Cometi o erro por culpa do meu esposo

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 1167 palavras
Data: 31/03/2026 09:48:53

Fico quase um mês na expectativa, contando os minutos para o meu esposo voltar da plataforma. São vinte longos dias de abstinência, respeitando o nosso compromisso, mesmo sabendo que bastaria um estalar de dedos para que dezenas de homens aparecessem sedentos para me devorar. E o que ele faz? Essa cafajestagem comigo.

Vou compartilhar essa angústia: no dia da chegada dele, eu estava toda trabalhada na ansiedade. Já imaginava o que faríamos antes do meu plantão; deixei tudo a postos, pois teria até o final da tarde para foder gostoso antes de correr para o trabalho. Deu onze horas da manhã de sexta-feira — isso já tem uns três meses — e o fdp do Paulo não chegava. O celular só dava caixa postal. Eu não sabia se ele ainda estava na plataforma ou se algo havia acontecido. O desespero batia, procurei notícias de acidentes na internet, mas, ao não encontrar nada, a preocupação deu lugar a uma fúria incandescente. Eu estava "alagada" de desejo e puta da vida ao mesmo tempo.

Toquei três siriricas, sem exagero. Nem almocei, de tanta vontade de ser comida. Para piorar, o Marcos cismou de curtir minhas fotos e enviar mensagens no direct. O inimigo é sujo e conhece nossos pontos fracos; esse cachorro é um negro com quem já fiquei e, depois dele, meu corpo nunca mais foi o mesmo. Eu me senti verdadeiramente devorada por ele. Imaginem: eu em crise de abstinência e o meu homem sem dar sinal de vida. O destino estava testando minha fidelidade.

Segui firme, ignorei os elogios e mantive a esperança, até que a hora do meu plantão chegou. Saí de casa com o nervosismo vencendo o tesão. Pensei em faltar, inventar uma desculpa, mas o desemprego não era uma opção. No caminho, o dito cujo resolveu dar sinal de vida.

O telefone tocou quando eu já estava no ponto. Atendi com um sentimento agridoce: alegria no rosto e xingamentos na boca.

— Onde você estava, fdp? Por que não ligou antes?

Paulo riu com aquela voz pesada de bêbado, típica de quem passou o dia bebendo. Disse que estava em uma despedida de um amigo e não viu a hora passar, nem percebeu que o celular descarregou. Pediu desculpas por esquecer do meu plantão — ele é péssimo com datas. Fiquei aliviada por ele estar bem, mas o fogo em mim só aumentava.

Ele fez uma chamada de vídeo. Eu o vi deitado na nossa cama, completamente pelado. Tive a mesma sensação de um cão de rua olhando o frango assando na vitrine. Ele nu, o pau em repouso, e eu pronta para erguê-lo apenas com a boca. Minha bucetinha pulsava; se meus lábios vaginais tivessem língua, gritariam por ele ali mesmo. Eu reclamei, mas devorei a cena. Ele tentava me convencer a voltar, prometendo me levar ao céu. Despedi-me e ordenei que me buscasse na manhã seguinte.

Já na van, o calor tomou conta do meu corpo. Eu estava sozinha no fundo do veículo, o motorista conversando lá na frente e um rapaz cochilando alguns bancos adiante. O tédio do TikTok não me satisfazia; eu só pensava na rejeição dele. Decidi fazer um vídeo para o fdp do meu marido. Puxei o vestido, revelei a calcinha minúscula e a tirei ali mesmo, guardando-a na bolsa. Minha flor estava lisinha, depilada especialmente para ele. Comecei a me masturbar ali mesmo, em movimento.

Liguei por vídeo, mas ele não atendia. Insisti. Minha inquietude e o cheiro do desejo devem ter despertado o rapaz que cochilava. Afinal, os cães sentem o cheiro da cadela no cio. Eu ali, massageando meu clitóris com vigor, olhando para a tela do celular enquanto a ligação caía. Foi quando percebi: o rapaz estava atento a cada movimento meu. Em vez de parar, a plateia me deixou mais ousada. Eu estava em pleno ato libidinoso, chateada com o Paulo, e mantive o ritmo. A masturbação estava deliciosa. O rapaz começou a apertar o próprio pau por cima da calça e eu, sem perder o foco do celular, sentia o clima ferver.

Queria que ele me ajudasse. Era um negro forte, de lábios grossos e cara de mau; parecia um estivador, rústico. Como o Paulo estava fazendo "cu doce", decidi aproveitar o que estava diante de mim. O rapaz levantou-se e sentou ao meu lado. Ele, um negão de atitude, deslizou a mão pela minha coxa enquanto me encarava. Entreguei meu celular desbloqueado na mão dele. O visor brilhava com "Paulo Esposo" ligando de volta. O desconhecido simplesmente ignorou a chamada, apertou minha coxa com força e, com a outra mão, anotou o número dele no meu WhatsApp. Devolveu o aparelho e me beijou de forma voraz, profunda, antes de descer no ponto dele sem dizer uma palavra.

Segui viagem me filmando para o Paulo entender o estado em que me deixou. A ousadia daquele estranho só piorou minha sede. Cheguei ao trabalho, avisei ao "corno" que estava no plantão e, num ajuste do universo, descobri que o desconhecido da van trabalhava em uma obra bem ao lado do meu serviço.

Na hora do descanso, fui vê-lo. Transamos na rua, em plena madrugada carioca. Eu nunca imaginei dar para um estranho assim. Ele me esperava sob a luz fraca de um poste: quase dois metros de altura, vestindo um macacão de mecânico sujo de graxa. O cheiro de suor e homem bicho me atraía. Não houve "olá". Ele me prensou e me beijou com selvageria. Ali mesmo, entre os arbustos da Zona Sul, ele me virou de costas contra um carro parado.

Sou uma morena de estatura mediana, seios fartos, bunda gulosa, ele arriou minha calça, puxou a calcinha de lado e, sem qualquer delicadeza, cuspiu na palma da mão, lubrificando meu cu. Olhei por cima do ombro e vi o brilho da piroca já encapada. Ele empurrou de uma vez no meu rabo. Doeu, ardeu, óbvio que gemi, pedia pra ele me fuder, eu queria exatamente aquela brutalidade. Foi uma rapidinha intensa; eu gozei gritando baixinho, e ele descarregou tudo na camisinha. Nos arrumamos e cada um seguiu seu rumo. Salvei o contato dele como "Motorista da Van".

No dia seguinte, Paulo estava todo assanhado querendo me levar ao motel. Eu fui, fiz as honras de esposa, mas com um fogo diferente. Enquanto eu quicava com força no colo dele, batia na cara dele, dando ordens para que ele nunca mais me deixasse esperando. Descontei toda a minha raiva na foda. Controlei o ritmo porque sabia que ele ia querer o meu rabo, e o coitado já estava "desmantelado" pela noite anterior.

No fim, depois de negociar o valor pelo meu rabo enquanto o mamava, encarei o Paulo, so depois que ele depositou o dinheiro na minha conta. Cobrei pelo uso do meu cu; o dinheiro, naquele momento, foi um belo incentivo. Tive a cara de pau de dizer que estava destruída por culpa dele. Paulo não merecia, mas eu não podia perder a oportunidade de viver aquela loucura.

Beijos e até a próxima!

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