Vamos pra mais outra parte? Bom, continuando…
Ainda estávamos conectados, meu pau amolecendo devagar dentro da buceta quente e cheia de porra da minha mãe. Regina respirava fundo, o peito subindo e descendo contra o meu, os dedos traçando círculos carinhosos nas minhas costas suadas. O quarto cheirava a sexo puro.
“Daniel… meu amor…” sussurrou ela, beijando meu pescoço. “Isso foi… perfeito. Eu nunca me senti tão mulher, tão desejada.”
Eu sorri, e beijei sua boca com calma.
Você é a mulher mais gostosa do mundo, mamãe. E agora você é minha.
Ela deu uma risadinha safada, apertando a buceta ao redor do meu pau.
Sou sua… mas eu tenho uma confissão pra te fazer.
Os olhos dela brilharam com malícia.
Eu adoro montar. Adoro ficar por cima, rebolar devagar … depois cavalgar forte até sentir o pau batendo bem fundo. Sempre fantasiei fazer isso com alguém que me fizesse sentir segura e safada ao mesmo tempo. E agora… eu quero fazer com você.
Meu pau, que ainda estava meio mole dentro dela, deu sinal de vida só de ouvir aquilo.
Então faz, mãe. cavalga no pau do seu filho.
Regina mordeu o lábio, empurrando meu peito com as duas mãos até eu deitar de costas. Ela se levantou devagar, meu pau saindo dela com um som molhado. Um fio grosso de porra escorreu da bucetinha raspada e pingou na minha barriga. Ela olhou para baixo, sorriu e passou dois dedos, e depois levando à boca.
“Humm… nosso gosto junto é delicioso.”
Em seguida, ela se inclinou e pegou meu e levou até a boca. Chupou com carinho, a sua língua estava tão quente deslizando pela cabeça, sugando devagar, lambendo ele todo. Depois ficou mais gulosa: engoliu fundo, garganta apertando, a saliva escorrendo pelos cantos da sua boca enquanto ela gemia. Em menos de um minuto eu estava duro como pedra de novo, latejando.
Pronto… rsrsrs disse ela, subindo em mim. Agora mamãe vai cavalgar bem gostoso nesse pau…
Ela posicionou a buceta sobre a cabeça do meu pau e desceu devagar, engolindo tudo de uma vez.
Foi muito gostoso… ela Soltou um gemido longo,
ahnnnnnn….
Ai, que delícia… tá tão fundo assim filho…
Se prepara filhão… to cheia de tesão…
Ela simplesmente foi rebolando devagar com o quadril, me fazendo sentir cada centímetro do meu pau dentro dela. Eu via hipnoticamente seus seios balançando suavemente. Eu segurei a cintura dela, subindo as mãos para apertar os mamilos.
Assim, mãe… rebola gostoso pra mim.
Dona Regina acelerou e rebolou com firmeza. Agora cavalgava de verdade – subia quase até a cabeça sair e descia batendo forte, a bunda batendo nas minhas coxas com aquele som gostoso e molhado. Os gemidos dela ficaram mais altos, mais safados:
“Porra, Daniel… filho seu pau é perfeito… me enche toda… me sinto completa com ele dentro de mim…
Meu deeeeus… to cavalgando no pau do meu filho e tô amando… que loucura… que tesão… me fode amor…
Eu empurrava o quadril para cima, encontrando cada descida dela. Regina jogou a cabeça para trás, gemendo alto… se tremendo toda… , e gozou forte – a buceta encharcou com seu gozo… apertando meu pau em espasmos, jorrando um pouco de squirt quente que molhou minha barriga.
Eu tô gozando… gozando no pau do meu filho… aaaah!
Eu segurei os quadris dela e gozei forte logo depois, enchendo ela de novo com jatos grossos de porra.
Regina desabou sobre meu peito, ofegante, beijando minha boca com paixão.
“Te amo, Daniel… te amo tanto.”
“Eu também te amo, mamãe. Mais do que tudo.”
Ficamos abraçados alguns minutos. Depois fomos juntos para o banho. Saímos enrolados na mesma toalha grande e caímos na cama pelados. Dormimos assim – pele com pele, coração com coração.
A partir daquela noite, nossa casa mudou. Não era mais só mãe e filho. Era um casal vivendo escondido do mundo. Falávamos como marido e mulher. “Amor”, “meu homem”, “minha mulher”. A cumplicidade era absurda. Era perfeito. Até que…
Rejane, irmã mais nova da minha mãe (44 anos), ligou uma tarde dizendo que a reforma do apartamento dela tinha dado problema com infiltração e que precisava ficar uns 10-12 dias na nossa casa. Regina não pôde negar – eram muito próximas. Eu concordei, mas sabíamos que teríamos que disfarçar.
Combinamos: eu dormiria na sala (sofá-cama), Regina no quarto dela, e Rejane ficaria no meu quarto. Nada de intimidade enquanto a tia estivesse em casa. Pelo menos era o plano.
