Casada caindo em tentação com o primo - Parte FINAL

Um conto erótico de Janaína
Categoria: Heterossexual
Contém 2438 palavras
Data: 30/03/2026 22:23:31

***Essa é a parte FINAL da série: Casada Caindo em Tentação com o Primo! - Pela narrativa de Janaína

Para uma melhor imersão, sugiro que leia as partes anteriores.

Continuarei a deletar e bloquear perfis insuportáveis, moralistas e xiliquentos que venham comentar suas opiniões ofensivas de bosta.***

Já estava deitada, pronta para dormir, Caio roncava ao meu lado e meus pensamentos teve uma espécie de retrospectiva da última semana. Desde que Augusto chegou, minha vida mudou completamente. Houve a coincidência das férias. Além da coincidência do campeonato de Caio. Mas foi uma semana onde bati recordes das mais variadas putarias que cometi em toda minha vida. Sei que é imoral, cometer um adultério debaixo do teto de onde vivo com meu marido. Mas também tenho a consciência que só vivemos uma vez, que se não me entregasse àquele desejo insano, me arrependeria completamente. Sei também que meu marido não merece uma esposa infiel como fui durante essa semana. Vou ficar com essa ressaca moral pelo resto de minha vida.

Adormeci sem aquele frio na barriga de saber que não iria ao seu quarto logo cedo, pra que ele me tocasse. Aquela rotina de safadeza, infelizmente havia chegado ao fim.

Acordei no dia seguinte, levantei e fui ao banheiro, vestindo minha camisola.Caio me esperava com a mesa do café pronta. Ele sabia ser um homem dedicado. Conversamos sobre seu trabalho. Me questionou sobre a primeira semana das férias... perguntei tentando transparecer interessada sobre o campeonato do bar.

Uma conversa natural, entre marido e mulher.

Enquanto ele lavava a louça, mencionou algo, num tom sereno:

-- Eu vou daqui a pouco passar no açougue, pra fazer um churrasco pra nós. Seu primo vai embora amanhã e como nem seu pai e nem eu vamos estar aqui quando for embora, seria legal fazermos um churrasquinho de despedida pra ele. Tudo bem pra você?

-- Claro meu amor. Que legal pensar nisso.

Mal sabia Caio, que iria fazer um churrasco, pro homem que tratou a sua esposa como uma puta, pelos cômodos de nossa casa.

Mas Caio seguiu falando:

-- Só que antes do açougue, eu preciso passar numa loja de autopeças pra fazer um conserto de um cliente. Vou agora e volto na hora do almoço. Sua avó já tá ciente, do churrasco, mas vai começar a preparar o almoço desde já.

-- Ah sim. Daqui a pouco eu desço e ajudo ela.

Caio assentiu e logo saiu pra fazer o que precisava.

Claro que meu vício, implorava pra eu ir aproveitar o meu macho. Mas pela primeira vez, achei que com meu pai em casa, e sem saber ao certo o horário em que Caio voltaria, não era uma boa ideia. Um pouco de lucidez, depois de tantos dias entregue.

Desci em seguida e fui ajudar minha avó a fazer o almoço. Ficamos conversando na cozinha, junto com meu pai.

O almoço ficou pronto, mas Caio estava demorando. Por volta das 13:30 ele chegou dizendo:

-- Gente, desculpa. Tive que ir a três lojas pra encontrar a peça que precisava. Mas está aqui a carne. Já vou começar a assar a carne na churrasqueira.

Meu pai já havia iniciado a botar fogo no carvão e a churrasqueira estava pronta. O almoço também estava servido e Caio pediu que eu chamasse Augusto, que ainda não havia dado às caras naquele dia.

Aí não tive outra alternativa. Subi as escadas, usando uma saia jeans e uma blusinha verde escura. Entrei sem bater e ele estava sentado no sofá, sem camisa, usando uma bermuda cheia de bolsos e mexendo no celular.

Lhe dei boa tarde, e falei:

-- O almoço está pronto. Caio acabou de colocar a carne na churrasqueira.

-- Vamos descer entao, né?

--Sim. É o que podemos fazer agora. Descer.

Havia um clima um tanto quanto triste entre nós naquele dia, por não podermos repetir aquela safadeza de outrora.

