Cap.2 Transa a Três: Transex Mell convida a Cdzinha Carla
A melhor coisa da vida talvez sejam as fodas e trepadas na base da amizade. Soube disso agora que Mel, a transex, entrou na minha vida.
Certa noite, eu Glauco advogado, curtia minha amizade com minha cliente e agora amiga as delicias de transar com uma travesti gostosa. Depois de uma trepada intensa, ficamos deitados na cama conversando sobre a vida. Falamos das travestis, dos clientes, das alegrias e das dificuldades da profissão. Mel se abriu mais do que o normal:
— A maioria dos clientes é passiva, sabia? Principalmente os casados. Querem chupar, querem levar no cu… mas quase nunca querem comer. — Ela riu baixinho. — Por isso eu adoro ser a sua fêmea —... Tô amando o jeito que você me trata… comendo minha cuceta com vontade e pegando no meu grelinho daquele jeito safado.
Rimos juntos, trocamos mais beijos e ela continuou:
— Teve um cliente que me chamou pra transar a três: eu, ele e um boy. Ele quer uma festinha a três... — Topa?
Topei na hora sem pensar e voltamos na pegação de sempre. Alguns dias depois, eu estava no escritório guardando os últimos processos quando o celular tocou. Era Mel.
— Oi, amor… tá ocupado? — perguntou com a voz doce querendo algo.
— Não, já fiz tudo. Só tô guardando as coisas aqui. Por quê?
— Então… lembra daquele cliente que queria sair a três? Ele me ligou hoje e pediu o boy. Você topa me dar uma força?
Fiquei meio cismado, mas acabei aceitando. Afinal, já tinha transado com casais — marido e mulher —, onde comi os dois, e também já havia encarado algumas chupadas de macho em saunas gays. Mas a ideia de estar numa cama com meu pau e mais dois paus ao mesmo tempo me deixou, digamos… curioso.
Mel tinha me contado que o cliente era um cara da idade dela, uns 25 anos, já casado, que curtia ser passivo e queria experimentar um macho de verdade junto com ela.
Cheguei no hotel perto do bairro da Liberdade. Ansiedade explodindo. Falei o número do quarto na recepção, confirmaram por telefone e me liberaram. Subi e quando abri a porta do quarto, quem me recebeu foi Melzinha, já preparada: só de calcinha fio dental vermelha, puxada de lado, com a rola dela escapando, pendurada meio mole.
— Oi, amore… entra — disse ela, vindo até mim com um sorriso safado.
Me beijou na boca com vontade e já começou a arrancar minha roupa com pressa. Em poucos segundos eu estava só de cueca. Então ela falou, ainda colada em mim:
— Espera só um pouquinho que você vai conhecer minha amiguinha, a Carlinha.
Fiquei sem entender. O cliente não era um cara? Um homem?
Olhei para Mel, confuso. Ela deu uma risadinha safada, mordendo o lábio inferior, se divertindo com a minha reação.
— Calma, doutor Glauco… você vai gostar — murmurou, passando a mão no meu peito. — A Carlinha é bem safadinha!
Antes que eu pudesse perguntar mais alguma coisa, ouvi o barulho da porta de vidro do banheiro se abrindo: saiu uma garota magra, também com cerca de 1,70m. Cabelos loiros com franja, peitinhos pequenos arrebitados com piercings nos mamilos, meias pretas longas que subiam até o meio da coxa, calcinha fio dental preta bem cavada e saltos altos. Estava bem maquiada, com batom vermelho vivo, e vinha sorrindo.
Ela parou perto de mim e de Mel, olhando-me de cima a baixo com cara de quem gostou do que viu. Era um rosto de Monalisa, sem sorrir ou fazer cara feia.
— Oi… prazer, Carla. Você é o bofe que a Mel sempre fala, né? — disse ela, com voz suave, afinada e um sorrisinho malicioso.
Eu disfarcei a surpresa, respirei fundo e liguei o botão interno no modo “putão safado”. Sorri como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo, dei um passo à frente e a cumprimentei com um beijo no rosto, demorando um pouco mais do que o necessário.
— Prazer, linda. Sou eu mesmo, Glauco — respondi, olhando direto nos olhos dela.
Mel sorriu com malícia, pegou a mãozinha delicada de Carla e levou diretamente até o meu pau, que já estava semi-duro e marcando forte por baixo da cueca.
As duas mãos começaram a brincar comigo ao mesmo tempo. Mel apertava e massageava por cima do tecido, enquanto Carla deslizava os dedos com mais leveza, explorando o volume e sentindo ele crescer rapidamente. As duas se revezavam, apertando, esfregando e provocando, até meu pau ficar completamente duro, latejando contra a cueca.
— Ai, Mel… que tesão — murmurou Carla, com a voz baixa e cheia de desejo. — Um pau de verdade mesmo… pra mim.
