Meu Amigo Senegalês Descobriu Que Sou Cdzinha... E Gostou

Um conto erótico de Lienz
Categoria: Crossdresser
Contém 1184 palavras
Data: 27/03/2026 21:29:59

Parte 2

Como relatei no conto anterior, fiquei tão nervosa quando Jamal me flagrou que desmaiei (não seria a última vez que isso acontece, mas isso é uma história para mais tarde).

Quando acordei um pouco depois, sentia as coxas tremendo e o coração martelando tão forte que o sentia na garganta. Estava nos braços do Jamal, que mantinha os olhos fixos em mim; não com nojo, nem raiva, nem choque de verdade. Era… curiosidade? Surpresa, sim, mas misturada com algo mais suave. Então ele riu, mas não foi uma risada debochada. Foi baixa, gentil, e eu diria que quase carinhosa, como se estivesse vendo um segredo engraçado que já suspeitava.

— Caramba, irmãozinho… — ele murmurou, balançando a cabeça devagar. — Ou melhor… irmãzinha?

Ouvi-lo me chamando pela forma feminina na voz grave dele fez meu estômago dar um looping. Me sentei no sofá com as pernas cruzadas, tentando cobrir o máximo que dava com as mãos trêmulas. A peruca estava bagunçada, o batom borrado e o espartilho apertando meu peito acelerado.

— Jamal… eu… eu não queria que você me visse assim… — minha voz saiu fina e envergonhada. Ele sentou na poltrona em frente, sem pressa, com os cotovelos nos joelhos, me olhando com aquele sorriso tranquilo que ele sempre usava quando me ensinava a jogar futebol no videogame. Ele murmurou algo para si no idioma nativo dele, depois falou calmamente:

— Eu já sabia, de uma coisa ou outra... Micaela, não é?

Meu coração quase saltou pela boca dessa vez, me perguntando como ele soube do meu nome de cross. Ele continuou:

— Há algum tempo, chegou uma revista de Lingeries pelo correio com o nome de Micaela e seu sobrenome. E sei que você não é casado e nem tem irmã. Além de que, você acha que eu não percebia as marcas do espartilho na sua cintura quando você tirava a camisa pra jogar bola lá na quadra? Ou o cheiro de perfume doce que ficava no banheiro depois que você “tomava banho longo”? Ou as vezes que você saía de fininho no sábado à noite e voltava com o andar diferente, mais… rebolado?

Eu engoli em seco. Ele sabia. Não tudo, mas o suficiente.

— Por que você nunca disse nada, Jamal?

— Porque não era da minha conta. — Ele deu de ombros. — Até começar a achar, que você queria que eu soubesse.

O ar mudou de repente. Meu pauzinho preso na calcinha latejava (traidor😶). Jamal inclinou a cabeça, olhando meu corpo de cima a baixo sem disfarçar. Comecei a sentir muito calor.

— Você fica linda assim, sabia? — ele disse, sorrindo. — Baixinha e bunduda… parece uma bonequinha.

Meu rosto queimou, o grelinho preso latejou mais ainda. Eu abaixei a cabeça, mas não consegui evitar o sorrisinho envergonhado.

— Obrigada…

Ele se recostou na poltrona, as pernas abertas, e me encarou com um brilho novo nos olhos.

— Me diz uma coisa, Micaela… Vou te chamar assim, se não se importa. — A voz dele baixou mais um tom. — Você parecia estar se divertindo bastante quando cheguei, não é?

— Claro que pode me chamar pelo meu nome de menina. E eu diria que sim, sou bem sapeca montada, então estava aproveitando por estar sozinha.

Ele sorriu, e pela primeira vez desde que o conheci, havia malícia em seu olhar.

— Já sentiu um pau negro de verdade? Ou só esses de borracha?

(Morri 😵) balancei a cabeça devagar, mordendo o lábio inferior. O ar sumiu dos meus pulmões.

— Não… nunca cara a cara.

