Minha Mãe Professora se Tornou uma Puta Parte 14 - Eu , Allan , minha mãe e o pacto de segredo.

Um conto erótico de ThomasCelt
Categoria: Heterossexual
Contém 12658 palavras
Data: 27/03/2026 02:41:19
Assuntos: Heterossexual

No dia seguinte, finalmente sexta-feira, acordei antes do despertador, por volta das 5:00. Não consegui dormir direito a noite inteira. Fiquei revirando na cama, lembrando de tudo: o plug anal brilhando no cuzinho dela, a mão quase inteira enfiada na buceta que eu já tinha penetrado, os gemidos safados enquanto olhava o celular. Meu pau endurecia só de lembrar.

Levantei, fui para a cozinha e comecei a fazer café. Coloquei água para ferver, peguei o pó, abri a janela para entrar o ar fresco da manhã. Estava mexendo o açúcar quando ouvi o barulho de passos descalços no corredor.

Ela apareceu.

Estava usando uma camisola fina de algodão branca, curtíssima, que mal cobria a metade das coxas. Era evidente que não tinha nada por baixo: os mamilos rosados marcavam o tecido com clareza, e a cada passo a barra da camisola subia, mostrando a curva inferior da bunda enorme e redonda. O cabelo loiro estava solto e bagunçado, ainda com cara de sono, mas o corpo já parecia acordado os seios pesados balançavam livres, as coxas grossas roçavam uma na outra.

Ela parou na entrada da cozinha, esfregou os olhos e deu um sorriso cansado.

— Bom dia… — murmurou, voz ainda rouca.

— Bom dia — respondi, tentando manter a voz normal.

Ela se aproximou da bancada, pegou uma xícara e serviu o café rapidamente. Quando se esticou para pegar uma colher no armário alto, a camisola subiu quase até a cintura, revelando a bunda nua por completo redonda, pesada, com marcas leves de dedos que eu mesmo tinha deixado na noite anterior. A buceta apareceu por um instante entre as coxas, ainda um pouco inchada.

Ela tomou o café em pé, rápido, quase engolindo. Não sentou. Estava claramente com pressa.

— Hoje eu preciso chegar mais cedo — disse ela, sem me olhar direito. — Vou conversar com a coordenadora Marli antes da aula. Explicar melhor sobre ontem… pedir desculpas pessoalmente. Não quero mais problemas de faltas.

Ela terminou o café em poucos goles, lavou a xícara na pia e foi para o quarto se arrumar. Voltou uns dez minutos depois já vestida para o trabalho: blusa social clara, calça jeans justa que marcava a bunda enorme, cabelo preso num rabo de cavalo alto. Ainda dava para ver as marcas roxas no pescoço, mesmo com uma camada fina de maquiagem.

— Vamos? — perguntou ela, pegando a bolsa.

Saímos de casa juntos. O ar da manhã estava fresco, mas eu sentia calor só de andar ao lado dela. No caminho até o ponto de ônibus, ela seguia na frente. A calça jeans abraçava a bunda de forma quase obscena, balançando a cada passo. Eu ia do seu lado notando a cada homem que passava por nós torcendo o pescoço para observar sua bunda.

Chegamos no ponto em silêncio. O ônibus estava vindo. Nenhum de nós falou muito durante o trajeto só frases curtas sobre o dia, sobre o trânsito. Mas o ar entre nós estava carregado.

O ônibus chegou lotado, como era comum naquele horário. Paula subiu primeiro, passando o cartão com dificuldade no meio da multidão. Eu entrei logo atrás.,

Assim que subi o degrau, o ônibus deu uma leve arrancada e meu corpo foi jogado para frente. Meu pau que já estava meio duro desde que saímos de casa roçou direto na bunda dela. A calça jeans justa não escondia nada. Senti a carne macia e pesada da bunda enorme pressionando contra mim. Tentei me afastar um pouco, mas não havia espaço. O ônibus estava naqueles dias absrudamente cheio.

Paula se segurou numa barra alta, corpo virado de lado. Eu fiquei colado na lateral da coxa e na curva da bunda, sem escolha. A cada freada, a cada curva, meu pau roçava mais firme contra o quadril seu quardril. A ereção cresceu rápido, latejando contra o tecido da calça e contra ela. Ela não disse nada, só respirava um pouco mais fundo, olhando para frente.

Conseguimos nos deslocar devagar até o meio do ônibus, onde havia um pouco mais de espaço. Foi nesse momento que eu vi e meu coração acelerou

Caio.

Ele estava encostado numa das barras verticais, olhos vermelhos, cara de quem ainda não tinha dormido direito. Quando nos viu, especialmente minha mçae, o rosto dele mudou. Não veio com o sorriso torto de sempre. Veio seco, quase frio.

— E aí — disse ele, voz baixa.

Paula virou o rosto para ele. O tom dela também saiu seco, distante.

— Oi, Caio.

Ele se aproximou um pouco mais, mas não colou o corpo como fazia antes. Ficou a uns vinte centímetros dela.

— Você não respondeu minhas mensagens ontem — falou ele, direto, sem rodeios.

— Eu tava ocupada — respondeu ela, voz neutra, quase cortante.

Caio deu uma risadinha curta, sem graça.

— Ocupada… tá. Entendi.

Eu fiquei bem do lado deles, segurando a mesma barra, ouvindo tudo. Mas agora a tensão no ar era outra.

Caio quebrou o silêncio de novo, voz baixa:

— Então… a gente se vê mais tarde ou não?

— Não tenho aula na sua turma dia de hoje— respondeu Paula.

Ele assentiu, sem insistir. Não tentou encostar nela, não fez piadinha, não chamou de “Paula” ou “gata”. Só ficou ali, quieto, olhando para o nada.

Caio olhou para nós dois por um instante, notou a proximidade, mas não disse nada. Virou o rosto para a janela, expressão fechada.O ônibus seguiu sacolejando, lotado.O clima estava completamente diferente.

O ônibus parou no ponto do curso. As portas abriram com um chiado. Minha mãe desceu primeiro, eu logo atrás. Caio desceu pela mesma porta, mas ficou um passo atrás de nós.

Ele olhou para Paula, voz baixa e seca:

— Tchau.

Depois virou o rosto para mim. O olhar era frio, quase hostil.

— Até mais, filhinho — disse ele, sem qualquer tom de deboche ou brincadeira. Apenas seco.

Sem esperar resposta, Caio virou as costas e começou a andar na direção contrária à do prédio da escola. Não entrou conosco. Foi embora pela rua oposta, mochila pendurada num ombro só, gingado lento desaparecendo na esquina.

Eu estranhei na hora. Ele estava no mesmo ônibus que nós, bem cedo, mas não veio para a escola. Foi para o lado oposto. Aquilo não fazia sentido.

Minha mãe e eu caminhamos até a porta do prédio. Estava muito cedo ainda nem eram 7h20. A escola estava quase vazia. Poucos alunos espalhados pelo pátio, alguns funcionários abrindo as salas. Não tinha ninguém na porta principal como de costume. Nem Allan, nem Diogo, nem o habitual movimento de abraços e conversas.

Paula ajustou a bolsa no ombro.

— Vou direto pra sala da coordenação conversar com a Marli. A gente se vê depois, tá?

— Tá bom — respondi.

Ela seguiu pelo corredor principal em direção à administração. Eu fui para a sala de aula habitual, a 112. A sala estava completamente vazia. Sentei na minha carteira de sempre (terceira fileira) e fiquei esperando o professor chegar. O silêncio era estranho. Só o barulho distante de portas abrindo e fechando em outras salas.

Por volta das 7h55, Diogo e Allan finalmente apareceram.

— E aí, mano — disse Diogo, sentando na frente.

Allan jogou a mochila na carteira e se virou para mim.

— Cadê a Professora Paula hoje? Não vi ela na porta de novo. Tá doente outra vez?

Eu dei de ombros.

— Ela veio, mas foi direto falar com a coordenadora. Acho que vai repor a aula de ontem.

Allan fez uma careta de decepção.

— Puta merda… de novo sem o abraço de bom dia. Tá difícil, hein?

Diogo riu baixo.

— É, tá sumida essa semana. Espero que ela apareça logo.

A aula começou normalmente. Professor de Matemática entrou, começou a explicar equações. O dia seguiu calmo e rotineiro. Eu tentava prestar atenção, mas minha cabeça voltava o tempo todo para casa, para a imagem dela.

No intervalo, Allan se aproximou de mim na copa.

— Sexta-feira hoje, né? — disse ele, sorrindo. — Que tal fazer alguma coisa mais tarde? Pode ser na tua casa, na minha, podemos sair sei lá. A gente chama mais gente podemos beber , comer .

Eu pensei por um segundo. Em casa estaria só eu e minha mãe , e o clima continuava estranho. Melhor sair.

— Pode ser sim um rolê — respondi.

Allan abriu um sorriso grande.

— Beleza! Vou avisar o Diogo. Vai ser foda.

O resto da manhã passou devagar. Aulas normais. No fim da manhã, quando o sinal tocou, eu juntei minhas coisas e fui para a entrada do prédio esperar minha mãe com Diogo e Allan.

Encostado na parede da lateral do muro da entrada Allan continua a falar animado.

— Hoje a gente faz o que mais tarde? Tá sexta-feira, cara. Tem que rolar alguma coisa .Pode ser na tua casa ? A gente pede pizza, joga um FIFA…

Eu neguei na hora.

— Na minha casa não dá hoje. Vamos deixar pra outro dia.

Allan fez uma cara de decepção, mas não insistiu muito.

— Ou melhor ainda: pode ser na minha casa. Meu condomínio é top, tem piscina, churrasqueira, área de lazer. A gente pode beber uma cerveja, comer umas coisas boas… fica bem melhor que ficar preso no teu apartamento. O que acha?

Enquanto conversávamos, chegamos à conclusão de que iríamos para o condomínio de Allan. Era de alto padrão, com piscina grande, área gourmet e quase ninguém para incomodar. A ideia era beber, comer besteira, jogar videogame e relaxar. Eu acabei aceitando. Qualquer coisa era melhor do que ficar lá em casa.

Estávamos combinando os detalhes quando minha mãe apareceu na entrada do prédio.

