Além de corno, virei capacho do estagiário

Um conto erótico de Corno feliz
Categoria: Heterossexual
Contém 3634 palavras
Data: 31/03/2026 10:50:12
Assuntos: Corno, Heterossexual

Com 25 anos de idade e apena alguns meses de casado, fui informado pelo meus pais que seria o gerente da empresa da família. Eles passariam a morar no exterior e eu ficaria com tudo da família no Brasil.

A empresa, apesar de um bom faturamento, contava apenas com 20 funcionários. No final do ano, resolvi fazer uma festa de confraternização em minha residência. A casa, que tinha sido dos meus pais, era grande e contatava com piscina, churrasqueira e outros recursos típicos de moradias da classe média alta paulistana.

Avisei minha esposa da festa e ela adorou. Linda, com apenas 22 anos, ficara chateada com minhas tarefas na empresa. Não viajámos mais e sequer saíamos para festas, raramente indo a um restaurante.

A festa foi um sucesso e demorou um pouco mais do que o esperado. Na madrugada, quando os convidados foram se retirando, notei que um deles nem fazia menção de ir embora. Era o Paulo, um estagiário de 21 anos que fora recém contratado. Apesar da idade tinha um físico de dar inveja e, só de sunga na piscina, provocou comentários da mulherada presente. Notei que minha esposa era uma das que mais olhava para o rapaz e sua cara não deixava dúvidas sobre o que estava pensando.

Fui levar o penúltimo convidado até o portão e na volta flagrei minha mulher cochichando algo com o Paulo. Ela, meio sem graça, me explicou:

- Querido, o Paulão mora longe e, a essa hora, não tem mais ônibus para o bairro dele. Como você bebeu um pouco durante a festa, não acho seguro levá-lo em casa. Por isso, convidei-o para passar a noite aqui.

Não deixei de notar o entusiasmo dela com a ideia e, claro, notei o "Paulão" com o qual ela se referiu ao estagiário. Ainda tentei evitar a tragédia que se aproximava:

- Mas, querida, ele não tem roupa para passar a noite aqui e...

Fui interrompido bruscamente por ela, já demonstrando certa impaciência:

- Ele veste um short seu mesmo.

Não teve jeito. O garotão foi para o banheiro enquanto ela escolhia um short para ele. A esperta mandou ele usar o banheiro da nossa suíte e só fiquei sabendo disso quando entrei no quarto para trocar de roupa. Foi quando ele saiu do banheiro, ainda se enxugando e completamente nu. Sem dúvida era um belo exemplar de macho: alto, sarado, moreno, cabelos pretos cortados bem curtos e olhos verdes. Porém o que mais chamava atenção era seu "equipamento": volumoso, cheio de veias e acompanhado por duas bolas grandes. A peça balançava no meio das pernas longas e grossas. Ele me pegou olhando e, já demonstrando o que viria depois, falou sem demonstrar nenhum respeito pelo dono da cara que também era seu patrão:

- Tá olhando o quê? Isso aqui é só para mulher. E mulher gostosa que eu não como qualquer vagabunda não.

Dei uma pequena risada, tentando dar impressão que considerei o que ele falou como piada. Em seguida, desci para sala de TV e fiquei vendo um filme. Essa sala era ampla e, além da TV, tinha duas poltronas e um pequeno sofá, além de um bar com diversas bebidas.

Minha esposa chegou e sentou no sofá, vestindo uma surpreendente camisola que, apesar de não deixar nada de fora, era bem sexy.

O estagiário apareceu em seguida. Andando com aquela ginga de macho e vestindo aquele short largo de tecido fino, dava para perceber o equipamento balançando no meio das pernas. Antes de sentar na poltrona que restava, ele perguntou:

- Tem bebida da boa nesta casa? E não estou falando de cerveja. Eu quero whisky black label ou melhor.

Apontei para o bar que ele abriu sem cerimônia. Serviu três copos, colocou gelo. Notei que um dos copos foi "batizado" com um comprimido. Ele deu um dos copos para minha esposa, ficou com outro para ele e me entregou o copo que tinha sido "batizado".

Em seguida o estagiário sentou na poltrona vazia. Como sempre de pernas bem abertas e, com aquele short largo e de tecido fino, o equipamento volumoso ficava quase a mostra.

