Estávamos na balada realizando o desejo de Amanda experimentar ser uma vadia como sua outra personalidade Diana era e adorava ser. Repetindo o que fiz com Diana na primeira vez já a tinha fodido em casa a fazendo desmaiar de tão intenso seus gozos, depois a fiz engolir meu esperma pela primeira vez me chupando no carro na estrada e por fim no estacionamento da balada onde terminei de a deixar cheia de porra para a exibir como minha vadia.
Depois de quase uma hora lá dentro em um canto dando amassos, dançamos e fomos para outro canto e desta vez Amanda ficou de costas para mim me deixando a encoxar com o pau duro a vendo naquela dança sensual pouco antes. Fui em seu ouvido contar um segredo.
– Foi aqui assim nessa mesma posição que não aguentando de tesão por essa bunda, decidi a foder, mas eu estava sem lubrificante. Quando falei isso a ela, a Diana na hora disse que poderia ter alguma farmácia aberta onde compra-lo e foi o que aconteceu. Hoje não precisaremos compra-lo pois eu já trouxe.
Pelo barulho precisei repetir umas 3 vezes para que ela entendesse e quando entendeu, começou esfregar aquele monumento ainda mais no meu pau.
– Pelo que você falou, só falta gozar nele para eu ser uma vadia de verdade, me provocou o esfregando.
– Pelo que fiz com ela na primeira vez, só isso......, mas quando gozei nos peitos e no rosto dela achei que foi a formatura da vadiagem, brinquei só para a excitar.
Amanda nem comentou mudando de assunto, ou foi o que pensei.
– Papai, estou muito tarada e você disse que me foderia aqui dentro. Sua vadia está precisando muito de seu pauzão. Como você fará isso?
Expliquei a ela sobre o banheiro e para lá fomos chegando no final da fila com ela fingindo estar prestes a vomitar. Usei de meu charme com as jovens e pedindo com jeito conseguimos pular a fila e entramos no último dos 3 banheiros individuais para mulheres.
Lá dentro após trancar a porta, coloquei as folhas de papel de enxugar as mãos sob a bancada lateral da pia e a coloquei sentada sobre eles.
– Ahhh papai, isso é muito safado com as garotas lá fora esperando.
– Por isso não podemos demorar muito, falei abaixando a calça e a cueca. Coloque o em sua buceta.
Amanda o agarrou pela metade com uma mão enquanto afastou aquela calcinha com a única função de a deixar mais puta. Ao invés de o levar direto para seu furo ela os pincelou algumas vezes do clitóris a seu cuzinho deixando tudo mais melado com meu esperma e seus fluidos guardados lá desde casa e desde o estacionamento.
Aquela era uma noite de grandes surpresas com a maior de todas Amanda se assumindo vadia. No entanto o que fez a seguir também foi de me matar do coração.
Olhando para trás Amanda viu o espelho colado na parede e sem mais nem menos foi se inclinando até encostar o alto das costas nele ficando entre deitada e sentada, inclinada na verdade.
A seguir ela escancarou as pernas as levantando passando ao lado de meu braços até que as apoiou em meus ombros e por último a senti encostando minha glande em seu cu fechadinho em um ângulo bem favorável naquela posição.
– Fode meu cuzinho papai. Não quero esperar até o hotel para ser sua vadia completa.
Estupefato pela surpresa e pela sua coragem de não querer o lubrificante pela primeira vez, fui empurrando sabendo que não tínhamos muito tempo. Amanda superava Diana sendo mais vadia do que ela em sua primeira vez. Claro que não ser mais virgem lá como Diana era, ajudou.
Devagar foi entrando e as vezes o tirava e o melava em sua fenda para ajudar. Quando percebi que estava bem encaminhado e que ela não sofreria demais, levei as mãos a seus peitos agarrando seus mamilos que marcavam o tecido semitransparente.
– Sua bunda é uma delícia filha, mas você foi imprudente pois pode se machucar. Ohhhhh.
