O macho que virou meu mundo do avesso - Cap.3

Um conto erótico de Historia90
Categoria: Heterossexual
Contém 1803 palavras
Data: 31/03/2026 12:00:33

Na manhã seguinte ao dia em que Rafael me destruiu com a boca, meu corpo ainda latejava. Meus seios estavam sensíveis, a bucetinha rosadinha inchada e o cuzinho formigando só de lembrar da língua dele. Eu mal consegui dormir. Toda vez que fechava os olhos, via aquele homem alto, forte, me olhando com fome enquanto chupava cada parte de mim sem me deixar tocar no pau dele.

Por volta das 11h, meu celular tocou. Era ele.

— Bom dia, Paty. Dormiu pensando no meu pau grosso te abrindo?

A voz rouca dele me fez apertar as coxas na hora. Eu estava na cama, ainda nua.

— Dormi… e acordei molhada de novo. respondi, voz manhosa.

Ele riu baixo, aquele som que vibrava no meu peito.

— Ótimo. Hoje à tarde eu vou aí. Quero você pronta pra mim. Toma um banho bem demorado, se depila toda, fica cheirosa pra caralho. Quero sentir seu cheiro de mulher limpa misturado com tesão. E veste uma lingerie sexy… micro fio dental preta, bem pequena, daquelas que mal cobrem a bucetinha e desaparecem no meio desse bumbum grande malhado. Quero ver as tiras finas marcando sua pele. Por cima, um tamanco de salto alto bem fino, preto, daqueles que deixam seus pés 34 arqueados e as solas expostas. Nada mais. Cabelo solto, maquiagem leve. Entendeu?

Meu coração acelerou. Só de imaginar já senti um jorro de umidade entre as pernas.

— Entendi… vou estar exatamente assim.

— Boa garota. Chego às 14h. Não se toca até eu chegar. Quero você desesperada.

Ele desligou. Eu passei as próximas horas me preparando como uma mulher possuída. Tomei um banho longo, usei sabonete perfumado com baunilha e âmbar, depilei tudo — bucetinha rosadinha lisinha, cuzinho, pernas, tudo. Passei creme hidratante na pele, perfume nos pulsos, pescoço, entre os seios e um pouco na parte interna das coxas. Meu cabelo longo liso ficou brilhando depois da escova.

Fui até a loja de lingerie perto de casa e comprei exatamente o que ele pediu: um conjunto micro fio dental preto. A calcinha era mínima um triângulo minúsculo de renda transparente na frente que mal cobria meus lábios rosadinhos, e atrás um fio dental duplo finíssimo que desaparecia completamente entre minhas nádegas grandes e firmes, valorizando o formato redondo e empinado do meu bumbum. O sutiã era meia-taça, rendado, que levantava meus seios médios e deixava os bicos quase à mostra. Por cima, escolhi um tamanco preto de salto alto fino (uns 12 cm), com tira no tornozelo e uma plataforma sutil na frente para meus pés 34 ficarem confortáveis, mas extremamente sensuais os dedos pintados de vermelho aparecendo, as solas levemente roladas arqueadas pelo salto.

Às 13h50 eu estava pronta. De pé no quarto, me olhei no espelho de corpo inteiro. A lingerie micro fio dental marcava perfeitamente: o fio sumia no meu bumbum grande, deixando as nádegas quase nuas. Meus seios estavam empinados, bicos rosados visíveis através da renda. O tamanco fazia minhas pernas parecerem mais longas, o bumbum mais empinado. Eu estava cheirosa, limpa, brilhando de expectativa. Minha bucetinha já estava molhada, o tecido minúsculo da calcinha úmido.

A campainha tocou exatamente às 14h.

Abri a porta. Rafael estava lá, imponente como sempre camisa preta justa, calça jeans escura, o volume grosso já marcando a frente da calça. Quando ele me viu, parou no lugar. O olhar desceu devagar: cabelo longo solto, seios na meia-taça, barriga lisa, o micro fio dental que mal cobria minha bucetinha rosadinha, o bumbum grande exposto pelo fio que sumia entre as nádegas, e por fim os tamancos altos que deixavam meus pés delicados ainda mais provocantes.