Ela vinha caminhando com a bolsa no ombro, cabelo loiro preso em rabo de cavalo, blusa social clara e calça jeans justa marcando a bunda enorme. Assim que nos viu, abriu um sorriso.

— Oi, meninos!

Allan foi o primeiro a abrir os braços.

— Professora Paula! Finalmente!

Ela deu o abraço de sempre em Allan apertado, demorado, mão dele descendo pelas costas até quase a cintura. Depois foi a vez de Diogo, que também aproveitou o momento, apertando ela contra o corpo. Os dois tinham aquele olhar malicioso de sempre, mas Paula retribuiu normalmente, rindo baixo.

Quando terminou os abraços, ela se virou para mim.

— Filho, hoje eu vou ficar até o final da tarde. Tenho que repor a aula que faltei ontem e ainda vou ficar para uma reunião com a coordenação. Pode ir sozinho pra casa, tá? Não precisa me esperar.

Por um momento gelei imaginando se não era alguma desculpa, mas só assenti, tentando não demonstrar nada.

— Beleza. Qualquer coisa me liga.

Ela tocou meu ombro de leve, deu um sorriso rápido e se despediu dos dois:

— Até mais, meninos. Se comportem.

Ela voltou pelo corredor em direção à ala administrativa, bunda balançando na calça jeans. Allan e Diogo ficaram olhando até ela sumir na curva do corredor.

Allan soltou um suspiro longo.

— Vamos embora então. Adiantar que mais tarde vai ser foda.

Me despedi deles e comecei a andar em direção ao ponto de ônibus.O dia seguia. E o plano para o início da noite já estava definido: casa do Allan, piscina, bebida e comida.

Mas eu não conseguia parar de pensar no que poderia estar acontecendo com ela enquanto isso.

Cheguei em casa por volta das 13h30. A casa estava silenciosa. Fiz as coisas habituais do dia a dia: guardei a mochila, troquei de roupa, preparei um almoço simples (arroz, feijão e ovo frito) e comi sozinho na cozinha. Depois lavei a louça, arrumei um pouco a sala e fui para o meu quarto.

Mas a curiosidade não me deixava em paz.

Entrei no quarto da minha mãe. A cama ainda estava desarrumada desde a noite anterior. Abri a gaveta da mesinha de cabeceira, depois a gaveta da cômoda, procurando discretamente. No fundo de uma das gavetas de lingerie, dentro de uma pequena caixa de joias velha, encontrei.

O plug anal.

Era prateado, com uma joia rosa brilhante na base. Quando peguei na mão, percebi que era bem maior do que eu imaginava. Não era daqueles pequenos e discretos era grosso, com um bulbo considerável, claramente feito para dar sensação forte. Meu pau endureceu na hora só de segurar o objeto que tinha estado enfiado no cuzinho dela na noite anterior.

Fiquei excitado imaginando: ela de quatro, gemendo, com esse plug grosso abrindo o cuzinho enquanto enfiava quase a mão na buceta. O tamanho dele me deixou ainda mais louco. Guardei o plug de volta exatamente onde estava, fechei a gaveta e saí do quarto com o coração acelerado e o pau latejando dentro da bermuda.

Passei o resto da tarde jogando no Play 5, tentando distrair a cabeça. O tempo foi passando devagar.

Já eram 17h e minha mãe ainda não tinha aparecido. Nem mensagem, nem ligação. Eu comecei a ficar preocupado. Peguei o celular e mandei:

“Já tá indo pra casa? Tudo bem?”

A resposta veio uns minutos depois, seca e curta:

“ Ainda tô na escola, já fiz a reposição. A reunião atrasou. Depois te falo.”

Nada de “beijo”, nada de explicação detalhada do que aconteceu. Só isso.

Olhei o relógio. Já estava na hora de ir para a casa do Allan. Chamei um Uber e saí.

Cheguei no condomínio de Allan por volta das 18h20. Era um lugar de alto padrão: portaria com segurança, jardins bem cuidados, prédios modernos. O Uber me deixou na entrada da área gourmet, que ficava na parte comum do condomínio.

Allan e Diogo já estavam lá.

Allan estava impressionante. Usava uma regata branca justa que marcava o peito largo, os ombros definidos e os braços musculosos. O suor da tarde ainda brilhava um pouco na pele branca. O cabelo loiro estava levemente bagunçado, dando um ar ainda mais atraente.

Ele sorriu ao me ver.

— E aí, filhinho! Chegou! — disse ele, dando um abraço forte, batendo nas minhas costas.

Diogo estava mais casual, de camiseta preta e short, sorrindo também.

— Beleza, mano. Chegou na hora certa.

A área gourmet estava perfeita para o rolê: mesa grande já com várias garrafas de cerveja, refrigerante, salgadinhos e copos. Allan tinha pedido pizzam três grandes já estavam chegando. Havia também uma churrasqueira pronta para ser usada mais tarde.

Allan abriu uma cerveja e me entregou.

— Hoje a gente relaxa de verdade. Sem pressão, sem escola, sem nada. Bebe aí.

Eu peguei a cerveja, sentei numa das cadeiras confortáveis e tentei entrar no clima. Allan estava animado, falando alto, contando piadas, flexionando os braços de brincadeira enquanto falava. Diogo estava mais tranquilo, rindo das bobagens do amigo.

Mas minha cabeça não parava de voltar para casa.

Minha mãe ainda não tinha chegado, eu tinha saído sem avisá-la justamente para quando ela chegasse em casa me mandar mensagem perguntando onde era que eu estava.

A o fim de tarde virou noite e o clima na área gourmet ficou cada vez mais animado. Bebemos várias cervejas, abrimos uma garrafa de vodka com refrigerante e começamos a jogar Uno. A mesa estava cheia de copos, garrafas e pedaços de pizza.

Allan, como sempre, se destacava, ele ria alto, provocava todo mundo e contava as melhores histórias. Ele era o centro das atenções sem esforço.

Em determinado momento, Allan chamou dois amigos dele do condomínio que estavam passando por ali:

— Ei, Caique! Mateus! Vem cá

Caique era moreno, cabelo cacheado bem cuidado, corpo definido de quem malha, sorriso fácil e jeito de quem fala com todo mundo. Usava uma camisa polo preta e bermuda. Mateus era mais alto e magro, pele clara, cabelo castanho escuro, óculos de grau e um ar mais tranquilo, mas também bem humorado. Vestia uma camiseta básica cinza e short jeans. Todos dois eram da nossa mesma faixa de idade.

Os dois se juntaram à mesa. Em menos de meia hora, nós quatro (eu, Allan, Diogo, Caique e Mateus) já estávamos conversando como se nos conhecêssemos há anos. O papo fluiu fácil: futebol, memes, histórias da escola e, principalmente, meninas.

Allan era o que mais se destacava. Ele contava casos de pegação com detalhes, rindo enquanto descrevia como conseguia abordar garotas na piscina do condomínio ou em festas. Caique também entrava na conversa, falando de uma menina que ele estava ficando no prédio ao lado. Mateus era mais reservado, mas ria bastante e soltava umas piadas boas.

Diogo e eu éramos os mais quietos no assunto. Eles sabiam que nós dois ainda éramos virgens (pelo menos era o que achavam). Diogo ficava vermelho quando o assunto esquentava. Eu só ria, bebia mais um pouco e fingia que estava tudo normal.

Mas secretamente, eu carregava algo que ninguém ali poderia imaginar: eu tinha transado com a minha própria mãe. A mesma mulher que eles babavam e desejavam.

Quanto mais bebíamos, mais animados ficávamos. Já eram quase 21h quando eu olhei o celular e percebi o horário.

Abri o WhatsApp. Nenhuma mensagem dela. Nem “onde você tá?”, nem “já chegou em casa?”. Nada.Estranhei. Normalmente, mesmo quando estava brava, ela mandava alguma coisa.

Allan percebeu que eu olhei o celular.

— E aí, tá tudo bem? — perguntou ele, já um pouco alterado pela bebida.

— Tô de boa — respondi, guardando o celular. — Só vendo as horas.

A conversa continuou animada. Allan contou mais uma história absurda de pegação, Caique riu alto, Mateus provocou ele. Diogo e eu bebíamos junto, rindo, entrando no clima. O álcool estava fazendo efeito eu me sentia mais leve, mais solto, realmente me divertindo .

Enquanto isso, na área gourmet do condomínio de alto padrão, a noite seguia quente, cheia de risada, bebida e papo de macho. Allan, com a regata colada no corpo suado, continuava sendo o destaque contando histórias, fazendo todo mundo rir, sendo o cara mais viril e confiante da mesa.

Eu bebia mais uma cerveja, ria das piadas, mas de vez em quando olhava o celular, esperando uma mensagem que não chegava.

O tempo foi passando a conversa estava rolando solta, todo mundo já bem alterado pela bebida. Allan, com a regata colada no corpo suado, segurava uma latinha de cerveja e, de repente, soltou um sorriso malicioso:

— Mano, falando sério… a mãe do Lucas é foda, né? A professora Paula… puta que pariu. Se eu tivesse uma mãe assim, eu não saía de casa nunca.

Os outros riram. Diogo quase cuspiu a cerveja. Caique e Mateus arregalaram os olhos, curiosos.

Eu tentei levar na esportiva, sorrindo torto.

— Para de falar merda, Allan.

Allan não parou. Continuou zuando:

— Não, sério! Imagina acordar todo dia e ver aquela bunda enorme na cozinha? Eu ia fingir que tava doente todo dia só pra ficar em casa.

Todo mundo caiu na gargalhada. Eu ri junto, mas estava forçando. O álcool ajudava a disfarçar o desconforto.

Caique, já bem bêbado, inclinou o corpo para frente.

— Caralho, ela é tão gostosa assim mesmo? Tipo… milf nível hard?

Mateus, mais quieto até então, entrou na conversa:

— Eu já peguei uma coroa de uns 40 e poucos anos. Era milf pra caralho, corpo bom, experiente… mas nada demais não.

Allan soltou uma gargalhada alta e balançou a cabeça.

— Mateus, para de sonhar, cara. A professora Paula dá mil a zero em qualquer milf que você já viu na vida. Aquela bunda, aqueles peitos… é outro nível. Se eu pudesse dar só uma… mano, eu morria feliz.