– Não está machucando papai. Estou tão excitada e tão melada que dói igual com o gel. Fode minha bunda papai. Agora não tem mais nada que não seja seu. Aahhhhhhh.
Em 3 minutos me enterrei naquela bunda fenomenal com as pernas levantadas quase em um franguinha assada, então comecei a ir e vir, mas não muito docilmente pois ela era uma recém vadia e vadias gostam que o homem seja rude com elas.
O som estrondoso lá de fora não deixava ninguém ouvir nossos gemidos, principalmente os de Amanda. Mais uns 2 minutos a estocando cada vez mais forte e precisávamos gozar.
– Vou gozar filha. Ohhhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu.
Assim que sentiu meu esperma em suas entranhas, mais o calor do que o volume, Amanda também gozou tremendo toda sobre aquele mármore me deixando com medo que não aguentasse.
– Ohhhhhhhhhhhhhhhhuuuuuuummmmmm. Sua vadia está gozando papai. Gozando muito forteeeee.
Foram gozos imensos, mas apressados, porque logo nos desencaixamos, nos arrumamos no que deu, só que antes de sair ela quis me dizer algo.
– Antes de irmos embora quero dançar mais um pouco para que você me exiba assim. Sua vadia completa papai. Para todos verem que é sua e está muito bem marcada.
Saímos do banheiro com Amanda ainda fingindo estar mal e mesmo com todas minhas desculpas as garotas não foram tão cordiais como na outra vez, porque talvez estivessem muito apertadas para se aliviar.
Seu pedido para dançar foi outra surpresa e na quase uma hora que ficou lá, não consegui deixar de pensar um minuto em como ela estava. Amanda tinha sido por demais vadia adiantando o anal que eu não sabia o que mais faria com ela no hotel antes de dormir, mas tinha a certeza o que faria quando acordássemos com meus testículos bem cheios de esperma na manhã seguinte.
Decidimos ir embora e no silencio do estacionamento, comparado a lá dentro, abraçada a mim a ajudando a caminhar naquele mato batido, ela me contou mais uma novidade.
– Tive uma overdose de exposição lá dentro, então acho que não vou mais ficar tão desconfortável quando olharem para mim, mas ainda acho que meu corpo é para meu marido. Hoje muitos o viram, mas eu estava o exibindo para você que é dono dele. Só vou me vestir assim em público de novo, quando você quiser, mas em casa poderei te fazer surpresas, falou sorrindo feliz.
– Às vezes faremos em público novamente, mas não muito porque o ciúme duplo é enorme. Do pai e do homem.
Amanda sorriu.
– Te entendo já que sou recatada. Ou era, sorriu. Até arrepio de ciúme de pensar em te exibir de sunga.
– Na praia teremos que enfrentar nossos ciúmes. Faz tempo que não vamos.
– Nas férias podemos ir papai. Escolhe uma bem longe para passarmos desapercebidos.
– Farei isso filha, falei já abrindo a porta do carro.
Já saindo do estacionamento sem pegar a bagunça do final, tínhamos algum tempinho até o hotel.
– Você não achou bobo esse negócio de te querer com esperma em todos lugares possíveis?
Ela me olhou parecendo não acreditar no que falei depois do que fiz.
– Pelo contrário, amei e me excitei. Ainda estou excitada sentindo. Não é bobo porque é uma coisa de homem, macho. Já assisti alguma coisa sobre isso. É marcar o que é seu. Normalmente é com urina e não sei se tem com esperma, mas adoro estar marcada por meu homem dizendo que sou dele. Quero repetir muitas vezes mesmo em meu modo romântico e apaixonado predominantes.
– Está bem filha. Pode ter a certeza que quero te marcar, falei sorrindo chegando à porta do hotel onde já tinha estado com Diana.
Nem o garoto da entrada e nem a recepcionista eram os mesmos e ficaram encarando Amanda sem que ela se incomodasse e após pegar a chave fomos para o quarto só com os itens de higiene pessoal que cada um levou.
