Meus Sobrinhos, perigo que excita!

Um conto erótico de Metfucker
Categoria: Heterossexual
Contém 1940 palavras
Data: 01/03/2026 16:16:35

Meus sobrinhos, perigo que excita!

Olá, meu nome é Silvana (fictício). A história que vou contar aconteceu quando eu tinha por voltas dos 35 anos, envolvendo eu meus sobrinhos: Marcos, Marcio e Guilherme; jovens rapazes nas idades de: 18, 19 e 20 anos. Por ventura, muitos irão me achar depravada, desonesta, e até mesmo uma aproveitadora. Porém, a história não é bem assim.

Falando um pouco de mim, sou morena clara, 1,56 de altura, 60 kilos bem distribuídos, seios médios, uma bunda farta e redondinha, além de pernas grossas e bem torneadas. Sinto que tenho um rosto bonito, com olhos expressivos (castanhos cor de mel) e, cabelos lisos e negros que ficam à altura dos ombros. Hoje em dia, chegando aos 51 anos não me sinto menos que qualquer novinha. Por ser virginiana, sou extremamente vaidosa e ainda muito ativa sexualmente. Me encantam os homens mais jovens, entretanto tenho fetiches e desejos por homens mais velhos, com idades de serem meu pai. Sou casada com Sérgio (fictício), que já é um senhor de 62 anos.

Sem me alongar muito, vamos ao meu relato que é o que interessa. Tudo começou quando Guilherme, sobrinho pela parte de meu marido veio ficar uns dias em casa, era época de férias escolares e ele iria ficar um mês com a gente. Meu marido, mesmo sendo um homem muito ocupado por ser gerente de um banco, tinha-o quase como um filho, o moleque era filho de seu irmão mais velho Sávio e Rose, uma bela mulher negra. Guilherme, tinha ficado com a mãe e desde muito cedo trabalhava e estudava. Era um jovem mulato, com olhos grandes e curiosos e já tinha algo em seu olhar que transmitia maturidade, mesmo tendo apenas 18 anos. Alto como o pai dele, já tinha 1,80 de altura com um sorriso deslumbrante e um pouco cínico. Nada natural pra um jovem da sua idade.

Guilherme chegou a nossa casa, numa sexta-feira. Já eram umas 18:00 horas. Meu marido, não conteve a emoção e o abraçou com muita ternura, já fazia quase 1 ano que não o víamos. Não me contive e também o abracei com ternura, entretanto expansivo como Gui é, me abraçou tão apertado que senti meu coração palpitar, minhas pernas me traíram e me tremi toda, não sei se foi de excitação ou nervosismo. Já que faziam meses que eu e meu marido não transava. Naquele momento me senti mexida por dentro, me tornei inquieta na presença daquele jovem, que comecei a perceber como homem.

Passados alguns dias, Guilherme já se sentia em casa. Deitava no sofá pra assistir televisão e ficava totalmente relaxado de bermudas e sem camisa. Às vezes, me pegava olhando e admirando a beleza daquele Deus de ébano e sentia meu rosto ruborizar e meu corpo ferver, disfarçava e apenas perguntava se necessitava de algo.

Ao correr dos dias, Guilherme se tornou ainda mais próximo e a proximidade trouxe uma sensação boa de compreensão e amizade. Guilherme me contou sobre sua rotina, vida, interesses e namoro. Me disse que havia terminado um relacionamento, estávamos tão próximos no sofá, que ele debruçou com a cabeça em meu colo. Fiquei sem reação, me tremi toda e disfarcei acariciando sua cabeça. Num momento muito oportuno ele elogiou meu perfume e que gostava do meu cheiro. Aquilo me pareceu algo comum, sem interesse, com o passar dos dias Guilherme começou a elogiar minhas roupas, e os elogios se tornaram frequentes. Já me sentia vista, notada e na minha cabeça aquilo parecia desejo entre um homem e uma mulher. Então, decidi afastar aqueles pensamentos que julgava ser impuro.

Já havia passado duas semanas, desde a chegada de Guilherme. Meu marido se ausentou numa sexta-feira, tinha que resolver algo com clientes, não sabia ao certo o que era, também não perguntei.