Caique e Mateus ficaram visivelmente mais curiosos. Caique até se inclinou mais para mim:

— E aí, Lucas? Como é ter uma mãe dessas em casa? Tu já viu ela pelada ou algo assim?

O clima ficou pesado de repente. Eu senti o rosto esquentar. Tentei cortar o assunto rápido:

— Galera, para com isso. Ela é minha mãe, porra. Vamos falar de outra coisa.

Allan percebeu que eu me incomodei de verdade. Ele levantou a mão, rindo, mas mudou o tom:

— Tá bom, tá bom. Brincadeira, filhinho. Relaxa. Vamos falar de outra coisa.

Ele desviou o assunto habilmente, começando a falar sobre um jogo de futebol que ia rolar no fim de semana. Todo mundo seguiu o fluxo, mas o clima ficou um pouco mais leve depois disso.

Já eram quase 22h. O condomínio estava começando a esvaziar. Caique e Mateus se despediram, dizendo que tinham que voltar pra casa. Diogo também resolveu ir embora.

Ficamos só eu e Allan na área gourmet. Eu estava levemente alterado, a cabeça girando por causa da bebida. Olhei o celular. Nenhuma mensagem de minha mãe. Nem uma ligação. Já passava das 22h e ela ainda não tinha dado notícia.

Sem pensar muito, resolvi ligar para ela. O telefone chamou várias vezes. Quando atenderam, não foi a voz dela.

Era uma voz masculina, grossa e impaciente:

— Alô?

Eu gelei.

— …Quem tá falando? — perguntei.

O homem bufou do outro lado.

— Olha, a dona aqui tá passando mal pra caralho. Ela tá num restaurante, bebeu demais, fez escândalo. Eu tô tentando fechar o lugar e ela não quer sair. Se ela não se acalmar, vou ter que jogar ela na rua. Você é quem?

Meu estômago revirou. Allan, que estava ao meu lado, percebeu que algo estava errado e ficou quieto, olhando para mim.

Eu respirei fundo, tentando manter a voz firme.

— Sou o filho dela . O que aconteceu exatamente?

O homem continuou, irritado:

— Ela chegou aqui com uns caras, bebeu pra caralho, agora tá quase desmaiando na mesa. Se você não vier buscar ela, eu vou chamar a polícia ou jogar ela pra fora. Escolhe.

A ligação ficou muda por um segundo enquanto eu processava.

Allan franziu a testa.

— Que foi, mano? Tá tudo bem?

Eu não respondi imediatamente. Só olhei para o celular, sentindo o álcool e o pânico se misturarem no peito.

Eu respirei fundo, tentando manter a voz firme apesar do álcool e do pânico.

— Me passa o endereço aí, por favor. Eu vou buscar ela agora.

O homem do outro lado resmungou, mas acabou passando o nome do restaurante e o endereço completo. Era um lugar não muito longe, uns 25 minutos de carro. Anotei rapidamente no celular.

Quando desliguei, Allan estava me olhando sério, sem o sorriso de antes.

— Que foi, mano? Aconteceu alguma coisa?

Eu passei a mão no rosto, ainda processando.

— Minha mãe tá num restaurante… passando mal. O cara que atendeu o celular dela disse que ela bebeu demais, tá fazendo escândalo e ele quer fechar o lugar. Se eu não for buscar, ele vai jogar ela na rua.

Allan ficou em silêncio por uns segundos. A expressão dele mudou completamente. Ele não parecia mais o cara zoando e confiante de minutos atrás. Estava claramente preocupado.

— Caralho… não imaginava a professora Paula assim — murmurou ele, balançando a cabeça. — Ela sempre parece tão… controlada na escola.

Eu olhei para ele, desesperado e meio bêbado.

— Allan… você tá de carro hoje, né? Mesmo estando meio bebado… você consegue dirigir? Eu também tô alterado, mas não consigo esperar um Uber agora. Preciso ir buscar ela.

Allan hesitou por um segundo, mas depois assentiu.

— Beleza. Eu dirijo. Vamos agora. Não vou deixar você ir sozinho nesse estado.

Ele pegou subiu até o apartamento pegou as chaves do carro e nós dois saímos rápido da área gourmet. Entramos no carro de alguém da família dele um Gol branco bem cuidado. Allan ligou o motor e saiu do condomínio.

Dentro do carro, o clima era tenso. Allan dirigia com cuidado, mas dava para ver que ele também estava preocupado. O silêncio durou uns dois minutos até ele falar:

— Mano… ela tá mesmo mal assim? Tipo, bebendo pesado? Eu sempre achei que ela fosse mais… séria.

Eu olhei pela janela, voz baixa.

— Ela tá mudando ultimamente. Chegando tarde, bebendo… eu não sei mais o que tá acontecendo com ela.

Allan apertou o volante, pensativo.

— Porra… e você tá aguentando isso sozinho? Se precisar de ajuda, fala comigo, tá? A gente é amigo.

Eu assenti, mas não disse mais nada. Meu peito estava apertado. Parte de mim queria contar tudo as mensagens, o plug, o que eu tinha feito com ela , mas outra parte sabia que não podia.

O trajeto durou uns 20 minutos. Allan dirigia em silêncio na maior parte do tempo, só perguntando de vez em quando se eu estava bem. Eu respondia seco, olhando o celular o tempo todo, esperando outra mensagem que não vinha.

Quando chegamos no restaurante, o lugar já estava com as luzes internas quase todas apagadas. Era um bar-restaurante simples, com mesas na calçada. O homem que tinha atendido o telefone estava na porta, parecendo irritado.

Allan estacionou e nós dois descemos rápido.

O homem nos viu e apontou para dentro.

— Ela tá ali no canto. Tenta tirar ela daqui logo, por favor. Eu preciso fechar.

Entramos. Paula estava sentada numa mesa no fundo, cabeça apoiada nos braços, quase deitada sobre a mesa. A blusa social estava aberta, o cabelo loiro bagunçado, maquiagem borrada. Ela mal se mexia.

Allan parou por um segundo, claramente chocado ao ver a professora dele naquele estado.

Eu me aproximei dela e toquei seu ombro.

— Mãe… sou eu. Vamos pra casa.

Ela levantou a cabeça devagar, olhos vermelhos e desfocados. Olhou para mim, depois para Allan, e murmurou algo incoerente.

Allan se aproximou do outro lado, ajudando a sustentá-la.

— Calma, professora. A gente vai te levar pra casa.

Juntos, nós dois a colocamos de pé. Ela mal conseguia andar sozinha. O cheiro de álcool era forte. Allan e eu a carregamos até o carro, um de cada lado, praticamente arrastando ela até o banco de trás.

Enquanto colocávamos ela no carro, Allan olhou para mim com uma expressão séria e preocupada que eu nunca tinha visto nele.

— Mano… isso tá sério, hein?

Eu só assenti, fechando a porta do carro.

Allan ligou o motor e nós saímos do local, levando Paula para casa.

O silêncio dentro do carro era pesado. Minha mãe dormia (ou desmaiava) no banco de trás. Allan dirigia concentrado. Eu olhava pela janela, sentindo o peito apertado.

A noite, que tinha começado como um rolê tranquilo, tinha virado um resgate.

No meio do caminho, o celular de Allan tocou. Ele olhou o visor e fez uma careta.

— Merda… são meus pais.

Ele atendeu no viva-voz, tentando manter a voz firme apesar do álcool.

— Alô?

A voz da mãe dele saiu alta no carro:

— Allan, onde você está com o carro a essa hora? Já são quase 22h30!

Allan respondeu rápido:

— Relaxa, mãe. Eu tô ajudando um amigo que tá com problema. Vou levar ele pra casa e já volto. Não vai demorar.

A mãe resmungou mais um pouco, mas acabou aceitando. Allan desligou e soltou um suspiro.

Eu fiquei aprensivo. Allan estava visivelmente alcoolizado olhos um pouco vermelhos, fala mais lenta, dirigindo com cuidado exagerado.

Ele olhou para mim e sorriu torto.

— Relaxa, mano. Meus pais são chatos pra caralho.

Pouco depois, Allan parou o carro em um posto de gasolina.

— Vou comprar mais bebida — disse ele, já abrindo a porta. — A gente continua na tua casa. Tem que relaxar depois dessa merda toda.

Eu tentei impedir:

— Allan, não precisa. Só leva a gente pra casa.

Ele balançou a cabeça, teimoso.

— Não, cara. A gente precisa beber mais um pouco pra aliviar a cabeça. Ela só tá de porre. Amanhã ela acorda bem. Confia em mim.

Ele desceu e voltou minutos depois com uma sacola cheia: mais cervejas, uma garrafa de vodka e um energético. Colocou tudo no banco de trás, ao lado de minha mãe, que continuava desmaiada.

Eu insisti mais uma vez:

— Allan… por favor. Não conta pra ninguém o que viu hoje. O emprego dela é importante. Se alguém da escola souber que ela tá assim… pode foder tudo pra ela.

Allan olhou para mim sério por um segundo, depois assentiu.

— Pode deixar. Eu juro que não falo nada pra ninguém. Nem pro Diogo, nem pros outros. Hoje não aconteceu nada. Relaxa.

Ele estendeu a mão. Eu apertei, selando o acordo.

Chegamos no nosso prédio. Allan estacionou na rua. Juntos, nós dois tiramos Paula do carro. Ela estava não estava completamente mole como no dia anterior, estava com pernas bambas e cabeça pendendo. Allan segurou ela por debaixo dos braços, eu pelas pernas. Enquanto a carregávamos para o elevador, Allan aproveitou para segurar ela de forma mais íntima do que o necessário uma mão descendo um pouco pela cintura, roçando a lateral da bunda.

— Caralho… ela é pesada mesmo — disse ele, mas o tom tinha uma segunda intenção clara. Ele apertou levemente a carne da cintura dela enquanto entrávamos no elevador.

Chegamos no apartamento. Abrimos a porta e colocamos Paula no sofá da sala. Ela ficou por um tempo ereta depois foi caindo de lado, pernas abertas ainda de calça jeans, um seio quase saindo da blusa.