Ele me seguiu, mas na cozinha, nao aguentei, me virei e lhe dei um beijo na boca. Ele retribuiu o beijo e apertou minha bunda por cima da saia. Aí meu comportamento foi parecido com o dos primeiros dias. Saí rápido e ele me seguiu pelo corredor estreito.

Lá embaixo, o clima era de descontração. Meu pai e Caio perguntavam sobre o curso que concluiu ontem. Ele detalhou, falou sobre seu tempo de estadia aqui. Começou a perguntar sobre o campeonato de sinuca que Caio estava e ele respondia entusiasmado.

Apesar do clima agradável. Eu fervilhava por dentro. Via em Augusto, um vício que me saciava sexualmente. O via com aquele porte másculo, sem camisa, e só queria voltar à tocá-lo. Mas sabia que era impossível, voltar a ter aquele macho de volta.

Minha avó se juntou a nós, e disse o quão feliz ficou com seu sobrinho morando em sua casa naquela semana.

Augusto com seu carisma, respondia de maneira simpática, dizendo que voltaria em breve, e dessa vez traria sua mãe, que era a irmã mais nova de minha avó.

O churrasco varou a noite. Emendamos almoço e janta. Mas tanto meu pai, quanto Caio, já haviam bebido horrores e por volta das nove da noite, todos se despediram. Meu pai sairia cedo pro seu futebol. Caio nao precisava acordar cedo, mas estava cansado e morrendo de sono, além das cervejas na cabeça que havia tomado o dia inteiro.

Augusto que nao bebia, também se despediu, dizendo que iria subir para arrumar suas coisas. Eu fiquei de levá-lo, pois Caio tinha o seu jogo final bem na hora em que Augusto iria pegar o ônibus na rodoviária. Todos subimos. Caio tomou um banho, conversamos um pouco na sala, e ele foi se deitar. Por volta das onze da noite, já roncava na cama. Enquanto eu estava ali, indo dormir sem sexo, depois de uma semana chupando, sendo chupada, engolindo porra, sendo fodida na buceta e no cu pelo meu primo. Tentei dormir, mas o ronco do Caio me incomodava, além de minha buceta estar completamente molhada. Era impossível não pensar em Augusto. Ouvindo o ronco de Caio, notei que seu sono estava bem pesado, fui até o banheiro, baixei a calcinha, joguei no cesto de roupa suja, e sem resistir, saí de casa, caminhando pela escuridão do corredor estreito, somente de camisola.

Entrei na casa dos fundos, tudo estava escuro também. Tranquei a porta por dentro e me guiei pela cozinha até o quarto. Augusto mexia no celular. Eu liguei o interruptor, acendendo a luz.Ele me olhou com cara de espanto, eu fiz um sinal com o dedo levando a boca, para que não fizéssemos barulho.

Ele se levantou, me deu um beijo e logo tirei sua cueca, me agachei e esfreguei seu pau na minha cara antes de abocanhá-lo.

Apaguei a luz, e comecei a chupá-lo. Ele forçava sua mão em meu rosto, com seu pinto na minha boca.

Começou a gemer baixinho e fui chupando aquele cacete mais rápido. Ele segurou meu ombro e me fez levantar. Subi a camisola e me deitei na cama. Ele subiu em mim e começou a empurrar seu pau. Não dizíamos nada, mas nao conseguia conter os gemidos. Sentir aquele pau pela última vez, com meu marido roncando em casa, me fez perder o rumo e gozar com menos de dez minutos de foda.

Ele percebeu, me colocou de quatro e começou a socar na minha buceta novamente. Logo nas primeiras socadas com força, ele sussurou:

-- Não aguentou ficar o dia inteiro sem o meu pau, né? Prima vagabunda!

--Nao aguentei. Precisei esperar o meu marido dormir, pra vir levar rola, como uma boa puta do meu primo.

-- Você sempre vai ser a puta do seu primo. Mesmo depois que eu for embora, você sempre vai ser a minha puta.

-- Sempre! Eu vou ser sua puta pra sempre. A puta do meu primo!

-- Vagabunda. O marido dormindo e você tá fazendo o que agora?

-- Estou de quatro servindo minha buceta pro meu primo. Como uma boa puta que sou! Me fode, seu pirocudo!