Guilherme chegou por volta das 19 horas na nossa casa, tinha ido jogar futebol na quadra da praça. Falei pra ele tirar o tênis e ir tomar banho, ele tirou a camiseta e entrou pra dentro de casa, meu coração acelerou ao ver seu corpo parcialmente desnudo e o volume em seu bermuda. Estávamos sós e isso me inquetou ainda mais. Me pediu uma toalha, pois no banheiro não havia alguma. Bati à porta e lhe chamei, o ar parecia rarefeito e minha voz saiu abafada, ele pegou a toalha e com um sorriso cínico me disse: - Obrigado, tia.

Apenas assenti com a cabeça, as palavras me faltavam. Fui fazer um café pra nós e esperei no sofá, depois de uns 30 minutos saiu do banheiro, estava enrolado na toalha que parecia pequena pra monstruosidade que era aquele homem, ruborizei de uma forma que jamais tinha acontecido em minha vida, meu rosto parecia queimar. Na cabeça me vinha imagens dele totalmente nu. E eu não estava conseguindo lidar com a situação, meu corpo se eriçou e não pude disfarçar a atração imediata e o desejo latente. Percebi que seus olhos buscavam os meus, tentei desviar o olhar, porém veio até a mim. Me surpreendendo, se aproximou ante meu corpo, mal dava um palmo à distância entre nós, me perguntou:- Tia, onde estão minhas roupas. Fiquei imóvel, apenas respondi: - Estão sobre a cama, no seu quarto. Com a voz embargada e o corpo trêmulo. Inesperadamente, Guilherme me falou: - Tá tudo bem, tia. E se aproximou ainda mais, encostando seu peito nos meus seios, me senti umedecer e meu corpo freneticamente ensiava por um toque naquele homem. Me tremia de nervosa, e Ele notou e me disse, parecendo um cafajeste experiente: Sil, você tá precisando de homem. Reuni minhas forças, e em um grito falei: - Que é isso, Moleque! Isso é coisa que fale pra sua tia. Seu cafajeste. Ele apenas sorriu, suas feições mudaram. Parecia sério e maduro. Disse:- Apenas constatei isso, porque você tremia toda quando estava perto de mim. Pensei em esbravejar, mas mantive-me quieta. Ele acrescentou, nesse tempo que estou aqui não vi nada que denotasse relação sexual entre você e o meu tio.

Nisso, uma lágrima caiu dos meus olhos, era um turbilhão de emoções que estava sentindo no momento. Ele se aproximou, enxugou minhas, lágrimas e me abraçou. Me senti feliz naquele instante, o admirava e não sabia ao certo o que sentia, meu tesão tava a mil. Aos poucos senti suas mãos à acariciar o meu corpo, não houve forças pra lutar, aceitei as carícias e nos beijamos, num beijo frívolo e cheio de intensidade. Foram quase dez minutos assim. Nos soltamos e ele foi se vestir, me sentei no sofá e fiquei refletindo sobre o que tinha acontecido. Depois de 20 minutos, ele voltou. Estava vestido de calças jeans e uma camiseta de algodão.

Levantei do sofá, lhe falei: - Guilherme, seu tio não pode ficar sabendo o que aconteceu aqui hoje. Ele me respondeu desviando o olhar: - Que isso, Silvana. Isso será um segredo nosso. Pra mim, não aconteceu nada. Me acalmei, e acabei sendo surpreendia pelo convite dele: - Tem um barzinho bem legal, quer ir comigo!

A primeira ideia que me veio a cabeça, foi a de recusar. Mas, tudo parecia tão incerto. Certas dúvidas vieram a minha mente e, se Guilherme contasse ao meu marido. Então respondi:- Que mal tem, vamos! Ate as 23 horas, estaremos de volta em casa.