Allan ficou olhando para ela por um segundo a mais do que deveria, depois pegou a sacola de bebidas.

— Vou guardar isso na geladeira — disse ele, indo para a cozinha.

Allan voltou da cozinha com duas cervejas geladas na mão. Abriu uma e me entregou, depois se sentou no sofá ao lado de Paula.

Ela estava deitada de lado no sofá, ainda vestida com a roupa que tinha ido trabalhar de manhã: blusa social clara (agora bem amassada e com alguns botões abertos) e a calça jeans justa que marcava a bunda enorme. A maquiagem estava borrada, o rabo de cavalo loiro quase desfeito, e as marcas roxas no pescoço apareciam claramente.

Paula murmurou algo incoerente, mexendo a cabeça devagar. Os olhos dela se abriram um pouco, mas ainda estavam vidrados e pesados.

— …onde… tô? — balbuciou ela, voz rouca e pastosa.

Allan se inclinou para frente, preocupado mas também curioso.

— Ei, professora… tá acordando? Toma aqui, vai te ajudar.

Ele pegou uma latinha de energético que tinha comprado no posto e tentou entregar para ela.

— Bebe um pouco disso. Vai te dar um gás.

Paula tentou sentar, mas o corpo não obedecia direito. Ela se apoiou no braço do sofá, piscando devagar, olhando para Allan sem realmente focar.

— Não… quero… — murmurou ela, afastando a latinha com a mão trêmula.

Eu me levantei da poltrona.

— Deixa que eu faço um café pra ela. Café forte pode ajudar mais.

Fui até a cozinha, coloquei água para ferver e preparei um café bem forte. Enquanto esperava, ouvia Allan falando com ela na sala, voz mais baixa:

— Calma, Professora Paula. A gente te trouxe pra casa. Você bebeu demais no restaurante. Agora relaxa.

Minha mãe murmurou mais alguma coisa, ainda confusa, tentando ajeitar a blusa que estava aberta no colo. A calça jeans continuava marcando as coxas grossas e a bunda, mas ela parecia não ter noção de como estava.

Voltei para a sala com uma xícara grande de café quente. Entreguei para ela.

— Toma, mãe. Bebe devagar.

Paula segurou a xícara com as duas mãos, tremendo um pouco. Tomou um gole pequeno, fez uma careta por causa do amargo, mas continuou bebendo. Os olhos dela ainda estavam vermelhos e inchados, o rosto pálido.

Allan ficou sentado ao lado dela, observando tudo em silêncio. Ele não tirava os olhos dela especialmente do decote da blusa e da forma como a calça jeans apertava as coxas. Havia uma mistura de preocupação genuína e aquele interesse safado que ele nunca conseguia esconder completamente.

Paula tomou mais alguns goles de café, depois encostou a cabeça no encosto do sofá, respirando fundo.

— …obrigada — murmurou ela, voz ainda fraca.

Allan tomou mais um gole da cerveja dele e olhou para mim, como se esperasse que eu dissesse alguma coisa.

Allan e eu voltamos a beber. Ele abriu mais duas cervejas e me entregou uma. Sentei no meio do sofá, entre ele e Paula. Ela ainda estava grogue, mas começava a se mexer mais, segurando a xícara de café com as duas mãos.

De repente, Paula murmurou, voz arrastada:

— …quero ouvir música… coloca uma música aí…

Allan olhou para mim, depois para ela, e deu de ombros.

— Pode ser. Qual você quer?

Paula pegou o celular dela com dificuldade, abriu o Spotify e escolheu uma playlist de funk e pop agitado. Colocou para tocar no som da sala. A batida forte começou a ecoar pelo apartamento.

Ela tomou mais um gole do café, mas logo depois esticou a mão na direção da cerveja de Allan.

— Me dá um pouco… só um gole…

Eu intervim rápido:

— Não, mãe. Você já bebeu demais hoje. Melhor não.

Allan hesitou, mas acabou entregando a latinha para ela mesmo assim.

— Só um pouquinho, professora. Pra dar uma animada.

Paula pegou a cerveja e tomou um gole grande, quase engasgando. Depois riu, um riso bêbado e solto, balançando a cabeça no ritmo da música. Ela parecia animada, mas claramente estava perdendo a consciência de novo os olhos piscavam devagar, o corpo balançava levemente no sofá, a voz saindo embolada.

— Essa música é boa… eu gosto… — murmurou ela, sorrindo torto, a cabeça pendendo para o lado.

Allan riu baixo, olhando para ela.

— Tá vendo? Ela tá melhorando.

Eu fiquei tenso, mas não disse nada. Paula continuou bebendo devagar, cantando baixinho a música, o corpo se mexendo no sofá de forma descoordenada. A blusa social estava aberta no primeiro botão, revelando parte do colo marcado. A calça jeans apertava as coxas grossas. Ela parecia uma mistura de animada e prestes a apagar de novo.

Depois de alguns minutos, Paula colocou a latinha na mesa de centro com dificuldade e se levantou cambaleando.

— Vou… no banheiro… tomar um banho… pra ver se melhora… — disse ela, voz grogue e arrastada.

Ela deu dois passos instáveis em direção ao corredor. Eu me levantei rápido para ajudá-la, mas ela fez um gesto com a mão, como se dissesse que conseguia sozinha.

— Eu consigo… — murmurou.

Paula seguiu pelo corredor, segurando na parede para não cair, a bunda enorme balançando na calça jeans enquanto andava com dificuldade.Assim que ela desapareceu dentro do banheiro e fechou a porta.

Allan virou para mim, já abrindo outra cerveja.

— Mano, bebe mais uma. Hoje a gente relaxa de verdade. — Ele me entregou a latinha, sorrindo. — Sua mãe vai ficar bem. Banho frio, café… amanhã ela acorda nova. Agora vamos aproveitar a noite. Bebe aí, vai.

Eu peguei a cerveja, ainda olhando na direção do banheiro. O som do chuveiro começou a cair.

Allan continuou botando pilha, já um pouco mais alterado:

— Relaxa, cara. A gente tá junto. Bebe mais que a noite é longa.

Paula demorou uns quinze minutos no banheiro. Quando a porta abriu, ela voltou para a sala caminhando devagar, ainda grogue, mas com um ar sexy e sonolento que não conseguia esconder.

Estava só de camisola branca fina e curta, a mesma que tinha usado de manhã. O tecido era quase transparente sob a luz da sala, marcando perfeitamente os seios pesados e os mamilos rosados. A barra da camisola mal cobria a metade das coxas grossas, e a cada passo dava para ver a curva inferior da bunda enorme e redonda. Ela estava usando calcinha o contorno da calcinha comum preta aparecia sutilmente quando a camisola balançava. O cabelo loiro estava úmido e bagunçado, caindo solto sobre os ombros. O rosto ainda inchado de bebida, mas com um sorriso preguiçoso.

Ela passou por nós dois e foi direto para a cozinha, descalça, rebolando levemente. Eu e Allan ficamos sentados no sofá, olhando.

Paula abriu a bolsa que tinha deixado na bancada, mexeu dentro por alguns segundos e tirou um pequeno saquinho plástico transparente com um pó branco. Ela olhou para os lados rapidamente, achando que estávamos distraídos, e fez uma carreira discreta na bancada. Inclinou o rosto e cheirou rápido, duas vezes, limpando o nariz com o dedo depois. O movimento foi rápido, mas não o suficiente.

Allan viu tudo. Ele abriu um sorriso largo, já bem alterado.

— Caralho, professora… você curte também? — disse ele, levantando do sofá e indo até a cozinha. — Me passa um pouco aí.

Paula hesitou por um segundo, mas acabou sorrindo de lado e empurrou o saquinho na direção dele.

— Só um pouquinho… e não conta pra ninguém.

Allan cheirou uma carreira também, limpou o nariz e riu.

— Porra, que delícia. Agora sim.

Depois de cheirar, Paula ficou visivelmente mais agitada. Os olhos dela brilharam, o corpo ganhou energia. Ela tomou mais um gole grande de cerveja, rindo alto de algo que só ela sabia. Parecia mais consciente agora, mas também mais solta e desinibida.

Ela olhou para Allan, como se tivesse acabado de notar que ele estava ali de verdade.

— Allan… você por aqui? — perguntou ela, voz ainda rouca, mas com um tom animado.

Allan sorriu, já com a pupila dilatada.

— Vim ajudar o filhinho a te trazer pra casa. Mas agora a gente tá relaxando.

Os dois voltaram para a sala. Paula sentou no sofá entre mim e Allan. Eu tentei intervir:

— Mãe, você já bebeu demais. Agora tá cheirando também ??

Ela riu, como se fosse uma piada.

— Relaxa, filho. Eu só tô feliz. Tô vivendo, tá?

Allan ofereceu o saquinho para mim.

— Quer um pouco, mano? Pra entrar no clima.

Paula colocou a mão na frente dele, impedindo.

— Não. Ele não usa isso.

Eu balancei a cabeça, recusando.

— Não quero.

Allan deu de ombros e guardou o no centro da mesa da sala. Paula tomou mais um gole de cerveja, agora bem mais animada, balançando o corpo no sofá ao ritmo da música que ainda tocava baixo.

Allan, já bem empolgado, virou para ela:

— Tô muito feliz hoje, Paula. Sério. E você… fuma a erva também? Maconha?

Ela riu.

— Às vezes… quando tô a fim de relaxar de verdade.

Allan abriu um sorriso enorme, claramente mais feliz ainda.

— Porra, então eu vou descer rapidinho no carro pra pegar um pouco. Tenho um bagulho bom guardado lá. Vocês vão gostar.

Ele se levantou, pegou as chaves e saiu do apartamento.

Enquanto ele estava fora, eu me virei para minha mãe apreensivo e alcoolizado , voz baixa e preocupada:

— Mãe… isso tudo não tá certo. Você tá cheirando, bebendo sem parar… ontem chegou destruída, hoje de novo. Isso não é viver, é se destruir.

Paula olhou para mim, olhos brilhando por causa da coca, mas ainda com um sorriso.

— Filho… eu só tô feliz. Pela primeira vez em muito tempo eu tô vivendo de verdade. Não fica julgando. Eu sou adulta e sei o que tô fazendo da minha vida. Deixa eu curtir um pouco.

