Meu compadre, minha mulher e eu. Parte 3

Um conto erótico de Marmede Medeiros
Categoria: Heterossexual
Contém 1826 palavras
Data: 01/03/2026 16:21:32

Meu compadre, minha mulher e eu. Parte 3

Nesse episódio conto sobre as coisas que aconteceram após a mudança do meu Compadre para os fundos da minha casa, uma ediculazinha que passei a alugar pra ele, como relato na Parte 2 deste conto. Logo no início de janeiro de 2025, ele já tinha mudado pra cá. Na sexta-feira, no final do expediente, procuro por ele no trabalho, nosso chefe fala que ele pediu pra sair mais cedo, que tinha umas coisas pra resolver. Achei meio estranho, porque não me falou nada. Então, tomei um banho e fui com os colegas de trabalho tomar aquela cervejinha como de costume.

Chego em casa umas 20 horas, entro e vou direto pra cama, minha mulher está dormindo ou fingindo. Pego o meu celular e dou uma olhada na câmera na entrada da minha casa. Puxo as imagens e percebo que antes das 16 horas, o meu compadre chegou e entrou pelo portão lateral que dar acesso aos fundos. Avanço a imagem e uns dez minutos depois, minha mulher aparece na imagem, indo na direção do portão da edicula, empurra-o e ele se abre, o que significa que ele aguardava por ela. Avanço as imagens e ela aparece saindo as 17:30h, ou seja, foram uma hora e meia de trepação. Ela certamente deixou nosso filho no jogo on line, já que ele esquece até de comer quando está na frente do computador, e foi dar pro meu compadre.

No sábado fomos resolver as coisas de casa, compras, limpeza, etc. A tarde fomos tomar umas cervejas e logo, meu compadre chega, até parece que alguém avisou pra ele que a gente ia tomar uma cervejinha. Ele é um cara muito engraçado, então a gente não vê nem o tempo passar. Já é início de noite e infelizmente, a cerveja acabou, como de costume, me levanto pra buscar uma caixinha na adega do bairro. Ficam os dois sozinhos, já que meu filho está na casa da minha irmã. O que é certo é que sei que eles vão aprontar alguma coisa, mesmo eles tendo transado ontem, pois já é sabido, que meu compadre é insaciável, muito tarado, principalmente por sexo anal.

Volto, após uma meia hora e dar pra perceber que alguma coisa rolou, o cabelo e o batom da minha mulher estava meio bagunçado, sinais de uma trepada quente

Fico imaginando os dois se pegando e meu pau começa a endurecer. Depois que a cerveja acaba, a gente se despede e vamos dormir. Nem preciso falar que mais uma vez não transei com a minha mulher, dessa vez ela falou que estava cansada. Já faz mais ou menos um mês que não transamos, estou me virando na punheta, mas a gente sabe que quando não transamos com frequência, vem uns pensamentos diferentes na mente, a gente procura outras maneiras de se excitar, como por exemplo, quando me masturbo, fecho os olhos e penso na minha mulher sendo enrabada por meu compadre. Gozo muito gostoso.

Domingo, antes do almoço, vou na casa da minha comadre, pra pegar nossa afilhada pra ficar com a gente o dia todo, daí ela aproveita e já vê o pai também. Depois que sai, abro a câmera de segurança no celular pra dar uma espiadinha se o Xandão aparece. Como esperado, logo que sai, ele bateu no portão da minha casa e minha mulher veio abrir, entraram e só sei o que aconteceu até onde a câmera mostrou, depois que entraram em casa, só Deus e eles sabem o que aconteceu. Mas, posso imaginar e isso já mim deixa de pau duro. Cheguei na casa da minha comadre, espero uns minutos dentro do carro pra diminuir meu tesão. Mesmo assim, ainda tem um volume na minha calça. Ela abre o portão e me convida pra entrar, explica que minha afilhada acabou de dormir e que séria bom esperar um pouquinho, me convidando a entrar.

Sentamos à mesa e ela me oferece um suco, já que ela não bebe bebida alcoólica. Aceito, ficamos conversando sobre as coisas da vida. Claro que , não teve como não falar da separação deles. Quando ela foi pegar mais suco, dei uma olhada no traseiro dela, que não é tão grande como o da minha mulher, mas é bem redondinho, ainda mais com o short curtinho que esta usando. Quando ela se vira, disfarço. Olho direto para seu rosto e depois desço meu olhar até chegar aos seus peitos, que são volumosos. Ela é loira, tem mais ou menos 1,65cm e esta com o peso um pouquinho acima, mas ainda é uma mulher muito bonita. Acho que ela percebeu meus olhares maliciosos.

Do nada, ela estica sua mão e coloca em cima da minha, segurando o copo pra colocar o suco, meu coração dispara.

- Eu te acho muito legal, sabia? Fala olhando nos meus olhos.

-Eu também gosto muito de você. Respondo, colocamdo minha outra mão em cima da sua.

Nos levantamos, vou em sua direção, agarro-a pela cintura e beijo-a com muito tesão. Fazia anos que não dava um beijo desses. Minhas mãos buscam sua bundinha, sobe até suas costas e vai para a frente. Quando apalpo seus seios, ela geme.

-Eu sempre tive vontade de transar com você, sabia? Mas, eu não queria trair meu marido. Me fala com a voz cheia de tesão.

- Vem cá vem... Puxo-a na direção do seu quarto. Não perco tempo começo a arrancar sua roupa toda. Em seguida a minha, Quando tiro minha cueca, meu pau salta pra cima.

Ela senta na borda da cama, encosto meu pau na sua cara, ela a segura com uma das mãos e cai de boca.

- Aaaahhhh Aaaahhhh! Que delicia! Gemo de tesão.

