Depois de algumas semana que Antonio , pai de Raiza, assitira ela sendo massageada e comida na maca, sentiu vontade de ver sua caçula, Aninha, na massagem também.
Chegou a casa do cunhado, num sábado a noite. Aninha era aínda mais apegada ao tio, Lucas do que Raiza.
Assim que chegaram, Lucas ofereceu um roupão branco pra sobrinha, que se trocou numa salinha, depois foi até a maca e deitou-se de bruço. Seu pai Antônio, ficou atento, a massagem iniciou normalmente ,Lucas carinhoso, a sobrinha receptiva.
Lucas avançou, massageando as coxas e a bunda de Aninha, o pai atento, observando tudo, alisando o pau por cima da bermuda.
Abriu bem as coxas da sobrinha, a deixando bem arregaçada, foi massageando por dentro até encostar no V, a forquilha do prazer. O cuzinho e a buceta de Aninha já desejando o toque. Antônio assistia inquieto; esperava a hora de Aninha se soltar mais.
Lucas a virou de frente, foi massageando as coxas até encontrar o fundindo da calcinha. A rendinha mostrava a testa da buceta, um pequeno pedaço de pano cobria a fendinha da jovem buceta de Aninha.
Com pedacinhos de gelo que tirou de um baldinho, Lucas ia tocando no corpo da sobrinha, provocando arrepios e suspiros.chegou ao seios dela, o gelo nos biquinhos quentes dos mamilos causavam choque térmico. Aninha arrulhava como uma pombinha, prazerosa de olhos fechados, exposta, aberta, entregue ao prazer causado pelas mãos hábeis de seu tio.
Lucas fechou bem as pernas de Ana, ajoelhou com as duas pernas abertas ao lado das coxas dela e colocou sentada na maca, curvou-se sobre ela e foi massageando as costas, com o mover das mãos, o movimento de suas coxas o seu roupão se abriu, liberando sua pica. Lauro atento, meio hipnotizado, viu a vara dura do cunhado tocando no rosto de sua filhinha, desejou ardentemente que ela segurasse.
Ana segurou a pica do tio, para alegria de seu pai e colocou na boca, entre os lábios, meio desajeitada, enquanto Lucas proseguia na massagem ela foi se acostumando, engolindo.
Antonio com o pau na mão, ia se masturbando.quando Aninha já colocava mais da metade na boca, Lucas começou a fuder, buscando a garganta, foi sincronizando o movimento das mãos nas costas da menina, com as estocadas do pau na boca dela, até não conseguir mais segurar. Despejou o gozo em três jatos, o último já nos lábios de Aninha, a porra escorreu nos cantos da boca, sobre o olhar do pai que só respirava cheio de tesão.
Lucas deitou ela sobre a maca, Mordeu seus peitinhos, arrancando gritinhos soluçados dela, foi descendo sobre o corpo quente e suado, Aninha delirava, a buceta parecia ter vida própria, pulsando, aguardando ser tocada, Lucas mordeu forte a testa, Ana gritou: ahhhhhhhhh. Antônio reagiu: isso putinha do papai! Dá, dá pro tio, dá minha filhinha. DÁ, deixa ele te COMER.
A boca de Lucas chegou na fenda, tocou no grelinho, mais um gemido cheio de tessao da sobrinha. O pai ficou em pé, já tinha gozado uma vez. Lucas parou de chupar, virou ela rápido na maca , deixando-a de costa, deu dois tapas fortes na bunda da sobrinha e bradou: EMPINA Aninha. Seu pau ja estava duro de novo. O pai reforçou: de QUATRO filhinha. Ana foi empinando, recolhendo os joelhos, a cabeca do pau do tio foi tocando na rachinha, abrindo caminho, um gemido o longo e uivado anunciava o romper do cabacinho: ahhhhhhhhhhjjjj, annnnnm, tioooo.
Antonio em pé quase gritava: FODE, fode ela. Lucas curvou-se sobre Aninha, enfiou as duas mãos por baixo, segurou forte os seios da sobrinha e entrou numa estocada só. Antonio segurava o pau nas mãos, vendo a filhinha se comida com força pelo tio.... Lucas ia estucando rápido e Antonio falando: METE, METE, mete nela...