Eu não consegui responder. O diálogo morreu ali.

Poucos minutos depois, Allan voltou com um saquinho de maconha na mão, já moída e pronta.

— Pronto, galera! Agora sim a noite vai ficar boa.

Ele sentou de novo, abriu a garrafa de vodka, encheu três shots e distribuiu. Paula pegou o dela sem hesitar, bateu o copinho contra o de Allan e tomou de uma vez, rindo alto.

Allan serviu mais cerveja, mais vodka, mais shots. Eles começaram a beber pesado cerveja, vodka pura, shots atrás de shots. Paula estava agitada, rindo, falando alto, o corpo mexendo no sofá. Allan não parava de encher os copos, empolgado, colocando pilha para todo mundo beber mais.

A sala encheu de fumaça de maconha em poucos minutos. Paula deu um trago longo no baseado que Allan enrolou, segurou a fumaça e soltou devagar, olhos semicerrados de prazer.Eu fiquei ali, no meio dos dois, bebendo junto, mas sentindo que a noite tinha saído completamente do controle.

Olhei no celular já era 00:10, a noite avançou rápido. A maconha, a vodka e a cerveja fizeram efeito em todo mundo. Eu, que quase nunca bebia assim, comecei a sentir a cabeça leve, o corpo quente e a língua solta. Depois de alguns shots e mais três cervejas, Allan me ofereceu o baseado que ele tinha enrolado.

— Vai, filhinho. Experimenta. Nunca fumou, né? Hoje é o dia.

Eu hesitei por um segundo, mas o álcool já tinha baixado minhas barreiras. Peguei o baseado, dei um trago longo, segurei a fumaça nos pulmões e soltei devagar. O gosto era forte, doce e terroso. Em poucos minutos o efeito subiu forte. Eu nunca tinha fumado maconha antes. Fiquei muito chapado. A sala começou a girar devagar, tudo parecia mais lento, mais intenso, mais gostoso.

No fundo, eu estava excitado pra caralho com a situação toda.

Paula estava sentada entre nós dois no sofá, agora claramente alterada. A camisola branca fina subia pelas coxas toda vez que ela se mexia, revelando a calcinha preta que ela tinha colocado depois do banho. Os seios pesados balançavam livres por baixo do tecido, mamilos rosados marcando com força. Ela ria alto, falava sem filtro, o corpo relaxado e solto.

Allan, já bem chapado também, passou o braço por trás do sofá, quase abraçando os ombros dela.

— Porra, Paula… você tá linda pra caralho assim — disse ele, voz rouca, olhando descaradamente para os seios dela. — Essa camisola tá matadora.

Paula riu, mordendo o lábio, e deu mais um trago no baseado antes de passar para mim.

— Para de graça, Allan… — respondeu ela, mas o tom era brincalhão, quase flertando.

Eu dei outro trago, sentindo a cabeça flutuar. O chapado misturado com o álcool me deixava com uma excitação quente e preguiçosa. Meu pau estava meio duro dentro da bermuda, pressionando o tecido enquanto eu olhava para a calcinha preta dela aparecendo toda vez que a camisola subia.

Allan não parava de provocar:

— Sério, professora. Se eu soubesse que você era assim fora da escola…

Paula deu uma risada alta, inclinou o corpo para frente para pegar a garrafa de vodka e encheu mais um shot para si. Quando ela se inclinou, a camisola subiu quase até a cintura, mostrando completamente a calcinha preta na buceta. O tecido fino marcava os lábios grandes e inchados. Ela nem se preocupou em puxar a camisola para baixo.

— Vocês jovens são uns safados… — disse ela, tomando o shot de uma vez e fazendo uma careta gostosa. Depois virou para mim, olhos brilhando de maconha e álcool. — E você, filho? Tá curtindo a onda?

Eu estava muito chapado. A cabeça girava, tudo parecia lento e intenso. Olhei para ela — camisola fina, calcinha preta aparecendo, seios quase saltando — e respondi com sinceridade, voz arrastada:

— Tô… curtindo pra caralho.

Allan riu alto e encheu mais um shot para todo mundo.

— Então vamos beber mais! Hoje ninguém dorme cedo.

Os três continuamos bebendo e fumando. Paula estava cada vez mais solta: ria de qualquer coisa, encostava o corpo em nós dois, deixava a camisola subir sem se importar. Allan aproveitava cada oportunidade para encostar nela mão na coxa, braço por trás dos ombros, olhar descendo para os seios e para a calcinha preta que aparecia o tempo todo.

Eu, chapado e excitado, não conseguia parar de olhar. Meu pau estava duro dentro da bermuda, latejando enquanto via minha própria mãe sentada entre nós dois, seminua, rindo e bebendo como se fosse a coisa mais normal do mundo.

O baseado e a vodka estavam batendo forte em todo mundo. Eu já estava bem chapado, a cabeça leve, o corpo quente, o pau meio duro dentro da bermuda sem parar. Paula, sentada entre nós dois no sofá, também estava bem alterada olhos brilhando, riso fácil, corpo solto.

Em determinado momento, olhando para ela, eu soltei sem pensar:

— Você tá muito linda hoje, mãe… sério. Essa camisola fica boa pra caralho em você.

Paula virou o rosto para mim, surpresa, mas com um sorriso safado e preguiçoso.

— Ah é? Tá elogiando a mamãe agora? — Ela riu baixo. — Obrigada, filho…

Allan aproveitou o gancho e colocou a mão na coxa dela, apertando de leve.

— Ele tem razão. Você tá gostosa demais hoje, professora.

Paula riu mais alto, claramente curtindo a atenção. A camisola já tinha subido quase até a cintura, deixando a calcinha preta totalmente à mostra. Ela se levantou de repente, um pouco cambaleante, e estendeu a mão para Allan.

— Vem, Allan… dança comigo. Tô a fim de dançar.

Allan não pensou duas vezes. Levantou rápido, segurou a cintura dela e os dois começaram a dançar no meio da sala, colados. A música estava alta, batida pesada. Paula rebolava devagar contra ele, a bunda enorme pressionando a virilha de Allan, a camisola subindo e descendo, mostrando a calcinha preta toda vez que ela se mexia. Allan segurava a cintura dela com as duas mãos, descendo devagar até quase agarrar a bunda.

Eu fiquei sentado no sofá, chapado, olhando os dois dançarem. Meu pau endureceu completamente só de ver aquilo minha mãe rebolando, seminua, contra o corpo de Allan.

Depois de uns minutos, Paula deu uma tontura forte. Ela parou de dançar de repente, mão na testa, olhos piscando rápido.

— Ai… tá rodando tudo… — murmurou ela.

Allan a segurou antes que caísse.

— Calma, vem cá.

Ele a levou de volta para o sofá. Paula sentou pesadamente entre nós dois, cabeça pendendo para trás, olhos quase fechando. Parecia estar entrando em coma alcoólico o corpo mole, respiração pesada, pernas abertas, a camisola completamente subida, calcinha preta marcando a buceta inchada.

Allan olhou para ela, depois para mim, e abriu mais duas cervejas.

— Deixa ela descansar um pouco. Vamos beber mais.

Ele me entregou uma cerveja. Eu peguei, ainda chapado, e tomei um gole grande. Paula estava ali, praticamente desmaiada no meio de nós dois, calcinha preta à mostra, seios quase saltando da camisola fina, respirando fundo.

Allan levantou a garrafa de vodka e encheu dois shots.

— Vamos, mano. Mais um. Hoje a gente não para.

Nós dois batemos os copinhos e viramos o shot. O álcool desceu queimando. Allan serviu mais um, e mais outro. Nós continuamos bebendo cerveja, vodka, shot atrás de shot enquanto minha mãe permanecia largada no sofá entre nós, quase inconsciente, corpo exposto e vulnerável.

Allan olhou para ela de novo, depois para mim, com um sorriso bêbado e safado.

— Que noite, hein…

A maconha e a vodka já tinham tomado conta de mim completamente. Minha cabeça girava devagar, tudo parecia mais lento, mais quente, mais intenso. O pau latejava duro dentro da bermuda, quase dolorido. Cada risada, cada cheiro de fumaça e álcool me deixava mais solto, mais sem vergonha. Eu me sentia leve, corajoso, como se nada fosse errado.

Allan, do outro lado de Paula, estava ainda mais ousado. Ele já não fingia mais. Com a mão direita, começou a subir pela coxa grossa dela, abrindo os dedos na carne macia. A camisola fina subiu facilmente, deixando a calcinha preta completamente à mostra. Allan apertou a coxa dela, depois deslizou a mão para dentro, roçando os dedos por cima do tecido fino da calcinha, sentindo a buceta quente e inchada por baixo.

Paula soltou um gemido baixo, ainda meio grogue, mas o corpo reagiu o quadril dela se mexeu de leve contra a mão dele.

— Caralho, professorinha… você tá molhada pra caralho — murmurou Allan, voz rouca de tesão e álcool.

Ele pegou a mão dela, que estava caída no sofá, e a levou até o meio das próprias pernas. Colocou a palma aberta sobre o pau dele, que já estava duro e marcando forte na calça. Allan pressionou a mão dela contra o volume, fazendo ela sentir o pau latejando.

— Sente só… tá assim por sua causa — disse ele, olhando para mim com um sorriso safado e bêbado.

Eu observava tudo, chapado demais para fingir que não estava excitado. A maconha tinha baixado todas as minhas barreiras. Ver a mão da minha mãe sendo colocada no pau do Allan me deixou ainda mais duro. Meu pau pulsava, pressionando a bermuda. Eu não conseguia parar de olhar.

Allan continuou, apertando a mão dela contra o pau dele, fazendo ela massagear devagar por cima da calça.

— Isso… assim, Paula… aperta pra mim.

Paula, ainda muito alterada, murmurou algo incoerente, mas os dedos dela se fecharam um pouco em volta do volume dele, apertando

por reflexo. Allan gemeu baixo, satisfeito.

Ele olhou para mim de novo, olhos brilhando de maconha e tesão.

— E aí, filhinho? Tá gostando de ver? Sua mãe tá uma puta hoje, hein?

