acidentes. Eu também ficava toda tímida, é incomum para uma mulher dizer que gosta mais de ser penetrada no cu do que na buceta.
Quando conheci meu noivo, o Roberto, conheci o homem ideal para mim. Ele é simplesmente apaixonado em anal também. Com o passar do tempo, quando ainda estávamos namorando, ele se abriu comigo dizendo que amava tomar no rabo. Eu achei uma delícia! De maneira inesperada, comer o cu dele era muito bom. Contudo, não era apenas esse fator. Assim que aprendemos a arrombar a bunda um do outro, fomos evoluindo. Expandimos para brinquedos grandes, fisting e prática de gape e prolapso. Ambos ficamos focados em dilatar o cu um do outro.
Nossa perversão não parou por aí. Tanto ele quanto eu gostávamos de brincar de cornice. Nós convidávamos machos para comer meu cu e até fazer dupla penetração anal em mim. Roberto ficava muito excitado, adorava até eu colocar leitinho para fora do meu cu para ele beber e depois chupar minha buceta meladinha. Ele só ficava um pouco chateado porque nunca arrombavam ele, era tudo muito focado no meu cu mesmo que eu depilasse a bundona gostosa dele. Acabava que era eu com a cintaralha rasgando o cuzão perfeito dele para agradecer o fato que ele deixava a namoradinha rabuda ser putinha anal de outros homens.
Isso até um belo encontro na praia quando decidimos viajar de férias. Nunca tive seios muito grandes, mas eram empinados no meu biquíni que tampava mais os meus mamilos. Roberto estava com uma sunga cavada azul escura e um pequeno plug que eu soquei no cu dele para ter certeza que meu cachorrinho anal iria ficar excitado pelo rabo. Eu fui de fio dental para ficar esfregando no meu ânus.
Chegando lá, escolhemos um local próximo a um quiosque. Nós dois ficamos excitados com os homens que poderiam me enrabar. Roberto sempre disse que era hétero para mim, mas sempre tive suspeita de ser bi pelo fato dele escolher os homens comigo. Nunca me importei com isso, o importa era ele ser o principal arrombador do meu cu, meu corno e meu putinho dilatado quando eu rasgava o ânus dele.
Não aguentamos, fomos ao banheiro depois de um banho no mar e observar os surfistas. Tinha um moreno gostosíssimo com um pacote enorme no meio das pernas, um loiro mais magro e bonito de rosto e um branco de cabelo preto. Lá no banheiro, Roberto se ajoelhou e puxou meu fio dental para o lado deslizando a língua para dentro do meu ânus. O tanto que não tinha de peito, eu sempre tive de bunda. Sempre adorei esfregar meu rabão com o cu pulsando na cara do meu noivinho safado.
— Quer ver a rola dos surfistas no meu cu guloso meu corninho? — Ele tirou a cara da minha bunda para responder.
— Quero sim, quero ver minha princesa anal chorando na pica daqueles gostosos!
Eu estava de buceta molhadinha com os bicos do meu peito durinhos. Tomamos um susto quando a porta do banheiro abriu. Fomos descuidados e deixamos sem trancar. Ela fechou e tentamos nos arrumar, mas logo entrou um homem. O homem trancou a porta. Era o loiro alto do surf, os músculos dele brilhando quando abracei Roberto.
O instinto do meu noivo foi abrir minha bunda para mostrar meu cu excitado, babado da língua dele. Minha xana pingava de tesao só de saber que Roberto, quando via um macho imponente como esse loirão, tinha instinto de exibir meu cu.
— Gostosa… É a esposinha né? - O loiro se aproximou, ele enfiou dois dedos no meu cu.
— Não, é a minha noiva. - Roberto respondeu.
— Mas não deixa de ser um corno safado enfiando língua no cu dela seu pervertido! — O loiro me pegou para um beijo. Eu só senti o abraço. O susto foi maior ainda quando nos separamos.
— O corninho da putinha rabuda tá plugado! — O surfista estava pegando na bunda de Roberto. Ele arrancou o plug por debaixo da sunga e enfiou os dedos no cu dele. — Que delícia, casal do cu macio! Vou comer a noivinha e o corno bundudo! Agora abaixa!
Ele puxou nossas cabeças para chupar o pau de mais de dezoito centímetros. Era maior e mais grosso que o de Roberto. Eu amava os quinze para dezesseis centímetros de Roberto mesmo depois de fistar e dilatar, meu noivo sabia meter no meu cu para me dar prazer mesmo arrombada. Enfim, era ainda mais lindo com um mais dotado.
— Quero ver o casal chupando minhas bolas!