Fomos de uber, chegando lá era um local bem acolhedor, nunca tinha ido e ninguém nos conhecia. Havia uma certa sensação de segurança, o local era um barzinho tipo pub, várias mesas balcão e um pequeno palco pra música ao vivo. Comemos algumas porções, Guilherme tomou cerveja e eu tomei coquetel de morango. Tava uma noite fresca e um pouco nublada. Me contive, mas sentamos lado a lado. A música ao vivo, artistas cantando: - Tô solteiro e o coração tá namorando... Não pude conter a atração que sentia por ele, estava me sentindo uma adolescente de uns 15 anos, sendo notada e paparicada por um homem. Conversa vai, conversa vem, Guilherme cada vez mais próximo. A minha ansiedade aumentando na mesma proporção em que nos embriagavamos. Guilherme pousou sua mão sobre minha perna, não ofereci resistência e nos beijamos novamente, longa e demoradamente. Naquele momento ele era o meu mestre e eu, a sua submissa. A mesa em que estávamos ficava num cantinho mais escuro, naquele ambiente de poucas luzes. Por fim, me conduziu ao salão e dançamos algumas músicas. Tudo parecia tão mágico e inesperado, combinamos de tomar a saidera e ir embora.

Assim ocorreu, chegando o uber adentramos o carro. Como havia feito antes, Guilherme abriu a porta. Desta vez, proferiu as seguintes palavras: - Pode entrar, minha bela dama. Me senti ainda mais envolvida por ele, me surpreendendo por ele ter pago toda nossa diversão naquele local e todo nosso deslocamento. As surpresas ainda não haviam acabado, Guilherme ordenou ao motorista à nos levar a um motel nos limites da cidade. Pensei em pular fora do veículo, mas algo dentro de anseiava por um encontro íntimo e a realização do meu desejo, que vinha se apoderado pouco a pouco de mim e, estava a ponto de explodir.

Chegamos ao Motel, ele se dispôs a pagar a suíte mais cara, com hidro. O quarto número 19, seria o nosso. Dali em diante, não haveria mais volta. Já era meia-noite, comecei a suar frio quando me vi naquele ambiente de fetiches, luxúria e prazer. Guilherme preparou uma gin tônica pra mim, enquanto preparou um whisky pra ele. Bebemos nos amassando e nos beijando.

Minha apetite por sexo era tanta, que quase rasguei sua camiseta, por fim nos desnudamos com Guilherme me ajudando a retirar meu vestidinho preto que ficava colado no meu corpo. Estávamos só de roupas de baixo, Gui me envolvendo em seus braços, me ergueu no colo enquanto me beijava e me soltou na cama. Me sentia leve como uma pluma e o corpo ardente desejoso do seu sexo. Ao me deitar sobre a cama, veio sobre mim e me beijou a boca e, aos poucos foi descendo beijando todo meu corpo, se deteve sobre meu monte de Vênus, afastou minha calcinha de renda branca e com sua língua ágil fez o melhor sexo oral da minha vida, seus lindos lábios carnudos não deram sossego a minha bocetinha já úmida, sua língua era bem comprida e se entrelaçava ao meu sexo, envolvendo meu clitóris, me tirando suspiros abafados. Estava entregue aquela onda de prazer, meu orgasmo se aproximava forte e violento. Enquanto, sua língua me adentrava em meu interior e acariciava meu ponto G. Gozei copiosamente que até chorei de prazer e satisfação, Gui absorveu meus líquidos vaginais. Segurei sua cabeça no meu sexo, enquanto meu corpo dava espasmos de prazer em um orgasmo intenso e desejado.

Senti que algo faltava, desejava ser preenchida por aquele colosso que já havia visto e tocado.

Chamei com voz resiliente:- Me come Gui!

Ele se ajeitou sobre mim e me beijava e aos poucos foi adentrando minha gruta do prazer, seu membro parecia imenso, pois me sentia como se a minha virgindade estivesse voltado, entrou a cabeça daquele imenso cogumelo. Ele tem um pênis de uns 18 cm, bem grosso. Me senti como que sendo rasgada, aos poucos fui acostumando e Gui, começou a socar vigorosamente, cadenciando e angulando sua pica em meu interior. Socou de maneira mais frenética e gozamos abraçados.

Deixei escapar:- Me fode Gui. Goza na tua puta. Ti amo, meu nego gostoso! Enquanto gozava de umedecer os lençóis.

Daquele dia em diante, começamos a transar na minha casa, e continuamos enquanto conseguimos manter o sigilo de nossa relação.

Continuaremos o conto em outro relato, espero que tenham gostado!

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