A mansão do amante rico e o segredo do corno bi

Um conto erótico de ssydelirius
Categoria: Heterossexual
Contém 2158 palavras
Data: 26/03/2026 17:47:08

Assim como a vida da maioria das pessoas, minha rotina seguia monótona e chata, exceto pelos momentos de troca de mensagens safadas com Pâmela, o que acabava alegrando meu dia.

Hoje entendo, mais claramente, que o fato de experimentar alguns prazeres não muda completamente a vida, mas sim faz com que ela tenha um pouco mais de propósito e sentido, e também entendo que a condição de corno a qual me submeto não muda o fato de eu ter uma diversidade complexa de sentimentos, assim como minha esposa. Ainda somos seres humanos comuns que ousaram experimentar um prazer compartilhado ao contrário do convencional. Dito isso, a maturidade de nosso relacionamento nos proporcionou momentos incríveis e por isso escrevo, para tentar manter viva a memória de situações deliciosas.

Passaram alguns dias desde que tivemos nosso jantar com Juliano, o amante de Pâmela que fez uma proposta de ficar com ela sempre que possível, quase como namorados, mas com menos compromissos. Tivemos pouco contato com ele depois disso, ele é um homem muito ocupado, então, nos contentamos em esperar alguma oportunidade. Seguimos em nosso cotidiano comum, trabalho, casa, problemas, vez ou outra algo mais prazeroso, mas ultimamente não estava sobrando muito tempo pra parte prazerosa. Era porém, uma semana de feriado prolongado, embora não tivéssemos planejado nada, pensamos em descansar e resolver algumas coisas mais básicas. A noite porém nossos planos mudaram.

Juliano havia ligado para Pâmela durante o dia perguntando se poderia passar em nossa casa, ela concordou mas pediu para que me esperasse chegar do trabalho e assim foi feito. Entrei em casa e Juliano estava sentado no sofá, conversando com Pâmela, ele se levantou para me cumprimentar e segurando algumas chaves começou a falar:

– Eu tenho uma casa no interior e queria saber se querem passar o feriado lá. Se já tiverem algum plano, tudo bem.

Pâmela e eu nos olhamos e concordamos rapidamente, e então começamos a acertar os detalhes. A casa ficava há mais ou menos 2 horas de viagem, era fácil chegar e poderíamos ficar à vontade, já que não haveria mais ninguém lá. Juliano seguiu dizendo que se conseguisse dar uma escapadinha da família apareceria por lá ao menos um dia, mas não daria certeza. Nos preparamos ansiosos a semana toda até que o dia finalmente chegou.

Chegamos com uma expectativa alta, a casa era imensa. Entramos, deixamos nossas coisas e conhecemos cada cômodo, era uma casa grande, com poucos móveis, aparentemente uma casa de passeio. A sala era enorme com uma porta de vidro que dava diretamente para uma área de piscina, com um gramado bem cuidado. Ao redor apenas uma mata fechada, os poucos vizinhos ficavam há alguns metros mais longe. Pâmela e eu adoramos o lugar, após escolhermos um quarto e tomarmos um banho ficamos explorando a casa, assistindo tv, conversando, aproveitando a piscina. No fim do dia preparamos algo pra jantar, a dispensa estava cheia e Juliano disse que poderíamos ficar à vontade, cozinhamos juntos, bebemos um pouco, nos beijamos. Estava sendo um passeio incrível.

Ficamos tão empolgados com a casa, com o passeio que acabamos nem transando aquela noite, mas dormimos agarradinhos.

Logo pela manhã acordei e fiquei observando toda aquela estrutura, percebi alguns probleminhas no encanamento, algumas plantas murchas e tomei a liberdade de arrumar tudo e molhar as plantas. Pouco depois Pâmela acordou, preparamos um belo café da manhã e ficamos relaxados no sofá, até que ouvimos o barulho do portão.

Era Juliano, ele entrou com seu carro luxuoso e logo veio nos fazer companhia.

– O que acharam? Ele disse curioso

– Aqui é o paraíso! Disse Pâmela, recebendo-o com um beijo na boca.

Eu sorri e concordei com ela, dizendo que a casa era realmente muito boa e agradecendo pela confiança. Disse a ele que preparamos o café e ele foi se servir, percebi nesse momento que minha esposa já estava começando a se empolgar com a presença. Comemos um pouco, tomamos um suco bem geladinho e ele olhando pra fora da casa, pela grande porta de vidro, me perguntou se o jardineiro havia vindo, um pouco sem graça, disse que não, eu acabei tomando a liberdade de molhar as plantas e pedi desculpas.

