Desde que nos casamos, nunca minha esposa havia demorado tanto tempo com o mesmo amante. Certamente, ele estava lhe dando um prazer fora do comum. Sempre saía com ele para motéis, chegando até a ficarem um final de semana inteiro juntos, apenas me enviando fotos e vídeos dos dois transando.
Já fazia algum tempo que não assistia suas transas ao vivo com seu amante e só transava com minha esposa de camisinha e, mesmo assim, só enfiando a cabecinha; só quem a tinha por completo era o seu macho alfa. Sentia um misto de prazer e humilhação com aquela situação. Era muito excitante.
Teve um dia que ela me chamou para assistir sua foda em um motel e disse que me faria uma surpresa. Fiquei curioso. Chegamos primeiro ao motel, ela tomou um banho, passei um óleo aromático por todo o seu corpo e vestiu apenas uma calcinha minúscula e transparente.
Depois de uns vinte minutos, a campainha tocou, ela foi atender e voltou com seu comedor e um cara desconhecido:
- Amor, meu amante você já conhece. Esse aqui é o ..., ele vai participar da festinha.
Primeiro beijou um e depois outro. Os dois se sentaram lado a lado na cama e ela se sentou entre as pernas dos seus machos, que a acariciavam e brincavam com seus mamilos. Minha safada se ajoelhou e revezou no boquete de um e de outro, colocando o pau dos dois na boca, de uma só vez.
Não aguentando de tanto tesão, ficou de quatro na cama, o seu amante, puxou sua calcinha para o lado, enfiando o paus de uma vez em sua xana, enquanto fazia um boquete no outro. Trocaram de posição e seu amante gozou em sua boca. minha esposa me chamou e me beijou, fazendo que eu engolisse toda a porra de seu amante.
Corri para o banheiro para limpar minha boca e escutei as gargalhadas dos três. Quando voltei, deparei-me com uma cena inusitada, minha esposa cavalgando no amante, enquanto outro enfiava na sua bundinha. Quando os dois trocaram de posição, com uma voz que demonstrava prazer, minha safada me olhou, com cara de vadia, dizendo-me:
- Olha só, corno! Meus dois machos comendo o que não é teu.
Olhei os dois machos revezando entra a xana e a bundinha, a última que nunca comi, apenas os seus amantes.
Os três gozaram quando simultaneamente. Minha esposa ficou deitada, entre seus dois machos, acariciando o pau dos dois, enquanto eles alisavam seus seios.
Servi uma cerveja para os três e me deitei no chão. Enquanto brindavam e trocavam carícias, descansavam os pés em cima de mim. recomeçaram as carícias e a transa. Ao final, foram tomar um banho juntos, trancando a porta. Apenas ouvia risinhos e os urros de minha esposa, junto com o barulho da água. A mim só restou tocar uma solitária punheta.
Os dois foram embora antes de nós. Despediram-se de minha esposa com um demorado beijo e ela me obrigou a agradecer os seus dois machos de joelhos, beijando seus pés. Foram embora. Paguei a conta e a despesa do frigobar.
Em casa, coloquei a camisinha e enfiei apenas a cabecinha, enquanto ela me chamava de corno e dizia que meu pau era pequeno. Dormi abraçado com a minha putinha, que amo muito.