Tratei de me livrar da bebida, despejando o conteúdo em um vaso de planta próximo em um instante em que o estagiário não estava olhando. Imaginando o que seria aquele comprimido, deixei passar alguns minutos e comecei uma série de bocejos falsos. Mais algum tempo e simulei ter pego no sono. Com os olhos entreabertos, fiquei de olho no que iria acontecer.

Pensando que eu tinha apagado, ele levantou e se sentou no sofá, colado na minha esposa. Ela tentou se afastar um pouco, mas ele a segurou pelo braço e cochichou algo no ouvido dela. Ela deu uma risadinha nervosa e falou:

- Para com isso. Ele pode acordar a qualquer momento.

- Não tem como, ele disse. Eu já cuidei disso.

E mostrou a cartela do comprimido para ela. Em vez de mostrar preocupação ou mesmo revolta com o que ele havia feito, ela sorriu. Foi quando ele a abraçou e a puxou ainda mais para perto dele, ficando colados como dois namorados. Após novos cochichos no ouvido dela, que não parava de sorrir, ele pegou a mão dela e colocou sobre o short dele. Após dar uma forte apalpada na ferramenta, ela olhou com um sorriso de admiração para ele. Ele cochichou mais alguma coisa no ouvido dela e, sem seguida, ela tirou o pau dele do short e começou um punheta no mastro. Não demorou muito para a punheta virar boquete. E era um boquete babado, guloso e com muita vontade. Um pouco chateado, lembrei que ela raramente fazia aquilo comigo. E, quando fazia, havia uma certa cara de nojo.

Após um beijo de língua que a fez revirar os olhos, ele levantou e chamou ela para ir junto. Com o canto dos olhos semicerrados, vi os dois subindo as escadas. Era claro o que ia acontecer e aconteceu. Passei o resto da noite ouvindo os gritos e gemidos dela. Perdi a conta de quantas vezes ouvi ela gritando que estava gozando.

A putaria continuou até quase amanhecer. Depois de ficar ouvindo minha mulher gozando várias vezes na pica do macho, não consegui dormir pensando no que estava acontecendo. Assim que o dia clareou, fui para a cozinha e preparei meu café da manhã. Comi e, quando estava lavando a louça que utilizei, escutei um movimento na sala. Logo depois o estagiário entrou na cozinha. Ele estava completamente nu!

O corpo da cara era realmente um exemplo de macho. Não era de estranhar que a mulherada toda da empresa estava doida para dar para ele. Mas, mesmo assim, achei um abuso ele andar pela casa daquele jeito, principalmente com o "equipamento" balançando no meio das pernas. Tentei enquadrá-lo:

- Não acho certo você andar assim aqui em casa. A minha esposa pode...

Fui interrompido bruscamente. O estagiário falou, quase gritou, em um tom autoritário que não deixava dúvidas sobre que mandava ali:

- Cala a boca, corno!

Fiquei sem saber o que falar. Ele, em uma pequena frase, dizia toda a verdade. Quem mandava era ele, quem fodia naquela casa era ele. Eu era apenas o "corno"...

Vendo que eu não conseguia reagir, ele continuou no mesmo tom de voz.

- Você acha que eu vi não quando jogou a bebida fora? Você acha que eu não sei que você presenciou tudo calado, fingindo que estava dormindo?

Continuei calado e ele, aproveitando a situação, continuou:

- Deu para perceber que você gostou de ver a mulherzinha sendo fodida por um macho de verdade, que era uma coisa que faltava nesta casa. A puta estava tão carente que gozou várias vezes na minha vara. Ela não deixava eu parar e após cada gozada pedia mais.

Sem saber o que falar, fiquei olhando para chão. Enquanto isso, com um sorriso de superioridade, ele não parava de dizer verdades:

- Mas, a partir de hoje, não vai faltar homem aqui. Vou me mudar para esta casa e foder essa vagabunda como ela merece todos os dias. Aposto que você vai adorar vendo a mulherzinha sendo arregaçada de todas as formas possíveis.

De novo, eu não sabia o que falar. Era realmente era o macho da casa e, naquele momento, me colocava no meu devido lugar.

Cada olhar, cada sorriso cínico, cada frase que ele dizia me empurrava mais e mais de encontro a uma parede moral. Eu não sabia o que fazer ou dizer.

E ele não parava:

- A partir de agora, quando eu falar com você, só quero ouvir uma resposta: "Sim, senhor". Estamos entendidos?

Eu, ainda congelado de medo, não respondi. Ele repetiu a pergunta e, de novo, não tive como responder.