Rejane chegou numa sexta à noite com duas malas. Era parecida com a Regina, mas um pouco mais cheia: seios maiores, quadril largo, bunda generosa, sorriso fácil e personalidade mais direta, quase provocadora. Abraçou a irmã com força, depois me deu um beijo no rosto demorado.
“Que homem bonito você virou, Daniel! A Regina deve estar orgulhosa.”
Eu sorri sem graça. Nao sabia como agir…
Os primeiros dias foram tensos mas controlados. Rejane era carinhosa, ajudava na cozinha, conversava bastante. Eu mantinha distância, dormia na sala.
Mas na terceira noite, quando fui pegar uma roupa no meu quarto (Rejane tinha saído para tomar banho), notei que ela tinha mexido nas minhas coisas.
Meu coração disparou.
No dia seguinte, enquanto Regina estava no supermercado, meu Zap vibrou. Era Rejane, que estava no meu quarto “arrumando as coisas”.
Rejane: Daniel, precisamos conversar. Vem aqui no seu quarto agora.
Cheguei nervoso. Ela estava sentada na beira da cama, com uma das calcinhas da Regina na mão – era uma branca de renda…
Explica isso pra mim, sobrinho, disse ela direto, sua voz baixa mas firme. Tem Cremes caros da sua mãe na sua cabeceira. Camisinhas usadas em baixo da cama… E essas calcinhas… usadas, sei que estão usadas pelo jeito que estão enroladas, quando a mulher vai tirando ela. E são Da Regina, eu conheço e ja usei varias da sua mae… e estão aqui no seu quarto. Isso ta estranho… Você tá transando com a sua própria mãe?
Eu congelei. Não tinha como negar tudo.
“Rejane… tia… é complicado.”
Ela riu baixinho, mas os olhos brilhavam de excitação, não de raiva.
Complicado? Voce nem arrumou o quarto pra minha chegada, escondeu tudo… tem uma mancha no forro do colchao, tive que trocar, né?
Quantas vezes você gozou dentro da buceta da minha irmã? Ou na boca? Ou na bunda? Sei lá… minha própria irmã… meu deus… que loucura… nao adianta negar… porque ta obvio que voces tem alguma coisa…
Vai me contar?
Eu engoli em seco. O pau, traidor, começou a endurecer dentro da calça. Tia Rejane percebeu….
Olha tia, é complicado… mais a gente tem se amado mais do que como mãe e filho… aqui dentro de casa somos apenas um homem e uma mulher que se amam, vivendo uma vida como desejam…
Eu deveria estar chocada sobrinho… mas…
Porra, com assim??? Isso é muito louco… e … aff… tô molhada pra caralho só de imaginar. A Regina sempre foi a certinha. E agora tá deixando o filho comer ela? Que safada…
Ela se levantou, pegou a calcinha usada e cheirou profundamente, olhos fechados. Humm… ainda tem cheiro de buceta fresca misturado com tesao. Delícia.
Meu pau ficou duro na hora. Tia Rejane olhou para o volume na minha calça.
“Você quer me comer também, né? Safado… ta de pau duro, pra propria tia… cachorro…
Ela simplesmente tirou a roupa na minha frente, me deu a calcinha dela, e ali peladinha, pegou a calcinha branca da minha mae e vestiu…
Ela tirou uma foto rápida – selfie de corpo inteiro, vestindo só a calcinha da minha mae, puxada para o lado, mostrando a buceta dela (raspada, lábios grossos, já molhada) e os seios grandes soltos. Guardou a foto. Olhou pra mim
Rejane - Olha o que eu tô fazendo com a calcinha da sua mãe. To usando ela… Vem me comer agora. Finge que sou ela sobrinho… me fode gostoso.
Eu não pensei duas vezes. Tranquei a porta do quarto. Deitei ela na cama, botei a calcinha de lado, abrindo as suas pernas.
“Vem, sobrinho. Come a tia Rejane enquanto sua mãe tá no mercado. Mostra pra mim se você fode tão bem quanto come a Regina.”
Eu estava com meu pau duro latejando. Subi nela e entrei de uma vez na buceta quente e molhada.
Rejane gemeu alto, cravando as unhas nas minhas costas.
“Ai, que pauzão… fode a tia… fode gostoso…”
Eu meti forte, rápido, sabendo que o tempo era curto.
Ela rebolava por baixo, sussurrando safadezas:
“Você goza dentro da sua mãe? agora goza dentro da tia também… enche minha buceta…”
Gozei forte, enchendo ela de porra. Rejane gozou logo depois, tremendo, mordendo meu ombro para não gritar. Ficamos ofegantes por um minuto. Ela me beijou na boca, sorrindo safada.
“Isso fica entre nós por enquanto. Mas eu quero mais. E a gente precisa ser cuidadoso… porque se a Regina descobrir que eu também tô dando gostoso pra o filho dela… pode dar merda. Ou… sei la…
Cuidado… adorei dar minha bucetinha pra voce sobrinho…
Continua