Lá dentro, nos agarramos em um beijo arrebatador e logo estávamos na cama onde a deixei deitada me esperando e fui lavar meu pau que esteve em seu bumbum. Quando voltei a fodi em um papai e mamãe como nunca tínhamos feito em que eu enterrava meu pau vigorosamente em sua buceta afundando seu corpo no colchão macio.
Amanda estava surtando de tesão por nunca temos feitos amor naquela intensidade naquela posição, mesmo àquela hora da manhã.
– Me fode papai. Me fode. Agora sua garotinha recatada é também sua vadia que ama você e esse pauzão. Ohhhh. Ahhhrrgghhh.
Entre estocadas barulhentas, transmiti o que queria dizer com algumas interrupções.
– Você é a mulher perfeita filha. Como pessoa é maravilhosa e generosa. Como beleza e gostosura é a mais linda e gostosa de todas. E vem em versões recatada, romântica, safadinha e vadia. Fora que me ama mais do que tudo e sinto o mesmo por você.
Vi em seus olhos que ficou muito feliz com o que eu disse, mas não tinha como responder em meio as minhas estocadas quase cruéis, não fosse ela estar gostando tanto. Logo chegamos junto a mais um orgasmo imenso, mas já não tinha mais tanto esperma. Foi insano e Amanda parecia a própria Diana gostando tanto, mas sua voz era ainda mais rouca e suave do que a de Diana.
Terminando Amanda tirou aquela roupa que já tinha sido o estimulador de duas noites incríveis com minha filha e não seria mais usada, mas não deixaria que Diana se desfizesse delas. Fomos logo para o banho pois precisávamos dormir e eu a lavava enquanto ela me lavava atrasando tudo.
– Uau papai, essa última foi só um papai e mamãe, mas foi muito intenso.
– Modo vadio do papai e mamãe, brinquei. Eu te falei que cada posição de jeitos diferentes de serem usadas.
– Adorei. Adorei tudo, não consigo nem dizer quanto. A intenção era só experimentar, mas não quero parar. Podemos combinar que quando eu ou você quisermos esses momentos, vamos fazer?
Eu sorri.
– Mais do que combinado amor. Como eu disse que aconteceria se gostasse, não se limite por causa da Diana. Você fez coisas que nem ela fez, a provoquei.
– Você me faz perder a cabeça e os limites papai. É muito amor e tesão que sinto por você.
– O mesmo filha. Agora vamos dormir que temos que sair até o meio-dia. Depois você dorme em casa.
– Tenho medo de dormir e a Diana voltar e me cortar o barato de aproveitar esse momento me lembrando de tudo.
– Ficar sem dormir você não pode, ou ela pode voltar ainda mais rápido, a consolei, mas esperando que Diana, na forma que a conhecíamos em uma personalidade diferente e com memorias próprias não voltasse.
SABADO PELA MANHÃ
Ao acordarmos quando o despertador tocou as 11 hs da manhã, minha ideia desde a noite anterior era graduar Amanda já naquele dia. Ela não acordou nem com o despertador mostrando o quanto foi intensa a noite anterior. Ao lado meu estava nua de lado e com cuidado a empurrei até que ficasse de costas com a cabeça no travesseiro.
Fui ao banheiro fazer minhas necessidades e lavar bem meu pau e quando voltei, subi na cama e passando uma perna por cima de seu corpo fiquei ajoelhado sobre sua barriga sem a tocar. Eu poderia ter uma surpresa sendo Diana quem acordasse, mas torcia ser Amanda para ter aquele final inesquecível para nossa aventura, que um dia Amanda me disse que nunca teria coragem de realizar.
Me abaixando sentei sem por peso em seu abdome e com uma mão levei meu pau entre seus peitos, mas não conseguiria os apertar só com uma mão em torno de meu pau pois eram muito grandes, então comecei a esfrega-lo para a frente quase chegando em seus lábios levemente abertos e depois para trás.
Logo ela acordou e abriu os olhos ensonada e surpresa.
– Amanda ou Diana, perguntei tirando a prova.