Roberto tinha medo, eu nunca tinha visto ele chupando um pinto. Então o beijei para acalmar, guiei os lábios dele para rola do surfista e o fiz chupar pica de macho. Quase gozei ao ver meu homem se rendendo para um pintudo socando piroca na garganta dele. Meu clitóris latejava de ver Roberto engasgando e se babando em um macho com o pinto maior que o dele. Descemos juntos para chupar as bolas, uma boca em cada uma das bolas.
— Eu tenho que ir agora. Aqui tá meu número, liga a noite que eu quero rasgar o cu de vocês dois. Lembra de fazer esse corninho vestir calcinha… Hoje ele vira puta arrombada para mim… — O surfista beijou nós dois amassando nossas bundas antes de ir embora, deixou um guardanapo com o número anotado para gente.
Saímos dali extasiados. Eu estava maluca para ter aquele homem comendo meu cu até eu esguichar com a buceta excitada, mas também estava doida para ver um pauzudo estourando meu corninho pela primeira vez. Fomos para o apartamento, nos arrumamos e esperamos o surfista. Ambos de calcinha rosa para o comedor, ambos submissos beijando e dedando o cu um do outro até o pau de Roberto se esfregar na minha bucetinha já melada de tesão!
O surfista chegou no Airbnb onde estávamos hospedados. Recebemos de calcinha, meus seios expostos e uns beijinhos foram o bastante para ele tirar a roupa. O loirão não era muito bundudo, mas os músculos eram gostosos. O pau, apesar de não ser muito grosso, era longo e veiudo. Fomos beijando a três, eu sentia uma emoção incrível quando eu e Roberto massageávamos o pênis desse macho. Fomos descendo até ficar de joelhos, eu empinei o rabo e Roberto me copiou.
Dessa vez fui mais pró-ativa. Peguei a cabeça de Roberto e o forcei a engolir a pica. Ele babava engasgando na rola, eu forçava ainda mais. Ver a garganta dele sofrendo no pauzão daquele gostoso me deixava molhada com o cu latejando. Era simplesmente lindo ver meu noivo sendo puto chupador de pica!
— Deixa eu respirar! - Ele puxou a cabeça para trás quando não aguentou mais. Eu o beijei todo babado e engoli a rola do loiro depois.
— Força a noivinha e enfia o dedo no cu dela seu corno submisso! — O surfista mandou, Roberto me obrigou a engolir o pintão me engasgando toda enquanto a mão que não forçava minha cabeça ia me dedando no cu. Meu grelo pulava de tesão com Roberto me expandindo no rabo.l enquanto eu virava uma puta babada na pica do macho.
— Quer ver uma coisa? — Roberto perguntou.
— Quero sim corno putão! — Era incrível a maneira como o surfista desceu beijando Roberto e enfiando três dedos no cu do meu noivo depois de eu não conseguir mais chupar aquele pinto de tanto engasgar.
— Dá pra enfiar mais. — Roberto pegou o lubrificante e espalhou na mão. Também espalhou na minha.
— Vem bebê… — Ajoelhei ao lado de Roberto.
Tínhamos feito isso antes, mas não com um comedor vendo. Os dedos de Roberto entraram no meu cu enquanto os meus entraram no dele. A sensação quentinha do rabo macio, do reto gostoso do meu noivo era maravilhoso enquanto ele ia forçando o meu a abrir. Levou uns minutos, logo estávamos forçando os punhos. O meu entrou primeiro fazendo ele gemer alto, depois o dele escorregou para dentro do meu rabo. Sentia minha xana melada com a dor do meu cu ficar entupido e dilatado no fisting.
Não paramos, já sabíamos que a paixão anal era compartilhada entre nós. Roberto tirava a mão do meu cu e colocava de novo me fistando. Eu fazia o mesmo de maneira alternada até nós dois tremermos e mijarmos. Ambos eu e meu noivo, completamente experientes com fetiches do anal, prolapsamos na frente desse macho da maneira mais pervertida o possível. Roberto gemia apertando minha rosa anal e eu apertava a dele. Nós éramos tão amantes de anal que prolapso não era limite, era sim um prazer dilatar e inverter nossos cus. Depois abrimos as bundas pro macho ver, meu cu todo inchado e o do Roberto também.
— Caralho! Peguei um par de pervertidas! — O surfista era um comedor sem limites com o cérebro frito em sexo anal. Ele se aproximou lambuzando as mãos com lubrificante, foi logo enfiando a mão no meu cuzão pra deixar meus seios todos excitados. — O cu da sua futura esposa é meu! Seu corno submisso,vem cá ser minha bonequinha anal, vai sentir que só tem um macho aqui!