Eu estava muito chapado. A cabeça girava, o corpo quente, o pau latejando. Em vez de ficar com raiva, eu senti uma onda de excitação proibida me invadir. Respirei fundo, a voz saindo rouca:

— …tô curtindo pra caralho.

Allan riu, satisfeito, e apertou mais a mão de Paula contra o pau dele. Depois, com a outra mão, ele subiu a camisola dela até a cintura, deixando a calcinha preta totalmente exposta. Os dedos dele roçaram por cima do tecido, pressionando o clitóris inchado.

Paula soltou um gemido mais alto, o corpo tremendo levemente, ainda meio inconsciente, mas reagindo ao toque.

Allan olhou para mim, desafiador e excitado:

— Quer tocar também? Ela tá molhada pra porra…

Eu não respondi com palavras. Só me aproximei mais, a mão tremendo de tesão e álcool, e coloquei a palma sobre a coxa dela, subindo devagar até a borda da calcinha preta. O tecido estava quente e úmido.

Ele puxou minha mão e colocou meus dedos junto com os dele por cima da calcinha. Eu senti o tecido encharcado, o calor da buceta dela pulsando. Comecei a esfregar devagar, circulando o clitóris inchado por cima do pano. Paula gemeu mais alto, as coxas se abrindo um pouco mais.

Allan não parou. Com a outra mão, ele subiu a camisola fina até acima dos seios dela. Os dois peitos pesados saltaram livres grandes, macios, mamilos rosados e duros. Ele segurou um deles com a mão inteira, apertando, depois se inclinou e colocou o mamilo na boca. Começou a chupar devagar, sugando com força, a língua circulando o bico rosado.

Paula arqueou as costas e soltou um gemido mais longo, voz rouca:

— Ahh… isso…

Allan chupava com fome, os lábios fechados em volta do mamilo, puxando e lambendo. Depois ele soltou o peito com um estalo molhado e olhou para mim, olhos brilhando de tesão.

— Chupa o outro — disse ele, voz baixa e autoritária. — Vai… ela tá gostando.

Meu coração batia forte. O álcool e a maconha tinham destruído qualquer vergonha que ainda restava. Eu me inclinei, segurei o seio esquerdo dela com as duas mãos e coloquei o mamilo rosado na boca. Comecei a chupar devagar no começo, sentindo o gosto da pele dela, o bico duro contra a minha língua. Depois chupei com mais força, imitando Allan, lambendo e sugando enquanto apertava o peito pesado.

Paula gemeu mais alto, uma mão subindo instintivamente e segurando minha cabeça contra o seio, como se quisesse que eu chupasse mais forte.

Allan riu baixo, excitado, e voltou a chupar o outro mamilo. Nós dois estávamos chupando os seios dela ao mesmo tempo eu no esquerdo, ele no direito , nossas línguas roçando os bicos duros, sugando com força. As mãos dele e as minhas exploravam o corpo dela: apertando a bunda enorme, roçando a buceta por cima da calcinha encharcada, apertando os seios enquanto chupávamos.

Allan soltou o mamilo por um segundo, olhou para mim com um sorriso safado e disse:

— Tá gostoso, né? Chupa mais forte… ela adora.

Eu obedeci, chupando o mamilo dela com mais força, mordiscando de leve. Paula gemia sem parar, o corpo tremendo entre nós dois, a calcinha cada vez mais molhada.

Allan desceu a mão e enfiou os dedos por dentro da calcinha dela, tocando a buceta quente e melada diretamente. Ele gemeu contra o seio dela:

— Porra… tá encharcada…

Eu continuei chupando o mamilo, o tesão me consumindo completamente. A sensação de estar chupando o seio da minha própria mãe enquanto Allan dedilhava a buceta dela era insana.

Allan não esperou mais. Com um sorriso bêbado e safado, ele se levantou e ajoelhou em frente a ela , segurou a barra da camisola fina e a subiu até a cintura de Paula. Depois enfiou os dedos nas laterais da calcinha preta e puxou devagar, descendo o tecido pelas coxas grossas. A calcinha saiu molhada, grudada nos lábios grandes da buceta. Ele jogou a peça para o lado e abriu as pernas dela com as mãos, deixando a buceta completamente exposta.

Ela estava desacordada, mas o corpo reagia. As coxas tremiam levemente, murmumarava algumas coisas , a buceta inchada pulsava devagar. Allan ajoelhado em frento do sofá, abaixou o rosto entre as pernas dela e começou a chupar.

Ele lambeu a buceta inteira com a língua larga, sugando os lábios grandes, circulando o clitóris inchado e enfiando a língua fundo na entrada quente. Paula soltou um gemido rouco e longo, o quadril se mexendo por reflexo contra a boca dele.

Eu me aproximei mais, segurei um dos seios pesados e comecei a chupar o mamilo rosado enquanto minha mão descia até o clitóris dela. Comecei a esfregar o polegar em círculos rápidos, exatamente como ela fazia quando se masturbava sozinha no quarto.

Allan levantou o rosto por um segundo, boca brilhando de lubrificação, e olhou para mim.

— Enfia o dedo , mano.

Eu estava muito chapado, o tesão e o álcool me dominando. Lembrei exatamente da cena que vi pela fechadura: ela deitada, pernas abertas, enfiando quatro dedos fundo, quase a mão inteira, socando a buceta com força. Repeti o movimento.

Afastei os lábios grandes com os dedos e enfiei dois primeiro, depois três, depois quatro sem difilculdades. A buceta dela estava quente, melada e ainda alargada. Empurrei devagar, sentindo as paredes internas apertarem meus dedos. Quase a mão inteira entrou. Comecei a meter devagar, depois mais forte, imitando o que ela fazia quando achava que ninguém estava vendo.

Paula reagiu por reflexo inconsciente. O quadril dela subiu, pressionando contra minha mão, a buceta pulsando forte ao redor dos meus quatro dedos. Ela soltou um gemido longo e rouco:

— Caio… ahh… Caio… mais forte…

O nome dele saiu claro, mesmo ela estando quase inconsciente.

Allan e eu nos olhamos por um segundo. Nenhum dos dois parou. Allan voltou a chupar o clitóris dela com força, língua batendo rápido enquanto eu continuava enfiando quase a mão inteira na buceta quente e melada. O som molhado e obsceno enchia a sala meus dedos entrando e saindo, a boca de Allan sugando, Paula gemendo o nome de Caio mesmo dormindo.

Eu sentia o tesão mais forte do que nunca. Ver minha própria mãe sendo chupada por Allan enquanto eu quase a fistingava, ouvindo ela gemer o nome de outro cara… era sujo, errado e absurdamente excitante.

Allan levantou o rosto por um instante, boca brilhando, e sorriu para mim.

— Continua assim… ela tá amando. Enfia mais fundo.

Eu obedeci. Empurrei a mão ainda mais, quase até a palma, sentindo a buceta dela se esticar ao máximo ao meu redor. Paula gemeu mais alto, o corpo tremendo por reflexo, o nome de Caio escapando de novo entre os gemidos.

Nós dois continuamos Allan chupando a buceta e o clitóris dela com fome, eu enfiando quase a mão inteira, os dois trabalhando juntos enquanto ela gemia inconsciente.

Allan continuou chupando a buceta dela com fome, língua batendo forte no clitóris inchado enquanto eu chupava o mamilo rosado do seio esquerdo, sugando com força e apertando o peito pesado com a mão. Paula gemia cada vez mais alto, mas agora eram apenas gemidos roucos e inconscientes, só sons baixos e desesperados escapando da garganta dela.

De repente o corpo dela se contraiu violentamente. As coxas tremeram forte, a buceta pulsou ao redor dos meus dedos e contra a boca de Allan. Ela gozou com um gemido longo e rouco, olhos fechados, cabeça jogada para trás, o corpo inteiro convulsionando por reflexo. Um liquido claro escorreu pela boca de Allan enquanto a buceta dela apertava e soltava em espasmos fortes.

Allan levantou o rosto, boca brilhando de lubrificação, e sorriu satisfeito.

— Porra… gozou gostoso.

Ele se levantou rápido, tirou a regata e a calça, ficando completamente pelado. O corpo dele era atlético e viril: peito largo, abdômen marcado, braços e pernas definidos. O pau dele era rosa, reto, uns 19 cm de comprimento e bem grosso, com a cabeça inchada e veias aparentes. Estava duro pra caralho, apontando para cima.

Allan sentou no sofá, puxou Paula pelos braços e a posicionou de lado, cabeça no colo dele. Ela estava quase dormindo, olhos fechados, corpo mole. Ele segurou o próprio pau pela base e abriu a boca dela com o polegar.

— Abre um pouco, professora… — murmurou ele, voz rouca.

Ele enfiou a cabeça grossa do pau na boca dela. Paula, inconsciente, não reagiu muito, mas os lábios se fecharam por reflexo ao redor da cabeça. Allan começou a mover o quadril devagar, fodendo a boca dela com movimentos curtos e profundos, gemendo baixo.

— Isso… chupa assim… mesmo dormindo você chupa gostoso…

Enquanto isso, eu aproveitei para passar as mãos pelo corpo dela. Apertei os seios pesados, torci os mamilos rosados, desci pelas costelas, pela barriga, até a buceta ainda inchada e molhada do gozo. Enfiei dois dedos de novo, sentindo o calor e a pulsação residual.

Allan olhou para mim, pau ainda na boca de Paula, e sorriu.

— E aí? Não vai tirar a roupa não?

Eu estava muito excitado e chapado. Tirei a camiseta e a bermuda rapidamente, ficando pelado. Meu pau pulou para fora também uns 19 cm, mas mais fino que o de Allan, reto, cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo.

Allan olhou para o meu pau, ainda fodendo devagar a boca de Paula, e deu um sorriso safado.Ele segurou Paula pelos cabelos loiros com uma mão, puxou a cabeça dela para trás, tirando o pau da boca dela com um estalo molhado. Depois virou o rosto dela na minha direção.

— Agora vai pro filho. Abre a boca.

Allan segurou a cabeça dela pelos cabelos e empurrou o rosto dela contra o meu pau. A boca quente e mole dela tocou a cabeça do meu pau. Ele pressionou mais, fazendo os lábios dela se abrirem e engolirem a cabeça.

