ADESTRADO PELO MEU CHEFE (SUBMISSÃO/PODOLATRIA) - Parte 4

Um conto erótico de O Ilustrador
Categoria: Gay
Contém 1768 palavras
Data: 28/03/2026 01:09:54

[ Parte 4] Acordei depois de algumas horas abri meus olhos, estava em um grande quarto, lençóis brancos, uma TV de 65 polegadas, minhas roupas estavam jogadas em uma poltrona, não havia ninguém. Devo ter dormido umas 5 horas, estava todo dolorido, parecia que havia tomado uma surra, meus cabelos que eram encaracolados não tinham mais formado de tanto terem sido puxados, estava com marcas por todo o corpo, coxas, punhos, pescoço, meu cu estava muito sensível, levantei da cama, fui para o banheiro e tomei um banho, tinha muita porra dentro da minha cueca, devo ter gozado umas três ou quatro vezes, estava tão dolorido que eu nem percebi. Me sequei com a mesma toalha que Átila usou, organizei toda a roupa de cama, garanti que nenhuma mancha tivesse passado despercebida, joguei a toalha na lixeira do outro lado da rua, eu não ia em porcaria nenhuma de lavanderia, fui para casa. Só queria me deitar, meu biotipo sedentário não aguentava algo desse nível, cheguei em casa, comi alguma coisa e adormeci novamente.

No outro dia acordei firme e forte, algumas marcas já haviam sumido, as que sobraram foram facilmente disfarçadas pelo terno, meu cu ainda estava meio sensível, nada que fosse o fim do mundo, não sou mais uma criança, preciso assumir as responsabilidades pelas decisões que tomei, e aquela decisão burra de ontem foi inteiramente minha.

Entrei na empresa, passei pela recepção, subi os elevadores e fui pra sala do Átila, confesso que já estava impaciente com essa história de enrolarem com a organização da minha sala, antes de entrar virei o corredor, um insight me fez virar e ir em direção a minha sala, me dei conta que ficava perguntando para ele mas nunca ia necessariamente até lá ver o andamento da organização. Cheguei na sala, ficava a esquerda no fim do corredor, girei a maçaneta e a sala estava pronta, impecável, marcenaria, mesa, cadeira, tudo estava pronto. Peguei o telefone e liguei na recepção

– Oi Bianca, tudo bem? É o Lucas da supervisão de vendas!

– Ahhh, oi Senhor Lucas, tudo ótimo em que posso lhe ajudar hoje? – respondeu gentilmente.

– Quando finalizaram a minha sala? Acho que não fui avisado – perguntei.

– Uai Senhor, eu avisei pessoalmente o Senhor Átila, fui até a sala procurá-lo mas acho que o Senhor estava dando um treinamento para a equipe de vendas, acredito que já tenham uns 6 ou 7 dias – explicou Bianca.

– Ah sim, ele deve ter se esquecido, obrigado Bianca!

– Por nada – desliga.

Voltei até a sala do Átila, abri a porta, ele rapidamente voltou seu olhar para a porta, estava da mesma maneira de sempre, sereno.

– Você decidiu vir? Podia ter ficado em casa, confio que você claramente poderia ter resolvido suas demandas de lá, é importante para você se recompor – sugeriu Átila.

– Quando minha sala vai ficar pronta? Você tem notícias? – perguntei secamente.

– Devem estar para concluir, não tive nenhuma notícia, sente-se na sua cadeira, não se preocupe com isso já que veio – apontou Átila com a caneta que estava em sua mão.

– Minha sala está pronta, já têm 6 dias, você sabia disso e não me avisou – respondi enquanto pegava umas pastas, canetas e papéis que estavam do meu lado da mesa – vou me mudar para a minha sala, não há razão para ficar aqui – continuei.

Átila respirou profundamente e apertou a caneta que estava em sua mão – creck! – se levantou da cadeira me olhando de maneira intimidante, a caneta quebrada na mão.

– Você não precisa mudar para a sua sala, pelo menos não ainda – recomendou. Eu continuei pegando as coisas, não queria ouvi-lo, não precisava das recomendações dele, apenas virei as costas e fui para a minha sala, ele ficou parado me olhando sair. Finalmente eu tinha um espaço de tranquilidade, montei meu computador, organizei meu papéis, respirei fundo e comecei a analisar o perfil de novos clientes para procurar imóveis compatíveis. A porta da sala se abriu, era Átila, passou pela porta trancando-a, deu a volta na mesa se aproximando de mim, agarrou minha gravata dando uma volta em sua mão como se estivesse segurando um laço e me puxou, se abaixou para ficar cara a cara comigo.

– Você vai voltar pra minha sala, quero que você trabalhe de lá, certo? – eu podia sentir o hálito mentolado dele, os olhos fixos nos meus.

– Eu preciso de mais espaço para trabalhar – retruquei. Ele deu um puxão na minha gravata que me desconjuntou na cadeira.

– Você precisa de mais espaço é dentro do seu cuzinho pra eu meter em você sem ficar com meu pau dolorido de tanto ser apertado – disse Átila puxando cada vez mais minha gravata enrolando-a em sua mão até quase me tirar da cadeira. Comecei a me excitar, a medida que meu pau ficava duro eu sentia um pouco de dor no meu cu, ele estava sensível.

– Escuta Átila, isso tem que acabar - respondi.

– Acabar? – perguntou ele sorrindo e soltando minha gravata – Isso só vai acabar quando eu decidir Lucas, você é um trunfo, é competente para o trabalho e permite que eu te use como eu bem entender sem que isso te atrapalhe aqui na empresa, a muito tempo eu não conseguia o melhor dos dois mundos, acha que eu vou perder a chance de me divertir? – ele sorria, mas estava visivelmente aborrecido.