Foi quando ele levantou, veio na minha direção, me segurou fortemente pelo braço, me deu um forte tapa na cara e perguntou de novo:

- Entendeu, corno?

Atordoado com a tapa balbuciei um "sim". Na mesma hora, levei outro tapa na cara, mais forte que o anterior. Dessa vez ele deixou mais claro ainda:

- Sempre que eu falar alguma coisa com você, qualquer coisa, a única resposta que você vai me dar é "sim, senhor". É dessa maneira que um corno manso como você tem que tratar o macho da vagabunda com a qual casou. Se me responder diferente vai apanhar muito. Estamos entendidos? Responde corno!

Dessa vez na tive saída. Olhando para baixo, quase chorando de vergonha, tive que me submeter e respondi:

- Sim, senhor.

Estava concluída a dominação. Ele era o macho da casa, minha esposa era a puta e eu era o corno. Ponto final.

Ele voltou para a cadeira rindo de satisfação e exigiu que eu servisse um lauto café da manhã para repor as energias. Preparei um café reforçado com queijo, presunto, bolo, manteiga e tudo mais. Ele, além de não se mexer para ajudar, ainda ficou exigindo rapidez e qualidade.

Escutei um barulho e olhei para porta da cozinha. Era minha esposa que olhava espantada para a cena: o estagiário sentado pelado sendo servido por mim, como se eu fosse a empregadinha dele. Ele também notou a presença dela e ordenou:

- Vem cá, gostosa, e senta no meu colo. Mas, primeiro, tira essa roupa.

Ela, como aconteceu comigo, ficou paralisada e sem saber o que fazer. Com sua voz de macho, ele continuou:

- Já expliquei para o corno a nova situação nessa casa. Ele já sabia o que aconteceu durante a noite. Eu só deixei tudo mais claro para o corno. Não é, corno?

Com medo de apanhar na cara em frente a minha esposa, não pude dar outra resposta:

- Sim, senhor.

Como ela continuava parada, ele se levantou e foi até minha esposa. A pegou pelo braço e, torcendo com força, quase levantando ela do chão e gritou:

- Tá surda, vagabunda? Não escutou o que o teu macho mandou?

Em seguida, arrancou a camisola que ela usava e sentou-a pelada no colo dele. A vara do estagiário ficou alojada entre as coxas delas e ele continuou comandando a cena:

- Agora rebola na pica do teu macho, piranha.

Para minha surpresa, minha esposa obedeceu imediatamente. Com a trolha no meio das pernas, o cabeção separava os lábios da buceta a cada rebolada dela. Pouco tempo depois, ela começou a gemer alto e teve um forte orgasmo gritando alto "estou gozando" várias vezes. Como ela ficou tonta de gozar, ele a sentou na cadeira ao lado e, nesse momento, mandou que eu levasse até ele uma xícara de café. Não entendi muito bem o motivo e achei que ele ia beber o café com minha mulher sentada no colo. Mas tratei de atendê-lo o mais rápido possível.

Foi então que vi algo que eu nunca imaginei: ele mirou a ponta da pica para dentro da xícara e despejou um grande quantidade de porra. Mandou eu mexer para misturar bem e servir para minha esposa. Meio assustado, fiz o que ele mandou achando que ela não beberia aquilo. Novamente surpreso, a vi beber tudo de uma vez e ainda lamber os lábios.

O macho mandou que eu arrumasse a cozinha, como seu eu fosse a empregadinha dele. É claro que nem pensei em desobedecer e comecei imediatamente a lavar os pratos. Enquanto isso ele levou minha esposa para a sala, sentou no sofá e colocou ela de joelhos, no chão, ao lado dele.

Estava completa a total dominação daquele macho sobre nós dois. O que ele mandava era a lei e não tínhamos como recusar. A partir daquele instante perdemos até mesmo nossos nomes. Ela era a "puta", a "cachorra", a "vagabunda". Eu, claro, era o "corno", o "babaca" e outros nomes do mesmo nível. Nem mesmo podíamos chamar um ao outro pelo nome. Eu tinha que chamá-la pelos nomes que ele indicou e vice-versa. Eu ficava constrangido de chamar minha esposa de "cachorra", mas a recíproca não era verdadeira. Dava para notar um leve sorriso no rosto dela quando me chamava "corno".