— Isso… chupa o pau do filho agora — disse Allan, voz grossa de tesão, ainda segurando os cabelos dela.

Paula, quase inconsciente, fechou os lábios por reflexo ao redor da cabeça do meu pau. Eu gemi baixo, sentindo o calor da boca dela.

Allan segurava os cabelos loiros de Paula com firmeza, movendo a cabeça dela devagar para frente e para trás, fazendo ela chupar meu pau. A boca quente e mole dela envolvia a cabeça do meu pau, os lábios se fechando por reflexo enquanto a língua tocava de leve a parte de baixo. Mesmo quase inconsciente, ela sugava levemente, como se o corpo soubesse o que fazer.

Eu gemi baixo, o tesão subindo forte. Meu pau de 19 cm, mais fino que o de Allan, entrava e saía da boca dela com facilidade. Allan controlava o ritmo, empurrando a cabeça dela um pouco mais fundo a cada movimento.

— Isso… chupa o pau do filho, professora… — murmurou Allan, voz rouca de excitação. — Tá gostando, filhinho? A boca da tua mãe é quente pra caralho, né?

Eu só consegui gemer em resposta, quadril se mexendo instintivamente, fodendo devagar a boca dela. A sensação era absurda quente, molhada, proibida.

Depois de alguns minutos, Allan puxou a cabeça dela para trás, tirando meu pau da boca dela com um estalo molhado. Paula tossiu levemente, saliva escorrendo pelo canto da boca, mas ainda de olhos fechados, quase inconsciente.

Allan olhou para mim, pau brilhando de saliva, e sorriu safado.

— Vamos virar ela.

Nós dois a viramos de bruços no sofá. Allan abriu as pernas grossas dela, expondo a buceta inchada e o cuzinho meio aberto.

Allan cuspiu na mão, passou no próprio pau e se posicionou atrás dela.

— Vou comer ela primeiro — disse ele, voz grossa.

Ele pressionou a cabeça grossa do pau contra a buceta dela e empurrou. Entrou com facilidade ela ainda estava molhada e alargada. Allan gemeu alto quando meteu até o fundo, as bolas batendo contra a buceta.

— Porra… tá quente pra caralho…

Ele começou a meter devagar, depois mais forte, as mãos segurando a bunda enorme dela, abrindo as nádegas enquanto fodia. O som molhado ecoava na sala.

Eu me posicionei na frente dela, segurei a cabeça pelos cabelos e coloquei meu pau de novo na boca dela. Comecei a foder a boca devagar, sincronizando com as estocadas de Allan.

Paula gemia inconsciente entre nós dois, o corpo balançando a cada metida de Allan, a boca mole chupando meu pau por reflexo.

Allan metia cada vez mais forte, gemendo:

— Que buceta gostosa… aperta pra caralho…

Allan tirou o pau da buceta dela com um som molhado e grosso. Paula estava de bruços no sofá, bunda enorme empinada, pernas abertas, a buceta vermelha e aberta pingando lubrificação.

— Vamos virar ela. Quero foder com ela por cima — disse Allan, voz rouca de tesão.

Eu ajudei. Seguramos Paula pelos braços e pela cintura e a viramos. Allan se deitou de costas pra o sofá, pau grosso e rosa apontando para cima, duro e brilhando. Juntos, nós dois a levantamos e colocamos ela em cima dele.

Eu segurei a bunda enorme dela com as duas mãos, abrindo as nádegas enquanto Allan alinhava o pau na buceta dela. Ele empurrou o quadril para cima e o pau grosso entrou fundo de uma vez. Paula soltou um gemido rouco inconsciente, o corpo tremendo.

Allan segurou a cintura dela com as duas mãos e começou a meter, levantando o quadril e batendo forte contra a bunda. O som molhado enchia a sala enquanto ele fodia ela de baixo para cima.

— Porra… que buceta abertinha… — gemeu Allan, safado.

Eu me posicionei atrás dela, de joelhos no sofá. Segurei a bunda enorme, abri bem as nádegas e alinhei meu pau no cuzinho rosado. Empurrei devagar. O cu dela, ainda relaxado e lubrificado, aceitou meu pau com facilidade. Entrei até o fundo, sentindo o calor apertado ao redor da minha vara.

Agora nós dois estávamos dentro dela ao mesmo tempo Allan fodendo a buceta por baixo, eu fodendo o cu por trás. Começamos a meter em ritmo, estocadas profundas e sincronizadas. A bunda enorme de Paula balançava violentamente a cada metida, o corpo mole sendo usado entre nós dois.

Allan gemia alto, apertando os seios dela por baixo:

— Tá sentindo, filhinho? Tá sentindo como ela aperta os dois? Que puta gostosa…

Eu metia fundo no cuzinho dela, sentindo o pau de Allan roçando no meu através da parede fina. Paula gemia rouco e longo, corpo tremendo por reflexo, mesmo inconsciente. Os gemidos dela eram cada vez mais altos, como se o prazer estivesse atravessando o coma alcoólico.

Allan acelerou, metendo com mais força por baixo, o pau grosso esticando a buceta dela.

— Mete mais fundo no cu dela… vamos fazer ela gozar de novo mesmo dormindo.

Eu obedeci, segurando a bunda com força e socando o cuzinho dela com estocadas profundas. O som dos nossos corpos batendo contra o dela era obsceno e molhado.

Paula gemeu mais alto, o corpo inteiro convulsionando entre nós dois, a buceta e o cu apertando forte ao redor dos nossos paus ao mesmo tempo. Ela gozou inconsciente, um gemido longo e rouco escapando da garganta, o corpo tremendo violentamente.

Nós dois continuamos fodendo ela sem parar, aproveitando cada espasmo do corpo dela.

Allan metia com força na buceta dela, segurando a cintura grossa enquanto eu fodia o cuzinho apertado. De repente ele parou, respirando pesado, e olhou para mim com os olhos brilhando de tesão.

— Tira do cu dela. Enfia dois na buceta agora. Vamos os dois juntos na buceta.

Eu obedeci. Tirei meu pau do cuzinho dela com um som molhado. Allan segurou as nádegas enormes de Paula e abriu bem. Eu alinhei meu pau ao em cima do dele na entrada da buceta. Empurramos juntos.

A buceta dela, já bem aberta e molhada, aceitou os dois paus com mais facilidade do que eu esperava. Os lábios grandes se esticaram ao máximo ao redor das duas cabeças, engolindo centímetro por centímetro até nós dois estarmos enterrados dentro dela.

Paula urrou. Um gemido alto, rouco e animalesco saiu da garganta dela. O corpo inteiro tremeu violentamente, as coxas se contraindo, a buceta apertando forte ao redor dos dois paus. Ela gozou forte um jato quente escorreu pela base dos nossos paus, molhando as bolas de Allan e as minhas. Mesmo inconsciente, o corpo dela reagia com intensidade, pulsando e apertando nós dois.

Allan gemeu alto, satisfeito.

— Porra… gozou gostoso pra caralho de novo.

Ela arqueou a cintura pra cima saindo da posição, tirando meu pau dentro como se fosse levantar do sofa o que me causou um suto. Allan segurou ela pela cintura , deitado no sofá e ajustando ela sentada no colo, de frente para ele. Ele segurou o rosto dela com as duas mãos, puxou para perto e começou a beijar a boca dela com fome. A língua dele invadiu a boca mole, chupando, lambendo, cuspindo saliva dentro dela. Enquanto eu estava de pé olhando a cena com meu pau pulsando.

— Abre a boca… — ordenou ele, voz grossa.

Ele cuspiu novamente na boca aberta dela, depois deu um tapa médio no rosto, não muito forte, mas o suficiente para fazer a cabeça dela balançar

— Acorda um pouco, vadia… abre a boca pra mim.

Paula gemeu rouco, olhos ainda fechados, mas a boca se abriu mais. Allan cuspiu de novo enquanto metia fundo na buceta dela, segurando a bunda enorme com as duas mãos e socando para cima , olhou pra mim sorriu e falou

— Vem na buceta.

Eu me posicionei atrás dela. Allan abriu as nádegas grossas, expondo o cuzinho rosado ainda piscando. Eu cuspi na mão, passei no meu pau e empurrei contra a buceta dela. Meti até o fundo, sentindo o pau de Allan roçando no meu .

Agora estávamos os dois dentro dela novamente Ele continuava beijando a boca dela, cuspindo, dando tapas leves no rosto para “acordar” ela, enquanto metia com força para cima.

— Isso… toma na buceta ao mesmo tempo… sua puta gostosa… — rosnava Allan entre um beijo e outro, cuspindo mais uma vez na boca dela.

Paula gemia alto, corpo tremendo entre nós dois, reagindo por reflexo mesmo em coma alcoólico. A buceta dela apertavam os dois paus, o corpo balançando no ritmo das estocadas.

Allan olhou para mim, suor escorrendo pelo peito definido, e sorriu safado:

— Agora eu quero foder o cu dela. Troca comigo.

Nós dois saímos de dentro dela. Allan virou Paula de bruços novamente, posicionou-se atrás e enfiou o pau grosso direto no cuzinho dela com um gemido profundo.

— Porra… o cu dela é mais apertado…

Eu me posicionei na frente, segurando a cabeça dela e enfiando meu pau na boca mole.

Allan começou a foder o cu dela com força, as mãos apertando a bunda enorme, enquanto eu fodia a boca dela devagar.

Depois de alguns minutos Allan tirou o pau do cu dela com um som molhado e olhou para mim, olhos brilhando de tesão.

— Agora eu quero ver você foder ela de verdade. Vem, filhinho. Coloca ela de frente pra mim

Nós dois viramos Paula de frente no sofá. Allan segurou as pernas dela pelas coxas grossas e abriu bem, colocando ela em posição de “frango assado” pernas bem abertas e levantadas, buceta e cuzinho completamente expostos. A buceta dela estava vermelha, inchada e melada, ainda aberta do que tínhamos feito.

Allan segurou as pernas dela firmemente, mantendo-as bem abertas.

— Olha só essa buceta… toda aberta pra você. Enfia, vai. Quero ver você metendo na tua própria mãe.