– Então houveram outros antes de mim? – perguntei irritado.

– Mas é claro! Você esperava um romance catatônico de escritório? – respondeu – Talvez uns 4 ou 5, não sei ao certo, alguns cargos não me permitiam muita intervenção, conseguiam fugir rapidamente, outros não conseguiam conciliar o ritmo de trabalho e a submissão a mim, mas todos tinham algo em comum, assim como você estavam loucos para serem esmagados como insetos.

– Então a vaga surgiu porque você perdeu seu último brinquedo? – perguntei me levantando da cadeira para olhar na cara dele.

– Digamos que sim – respondeu Átila – garanti que ele fosse contratado de acordo com o perfil da vaga mas que estivesse dentro das minha preferências, assim como fiz com você. Você já imagina quais sejam não é? Rosto bonito, pouco atlético, comprometido com o trabalho e visivelmente frouxo e submisso – sorriu e continuou a falar – Ele acabou se mandando da empresa, acho que deixei ele com medo, em uma ocasião eu metia nele enquanto ele chorava sem parar me pedindo mais, perdi o ritmo do meu tesão e acabei lhe dando duas pequenas fraturas.

– O que? – Perguntei abismado – você bateu nele?

– Não necessariamente, acho que pisei no braço dele enquanto metia no cuzinho guloso dele, não sei, eu estava ocupado, mas não foi nada que 4 semanas de tipóia não resolveram, foi um infeliz "acidente doméstico" depois ele foi embora e nunca mais regressou, uma pena – lamuriou Átila – mas isso não importa, você está aqui agora.

– Eu não sou seu brinquedo Átila! Eu permito que você faça o que faz comigo porque eu também me excito, a partir do momento que eu não fico de pau duro, acabou – respondi irritado. Átila deu um passo para cima de mim e me agarrou pelo pescoço.

– Você acha que dita as regras? Você não permite nada. Vou te ajudar a se situar – Ele avançou em mim e deu uma mordida imensa no pescoço, senti seus dentes apertando sem dó, com certeza ia ficar uma marca gigantesca. Me jogou para o lado.

– Tire a calça e a cueca! Você não está querendo sua sala? Vamos ver a qualidade da sua mesa. Antes que eu pudesse negar, ele me jogou em cima da mesa, tentei me livrar dele mas ele agarrou meu rosto – Quieto! – ordenou, puxou minha calça e minha cueca.

– Não Átila! – falei.

– Quieto! – ele respondeu.

Abriu o zíper da calça, baixou a cueca e encostou aquele pau gigante no meu saco, ele batia o pau no meu saco, parecia que eu estava tomando socos, que dor, ele não queria me penetrar, segurou minhas pernas juntas e começou a meter o pau entre as minhas coxas. Metia com força, eu sentia a mesa balançar, eu estava deitado em cima das coisas, dos papéis, comecei a ter um tesão louco também, meu pau estava duro como o dele! Ele metia com força, segurava minhas pernas e metia como se estivesse comendo uma vagina. Levou sua mão até meu rosto e enfiou os dedos na minha boca, ele metia freneticamente, se fosse dentro do meu cu eu não aguentaria. Levei minha mão no meu pau para bater uma punheta e ele deu um tapa na minha mão

– Só eu vou gozar! – falou enquanto metia nas minhas coxas, ele começou a gemer e se contorcer.

– Saia se não quiser que eu goze no seu terno – falou rapidamente, soltando minhas pernas, e cuspindo no pau para se masturbar, rolei para o lado e sai do caminho, ele continuou batendo punheta e revirando os olhos, antes que eu pudesse falar, ele soltou vários jatos de porra na mesa, acertando todos os meus papéis, o computador, tudo que estava na mesa tomou um banho de porra, alguns jatos cruzaram e foram parar na bandeja com água e café que estava do outro lado, eu não podia acreditar no que eu estava vendo, quando ele terminou, apertou a ponta do pau com os dedos para tirar o resto de porra e limpou na minha boca, fiquei incrédulo.

– Não acredito que você fez isso nas minhas coisas – falei irritado, não podia gritar como eu queria porque as pessoas podiam ouvir.

– Você imprime de novo – respondeu enquanto subia a calça e arrumava o cinto – aproveite a sua sala nova, se precisar de alguma coisa, estarei na minha. Ele ajustou a gravata e me deixou parado vestido só com a parte de cima do terno, meus papéis estavam molhados de porra, o cheiro do sêmen dele havia tomado todo o espaço, ele leitou em tudo como um cavalo, como se aquelas coisas não significassem nada, como se eu não fosse nada, e saiu da sala tranquilamente. Vesti minhas roupas, estava com tesão apesar de tudo, mas me contive, peguei papel toalha e limpei tudo, a porra dele ainda estava quente, podia sentir a temperatura pelo papel, reorganizei tudo, abri as janelas, liguei o ar e comecei a reimprimir a ficha dos clientes. Tínhamos uma reunião online com a direção da empresa, tudo que eu estava organizando precisou ser refeito, enquanto eu digitava, sentia as teclas do computador levemente grudentas, não importa o quanto eu limpasse, sempre descobria um novo lugar com a porra dele. Mais uma vez eu não disse nada, ele simplesmente ocupou meu espaço, me tratou como um lixo e foi embora. Ele tem razão, eu sou mesmo um frouxo.

– PENÚLTIMO CAPÍTULO.

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