Os dois passaram o resto do dia fudendo em todos os ambientes da casa. Eu tinha que ir atrás, limpando a bagunça. Perdi a conta de quanta porra tive tirar dos sofás, mesas e cadeiras. O cara era uma fábrica de esperma e, apesar dele sempre gozar nela, o que mina esposa não conseguia engolir, acaba sobre o local da trepada.

Quando anoiteceu, finalmente ele anunciou:

- Estou cansado, vou dormir e não quero barulho. Amanhã, quando eu acordar, quero a casa toda limpa e o café da manhã disponível.

No dia seguinte, conforme o macho mandou, a casa estava limpa e arrumada. Passei boa tarde da noite trabalhando de faxineira em silêncio enquanto eles dormiam.

Ele desceu do quarto e, me ignorando completamente, sentou na mesa da copa e comeu um lauto café da manhã. Depois mandou mais uma ordem e, desse vez, dispendiosa:

- Hoje você vai comprar um carro para mim. O seu é muito tiozão. Eu quero um pick-up 4x4.

E seguiu descrevendo o carro. Na minha cabeça eu apenas ia somando o valor que estimei para cada requisito que ele exigia. Deu uma boa grana, mas não teve jeito. Pouco depois os dois saíram e foram a uma concessionária de veículos da marca que ele queria, onde ele escolheu o carro e acessórios. Naturalmente, me enviaram a conta para pagar. Sem saída, efetuei a transferência para a conta indicada.

Quando chegaram, ele estava puto da vida. A concessionário informou que levaria alguns dias para entregar o veículo. E fez algo que se tornaria rotina: descarregou a raiva na buceta dela. Fudeu com força por muito tempo e terminou descarregando um litro de porra na cara dela.

Depois de um tempo, ele recebeu uma ligação da concessionário indicando que o carro estava pronto. Na mesma hora, mandou que eu fosse buscar o veículo. Quando cheguei com a pick-up, ele e minha esposa estavam prontos para sair.

Ele ordenou:

- Vamos inaugurar o carro. Não nos espere de volta tão cedo. Enquanto isso, quero que limpe e arrume a casa toda.

Não tinha jeito. Lá foram eles passear enquanto eu virava a faxineira da casa.

Horas depois, escutei o carro entrando na garagem. Escutei ele gritando "corno" e me apressei em atendê-lo. Mesmo me vendo chegar correndo, ele não ficou satisfeito com a demora e me deu outro tapa na cara. Em seguida, ordenou:

- O carro está precisando de uma limpeza por dentro. Deixe tudo bem limpo que eu não ando em carro sujo.

Fiquei imaginando como o carro poderia estar sujo com apenas algumas hora de sujo. Abri a porta e, finalmente, entendi o que ele chamou de "inaugurar" o carro: era porra para todos os lados. Os bancos, o painel e até o teto, estava tudo melado de porra. Minha esposa devia ter tomado uma verdadeira surra de pica ali dentro. Mas não havia opção: com um balde e um pano, limpei todo o carro por dentro.

À tarde, enquanto minha esposa tomava banho, ele apareceu na cozinha (que era meu local agora) e falou sorrindo com uma cara de mais canalha que o usual:

- A puta falou que nunca foi enrabada. Aquele rabo maravilhoso ainda ser virgem é a prova de que você é um otário mesmo. Mas isso será resolvido hoje à noite. Vá até a farmácia e compre um bom lubrificante e volte rápido.

Na mesma hora, fiz o que o macho mandou. Como não conhecia aquele tipo de produto, passei em algumas farmácias próximas e comprei os três mais caros que encontrei.

A noite chegou e eu estava na cozinha, lavando a louça do jantar, quando ouvi o estagiário gritar:

- Ô corno, vem para a sala. Você vai ajudar a sua esposa a perder o cabaço do cú.

Sem opção, fui para sala e encontrei o macho já nú, de pau duríssimo e pronto para arregaçar o cú da minha esposa. Notei que o pau dele parecia maior, mais duro e mais "veiudo" que o habitual. O cara realmente estava gostando daquele momento.

Olhando para a escada que descia do segundo andar, ele gritou:

- Vem logo, vagabunda, que eu não gosto de ficar esperando!

Minha esposa apareceu no alto da escada trajando um fantasia de noiva, dessas que são vendidas em sex shop. Usava uma sandália tipo plataforma, altíssima, de tirinhas brancas. Desceu a escada rebolando e se abraçou ao macho. Ele deu um show de masculinidade: enquanto beijava com a língua enfiada na boca da minha esposa e uma mão amassava os peitões dela, a outra mão apartava a bunda com muita força. Ela estava quase desmaiando de prazer quando ele enfiou um dedo no cú dela. O sorriso que ela estampou na cara era indescritível: mostrava o quanto ela estava gostando de ser tratada como puta por um macho de verdade (algo que ela nunca havia tido antes).