– Amanda papai.
Mesmo que fosse Diana ela nunca me enganaria com as vozes diferentes.
– É você mesmo quem eu quero. Hora se se formar em ser vadia. Você quer?
Ela balançou a cabeça concordando e sabendo o que fazer logo segurava em cada seio o empurrando para o centro até que envolveram meu pau. Primeiro os fodi um pouco para que ela se excitasse observando aquela cabeça chegar perto de sua boca e depois se afastar. Até que o empurrei o mais para a frente possível.
– Agora o chupe. Deixei para hoje de manhã, pois agora tenho muito esperma novamente.
Seus olhos brilharam e levantando a cabeça do travesseiro começou a chupar pouco mais da glande que era o que ficava para fora de seus seios. Naquela luz do dia sabendo que era Amanda meu tesão foi aos céus.
Para me deixar mais tarado ainda ela me olhava com seus lindos olhos verdes.
– Ohhh deus filha. Estou com muito tesão por fazer isso com você. Não vou aguentar muito. Ahhhmmmm.
Não deu nem 3 minutos e já iria gozar e ao dizer para Amanda que estava perto, apertou mais os lábios em torno de minha glande que ia em vinha para fora de seus peitos que envolviam o resto de meu pau. Diferente de Diana na primeira vez não a mandaria se deitar no travesseiro, mas só o tirar da boca e ficar com ela aberta para que meus jatos acertassem mais em seu rosto.
– Pare de chupar e o tire da boca, mas fique com ela aberta. Vou gozaaaaaaar.
O primeiro e mais forte jorro acertou logo acima do nariz entre as sobrancelhas, o segundo abaixo do nariz e acima dos lábios e do terceiro ao quinto direto em sua boca com ela mantendo a língua para fora. Os últimos mais fracos escorreram para seus seios que o envolviam.
Quando meu gozo terminou, mesmo com só dois jatos tendo acertado seu rosto foram os mais volumosos e escorria porra pelo nariz, cantos dos olhos, bochechas e lábios. O esperma da boca ela logo engoliu e provando que tinha mesmo uma vadia dentro de si, com a língua lambeu tudo que escorreu até onde alcançava e o que não alcançava passou os dedos o levando para a boca, inclusive aqueles pingos em seus seios.
Quando terminou sua cara de vadia estava decorada com o pouco de esperma que não conseguiu recolher. A queria foder sem piedade, mas precisava me recuperar e enquanto isso retribuiria o favor.
– Você agora está pós graduada em ser uma vadia.
Ela sorriu.
– Amo ser vadia para você papai. Amei o que fizemos e agora amo seu esperma.
– Como disse a Diana, esse peitos são maravilhosos demais para ficarem só para serem mamados.
– Agora você pode fode-los quando quiser papai.
– Com certeza eu vou. Agora é sua vez e quem vai deitar sou eu e você senta em meu rosto.
– Assim nunca fizemos, falou animada.
– Porque você não era ainda uma vadia.
Não demorou eu estava lambendo aquela bucetinha só sobrando meus olhos para fora debaixo de sua virilha o que a excitou como eu antes e em no máximo 5 minutos ela gozou também muito forte caindo ao meu lado. Meu pau estava duro e a queria comer na posição que faltava ainda.
– Por você me fazer comer sua bunda lá no banheiro, faltou uma posição deliciosa nessa nossa aventura inesquecível e não pode faltar. Você sabe qual é?
– De 4 papai. Também quero e desculpe atrapalhar seus planos. Se quiser foder meu bumbum assim, vou adorar.
– Você agora é definitivamente uma vadia. Não temos tempo e adorei você ter pedido para foder sua bunda lá. Adorei. Agora me deixe a ver, pois é maravilhosa nessa posição. Sempre é, mas nessa é especial.
A Fodi de 4 com toda minha energia a tendo que segurar no lugar pela cinturinha e pelo menos dessa vez ficamos quase 10 minutos curtindo, eu sua buceta deliciosa e aquela vista panorâmica eroticamente fantástica.