— Viu como ele reage rapidinho? — disse Mel, orgulhosa. — Esse pau aqui é gostoso pra caralho
Olhei e entendi tudo: Mel havia montado Carla. Percebi então que os saltos, as meias pretas longas e até o perfume eram da minha boneca Mel. A maquiagem estava perfeita, feita também por Mel — era impossível ver o homem por trás daquela fêmea.
Não resisti. Segurei o rosto dela e meti um beijo quente naquela boca. Carla retribuiu com pegada forte, com nossas línguas enroscadas. Senti Mel mordendo meu ombro por trás enquanto puxava minha cueca pra baixo. Meu pau escapou duro, latejando, e bateu pesado contra a coxa de Carla.
Mal conseguia respirar, porque ela não parava de me beijar. Pelo espelho do quarto, vi sua bunda empinada, o fio dental preto afundado entre as nádegas. Minhas mãos desceram e começaram a acariciar aquela bunda quente, lisa e macia.
— Ai, Glauco! — gemeu ela.
— Tá gostando, putinha loira do seu macho? — perguntei, apertando levemente o pescoço dela numa dominação básica que a deixou louca na hora.
Mel então veio, roubou um beijo dela e falou com voz mandona:
— Agora, Carlinha, você vai sentir a rola do meu macho.
Ela puxou Carla pra baixo forte, fazendo-a ficar de joelhos entre nós dois. Era muito tesão ver Mel dominando a loirinha, forçando-a a abrir a boca e batendo meu pau no rosto dela.
— Sente o pau na sua cara, Carlinha putinha.
— Ai, Mel… assim não… — murmurou Carla, envergonhada.
— Mete a boca! — mandou Mel, segurando a cabeça dela. — Mete que eu tô mandando.
Carla, sendo empurrada e segurada pelo pescoço, começou tímida a obedecer: colocou apenas a cabeça na boca, olhando pra cima com aqueles olhos grandes. Depois foi engolindo aos poucos, meio sem jeito.
Mel veio ao meu lado de pé e me deu aquele beijo safado dela.
— Gostou da surpresa, Dr. Glauco?
— Adorei… — consegui responder com dificuldade, pois sentia Carla engolindo meu pau, quase se engasgando, enquanto punhetava com a mão esquerda o pau da Mel, que já estava duro, com a cabeçona rosada brilhando.
Mel forçou a cabeça dela pra frente, tentando fazer Carla chupar a chupas nossas duas rolas ao mesmo tempo. A loirinha ficou toda melada de saliva, mal conseguindo colocar as duas cabeças juntas na boca pequena.
Então Mel puxou Carla pra cima e a beijou com fome. Eu reparei que a maquiagem dos olhos dela já começava a borrar um pouco pelo suor e pelas lágrimas. Também notei a rola dela dura, esticando a calcinha preta úmida, quase estourando de prazer.
Demos um beijo a três, três bocas se tocando, línguas brigando e, às vezes, os dentes batendo de tão desesperados. Mãos passavam pelo meu pau sem parar. De repente, senti duas coisas que não eram mãos batendo na minha rola — na cabeça e na base. Olhei para baixo e vi as três rolas juntas: a minha, a de Mel e a menor de Carla, de uns 14 cm, escapando da calcinha preta.
Fiquei louco de tesão. Quase gozei na hora quando Mel e Carla tentaram segurar as três rolas juntas com as mãos. Elas já latejavam de tensão, meladas de saliva.
Não era só eu. As duas também mal aguentavam. Carla foi a primeira a gozar: esporrou forte em mim, acertando minha barriga e coxa com jatos quentes. Logo em seguida, Mel gozou, acertando a barriga e a rolinha de Carla, sujando a calcinha preta dela. Por último, eu explodi, esporrando pra cima e batendo no queixo e nos peitos pequenos de Carla.
Nos beijamos aliviados, ainda ofegantes, e caímos juntos na cama, com os corpos suados e melados de porra.
Ficamos ali os três na cama: eu no meio, Carla à minha esquerda e Mel do outro lado. Dividíamos um cigarro de menta e uma coca com vodca. Disfarcei, mas notei que a peruca de Carla estava um pouco torta — compreensível depois de ter sido dominada por nós.
— Você é muito gostosa — disse, puxando papo enquanto acariciava o peito esquerdo dela, que tinha apenas os mamilos levemente inchados com piercings.
— Você é tão gostoso, Glauco… bem do jeito que a Mel me conta — respondeu ela, tímida.
— É? Ela fala de mim?
— Fala tudinho. Daí eu não resisti e ela compartilhou você comigo hoje.
— Eu que tô adorando ter você aqui com a minha boneca — falei, passando a mão no rosto dela, o que a deixou ainda mais tesuda e envergonhada.