Aquelas palavras intensificaram o rítimo e a força da foda de Augusto,que muito ofegante, falou:

-- Quer sentir minha última jorrada na sua prexeca?

-- Quero! Vamos gozar juntos de novo, meu macho! Você é meu dono! Eu sou a sua puta! Goza, meu macho! Me deixa sentir sua porra me inundando.

Assim que senti o primeiro jato, e ouvi Augusto tentando segurar o gemido alto, comecei a gozar mltiliplas vezes, con minha buceta pulsando, parecendo um oceano de porra e fluídos.

Ele tirou lentamente e se deitou. Eu saí da cama, baixei a camisola, lhe dei um beijo, e antes de sair, com a luz apagada falei:

-- Isso sim, foi uma despedida!

Voltei morrendo de medo. Abri a porta de minha casa bem devagar, entrei no banheiro, limpei o excesso de porra que ainda gotejava, peguei uma gota que escorria e levei até minha boca.

Saí do banheiro, entrei no quarto e Caio seguia roncando como sempre.

Adormeci aliviada, depois daquela loucura da madrugada.

No dia seguinte, meu pai foi pro futebol. Caio se arrumava pra sua final e eu vesti um short jeans azul e uma blusinha branca.

Ajudei minha avó arrumar o almoço, e Caio quem foi chamar Augusto. Ele ajudou a trazer a mala e suas coisas, as colocou no meu carro e almoçamos juntos pela última vez. Dessa vez Caio também almoçava conosco.

Depois que terminamos. Augusto deu um longo abraço em minha avó, e depois abraçou Caio. Ainda lhe desejou boa sorte no jogo de logo mais. E entao lá estava eu, dando a última carona pra Augusto. Mas parei numa rua pouco movimentada e pedi pra ele levar o carro. Ele pulou pro banco do motorista, enquanto eu dei a volta pro banco do passageiro, me certificando que não havia ninguém olhando. Ele usava a mesma bermuda de ontem, cheia de bolsos. Me abaixei e comecei a chupar seu pau enquanto ele conduzia o carro. Nao havíamos conversado sobre o "fim" mas tirei o pau da minha boca por uns segundos, massageei e falei:

-- Você vai embora, mas eu vou ficar com o gosto da sua rola e do seu gozo em mim.

Quando disse aquilo ele respondeu:

-- Vai prima chupeteira, faz seu primo gozar!! Chupa como uma boa puta que você é!

-- Eu sou sua puta! Goza na garganta da sua puta!! Da sua prima vadia!

Ele nao aguentou e jorrou pela última vez. Minha boca ficou cheia com seu gozo... senti pela última vez o gosto de seu sêmen, e ainda abri a boca e mostrei que havia engolido tudo.

Levou mais uns dez minutos para chegarmos na rodoviaria. Assim que estacionou, checamos que não havia ninguem olhando e demos nosso ultimo beijo. No caminho, depois do boquete, conversamos um pouco sobre nos revermos no futuro. Ficou tudo em aberto. A distância era um agravante, mas daria para nos revermos esporadicamente.

Após o beijo, ele desceu do carro, pegou suas coisas e caminhou pro seu destino.

Eu voltei pro banco do motorista e assim que o vi entrar no ônibus, dei partida no carro e fui embora.

Pronto! Minha vida voltaria ao marasmo de sempre. Nao teria mais aquele perigo que passei a semana inteira. Meus dias de puta haviam finalmente se encerrado.

Assim que estava chegando, pensei em passar no bar pra ver se conseguiria assistir a partida final de sinuca de Caio. Fui por outro caminho pra estacionar o carro na esquina do bar, mas assim que fui me aproximando, recomheci Caio de longe, entrando no carro de uma vizinha. Joyce, uma novinha que mora três casas depois da nossa, filha de um casal amigo nosso. O impulso me fez seguir o carro de Joyce. Mantive uma distância para não me notarem. E pro meu espanto, eles entraram num motel do centro da cidade.

Há poucos dias, tinha lhe dado parabéns pelo Facebook e mostrava que tinha feito vinte anos naquela data. Caio estava entrando em um motel com Joyce. Minha sensação de raiva durou cinco minutos ao ver o carro entrar naquele motel. Consegui bater duas fotos com o zoom no máximo, onde mostrava Caio de costas no banco do passageiro.

Joguei as fotos na nuvem e voltei pra casa.