— Caralho, Paty… você tá perfeita. Uma puta gostosa pronta pra ser comida.

Ele entrou, fechou a porta e me puxou contra o corpo dele num beijo faminto. A boca dele tomou a minha com força, língua invadindo, chupando, enquanto as mãos grandes apertavam meu bumbum nu, afastando as nádegas e sentindo o fio dental fino. Eu gemi na boca dele, sentindo o pau grosso e duro pressionando contra minha barriga por cima da calça.

Ele me afastou um pouco, me olhando de cima a baixo novamente.

— Vira. Deixa eu ver esse bumbum com o fio dental.

Eu virei devagar, de costas para ele, empinando o bumbum. O fio preto desaparecia completamente entre minhas nádegas grandes e malhadas. Rafael gemeu baixo e deu um tapa forte em cada nádega, fazendo a carne balançar.

— Porra… esse fio some todo no meio dessa bunda grande. Perfeito.

Ele me guiou até o quarto, me fazendo andar na frente dele só de lingerie e tamanco. O som dos saltos no chão ecoava. Ele sentou na beira da cama e me puxou para ficar de pé entre suas pernas.

— Tira o sutiã. Devagar.

Eu obedeci, soltando as alças e deixando o sutiã cair. Meus seios médios ficaram livres, bicos rosados duros de tesão. Ele segurou os dois com as mãos grandes, apertando, massageando, depois abaixou a cabeça e chupou um bico com força, depois o outro, alternando, mordendo de leve até eu gemer alto.

Enquanto chupava meus peitos, uma mão desceu e puxou o fio dental para o lado, expondo minha bucetinha rosadinha inchada e molhada. Dois dedos grossos deslizaram entre os lábios, sentindo a umidade.

— Já tá encharcada… boa menina.

Ele me empurrou de leve para a cama, me colocando de quatro, bumbum empinado para ele, tamancos ainda nos pés. O fio dental foi puxado para o lado novamente. Eu ouvi o som do zíper da calça dele descendo. Meu coração batia forte.

Rafael tirou a calça e a cueca. Quando eu olhei por cima do ombro, vi o pau dele pela primeira vez. Grosso pra caralho bem mais grosso que a média, veias marcadas, cabeça rosada e inchada, comprimento impressionante. Ele pulsava, pesado, apontando para cima. Eu lambi os lábios, desesperada.

— Não olha ainda. Só sente.

Ele se ajoelhou atrás de mim, segurou meu bumbum com as duas mãos e abriu minhas nádegas. A cabeça grossa do pau roçou na entrada da minha bucetinha rosadinha, espalhando minha umidade. Ele esfregou devagar, para cima e para baixo, provocando meu clitóris e a entradinha.

— Tá sentindo como ele é grosso, Paty? Vai te abrir toda.

Eu gemi, empinando mais.

— Por favor… me fode… eu preciso sentir ele dentro.

Rafael segurou meus quadris e começou a empurrar. A cabeça grossa forçou a entrada apertada da minha bucetinha. Eu senti cada centímetro se abrindo devagar uma pressão deliciosa, ardente, que me esticava de um jeito que eu nunca tinha sentido. Ele entrava milímetro por milímetro, controlando, deixando eu sentir a grossura toda me preenchendo.

— Ahhh… caralho… tão grosso… gemi, dedos agarrando o lençol.

Ele parou no meio, só metade dentro, e deu um tapa no meu bumbum.

— Relaxa a bucetinha… deixa ele entrar todo.

Depois de mais um empurrão lento e firme, o pau grosso entrou até o fundo. Eu senti minhas paredes internas sendo completamente preenchidas, esticadas ao máximo. A cabeça dele batia fundo, pressionando meu ponto G. Meu bumbum encostou na barriga dele. Eu estava completamente empalada, latejando ao redor daquele pau enorme.

Rafael gemeu rouco.

— Porra… que bucetinha apertada e quente. Tá me apertando todo.