— Carlinha, conta pro Glauco a sua história — pediu Mel, levantando-se da cama. Tirou o fio dental e deixou a rola linda balançando enquanto andava.
— Ai, Glauco… eu visto as coisas da minha mãe e das minhas irmãs desde muito jovem. Casei aos 22 anos, mas ainda tenho esse tesão louco de ser fêmea. Mesmo casadinha, conheci a Mel, que me ensinou tudo. Aqui nesse hotel eu viro a fêmea pra ela… e agora pra você também, gostoso.
Naquele momento entendi o que significava o termo que eu via nos anúncios: “cdzinha” e “crossdresser”. O macho que se vestia de fêmea dentro das quatro paredes. Carla, mesmo sem peitos, era incrivelmente feminina no jeito, na pegada e no jeito de se entregar.
Mel voltou para a cama e disse, provocante:
— Ai, Glauco, tá na hora da Carlinha receber a rola do meu macho. Eu já comi esse cuzinho dela várias vezes. Agora ela vai experimentar rola de verdade.
Carla protestou, fazendo charme:
— Miga, acho que vai doer… quase não aguentei a rola do seu macho na minha boquinha.
— Fica quieta! Tá montada pra quê? Já te comi de manhã, agora você vai experimentar! Não queria isso, safada? Fica fingindo com essa cara de sonsa!
Mel com jeito dominadora puxou Carla, deixando-a de quatro na cama. Puxou a calcinha preta afundada na racha da bunda e deixou-a de lado. Eu já me punhetava, preparando a enfiada.
— Tira essa calcinha dela, Melzinha.
— Claro que não, Glauco! Essa calcinha preta dela, roubou da própria esposinha dela e vive usando comigo sempre que estamos juntas! Eu vivo comendo esse cuzinho sempre com a calcinha da mulher dele!
Aquilo me tirou do sério. Meu pau ficou ainda mais duro, torto pra cima de tanto tesão. Uma cdzinha de quatro, usando a calcinha da própria esposa… que putinha.
Mel deu uma chupada no cuzinho dela, depois punhetou a rola pendurada de Carla. Eu também caí de boca, enfiando a língua naquele buraco piscante e rosado. Eram duas bocas e duas línguas trabalhando no cuzinho dela, que gemia sem parar:
— Ai… vou morrer assim…
Mel, com malandragem, pegou o gel íntimo, melou os dedos e começou a preparar o cuzinho. Eu batia meu pau duro na bunda aberta dela. Mel colocou a camisinha em mim usando a boca, desenrolou com habilidade e mandou no final:
— Vai, Glauco. Mete sem dó, meu macho.
Entrei com tudo no buraco quente. Era delicioso, mesmo encapado, sentir aquele cuzinho bem mais apertado que o da Mel me apertando. Tive medo que a camisinha estourasse se eu fosse muito rápido. Fiz uma paradinha rápida. Mel jogou mais gel, melando meu pau, e continuei num vai e vem gostoso, fazendo barulho toda vez que entrava e saía. Carla gemia alto. Mel se aproximou, segurou a cabeça dela e mandou:
— Chupa sem bater os dentes, putinha!
Senti Carla relaxando aos poucos, o cuzinho escorregando fácil e engolindo meu pau inteiro. Então, ao ver minha travesti amante gozando na boca de Carla, sujando o rosto e os lábios dela de porra, me fez gozar também. No último segundo, arranquei a camisinha e esporrei forte na bunda dela, sujando também toda a calcinha preta da esposinha.
Ficamos de ladinho na cama: Carla no meio, eu atrás e Mel de frente para ela. Curtíamos a pós-foda, as duas se beijando enquanto eu chupava o pescocinho e dava dedadas no cuzinho arrombado de Carla. Então, rolou mais uma punheta coletiva com Carlinha batendo pra mim e Mel que também devolvia a punheta na cdzinha. Na hora da gozada, foi mais uma esporrada que Carlinha pedido que fosse no rosto dela:
— Quero na porra na minha cara, seus putos! — gozamos forte batendo a rola na cara da loirinha.
Percebi que Já eram quase 19 horas. O tempo tinha voado deliciosamente. Tomei um banho rápido e me preparei para sair. Ao sair do banheiro, escutei Carla de costas, nua, apenas com a peruca loira, falando ao celular com voz masculina:
— Amor, daqui uma hora tô de volta… o jogo foi excelente.
Olhei para a cama e vi a calcinha preta toda melada de porra. Fiquei com vontade de roubar, mas deixei lá. Mel estava deitada, rola amolecida, trocando de canal na TV. Dei um aceno de tchau. Ela retribuiu com um sorriso. Saí do quarto e do hotel satisfeito e de saco vazio e fui embora.