– Tenho que te agradecer, isso sim! Ele falou sorrindo.

Caminhamos até a área externa e mostrei que também consertei algumas coisas, uma torneira fazendo, uma calha suja… Pra mim pareceu algo simples, mas ele tocando em meus ombros disse que ficou muito feliz com aquilo. Já era nosso segundo dia na casa mas ainda não conhecíamos tudo, fizemos um segundo tour com o anfitrião nos mostrando alguns detalhes, quadros caros, móveis importados e dizendo que estava feliz em compartilhar tudo aquilo com a gente, mais uma vez agradeci.

Ainda pela manhã, abrimos algumas cervejas, bebemos e conversamos. Pâmela se sentou ao lado de Juliano, abraçando-o como um namorado, eu fiquei de frente pra eles, admirando como eles se davam bem, ficamos tão à vontade que logo os dois começaram a se beijar, eu sorria de canto atento a cada toque. As mãos deles começaram a navegar por seus corpos, logo minha esposa estava com os seios à mostra e sendo chupada com voracidade. Juliano lambia com uma vontade louca, como se estivesse completamente apaixonado, enquanto Pâmela retribuía acariciando seu pau, ainda por cima da calça, entre toques e carícias, a gente trocava olhares.

Não demorou muito para eles se sentarem em um sofá maior e mais confortável, tirando a roupa nesse intervalo, agora os dois nus se beijavam apaixonadamente enquanto eu observava, ainda vestido, mas de pau já duro. Peguei mais uma cerveja e fiquei bebendo enquanto os deixei à vontade. Ele começou a puxar Pâmela para cima dele, apertando sua bunda tão forte que ficava a marca de suas mãos na pele branca dela. Não dava mais pra segurar, abaixei minha bermuda e comecei a me tocar, e o casal apaixonado, percebendo minha excitação se colocou em posição para consumar o ato.

Juliano se sentou no sofá e começou a colocar a camisinha em seu pau, mas minha esposa o interrompeu, jogando a camisinha para o lado e passando dois dedos na língua, levando em seguida até sua buceta para lubrificar com saliva, depois se posicionou em cima dele, abrindo as pernas e encaixando aquele pau em sua entrada.

Era como se eu pudesse sentir a excitação de Pâmela enquanto o pau dele deslizava para dentro de sua buceta, lentamente, melado e duro. Ela começou a subir e descer, de frente pra ele, que beijava sua boca, seu pescoço e seios em um movimento rápido com a língua. Apoiada nos ombros dele, minha esposa safada começou a socar com mais força, batendo sua buceta contra aquele pau firme, afundando cada vez mais. Os beijos e carícias continuavam, mas eram ofuscados pela intensidade que Pâmela cavalgava.

Como ela estava de frente pra ele eu conseguia admirar aquela bunda grande balançando a cada estocada, ela às vezes rebolava deixando tudo ainda mais delicioso de assistir. Juliano apertava a bunda dela com as duas mãos, deixando-a bem aberta, evidenciando o cuzinho apertado e buceta preenchida pelo pau já melado dele.

Quando eu estava prestes a gozar, eles trocaram de posição com um movimento rápido minha esposinha saiu de cima dele, ficou de quatro no sofá e empinou a bunda, mais que depressa ele voltou a socar na buceta dela que estava melada e cristalina de tanto tesão. Eu naquele momento era uma mera sombra pra eles, e adorava aquilo, praticamente esqueceram da minha presença e começaram a trocar palavrões e falar muita putaria.

– Fode essa buceta, filho da puta! Pâmela falava entre gemidos e suspiros.

– PUTA gostosa!!! Juliano respondia enquanto metia com mais força, as vezes dando tapas estalados na bunda dela.

Um coral de gemidos ecoava pela sala, minha esposa e seu amante em estado de êxtase gemiam alto e eu entre sussurros soltava alguns gemidos enquanto me masturbava sentado no sofá ao lado assistindo atento à cada detalhe. O tesão tomou conta de mim e naquele momento perdi a noção do mundo externo, só ouvia o gemido dos dois e o barulhos das socadas do pau do macho socando em minha esposa, as bolas dele batendo nas coxas dela e por vezes um som de tapa ecoava, quando ele “acariciava” a bunda dela. Eu já não tinha ideia de quanto tempo eles ficaram naquela transa, mas acabei gozando, Pâmela percebendo meu clímax começou a se masturbar. Eu ainda olhava atento aquele pau afundando e saindo dela enquanto ela tentava se manter de quatro com uma mão apoiada no sofá e a outra esfregando seu grelo.