Estava terminada sua experimentação de ser tratada como vadia que me pediu e já tinha confessado antes que faria parte de sua vida ter outros momentos como aquele comigo. Eu estava feliz por ela ter acordado como Amanda, mas quando nos deitamos para descansar um pouco fiz uma pergunta que poderia esclarecer tudo.
– Você ainda está com os brancos de memória filha?
– Estou papai. Porque essa pergunta?
– Sei lá. Só quis saber.
Tomamos banho e só faltava o ato final daquela aventura que era Amanda desfilar com aquela roupa no Lobby do hotel cheio de gente. Ela mesma tinha lavado a calcinha, mas mesmo com o banho não parava de vazar esperma da noite anterior e daquela manhã. A provoquei ao sair do quarto.
– Hoje é uma gente diferente que vai olhar para você, mas não terá um que não terá certeza que te fodi.
– Ahhh papai. Para de me provocar, ou vou querer mais me ameaçou, mas era evidente que não era só ameaça.
Com todos nos olhando, principalmente para ela abraçada a mim, paguei a conta e deixamos o Lobby chegando ao carro, sendo o manobrista o ultimo que a cobiçou.
– Como foi filha?
– Na balada eram jovens como eu e foi menos chocante, mas aqui me senti como uma presa que todos queriam atacar. Felizmente já tenho meu homem, falou me dando um beijo antes de entrar no carro.
Foi uma longa viagem de 1 hora de volta, mas mesmo cansados conversamos muito sobre tudo, até na própria descrença de Amanda dela ser uma vadia, o que imaginou nunca ser possível.
SÁBADO A TARDE
Almoçamos em um restaurante no retorno já tarde e fomos para casa, onde Amanda decidiu descansar em sua cama, mas dizendo ter medo de dormir e Diana voltar não a deixando curtir tudo o que aconteceu nas últimas 24 horas.
Em todo caso ela foi e se tentou não dormir não conseguiu por causa do cansaço de do pouco tempo que dormimos no hotel. Ficou tudo quieto me fazendo saber que ela tinha dormido e fiquei vendo algo na TV desanimado com a possibilidade de suas personalidades não se fundirem porque Amanda tinha dormido a noite e acordado sem nenhuma mudança.
Quando eram umas 6 da tarde a escutei chorando alto e convulsivamente e preocupado corri para seu quarto, onde ela só não dormia mais. Meu pavor era que ela pudesse ter se arrependido de tudo que fez naquela noite anterior.
Cheguei lá com meu coração quase saindo pela boca pensando o pior que era eu ter dado mais um trauma a minha filha a fazendo ir contra sua natureza recatada em minha ânsia de a curar.
Amanda estava sentada na cama e me sentei a seu lado a abraçando apertado sem dizer nada, esperando que ela quisesse me contar, o que aconteceu depois de poucos minutos.
– Acabou papai, acabou, falou quase gritando.
– O que acabou filha, perguntei desesperado achando que fosse nossa relação.
– Agora eu me lembro de tudo papai. Tenho todas as memórias da Diana. Tudo desde que ela era pequena, até os momentos que teve com você. A perda de minha virgindade. São minhas memórias agora.
Quase hiper ventilei de emoção e após sair do choque com ela tendo se afastado e ficado de frente para mim, comecei as perguntas. Tinha duas perguntas importantes na mente se esse dia chegasse. A primeira mais importante ela já tinha respondido que era ter as memórias de Diana.
– E a Diana?
– É tão estranho papai. Eu não queria que ela fosse embora, pois foi o jeito dela que me deu coragem de ter você e ela não foi. Nem poderia ter ido, pois ela é parte minha. Aqui em nossa mente percebi que estamos convivendo cada uma de nós com as memórias das duas. A terapeuta explicou que isso poderia acontecer e que a maioria de pessoas que nunca tiveram o que tive, tem essa dualidade na mente, as vezes um lado querendo algo e outro não ou vice-versa. Foi bom ela me preparar, pois sei que agora sou normal.
