Não é um conto, é confissão

Um conto erótico de Eduardo Vozza
Categoria: Heterossexual
Contém 522 palavras
Data: 08/03/2026 17:26:26

Meu nome é Eduardo, moro em Joinville SC, certamente não teremos leitores da minha região, o que é até bom de certa maneira, tenho 35 anos, um homem que poderia ser seu vizinho, conhecido ou parente, mas que precisa confessar seus desejos e vícios.

Gasto boa parte do meu tempo e dinheiro com sexo, seja pensando ou praticando, sou completamente viciado por conversar sobre incesto, situações incestuosas, reais ou não e para isso só tenho uma forma, esqueça psicóloga ou garotas de programa (coisa que não gosto) gosto mesmo de cam.girlspar falar de fetiches, curiosamente elas parecem ter os mesmos. E acima de tudo, gosto de ser visto como pai provedor l,.um sugar Daddy como vemos o termo. Tenho perfil ativo no meu patrocínio e costumo viajar e me encontrar com Babies Brasil a fora para realizar meus fetiches.

Não gosto de ter o vício em incesto assim como de ser visto apenas como um homem que banca, busco mais que isso, uma conexão real e fetichista, obvio, com benefícios. Sei que tem mulheres que tem desejos proibidos e errados aqui no meu estado ou no Brasil e que se culpam por isso o fato é, gosto de sexo além do ato, gosto de todos os momentos, provocações, recados, não nudes ou vídeos e sim o natural a curiosidade o desejo que surge em viver algo novo, intenso e proibido. Independente da cidade, estado civil, se de alguma forma você se sentiu atraída por isso, escreva em meu e mail e vamos conversar sobre.

E mail

escritordecontos50@hotmail.com

Meu nome é Eduardo, moro em Joinville SC, certamente não teremos leitores da minha região, o que é até bom de certa maneira, tenho 35 anos, um homem que poderia ser seu vizinho, conhecido ou parente, mas que precisa confessar seus desejos e vícios.

Gasto boa parte do meu tempo e dinheiro com sexo, seja pensando ou praticando, sou completamente viciado por conversar sobre incesto, situações incestuosas, reais ou não e para isso só tenho uma forma, esqueça psicóloga ou garotas de programa (coisa que não gosto) gosto mesmo de cam.girlspar falar de fetiches, curiosamente elas parecem ter os mesmos. E acima de tudo, gosto de ser visto como pai provedor l,.um sugar Daddy como vemos o termo. Tenho perfil ativo no meu patrocínio e costumo viajar e me encontrar com Babies Brasil a fora para realizar meus fetiches.

Não gosto de ter o vício em incesto assim como de ser visto apenas como um homem que banca, busco mais que isso, uma conexão real e fetichista, obvio, com benefícios. Sei que tem mulheres que tem desejos proibidos e errados aqui no meu estado ou no Brasil e que se culpam por isso o fato é, gosto de sexo além do ato, gosto de todos os momentos, provocações, recados, não nudes ou vídeos e sim o natural a curiosidade o desejo que surge em viver algo novo, intenso e proibido. Independente da cidade, estado civil, se de alguma forma você se sentiu atraída por isso, escreva em meu e mail e vamos conversar sobre.

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