Ele assentiu, como se já esperasse a resposta. Então, sem pressa, se levantou e levou a mão até a bermuda larga de moletom. Desamarrou o cordão com calma... E tirou...

Como uma adepta do movimento BNWO e viciada em ver pinto preto na internet, eu posso dizer que já vi pirocas de tudo que é jeito e tamanho. Mas confesso a vocês: nunca tinha visto nada como a piroca do Jamal. Era enorme. Massivo. Pendia pesado entre as coxas musculosas dele, curvando para direita perto da ponta. Pele escura, veias marcadas e uma cabeça rosada contrastando com o ébano do resto da pica. Devia ter quase 28 centímetros fácil; talvez mais quando ficasse totalmente duro, com certeza bem mais grosso que meu pulso, parecendo ser ainda mais grosso no meio. Era lindo. Fiquei verdadeiramente admirada. Senti minha boca encher de água na hora.

— Caralho… — escapou baixinho.

Jamal riu de novo, dessa vez mais rouco.

— Pode tocar, se quiser. Brinca com as mãos. Eu deixo.

Ele disse de uma forma tão natural, como se estivesse oferendo um copo de água.

Eu hesitei só um segundo. Depois me ajoelhei no tapete entre as pernas dele (achei que só podia estar sonhando 🥹). Minhas mãos pequenas tremiam quando envolveram a base. Não cabia na palma. Era quente... e muito pesado, pulsando levemente. Deslizei os dedos em direção a cabeça, sentindo cada veia, cada centímetro de pele macia. A cabeça inchou um pouco só com o toque, crescendo na minha mão.

— É tão grande. — murmurei, hipnotizada.

Ele respirava mais fundo agora, mas ainda controlado.

— Gosta?

— Muito… — falei praticamente gemendo de tesão.

Eu subi e desci devagar com as mãos, admirando como parecia maior a cada carícia. Meu cu piscou só de imaginar aquilo dentro de mim (o grelinho já parecendo uma cachoeira). Levantei os olhos pra ele, suplicante.

— Posso… chupar? Por favor?

Jamal me olhou por um longo momento. Seus olhos escuros pareciam me estudar. Ele passou a mão grande no meu "cabelo loiro", bagunçando.

— Pode… — ele começou, mas parou. Depois suspirou, um suspiro longo e pensativo. — Mas não hoje.

Eu pisquei, confusa.

— Por quê?

— Porque eu acho que preciso me acostumar com isso também... Micaela. — Ele falou sério, mas gentil. — Você é meu irmãozinho durante a semana… e agora vejo que é muito mais que isso nos fins de semana.

Ele guardou o pau de volta na bermuda, devagar, me deixando com as mãos vazias e o coração disparado.

— Mas… — Tentei protestar, sentindo minha boquinha sedenta por pica grande.

Ele se inclinou pra frente, aproximando o rosto do meu.

— Amanhã a gente conversa mais.

Ele se levantou, me deu um beijo leve na testa, como se eu fosse uma menininha preciosa (me derreteu inteira🫠).

— Vou tomar um banho. Você fica linda assim. Não precisa tirar nada por minha causa.

E saiu da sala, me deixando ali de joelhos, ofegante, com o gosto da promessa na boca e o corpo inteiro implorando por mais.

Passei a noite sem conseguir dormir direito. Estava vivendo uma típica história fantasiosa de sissy, mas na vida real. Fiquei pensando, quantas de nós cross, sissies e femboys já haviam sonhando com um momento assim. Quando finalmente adormeci, sonhei com o a pica preta do Jamal... Eu estava lá... Ajoelhada, escutando a voz rouca dele me dando ordens... Eu chupando da cabeça, até a base. Dançando com a língua. Cuspindo e colocando o máximo que pudesse de rola na boca, me deliciando, sendo a fêmea boqueteira do meu colega de casa.

Quando acordei pela manhã, estava com a calcinha toda gozada e com a cabeça atordoada.

Micaela precisava mamar aquela rola. E estava decidida a fazer isso o mais rápido possível.

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