Como de costume, os gritos da minha esposa aumentaram de volume e intensidade e percebi que ela estava gozando, me aproximei dela, e comecei a falar o quanto a amo e a admiro, que ela é uma mulher incrível, achei que tivesse sendo ignorado, pois ela nem sequer olhava pra mim, gemia alto e pedia pro amante não parar, até que quando finalmente gozou, ela me deu um beijo molhado seguido de um “Eu te amo”. Juliano gozou em seguida, enchendo a buceta dela de porra quente.

Sorridente e ofegante Pâmela se levantou, ela nos olhou, sorriu e disse que iria se limpar, caminhando nua até o banheiro. Ficamos ali, o amante da minha esposa sentado no sofá e eu logo à frente, ele me olhou com um sorriso safado, tentou falar algo mas eu não entendia devido à respiração acelerada, então me aproximei, naquele momento percebi que seu pau ainda estava duro, melado e pulsando, mesmo depois de gozar. Olhei pra ele com uma cara de safado e ele sorriu, toquei aquele cacete e acabei colocando me ajoelhando e lambendo, comecei pela cabeça, sentindo os fluidos em minha língua, mas acabei não resistindo e engolindo completamente.

Quando me dei conta estava quase engasgando com o pau dele batendo em minha garganta, Juliano por sua vez segurava meu cabelo de forma carinhosa e safada, me ajudando no movimento de engolir e tirar, naquele momento o pau dele pareceu endurecer ainda mais na minha boca, quando ouvi ele dizer:

– Mama o pau que sua esposa usou, mama!

Aquilo me excitou ainda mais, senti meu pau endurecer novamente ainda melado, entre minhas coxas, intensifiquei o boquete fazendo o macho se contorcer no sofá e começar a gemer, quando ele forçou mais minha cabeça contra seu pau percebi que ele ia gozar novamente, dessa vez menos intenso e em menos quantidade, mas senti um pequeno jato quente em minha boca, me fazendo saborear cada gota. Com a respiração cansada, suado e com a boca melada me sentei ao lado de Juliano que em um movimento rápido me deu um beijo forte, àquela barba tocando meu rosto, a boca quente de um macho na minha, nunca imaginei sentir aquela sensação, terminado o beijo trocamos olhares, sorrimos e fui me juntar à Pâmela no banho. Curiosa com minha demora ela perguntou o motivo, envergonhado, disse somente que estava me limpando e ajudando Juliano a se limpar.

Passado o calor do momento fiquei reflexivo de como minha esposa iria encarar aquela situação, será que ficaria ofendida, excitada, brava? Só sabia que não queria tocar no assunto agora, só queria sentir a sensação de ser o corno mais feliz do mundo. Terminamos nosso banho, nos beijamos e voltamos para a sala, onde Juliano estava deitado nu, exibindo seu corpo com músculos definidos, fazendo minha esposa suspirar e me agradecer por ser tão corno. Pegamos algumas cervejas, nos sentamos próximos à ele que sorriu meio envergonhado, mas não se vestiu, fazendo com que nós também tirássemos nossas roupas pouco depois. Passamos o resto do feriado assim, todos pelados, mas Juliano se despediu no fim da tarde, dizendo que precisava voltar pra casa, mas que poderíamos ficar à vontade, e assim fizemos.

Após um feriadão incrível, voltamos pra casa satisfeitos, e passados alguns dias, eu ainda estava pensativo sobre a questão do boquete em Juliano e então resolvi falar:

– Amor, sabe aquele sábado depois que transou com Juliano e foi tomar um banho? Falei já esperando a pior reação.

Eis que sorrindo ela me respondeu:

– Sei… eu vi tudo seu safado, ou melhor dizendo, sua safada! (risos)

Sorri sem um pouco envergonhado e disse que acabei agindo no impulso mas não queria que ela ficasse chateada, ela então, me acalmou e falou que adorava me ver safado daquele jeito, nos beijamos, e também confidenciei a ela que adorei cada segundo daquela viagem, ela dando um tapinha na minha cara me chamou de “corno putinha de amante” e depois disso ficamos ainda mais safados um com o outro, cheio de intimidades e piadas obscenas quase o tempo todo, além da troca de olhares que rapidamente acendiam nosso fogo da paixão em qualquer momento que acontecesse.

Encerramos a semana ainda mais fortes como casal e mais apaixonados, embora eu ainda tivesse pensativo sobre ter chupado aquele cacete, sobre o beijo… mas isso deveria ser resolvido depois, com calma.

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Erótico...excitante...aguardando os desdobramentos do encanto do marido pelo pau do amante da esposa!

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