Eu estava cheio de tesão, chapado e sem nenhuma vergonha. Me posicionei entre as pernas dela, segurei meu pau pela base e esfreguei a cabeça na entrada da buceta inchada. Empurrei devagar. A buceta dela engoliu meu pau inteiro com facilidade. Comecei a meter, primeiro devagar, depois mais forte, sentindo o calor apertado ao redor da minha vara.

Allan segurava as pernas dela bem abertas, olhando tudo de perto.

— Isso… mete fundo. Olha como ela tá gostando… mesmo dormindo a buceta dela aperta teu pau. — Ele riu safado. — Você tá gostando de foder tua mãe, né? Tá vendo como ela é puta?

Ele pegou o baseado que estava no cinzeiro, deu um trago longo e segurou a fumaça. Depois se inclinou sobre Paula, segurou o queixo dela com uma mão e colocou a boca dele na dela, soltando a fumaça direto na boca dela. Paula tossiu levemente, mas engoliu a fumaça.

Allan passou o baseado para mim.

— Fuma. Vai te deixar ainda mais safado.

Eu dei um trago fundo, segurei e soltei a fumaça enquanto continuava metendo nela. A chapação subiu mais forte. Meu pau entrava e saía da buceta dela com força, o som molhado ecoando na sala.

Allan segurava as pernas dela bem abertas, olhando meu pau desaparecer dentro da buceta da minha mãe.

— Olha como você tá metendo gostoso… tá vendo como ela tá molhada? Essa buceta nasceu pra levar pau. — Ele sorriu, voz rouca. — Continua assim… fode ela bem fundo. Quero que você goze dentro dela.

Eu estava no limite. Metia cada vez mais forte, o pau latejando dentro da buceta quente. Allan continuava segurando as pernas dela, abrindo bem, incentivando:

— Goza dentro, vai. Enche a buceta da tua mãe. Quero ver você enchendo ela de porra.

Eu não aguentei mais. Dei algumas estocadas profundas e gozei forte dentro dela. Jatos grossos e quentes explodiram no fundo da buceta de dela. Eu gemi alto, o corpo tremendo, esvaziando tudo dentro dela enquanto Allan segurava as pernas dela bem abertas para eu gozar fundo.

Allan sorriu, safado, ainda segurando as pernas dela.

— Isso… enche ela toda.

Ele deu um tapa leve na bunda dela e riu.

— Olha o que você fez… gozou dentro da própria mãe. Tá feliz agora?

Eu ainda estava ofegante, pau pulsando dentro dela, porra escorrendo pela buceta inchada.

Allan soltou as pernas dela devagar, deixando elas caírem abertas no sofá. Ele olhou para a buceta transbordando da minha porra e sorriu.

Eu estava ofegante, ainda chapado. Olhei para Allan.

— Vou tomar um banho rápido. Tô todo suado.

Allan assentiu, ainda olhando para Paula com tesão.

— Vai lá. Eu fico aqui com ela.

Fui para o banheiro, liguei o chuveiro e entrei debaixo da água quente. Tentei relaxar, mas minha cabeça não parava. Enquanto a água caía, ouvi barulhos vindos da sala gemidos baixos, o som molhado de sexo, tapas leves e a voz rouca de Allan.

Não demorei 10 minusto, saí do banho enrolado apenas em uma toalha na cintura e voltei para a sala.

Allan tinha mudado a posição. Ele estava sentado no sofá, pernas abertas. Paula estava sentada no colo dele, de frente para ele, completamente inconsciente, o corpo mole caído contra o peito dele. A camisola estava toda subida na cintura. O pau grosso de Allan estava enterrado na buceta dela. Ele segurava ela pela cintura com uma mão e com a outra batia de leve no rosto dela.

— Acorda um pouco, vadia… abre a boca — dizia ele, dando tapas médios no rosto dela.

Com a outra mão, ele enfiou dois dedos no cuzinho dela, fodendo devagar enquanto metia para cima na buceta. Paula gemia rouco, o corpo tremendo por reflexo, ainda inconsciente, mas reagindo.

De repente, eu vi: Allan estava com o celular na mão, gravando tudo. A câmera apontada para baixo, filmando o pau dele entrando e saindo da buceta da minha mãe enquanto ele batia no rosto dela e enfiava os dedos no cu.

Eu fiquei parado, choque misturado com raiva.

— Que porra é essa, Allan? — falei alto, voz tremendo.

Allan olhou para mim, ainda metendo devagar, sem parar.

— Relaxa, mano. É só pra gente. Segredo nosso. Nunca vou mostrar pra ninguém. Prometo.

— Apaga isso agora — exigi.

Allan parou de meter por um segundo, olhou sério para mim.

— Eu juro, filhinho. É só pra mim e pra você. Ninguém nunca vai ver. Confia em mim.

Eu fiquei olhando para ele por alguns segundos, ainda alterado. O álcool, a maconha e o tesão ainda estavam fortes. Acabei aceitando, mesmo sabendo que era arriscado.

— Tá bom… mas apaga depois.

Allan sorriu, safado, e voltou a meter. Ele segurou Paula pela cintura e a fez subir e descer no pau dele, fodendo ela sentado enquanto ela estava deitada mole contra o peito dele, inconsciente.

Ele batia de leve no rosto dela.

— Abre a boca… isso… — Enfiou dois dedos na boca dela, depois cuspiu dentro. Depois voltou a enfiar os dedos no cuzinho dela, fodendo os dois buracos enquanto metia na buceta.

Paula gozou de novo. O corpo dela tremeu violentamente, um gemido longo escapou da garganta, a buceta apertando o pau de Allan. Ele não aguentou. Gemeu alto e gozou dentro dela, enchendo a buceta de porra quente. Quando tirou o pau, a buceta transbordou, melando as coxas dela, o sofá e o pau dele.

Allan riu, satisfeito, e deu um tapa leve na bunda dela.

— Olha só… vai ganhar um irmãozinho, filhinho. Imagina a Paula grávida do próprio filho e do aluno dela ao mesmo tempo. Que puta safada.

Ele segurou Paula e a jogou de lado no sofá. Ela caiu mole, pernas abertas, buceta e coxas meladas de porra, completamente gozando e inconsciente.

Allan se levantou, pau ainda semi-duro pingando, e olhou para mim.

— Vou tomar um banho rápido. Fica de olho nela.

Ele foi para o banheiro, me deixando sozinho na sala com minha mãe jogada no sofá, melada de porra, respirando pesada.

Eu fiquei parado, olhando para ela, o peito apertado e o pau ainda latejando.A noite tinha ido longe demais.

Allan saiu do banho uns quinze minutos depois, enrolado apenas em uma toalha na cintura. O corpo atlético ainda estava úmido, cabelo loiro molhado colado na testa. Ele olhou para Paula jogada no sofá pernas abertas, buceta vermelha e inchada, coxas e sofá melados de porra nossa e soltou um suspiro satisfeito.

— Caralho… olha o estado dela. Tá toda gozada. Vamos dar um banho nela antes que ela acorde assim.

Eu assenti. Juntos, nós dois a levantamos do sofá. Paula estava completamente mole, mas ainda gemia baixinho, o corpo reagindo por reflexo. Carregamos ela até o banheiro e a colocamos debaixo do chuveiro quente.

A água caiu sobre o corpo dela. Paula gemeu mais alto quando a água quente bateu na pele. A camisola fina grudou no corpo, marcando os seios pesados e os mamilos rosados. A buceta inchada brilhava molhada, porra escorrendo pelas coxas enquanto a água lavava. Ela estava extremamente sexual mesmo inconsciente bunda enorme empinada contra a parede do box, pernas tremendo levemente, gemidos roucos escapando da boca entreaberta.

Allan e eu ficamos os dois com semi-ereção só de olhar. Meu pau já começava a endurecer de novo dentro da toalha. Allan também, o volume marcando o tecido.

— Porra… mesmo depois de tudo isso, ela ainda tá gostosa pra caralho — murmurou Allan, passando as mãos nos seios dela enquanto a água caía. — Foi muito bom, né? Foder ela juntos… senti teu pau roçando no meu dentro dela. Nunca tinha feito isso.

Eu estava chapado e ainda excitado. Concordei, voz rouca:

— Foi… insano. Nunca imaginei que ia acontecer isso.

Nós dois lavamos ela devagar, passando as mãos pelo corpo molhado apertando os seios, abrindo a bunda, roçando os dedos na buceta inchada. Paula gemia baixinho o tempo todo, o corpo reagindo mesmo inconsciente.

Depois do banho, nós a secamos e carregamos de volta para o quarto. Deitamos ela na cama, completamente nua, pernas ligeiramente abertas. A buceta ainda estava vermelha e brilhando. Cobrimos ela com o lençol e saímos do quarto, fechando a porta.

Voltamos para a sala. Allan abriu mais duas cervejas e me entregou uma. Sentamos no sofá, agora mais calmos, mas ainda alterados.

Eu tomei um gole tentando processar tudo que aconteceu

— Mano… o que a gente fez hoje… não pode sair daqui. Nem pro Diogo, nem pra ninguém. Principalmente no colégio. Se alguém souber que a gente fodeu a professora Paula… o emprego dela acaba. E a gente também se fode.

Allan assentiu, sério.

— Eu sei. Ninguém pode saber. Nunca. Foi… uma coisa nossa. Só nossa.= Segredo absoluto. A gente curtiu pra caralho, mas ninguém nunca vai saber. Segunda-feira a gente age normal na escola. Como se nada tivesse acontecido.

Ele bateu a latinha contra a minha.

— Bebe mais. Hoje a gente relaxa de verdade.

Ficamos ali, bebendo em silêncio por um tempo, o peso do que tínhamos feito ainda pairando no ar, mas o segredo agora selado entre nós dois.

A noite seguia. Paula dormia no quarto. E nós dois, ainda chapados, continuávamos no sofá, processando tudo.

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Comentários

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Esse foi o melhor capítulo dessa série,agora sim.Allan agora será o protetor da mãe e do filho,vejo que o reinado do Caio está com os dias contados 👏👏

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Quem curtiu dê estrelas ajuda a saber que curtiram e incetiva a continuar o conto

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Ficou longo mas ta ae a continuação, quem não curtir só não ler mais , simples galera, não venha falar bosta

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Ficou longo não,ficou perfeito.

Parabéns

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