Quem sou eu

Um conto erótico de Helenice
Categoria: Heterossexual
Contém 1387 palavras
Data: 31/03/2026 08:35:46

Meu nome é Helenice (nome verdadeiro) e tenho mais de quarenta anos.

Durante muito tempo, eu vivi em silêncio com um segredo que queimava dentro de mim como um fogo que nunca se apaga. Eu sou uma mulher madura, com uma vida comum por fora — trabalho, família, responsabilidades —, mas por dentro eu carrego uma história real de incesto que mudou tudo o que eu pensava sobre desejo, prazer e limites. Foi algo que acontece na minha própria casa, entre pessoas que eu amo de formas que a sociedade nunca aceitaria. Não foi uma coisa passageira ou superficial. É profundo, intenso, carregado de culpa, de tesão e de uma conexão que eu nunca mais consegui encontrar em nenhum outro lugar. Hoje, ainda acordo no meio da noite molhada, com o corpo latejando só de lembrar do toque proibido, do olhar que durava um segundo a mais, da respiração que acelerava quando ninguém estava vendo. Eu guardei isso por anos, achando que era loucura, que eu era a única que sentia esse tipo de coisa. Mas quanto mais o tempo passava, mais eu percebia que esse desejo não ia embora. Pelo contrário: ele crescia.

E foi aí que eu decidi que não queria mais esconder. Queria transformar isso em algo vivo, em palavras, em histórias que pudessem excitar outras pessoas do mesmo jeito que me excitam.Foi por isso que criei esta conta aqui. Eu não vim para contar historinhas frias ou fantasias distantes. Eu vim para escrever com o corpo inteiro, com o tesão que eu sinto de verdade. O que me excita acima de tudo são as relações de incesto dentro da família — especialmente o tipo de ligação mãe e filho. Há algo de avassalador nisso para mim. Imaginar uma mãe madura, como eu, sendo desejada pelo próprio filho adulto… o jeito como o olhar dele muda quando ele me vê saindo do banho, o corpo que eu criei e amamentei agora me olhando com fome. É o tabu do sangue, do cuidado que vira luxúria, do amor maternal que se mistura com o desejo carnal mais cru. Eu me excito com a ideia de cruzar essa linha devagar: primeiro um abraço que dura demais, depois um beijo que escorrega para o pescoço, depois as mãos que exploram o que nunca deveriam tocar. O filho que cresce e de repente vê a mãe não mais como mãe, mas como mulher. O corpo dela, com suas marcas do tempo, ainda quente, ainda desejável. Eu fico molhada só de escrever isso agora.

Mas não para por aí. Eu também me excito com outras dinâmicas de incesto que envolvem a família próxima. Irmão e irmã, por exemplo — aquela cumplicidade de quem cresceu junto, dividiu segredos, brincadeiras inocentes que viram algo perigoso e delicioso na adolescência ou na vida adulta. O tio e a sobrinha, ou a tia e o sobrinho… o poder da autoridade familiar misturado com o proibido. O que me pega de verdade é o “familiar”. O fato de ser alguém que você conhece desde sempre, que você ama de um jeito puro… e de repente esse amor se contorce, se torna safado, se torna molhado, se torna gemidos abafados no quarto ao lado do resto da família dormindo. É a culpa que torna tudo mais gostoso. É saber que não pode, que não deve, e mesmo assim não conseguir parar.

Eu vivo isso no meu corpo todos os dias. Quando eu estou sozinha em casa, fecho os olhos e deixo as memórias virem. Lembro do cheiro da pele dele, do jeito que ele tremia da primeira vez, de como eu me senti poderosa e vulnerável ao mesmo tempo. Eu me toco pensando nisso. Eu gozo pensando nisso. E foi exatamente esse prazer real que me fez querer escrever. Porque quando eu coloco no papel, é como se eu estivesse vivendo de novo. Cada palavra que eu escrevo me deixa mais excitada. Eu sinto o clitóris pulsar enquanto digito as cenas mais quentes. Eu paro, respiro fundo, às vezes preciso me aliviar no meio da escrita porque o tesão fica insuportável. Não é só ficção para mim. É catarse. É libertação. É o meu jeito de dizer ao mundo: sim, eu sinto isso. Sim, eu vivo isso. E não tenho mais vergonha.