Em seguida, o macho pegou ela no colo e disse:

- Cabaços tem que ser bem tratados. Você vai perder a virgindade do cú na cama em que dormia com o corno e com o otário olhando!

Com ela no colo, subiu as escadas e, entrando no quarto de casal, jogou ela na cama. Como eu havia seguido os dois, mas parado na porta, com medo de atrapalhar (e apanhar na cara de novo), o macho ordenou:

- Pegue o lubrificante que você comprou e traga já aqui. Não demore, corno!

Fui rapidamente apanhar os lubrificantes e voltei correndo. Encontrei minha esposa de quatro, na cama, com a cara enfiada no travesseiro e a bunda para o alto.

Ele separou as nádegas dela com força, expondo ao máximo o cú virgem da minha esposa. Em seguida, passou a lamber o rabo virgem dela. Vi que minha esposa estava toda arrepiada e gemia de prazer.

E, como eu já estava acostumado, recebi mais uma ordem:

- Corno otário, vem lubrificar o cú da puta.

Abri o tudo do lubrificante e comecei a espalhar no cú dela e no entorno. O macho mandou em também colocar uma dose caprichada nos dedos dele e, logicamente, pude imaginar o que ia acontecer: minha esposa tomou um dedada no rabo. No começo ele pegou leve: foi enfiando o dedo indicar bem devagar, deixando o cú virgem dela se acostumar. Quando o dedo estava todo dentro, ele deu um tempo enquanto, com a outra mão, também dedava a buceta dela. Depois começou um "enfia e tira" cada vez mais rápido, fazendo minha esposa quase gozar com aquilo. Nesse momento, ele enfiou um segundo dedo no cú apertado dela. Olhei para o rosto da minha esposa, esperando ver algum sinal de dor e tudo que vi foi um sorriso acompanhado de um filete de baba. Com os dedos bem enfiados, ele começou a rodar a mão obrigando o cú a ceder ao máximo. Após alguns poucos minutos nesse "exercício", ele tirou a mão e mandou eu espremer mais lubrificante em tudo, tanto na mão dele como no cú já semi-aberto da minha mulher. Com muito lubrificante espalhado, ele voltou a carga, agora com três dedos. Ele havia parado de esfregar a buceta dela, que já babava muito. Ele, então, colou a boca no ouvido dela e disse baixinho:

- Você vai aprender a gozar só pelo cú. Não quero que toque na sua buceta! Entendeu?

Ela respondeu balbuciando, totalmente apaixonada e dominada:

- Sim, meu macho. Não vou me tocar. Quero gozar com sua pica atochada no meu cú.

Repetindo o "método" anterior, ele rodava os três dedos enfiados no cú dela. O efeito foi lento, mas certeiro: o cú começou a ceder e as pregas estavam mais elásticas, aceitando a dedada com prazer. Constatado o resultado, ele direcionou a pica para o cú dela e começou a penetração.

Por ser um cú virgem e uma pica grande, achei que ia demorar e causar muita dor. Mas eu estava enganado: o caralho foi deslizando para dentro, lenta mas firmemente e sem parar. Em pouco tempo, já estava todo enfiado no cú dela e ambos estavam gostando muito daquilo. O estagiário bombava e ela arrebitava a bunda cada vez mais.

Com ele já montado em cima dela e com as mãos "ordenhando" seus peitos, deu uma cravada mais funda e segurou naquela posição: estava gozando no cú da minha mulher. Ela começou a tremer sem controle: estava gozando pelo cú. Após um tempo parado, ele tirou a vara lentamente e pude ver o estrago. O cú dela, completamente arregaçado, piscava e babava porra em grande quantidade. Minha esposa, finalmente, era uma verdadeira vagabunda. Já tomara porra na buceta, na boca, na cara e nos peitos. Finalizou a transformação tendo o cú recheado de leite de macho.

Depois dessa noite, nossa vida era esta: ela servindo de puta e eu servindo de empregadinha para o macho. E, claro, eu tinha que sustentar ela, o macho e casa.

Hoje somos felizes, sexualmente satisfeitos e submissos ao verdadeiro homem da casa. O que será que nos espera no futuro?

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