Não tinha a menor moral para confrontar Caio sobre aquilo. Mas minha ressaca moral de estar enganando meu marido, se esvaiu após ver aquela cena.

Comecei a entender o porquê Caio nao vinha me procurando pra transar. Entendi também que no dia em que Caio iria buscar Augusto na rodoviária, inventou um trabalho fora da oficina pra fazer. Percebi também que esse papo de campeonato de sinuca, era uma fachada, pra ele comer Joyce todos os dias.

Fui analisar suas fotos no Instagran, e ela era uma ninfeta bem gostosa, devo admitir. Cabelos negros, branquinha, com peitos grandes.

Caio voltou pra casa, horas depois, todo feliz, dizendo que foi campeão invicto. Minha avó, meu pai e eu lhes demos parabéns e ele contava detalhes das encaçapadas que deu pra vencer o campeonato.

Eu que vinha acreditando em toda essa história de que ele estava num campeonato, acabei fingindo acreditar no tal título. Talvez até que fosse verdade nos primeiros dias, mas era muito provável que estivesse mentindo ha mais tempo, como fez hoje e ontem quando inventou a história de ir em várias lojas de autopeças pra chegar tao tarde pro churrasco. Provavelmente, a loja de autopeças, foi o mesmo motel que o vi entrar hoje.

A moral ou falta dela, vale pros dois lados. A diferença da minha situação para a dele, era apenas que eu sem querer, soube da sua traição, que talvez pudesse durar mais do que uma semana. Talvez venha acontecendo há mais tempo.

O grande problema da nossa sociedade é que quando o homem trai, há sempre uma passada de pano, como "foi coisa de momento", "um impulso que nao resistiu."

Alguns até vê traição de homem no casamento, como algo natural. Muitos enxergam virtudes por um homem conseguir sexo fora do casamento.

Mas quando é a mulher, sua vida se torna um inferno, os julgamentos alheios lhe transforma na pior pessoa do mundo.

Se já não tinha nenhum arrependimento de ter me aventurado durante uma semana com meu primo, agora tenho certeza que tomei a atitude certa.

Continuarei casada, com um homem infiel, sabendo que também me tornei uma esposa adúltera. Mas como dizem por aí, o chumbo trocado, não dói!!!

*** E essa foi a parte FINAL da série: Casada Caindo em Tentação com o Primo! - Pela narrativa de Janaína.

Espero que tenham gostado. Janaína voltará em uma nova série de contos em breve.

Começarei uma nova série de contos com outros personagens assim que possível***

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Foto de perfil genéricaMatildenseContos: 8Seguidores: 29Seguindo: 57Mensagem Depois de muito tempo lendo contos por aqui, resolvi começar a escrever. As séries serão baseadas em acontecimentos reais, os nomes de pessoas e lugares obviamente serão trocados. Como sempre preferi ler contos com a narrativa feminina, farei a escrita desta forma. Vou escrevendo aos poucos e espero que apreciem sem moderação.

Comentários

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Bom final,ninguém sofreu. A esposa ficou puta ao descobrir a traição,mas ela aproveitou o conto inteiro. Ficou elas por elas.

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Você está redondamente enganada, traição é traição, independente se é praticada pelo homem ou pela mulher, talvez você praticou a traição com um agravante maior, por ter traido dentro de seu lar, na cama de vocês, mas pelo menos eu que torci tanto pra seu marido te pegar no ato, fico mais tranquilo pois ele, seu marido, que você e seu primo tanto zombaram e tripudiaram, esta fudendo uma novinha provavelmente muito mais gostosa que você. Ele agora continua fudendo e você chupando o dedo.

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Parabéns,Ótimo conto. Agora vc poderia virar puta do seu pai tbm!

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Parabéns! Vc, nesses dias, se sentiu MULHER novamente. Sentiu ser desejada, mostrou a sua fome por uma boa pica. Quando não se tem assistência dentro de casa, buscamos fora. Espero que continue seus belos contos. Imaginação vai a mil lendo-os. Só acho que não deveria expor as aventuras de seu marido. Ele merecia ser um "boi" autêntico. Nota 10 para vc. Lembre-se... vc tem um roteiro fantástico com a Janaina em suas mãos e mente. Vms lá. Nos presenteie com isso. Abraços.

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