– Que bom filha. Me conta mais sobre a Diana.
Ela sorriu para mim.
– Você não quer que ela desapareça, não é perguntou maliciosa.
– Convivo há 10 nos com ela e a amo como filha, bem antes do que fizemos.
O que aconteceu a seguir foi atordoante de tão maravilhoso.
– Também te amo muito papai e você sabe. Não fui embora, não fique triste. Agora tanto eu como a Amanda estaremos o tempo inteiro juntas com você e cada uma de nós sentirá ao mesmo tempo o que fizermos com você e vamos nos lembrar de tudo. Você não vai ficar sem sua filha mais ousada, falou sorrindo com a voz aguda de Diana.
Era Amanda, mas era também Diana com seu jeito de falar e seus trejeitos mais agitados. Era um milagre que compensava tudo o que eu, Amanda e Diana passamos. Se por muito tempo me desesperei por elas terem se dividido, naquele momento nada poderia me fazer mais feliz por as duas estarem lá em plena comunhão e sem mais aqueles brancos de memória que tanto atrapalharam suas vidas.
A abracei de novo muito apertado chorando emocionado.
– Que bom filha. Eu sentiria muita falta de seu jeito animado e extrovertido, mesmo que também adore o jeito calmo da Amanda.
– Somos uma só papai, mas com uma chavinha podendo mudar a nosso desejo. Como a Terapeuta falou, todo mundo tem isso, mas por termos vivido um tempo separadamente será mais intenso em nós.
– Seja quem seja no momento eu amo minha filha mais do que tudo em minha vida.
Quem falou a seguir foi Amanda, reconhecida de pronto por mim pela voz e trejeitos.
– Eu e a Diana agora devemos decidir se vamos juntar os sentimentos extremos das duas para sermos como todo mundo, ou os deixaremos separados, para sermos uma ou outra de acordo com o momento. O que você acha papai?
Achei que teve um pouco de malicia na pergunta de Amanda, pensando mais no sexo, mas como Amanda já tinha feito tudo que Diana fazia, dei o que ela queria.
– Se eu puder escolher, e não te atrapalhar, quero mesmo conviver com minhas duas filhas ao mesmo tempo, elas decidindo quem elas são, sem se influenciaram pelo que a outra é.
– Também prefiro assim papai. E a Diana também. Cada uma assume conforme o momento, mas com a outra participando e tendo as mesmas sensações, emoções e memórias de tudo. As duas continuando a serem suas filhas, suas mulheres, suas namoradas, suas esposas, suas amantes, suas va..... e suas tudo como você prefere dizer, falou sorrindo.
– Sou o homem mais privilegiado do mundo por ter duas filhas, duas mulheres, duas namoradas, duas esposas, duas amantes, duas vadias, duas tudo tão maravilhosas como pessoas e esculturalmente lindas e gostosas como vocês.
Nos beijamos apaixonados e no meio do beijo senti uma mudança percebendo que deixei de beijar Amanda para beijar Diana. Minha vida antes cheia de preocupações ia ser bem interessante, agitada, feliz e com muitas surpresas e novidades.
Quando nos separamos, não precisava, mas Amanda achou importante me dizer algo sobre Diana, agora que tinha suas memórias.
– Papai, preciso te dizer algo importante. Mesmo com seu jeito e roupas indecentes, a Diana não mentiu para você porquê de verdade nunca fez nada com mais ninguém. Nadinha mesmo, nem beijo. Ela é tão apaixonada por você como eu e queria só você.
Decidi responder diretamente para Diana.
– Sempre acreditei em você filha, pois nunca mentiu para mim. Me enfrentava, desafiava, resmungava, mas nunca mentiras.
Amanda sorriu e quando falou, eu estava falando com Diana.
– Obrigado por sempre ter confiado em mim papai. Nenhum pai cuidou melhor de duas filhas problemáticas como você. Você foi e será a minha paixão eterna, como sei pelas memórias da Amanda que também é a paixão eterna dela. Nisso, sempre tivemos os mesmos sentimentos.