Nas histórias que eu vou postar aqui, vocês vão encontrar exatamente isso: realismo cru, detalhes que só quem já sentiu na pele consegue descrever. Eu quero mostrar o lento processo de sedução dentro de casa. A mãe que nota o filho se masturbando e, em vez de sair, fica assistindo escondida. O filho que espia a mãe trocando de roupa e percebe que ela sabe que ele está ali. As conversas carregadas de duplo sentido à mesa do jantar, enquanto o resto da família conversa sobre coisas banais. O primeiro toque “acidental” que vira intencional. O beijo que começa como consolo e termina com roupas no chão. Eu vou escrever sobre o suor, sobre o gosto, sobre os gemidos abafados, sobre o jeito como o corpo reage quando o tabu é quebrado. Quero que vocês sintam o coração acelerando junto comigo. Quero que vocês se toquem lendo o que eu escrevo, do mesmo jeito que eu me toco escrevendo.

E tem mais. Eu não quero que isso fique só na tela. Eu quero entrar em contato com outras pessoas que sentem o mesmo tesão. Pessoas como eu, que carregam histórias reais ou fantasias profundas de incesto e que não têm com quem dividir sem medo de julgamento. Se você também se excita com mãe e filho, com irmão e irmã, com qualquer ligação familiar que a sociedade chama de errada… eu quero te conhecer. Quero trocar ideias, ouvir suas fantasias, quem sabe até receber sugestões para novas histórias baseadas no que te deixa louco. Eu sonho em criar uma pequena comunidade aqui dentro — não de encontros físicos, mas de mentes que se entendem. Um espaço seguro onde a gente possa falar abertamente sobre o que nos molha, sobre o que nos faz gozar em segredo, sobre as memórias que guardamos trancadas. Se você tem uma história parecida com a minha, ou se simplesmente lê e se identifica, me manda uma mensagem. Me conta o que te excita mais. Me diz qual cena de incesto você sonha ver escrita com detalhes. Eu leio tudo. Eu respondo com o mesmo tesão que sinto ao escrever.

Porque, no fundo, eu sei que não estou sozinha. Milhares de pessoas por aí sentem exatamente o mesmo fogo que eu sinto. Mulheres maduras como eu, que descobriram o prazer no proibido. Homens que cresceram fantasiando com a mãe ou a tia. Casais que brincam de papai e filha em segredo. Todo mundo escondendo o mesmo desejo porque o mundo lá fora não entende. Mas aqui, neste cantinho do site, a gente pode ser livre. Aqui eu posso ser Helenice sem máscara: a mulher que ama o filho de um jeito que vai além do maternal, que escreve para se sentir viva, que se molha toda só de imaginar as palavras saindo da minha cabeça e entrando na sua.

Eu vou postar histórias novas com alguma frequência. Algumas vão ser curtas e diretas, só para saciar o tesão rápido. Outras vão ser longas, cheias de construção, com personagens que parecem gente de verdade — porque eles são inspirados em gente de verdade. Eu vou explorar variações: incesto consensual entre adultos, incesto com um toque de dominação, incesto misturado com ciúmes, incesto que começa como vingança e termina em paixão. Tudo com o mesmo fio condutor: o sangue, a casa, o amor que vira luxúria.

Se você chegou até aqui lendo isso, já sei que você entende. Você sente o mesmo arrepio. Você já se perguntou como seria ceder de vez. Então fica. Lê as minhas histórias. Se toca nelas. E, quando estiver pronto, me escreve. Vamos dividir esse prazer secreto juntos. Vamos fazer com que o proibido seja ainda mais gostoso.

Eu estou aqui, Helenice, esperando por você com o corpo e a imaginação em chamas.

Obrigada por ler meu cantinho proibido.

Espero que você goze tanto quanto eu gozo ao criar isso para você.

Com amor e muito tesão,

Helenice

Se você quer me contar no particular sobre seus desejos incestuosos, me escreva: helenice_inc6@proton.me ou manda uma mensagem aqui no privado.

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