Minutos depois, deito por cima dela, chupo seus seios enormes, para em seguida me afogar nos seus beijos. Meu pau durissimo, encosta nos lábios da sua vagina, cutuco, cutuco, até que encontrei o caminho, sinto ele deslizar pra dentro da sua bucetinha molhada.

- Aaaahhhh , vai me fode! Pede com carinha de puta. A impressão que tenho é que faz tempo que ela não vê uma rola.

- Vem cá gostosa, fica de quatro pra mim? Ela obedece e seu traseiro se abre convidativo. Caio de boca na sua bucetinha, chupo, enfio a língua, enquanto ela geme. Bem ali, na frente dos meus olhos, está o seu cuzinho branco. Olho, pra ele e sem excitar toco minha língua no seu anelzinho. Ela se contrai, mas continua firme de quatro pra mim.

- Eu quero seu cuzinho também. Falo, enquanto minha língua voltar a percorrer seu reguinho até chegar ao seu anelzinho. Afundo minha cara naquele rabo e chupo gostoso seu tobinha. Foi o primeiro cu que chupei e estou adorando. Ela está muito excitada, empurra seu traseiro de encontro com meu rosto, enquanto geme. Finalmente, preparo minha rola, passo um pouco de saliva e vou pra porta do seu ânus. Meu pau vai entrando devagarinho, até encostar no saco, foi até as bolas. Certamente, meu compadre já comeu aquele cuzinho várias vezes, penso. Continuo metendo no seu cuzinho gostoso, Arrasto e empurro, seu cuzinho quente, envolve meu cacete duro, retiro tudo e saio do cu pra vagina, que esta toda melecada. Meto tudo que tenho dentro dela. Estou muito doido de tesão.

- Aaaahhhh, Aaaahhhh Aaaahhhh... vou gozar. Meu orgasmo foi intenso e gostoso demais.

- Eu também, eu também... Aaaahhhh! Aaaiii. Chegamos ao orgasmo quase que juntos.

Ficamos engatados uns instantes, como que prorrogando aquele momento de tesão. Depois, ainda enfiado na sua bucetinha, me deito por cima dela. Começo a beijá-la, acariciando seus seios. Ficamos mais um pouco naquela posição e nos levantamos, colocamos as roupas e vamos pra cozinha.

Não demora e minha afilhada acorda. Pego-a e vou embora, quando chego em casa, o pai dela, estava na cozinha, junto com minha mulher, enquanto ela preparava o almoço. Almoçamos todos juntos e a tarde levamos minha afilhada pro shopping. Meu compadre não foi, afinal, aquele momento era só nosso. Na volta levamos ela pra casa da mãe dela, que fica uns três kilometros da minha.

Na semana seguinte, convidei minha comadre pra ir no motel, ficamos a tarde toda metendo. Pra minha mulher, falei que ia fazer hora extra. Dessa vez eu falei pra minha comadre, que queria primeiro o seu cuzinho, depois que eu gozasse, iria comer a bucetinha dela. Ela, que gosta de dar o cuzinho, nem hesitou. Chupei e meti no seu traseiro sem pressa pra acabar, depois de gozar, fomos tomar um banho gostoso. Ensaboei seu corpo todo, mas o que deu mais tesão foi passar o sabonete nos seus peitões, que delicia. Meu cacete está despertando. Nos beijamos muito embaixo do chuveiro, depois que terminamos, fomos pra cama, pelados. Pedimos algumas coisas pra comer, beber e ficamos conversando. Energias recuperadas, é hora de comer sua bucetinha rosada.

Nos meses que se seguiram, a gente sempre dava um jeito de dar uma trepadinha, já que eu não tinha em casa, achei em outro lugar. Tudo estava indo muito bem. Até que um dia quando cheguei do trabalho minha mulher estava com aquela cara de poucos amigos.

- Senta aqui, quero falar contigo. Fala, puxando a cadeira da mesa. Pergunto o que foi, meio desconfiado do que poderia ser.

- Me falaram que te viram beijando aquela puta da comadre! Aquilo me atingiu como uma bomba.

- O que ? Quem falou isso? Tentei disfarçar.

- A Goreth, esposa do K. Falou em tom rispido.

- Não vem dar uma de santa pra cima de mim, eu sei o que você e o compadre estão fazendo desde muito tempo. Eu sei de tudo! Saio das cordas e vou pra cima dela.

- Você tá louco? Quem falou isso pra você? Me questiona.

- Ninguém falou , eu vi. Então, não vem com essa de santinha pra cima de mim. Vi você e ele na nossa cama, todas as vezes que gente estava bebendo aqui. Vi nas câmeras, quando você foi transar com ele. Abro todo o jogo com ela.

- Mas, eu já estou de boa agora, no começo foi meio complicado. Pensei em fazer umas bobagens. Por outro lado, melhor que seja com o compadre que com outro. Falo, enquanto ela fica sem palavras.

- Você vai se separar de mim? Fala em tom melancólico.

- Não, claro que não. Eu te amo e quero que você seja muito feliz. Não tem problema se você continuar vendo ele, só que ninguém pode saber o que esta acontecendo, esse vai ser nosso segredo. Esclareço.

Tudo esclarecido, seguimos com nossa vida, ela continuou dando pro meu compadre e eu sempre que posso vou comer a comadre. Pedi pra ela não falar nada pro compadre. Agora que nós dois sabemos de tudo, não precisamos ficar escondendo nada da gente mesmo. Nossa relação ficou melhor, a gente se entende ainda melhor do que antes. Casa feliz, só com a mulher feliz...☺️

PRÓXIMA PARTE, FALO SOBRE A MUDANÇA PARA OUTRO ESTADO E COMO ISSO INTERFERIU NAS NOSSAS VIDAS...

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