Ficamos conversando, eu, Amanda e Diana até dormirmos abraçados em sua cama apertada. Foi nessas conversas que contei a elas sobre a conversa e o plano com a terapeuta e elas estavam tão bem e felizes em como terminou, que até me agradeceram.
Felizes nem pensamos em sexo e dormi com as duas convivendo no mesmo corpo, mas não mais isoladas uma da outra.
DOMINGO DE MANHÃ
Ao acordarmos naquela manhã de domingo Amanda estava acordada e me olhou safadinha. Depois de trocarmos um bom-dia e alguns beijinhos apaixonados ela revelou como seriam nossos momentos sexuais daquele instante em diante.
– Papai, você continuará a ter o sexo devasso com a Diana por desejo dela ou seu, mas as vezes eu Amanda, também vou querer pois adorei o que fizemos. Adorei. Porem continuo adorando o sexo romântico e safadinho de casal. Sou sua esposa recatada e romântica e a Diana sua esposa vadia, com a vantagem de uma sentir tudo o que a outra está sentindo, mas isso não é regra, pois vamos trocar de papel as vezes, mais eu vadia do que ela romântica, brincou sabendo que romance não era o estilo de Diana, nem para momentos de amor de casal.
– Será que poderei trocar de esposa enquanto transamos, perguntei brincando pois não importava mais, tendo as duas ao mesmo tempo.
– Ahhh papai. Você é muito safado. Acho que sim, mas só tentado.
– Brincadeira filhas, pois agora terei as duas. Posso dizer filhas no plural quando quiser dizer o mesmo para as duas e incluir o nome quando quero falar especificamente para uma de vocês?
– Boa ideia papai. Pode sim.
– Então lá vai a primeira. Vocês estão muito doloridas filhas? Quero muito fazer amor e foder vocês hoje, falei safado.
– Estamos um pouco papai, mas nada que nos impeça de fazer o que você está com vontade e nós também, respondeu Amanda mostrando que ela sempre seria a personalidade dominante, afinal Diana era um criação de sua mente e não o inverso.
Desde aquele momento em sua cama até o momento que dormirmos em nossa cama naquela noite o dia foi preenchido com sexo com intervalos de descanso. As vezes fazendo amor romântico e safadinho com Amanda e outras o sexo vadio com Diana.
Por sentir tudo o que Diana sentia, Amanda não quis o sexo vadio, mas as duas quiseram que eu enchesse todos seus buraquinhos de esperma romântica ou vadiamente e separadamente, mas tivemos 12 horas para isso e minha libido era alimentada por aquela mulher linda e deliciosa me oferecendo experiencias distintas, pois seus comportamentos mudavam conforme quem fazia sexo comigo.
O único momento de sexo que não dupliquei foi foder os peitos de Amanda e desta vez terminar jorrando o esperma que tinha somente em sua boca. Foi seu momento vadio do dia e eu estava adorando ela ter passado a gostar tanto de meu esperma. Se Diana não teve sua foda nos peitos, ela apareceu depois que terminei com Amanda para dizer que tinha sentido tudo e adorado.
A verdade é que nem fizemos sexo em nossa cama pouco antes de dormir pois estávamos exaustos de ter feito 7 vezes durante o dia e na manhã seguinte Amanda precisaria ir para as aulas em seu primeiro dia de vida única.
Antes de dormir ela disse que tentaria manter a amizade com os dois grupos de garotas, as vadias que eram amigas de Diana e as nerds recatadas que eram amigas de Amanda. Só o tempo poderia dizer se ela conseguiria, mas nós três dormimos aquela noite com a convicção que uma nova vida se iniciava para nós. Melhor, mais feliz, mais simples e mais unidos do que nunca porque Amanda e Diana não eram mais entidades que nunca se viam e jamais se encontravam.