Eu fiquei no paraíso ao ver Roberto se posicionando. Ele empinou a bundona e o surfista começou a fistar ele. Eu tive que beijá-lo, ver meu corninho entregando o cu para um verdadeiro comedor arrombar me deixava extremamente excitada. Senti Roberto pegando nas minhas tetas, massageando meus mamilos enquanto a pressão dolorida do punho do surfista arrombava meu cu deliciosamente.
— Ai meu cu, porra… Tá rasgando tudo — Roberto tremia e gemia.
— Rasga mais que ele aguenta! — Eu gemia junto, tremia de dor do punho saindo e entrando. Ambos ficamos de quatro pro comedor até mijarmos de novo. Eu esguichava da minha bucetinha e Roberto se mijava prolapsando. Era tanta destruição anal que se não fosse tamanha excitação, eu não aguentaria. Nós fomos para o quarto em uma pausa antes do segundo turno.
— Eu quero enfiar rola nesses cus, quem vai ser o primeiro?
O surfista pediu depois da gente se beijar a três de novo. Modéstia à parte, Roberto tem um bundão branco que eu ajudava a depilar. Eu o coloquei de quatro para o nosso comedor e abri o cuzão inchado dele. O surfista meteu no rabão lindo do meu noivo e minha buceta ficava meladinha de ver aquilo, de ouvir Roberto gemendo de dor como um pauzão de comedor no cu dele.
— Chupa sua corna safada!
O surfista tirou a pica do cu de Roberto para eu mamar. Eu engoli aquele pinto enquanto minha mão entrava no ânus de Roberto. Então tirei o punho e Roberto puxou o cu prolapsando. Eu já tinha feito antes, desci chupando a rosa anal do meu noivo e convidei o surfista. Ver o comedor pervertido chupando o cu prolapsado de Roberto me deixou insana, era muita excitação colocar os machos para serem pervertidos com nosso sexo anal todo extremo.
— Come meu cu!
Eu pedi e fui aceita. Deitei de lado com Roberto mamando meus peitos, ele de ladinho também. A rola dele ia esfregando no meu clítoris e o surfista ainda fistava meu macho enquanto bombava a rola violenta no meu cu. Eu não aguentei, gozei quando Roberto se mijou de tesao no cu rasgado e atormentado, esfregando o pinto na minha buceta melada. O surfista fodia mais forte ainda para fazer eu gritar de dor no rabo e de incomôdo anal esguichando e colocando meu prolapso e a pica dele para fora. Era simplesmente uma delícia!
— Tá vendo corno safado, é assim que come o cu da futura esposa! Agora que quero gozar!
Eu apontei para Roberto. Meu ânus estava pegando fogo e queria ver ele ser leitador pela primeira vez.
— Come o cu do meu noivo. Quero ver ele inseminado! — O surfista foi para cima de Roberto.
— Sua putinha corna, vou largar leite no cu do viadinho que você chama de noivo!
Roberto aceitou. Eu o beijava com ele deitado levando pau no cun enquanto ele dedava o meu. Logo o surfista encheu o ânus do meu noivo de esperma. Eu deitei na cama de pernas abertas e por incrível que pareça, depois de dedar meu cu, o surfista foi enfiando a rola na minha bunda dolorida pouco depois de gozar. Para ficar ainda mais pervertido, ele mandou Roberto cagar leitinho na minha boca. Eu quase morri de tanto gritar de dor no cu enquanto Roberto sentou na minha cara para expelir o leite quentinho na minha boca.
Ainda beijamos trocando o esperma do surfista e Roberto enfiou a pica na minha xana enquanto o comedor entupia meu cu dolorido com rola.
— Vou rasgar vocês dois juntos.
O surfista prometeu e entregou, enfiou o punho no cu de Roberto enquanto comia meu rabo. Gritamos de dor anal intensa, um prazer no cu maior ainda até o surfista encher meu ânus de leite e Roberto despejou porra na minha buceta. Chamei os dois felizes que me arrombaram fazendo Roberto e o surfista lamberem esperma dos meus buracos e se beijarem.
Nunca tinha feito tanta putaria perversa, sai dali até com um pouco de nojo de mim mesma, mas com a certeza que eu era safada capaz de fazer coisas que muitas não chegariam nem perto. Graças a Deus recebi um noivo pervertido, um corno pau no cu delicioso que ficou dias com dificuldades para sentar direito comigo. Depois dessa primeira vez, arranjamos mais comedores para sustentar nosso vício em sexo no cu, para sermos pervertidos intensos juntos, mais homens que topassem entrar nesse jogo sem limites. Poucos se dispuseram e no fim das contas, hoje em dia, eu acredito que para ser macho para mim tem que entrar na roda, comer meu homem e meter no meu cu.
