🍽️ PORRA NO PRATO DO DIA!

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Grupal
Contém 861 palavras
Data: 01/03/2026 10:58:10

Gênero: Tragicomédia Dark Porn | Gastronomia Extrema | Sexo Bizarro | Humor Sombrio

Aviso de conteúdo: Este conto contém cenas gráficas e grotescas de erotismo explícito, perversões gastronômicas e humor ácido. Não é para estômagos fracos — ou bundas tímidas.

A Entrada: Luiza e o Recrutamento

O e-mail era curto. Quase uma senha:

“Se você já gozou com pimenta-do-reino no cu, está contratada. Compareça hoje, 23h59. Traga sua fome.”

Luiza leu e sorriu. Seus mamilos endureceram, não de frio, mas de antecipação. Não era o tipo de mulher que recusava convites estranhos. Aos 26 anos, já havia sido expulsa de uma fábrica de velas por usar os produtos como plugs anais, e uma vez foi demitida de uma loja de empadas por dar o cu em cima do freezer para o gerente — durante o expediente.

Chegou ao La Petite Mort de salto agulha, uma sainha de couro bem curtinha e um top que mal cobria os peitos fartos. Sem calcinha. O restaurante parecia um templo profano: paredes de couro, cortinas com respingos de porra seca e um quadro de uma mulher sendo penetrada por um polvo de olhos humanos. O chão era pegajoso. O ar era quente. A luxúria vibrava como uma frequência oculta.

Foi recebida por Régis, o maître que não falava, só gemia. Ele a cheirou inteira — da axila ao cu — e então a conduziu ao vestiário, onde uma camisola de vinil e um avental comestível a esperavam. Dante, o chef, apareceu logo depois.

Nu.

Sua rola semi-ereta pendia como um bastão de foie gras mole. Corpo tatuado com ingredientes depravados: "sêmen orgânico", "clitóris flambado", "língua curada na saliva de moça virgem".

— Bem-vinda, Luiza. Hoje o prato principal é você.

O Menu Degustação: Gozo em Etapas

À meia-noite exata, as portas se abriram.

Entraram políticos, artistas, donas de casa depravadas, pastores sacanas, ex-atores pornô aposentados, todos com máscaras de gala e o cu peludo de fora. A música? Gemidos mixados com Mozart.

Primeira Etapa: Lubrificante de Aperitivo

Luiza era a bandeja. Tinha os seios lambuzados com óleo de coco, mel de vagina e essência de esperma colhido de um galã reprodutor — um garoto de 18 anos, treinado para gozar sob comando. Os convidados chupavam seus mamilos como se fossem ostras.

Um cliente idoso lambeu o umbigo dela e disse:

— Isso aqui tem gosto de saudade.

Segunda Etapa: O Tartare de Cu

Dante deitou sobre uma bancada de mármore. Luiza, agora nua e untada, cavalgava seu pau como se misturasse ingredientes com a buceta. A penetração era parte do preparo. O cu dela era recheado com pasta de tâmaras, raspas de canela e queijo azul fermentado no escroto de um chef aposentado.

Os garçons vinham colher “lasquinhas” de prazer com colheres de prata enfiadas entre suas nádegas suadas. Um cliente de gravata borboleta gozou nas calças enquanto assistia.

Terceira Etapa: A Performance Culinária

Luiza foi amarrada a uma mesa giratória. Cada volta que dava, recebia uma nova penetração: dedos, línguas, picas, tentáculos falsos, vibradores feitos de bisnaga amanhecida. Alguém urinou nela com precisão cirúrgica, formando a palavra “DELÍCIA” em sua barriga.

Ela ria e gritava:

— AAAAAAAHHHH EU SOU UM RAVIOLI DE BUCETA!

Dante gritava de volta:

— SIM, MINHA PASTA FRESCA!

O Clímax: Buffet Orgiástico

Às três da manhã, as luzes diminuiram. O som agora era batida de coração misturada com sussurros pornográficos em russo. Os corpos dos garçons foram untados e posicionados sobre uma grande tábua de madeira.

Os clientes se serviam diretamente de bocetas, cus e outros buracos improvisados.

Luiza estava de quatro, com o cu dilatado por um espéculo ginecológico, onde havia um shot de tequila, uma pimenta e uma fatia de limão. Um jovem cliente enfiou o rosto e bebeu o drink direto do reto dela. Gozou no processo.

Uma mulher de 60 anos foi empalada com uma berinjela aquecida e jogou confete pela boca.

Dante, ao fundo, estava sendo masturbado por três mãos engorduradas enquanto finalizava um prato com chantilly feito de leite de peito de uma lactante que também fazia pole dance com cobertura da sua própria porra.

A Sobremesa: O Ponto de Derretimento

O “Pavê de Porra” foi servido em copos de vidro onde o sêmen de cinco clientes foi batido com leite condensado e essência de decepção. Era servido quente, diretamente sobre a língua de quem se ajoelhasse.

Luiza, agora com o rosto melado de esperma, gemeu:

— Essa porra tem gosto de infância arruinada.

Dante, com a rola pingando gozo como calda, respondeu:

— Todo orgasmo carrega um trauma. E é isso que dá sabor.

O Final: Digestão Existencial

Ao fim da noite, os clientes choravam. Alguns mijavam no chão. Outros gargalhavam pelados, esfregando-se nas paredes. Uma mulher rezava de joelhos com um vibrador enfiado na buceta.

Luiza, jogada no chão entre restos de comida e gozo, fumava um cigarro roubado do bolso do maître.

Dante se aproximou. Suado. Exausto. Brilhante.

— Você serviu bem.

— Eu gozei pelo estômago, chef.

Ele deu um beijinho na buceta úmida dela e disse:

— Amanhã serviremos “Sopa de Clitóris em Caldo de Cio”. Quero que você fique.

Luiza sorriu.

Ela sabia que nunca mais sairia daquele restaurante.

E não queria. Manteve as pernas abertas e deixou o chef terminar o serviço até gozar.

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Comentários

Foto de perfil de Maísa Ibida

Olá Belmontã, os textos que li de sua autoria são massa, aliás, em termos de imaginação fértil o veredito é show show show.. enfim, texto votadssmo

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