ANOS SEGUINTES
Logo na primeira semana tive uma consulta com a psicoterapeuta contando tudo a deixando feliz e impressionada por não terem perdido as memorias de Diana. Ela me informou que assim que Amanda contasse a ela, iniciariam terapias de adaptação, mas que não via durarem mais de um ano até dar alta e foi o que aconteceu.
Ainda levei Diana a algumas baladas, mas com o amadurecimento ela começou a deixar de gostar desses programas e fazer mais programas normais como Amanda fazia, mas sempre em seu ritmo mais agitado e intenso.
O que fizemos foi começar a viajar tudo que não viajamos enquanto elas tinham as dificuldades de se ambientar sempre que trocavam de personalidade esquecendo onde estavam e o que a outra tinha feito.
Era muito bom podermos ser vistos como um casal de namorados onde ninguém nos conhecia. Muitos desses passeios em férias ou feriados começaram a ser as praias onde seu corpo escultural atraia a atenção me deixando enciumado, para me acalmar eu as fodia ou fazia amor até cansarmos, independente do estado de espirito dela no dia. As vezes liberava a Diana e ia com biquinis bem mais ousados e eu a fodia com eles assim que ficávamos na privacidade.
Se era um biquini mais romântico e maiorzinho, fazíamos amor, mas com Amanda pedindo bem intenso como sua mãe gostava, e as vezes até querendo se sentir vadia. Minha vida nunca foi monótona desde que começamos a fazer amor naquela noite que Diana me seduziu.
Nossa proximidade exagerada e meus cuidados protetores com Amanda era justificado por quem nos conhecia pelo problemas que Amanda teve e eu ter que ficar a seu lado para que não voltasse a ser como antes. Muitas vezes ouvi de familiares, principalmente meus pais e seus avisos que eu teria que cuidar da Amanda pela vida toda, ou ela poderia ter outro trauma e voltar a ser como era, o que nos ajudou muito para que ninguém desconfiasse.
Quatro anos depois foi muito conveniente essa aceitação, pois sendo minha tudo, Amanda e Diana se tornaram mãe de nossa primeira filha e de mais uma 2 anos depois e a justificativa que Amanda deu foi que ela queria ser mãe e decidiu ser mãe solo, mas esperta já vinha preparando seus avós e familiares desde que decidimos que ela seria mãe de nossos filhos.
O sexo com elas durante as duas gravidezes foi eletrizante pois elas pareciam duas mulheres diferentes, com suas libidos aumentadas pela gravidez querendo muito mais sexo. Tive que as controlar um pouco para dar conta, mas minha libido também subiu com as delas por ter engravidado minha filha, o que é muito, muito excitante a aproveitei muito em cada momento da gravidez com sua barriguinha crescendo e também seus peito já enormes.
Os partos foram tranquilos, as meninas lindas parecendo com ela, moreninhas de olhos verdes me deixando feliz e principalmente saudáveis. Tão saudáveis que se esbaldavam com o leite fértil da mamãe, mas sempre sobrando para o papai, porque nada mais emocionante, intimo e erótico do que mamar o leite da própria filha após ela dar a luz a sua filha.
Trabalhando em casa na maioria do tempo sou um pai muito participativo e presente, como fui para Amanda principalmente após sua mãe nos deixar e por sentir falta de sua mãe ela batizou a primeira filha com o nome dela. – Samanta.
Se tornar mãe foi a desculpa perfeita para Amanda ser a dona de casa e esposa devotada que queria ser, mas ela libera a Diana que adora apoiar ONGs que cuidam de crianças com problemas psicológicos, quando as meninas deixam, pois Diana é uma mãe tão maravilhosa como Amanda.
Dez anos se passaram e Amanda está com 26 anos e eu 45 e é a mulher mais versátil e apaixonável do mundo, pois além de sua beleza estonteante tem uma personalidade gentil e generosa com os outros independentemente de ser Amanda ou Diana. Elas amam estar juntas e ter essa dualidade inseparáveis e adoro o privilégio de ter uma mulher que uma hora pode ser uma casta garota romântica e momentos depois uma vadia deliciosa.
Final