Ele começou a se mexer devagar no começo longas estocadas profundas, saindo quase todo e entrando até o fundo, fazendo meu bumbum balançar a cada investida. O som molhado da minha bucetinha ecoava no quarto. Meus seios balançavam para frente e para trás, bicos roçando no lençol. Os tamancos altos faziam meus pés arquearem, solas pressionando o colchão.

A velocidade aumentou. Ele segurava minha cintura com força, metendo mais rápido, mais fundo. Cada estocada fazia eu gemer alto. O pau grosso massageava todas as minhas paredes internas, a cabeça inchada roçando meu ponto mais sensível.

— Goza pra mim, Paty. Goza no meu pau grosso.

O primeiro orgasmo veio forte. Minhas pernas tremeram, a bucetinha convulsionou ao redor dele, apertando e soltando enquanto eu gritava. Rafael não parou continuou metendo durante o orgasmo, prolongando o prazer até eu ficar mole.

Ele me virou de lado, ainda dentro de mim, ergueu uma das minhas pernas (o tamanco alto brilhando) e continuou fodendo. Nessa posição ele entrava ainda mais fundo. Uma mão segurava meu seio, apertando o bico, a outra massageava meu clitóris inchado.

O segundo orgasmo veio rápido, mais intenso. Eu chorei de prazer, corpo convulsionando, bucetinha jorrando um pouco ao redor do pau grosso.

Rafael me colocou de costas, de frente para ele. Ele tirou o fio dental completamente, deixando só o tamanco nos meus pés. Abriu minhas pernas bem abertas, segurou meus tornozelos e voltou a meter. Eu via o pau grosso entrando e saindo da minha bucetinha rosadinha brilhando com meus sucos, as veias pulsando.

— Olha como sua bucetinha tá engolindo meu pau… toda esticada.

Ele se inclinou sobre mim, beijando minha boca enquanto metia fundo. A língua dele dominava a minha no mesmo ritmo das estocadas. Meus seios pressionados contra o peito dele, bicos sensíveis roçando na pele masculina.

Ele acelerou, metendo com força, o som das coxas batendo no meu bumbum enchendo o quarto. Eu gozei pela terceira vez um orgasmo longo, profundo, que me deixou tremendo inteira, unhas cravadas nas costas dele.

Rafael me virou novamente, agora me colocando sentada por cima dele (cowgirl). Eu desci devagar no pau grosso, sentindo ele me abrir toda de novo. Meus pés com tamanco apoiados no colchão, solas visíveis. Ele segurou meu bumbum grande com as duas mãos, guiando o movimento enquanto eu subia e descia.

— Rebola nesse pau, Paty. Deixa esse bumbum trabalhar.

Eu rebolei, girando o quadril, sentindo o pau grosso roçar em todos os cantos dentro de mim. Meus seios balançavam na frente do rosto dele. Ele chupava os bicos enquanto eu cavalgava, cada vez mais rápido.

O quarto orgasmo me acertou enquanto eu cavalgava forte. Eu gritei, corpo inteiro tremendo, bucetinha apertando ele como um punho.

Rafael me segurou firme e assumiu o controle por baixo, metendo para cima com força. Ele gozou logo depois um gemido rouco, profundo, enquanto eu sentia o pau pulsar forte dentro de mim, enchendo minha bucetinha com jatos quentes e grossos. Eu gozei mais uma vez junto com ele, o prazer misturado ao calor dele me preenchendo.

Ficamos assim por minutos, eu ainda sentada no pau dele, sentindo ele amolecer devagar dentro de mim, os últimos espasmos. Meu corpo estava destruído de prazer pernas fracas, bucetinha inchada e cheia, bumbum marcado pelas mãos dele, seios vermelhos de chupadas, cabelo longo bagunçado e grudado no suor.

Rafael me puxou para um beijo lento, carinhoso agora.

— Você foi perfeita, Paty. Essa bucetinha tomou meu pau grosso como ninguém. Quero foder esse cu apertadinho também.

Eu sorri, exausta e completamente satisfeita, ainda sentindo ele dentro de mim.

O macho que virou meu mundo do avesso finalmente tinha me possuído por inteiro. E eu já queria mais.

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