No outro dia, depois do almoço, meu celular vibrou. Era Moisés. Uma mensagem curta: “Encontro você aqui. Vem logo.” Mandou a localização. Um ponto no mapa, no meio do nada, estrada de terra saindo de Rio Preto.
Entrei na minha caminhonete nova, 2026, preta, cheirando a couro fresco. Acabei de comprar, ainda tava me sentindo o cara. Dirigi uns 40 minutos, poeira subindo, sol batendo forte. Cheguei num descampado perto de uma mata. Moisés já tava lá, encostado numa árvore, regata suada, short de academia marcando as coxas grossas.
Ele viu o carro e arregalou os olhos.
— Cara, como você vem com um carro desses pro meio do mato, mano? Isso aí é blindado ou o quê?
Eu ri, mas nervoso.
— Mato que mato? Cadê o mato?
Ele apontou pra trilha estreita que sumia entre as árvores.
— Onde a gente vai, vixi... É fundo. Mas relaxa, sua caminhonete aguenta até onde dá.
Fomos devagar, buraco atrás de buraco. Quando não deu mais pra passar, parei atrás de um punhado de árvores altas, bem escondido pra não riscar a lataria. Descemos. Andamos uns 20 minutos a pé, sol queimando a nuca, suor escorrendo pelas costas. Meu coração batia forte, mistura de raiva e uma curiosidade doente que não saía da cabeça.
Chegamos numa clareira. Lá embaixo, o carro dela: o HB20 novo, branco, que eu comprei porque o antigo vivia quebrando. Estava parado perto de uma pedra grande. Moisés apontou.
— Vem por ali. Eu conheço o lugar.
Descemos mais um pouco. Era uma cachoeira pequena, abandonada. Queda d’água de uns 4 metros, poço limpo de pedra lisa em volta. Ninguém ia ali. Barulho da água abafava tudo.
E lá estavam eles.
Viviane, Sofia e André. De sunga e biquíni. Viviane de calcinha preta e sutiã simples, corpo bronzeado brilhando com água. Sofia, magrinha, mas com uma bunda grande e empinada, seios médios durinhos apontando pro céu, rosto de menina, infantil, maquiagem borrada de umidade. André de sunga vermelha apertada, corpo definido de bailarino, mais baixo que eu e Moisés, mas músculos secos, abdômen marcado. Olhei bem pra cara dele. Parecia viado mesmo. Jeito delicado, sorriso mole. Mas tinha algo ali... forte.
Eu e Moisés nos enfiamos entre uns arbustos grossos, agachados, longe o suficiente pra não sermos vistos, mas perto pra ouvir o riso deles misturado com o barulho da água.
Meu sangue fervia. Queria descer correndo, gritar, bater em todo mundo. Brigar feio com ela, com eles. Mas Moisés segurou meu braço forte.
— Não vai lá, professor. Você perde o controle. Você é advogado, sabe disso. Se bater, vira processo na hora. Vamos filmar. Depois a gente decide o que faz.
Peguei o celular. Mãos tremendo. Moisés foi pra outro lado, mais perto, se arrastando entre as pedras. Eu comecei a gravar de onde tava.
Eles tiraram a roupa. Os três nus. Sofia magrinha, mas bunda redonda, seios empinados, bucetinha depilada rosadinha brilhando ao sol. Viviane... minha Viviane... corpo perfeito, pele clara, buceta lisinha, seios cheios. André... pau grande, uns 19 cm, grosso, balançando enquanto andava pra água. Eu não queria admirar, mas era impossível não ver.
Eles nadaram nus, rindo, jogando água um no outro. Depois Sofia e Viviane se aproximaram na beira rasa. Se beijaram. Beijo molhado, lento. Mão de Sofia na buceta da Viviane, dedo deslizando devagar. Duas bucetinhas rosadas, depiladas, brilhando. Viviane gemeu baixo, cabeça pra trás. André ficou olhando, batendo uma devagar. Pau duro, veias marcadas.
Moisés voltou rastejando, ofegante.
— Peguei um ângulo bom. Olha isso...
Ele mostrou a tela do celular dele. Zoom na Viviane gemendo, Sofia chupando o pescoço dela.
— Essa Sofia é gostosinha também, hein? — ele disse, voz rouca.
Eu olhei. Sim, era. Mas meus olhos tavam grudados na Viviane nua, molhada, entregue.
Vi que o pau do Moisés tava duro dentro do short. Ele não tirava o olho dela. Nem piscava.
— Me falaram que o pau do André é grande — ele comentou.
Eu ri, amargo.
— E por que ainda não viram o meu?
Ele riu baixo, olhando pro próprio volume.
— Nem o meu. Mas grava tudo. Isso aqui é ouro.
No vídeo: as duas se ajoelharam na pedra lisa. Chuparam o pau do André juntas. Sofia lambendo a cabeça, Viviane chupando as bolas. André gemia, mão no cabelo delas. Nada de penetração. Só oral, beijos, toques. Depois se vestiram, riram, entraram no carro e foram embora.
Eu parei de gravar. Mãos suando. Coração na garganta.
— Não fizemos nada... — falei, voz baixa.
Moisés guardou o celular, sorriso lento.
— Nada? Mano, a gente tem tudo que precisa aqui. Tudo gravado. Agora é com a gente. A gente decide o próximo passo.
Eu fiquei olhando a cachoeira vazia, água caindo devagar. Meu peito apertado, pau duro, raiva misturada com um tesão que queimava.
Porra... o que eu ia fazer agora?
Saímos dali na minha caminhonete, o motor ronronando baixo na estrada de terra. Eu dirigia calado, mãos apertando o volante, cabeça cheia de imagens: Viviane nua na cachoeira, Sofia chupando ela, André batendo uma. Moisés do lado, celular na mão, revendo o vídeo com um sorriso torto.
De repente ele falou:
— Tô bolando um plano, professor. Mas antes... você quer se divertir um pouco? Uma ideia louca mesmo.
Eu olhei pra ele, coração acelerado.
— Já tô ferrado mesmo. Bora lá.
Ele riu baixo.
— Vira aqui.
Fomos pra um bairro chique perto da escola municipal Jorge Lafon, onde Viviane trabalhava. Casas grandes, muro alto, portão eletrônico. Paramos na frente de uma mansão branca. Moisés desceu, bateu palma forte. Portão abriu devagar.
Sofia apareceu. Ainda de biquíni molhado da cachoeira, short por cima, cabelo cacheado grudado na cara. Quando me viu no banco do motorista, ficou amarela de medo. Disfarçou rápido, mas os olhos dela tremeram.
Moisés chamou:
— Vem cá, vamos conversar.
Ela chegou no portão, voz fina:
— O que vocês querem?
Moisés pegou o celular, abriu o vídeo. Mostrou pra ela: Viviane e Sofia se beijando nuas na pedra, depois as duas de joelhos chupando André.
— Esse aqui é o marido da Viviane. E você chupando a buceta dela. Que bonito, hein?
Sofia ficou roxa, mão na boca.
— Estávamos lá. Vimos tudo — ele continuou. — Ele tá disposto a colocar isso na internet. Já pensou seu pai sendo pastor? Escândalo na igreja, na família toda...
Ela olhou pra mim, olhos cheios d’água.
— Desculpa... eu não faço mais. Só não posta isso, por favor.
Moisés sorriu devagar.
— A gente não posta. Mas você vai ter que dar pra nós dois.
Ela piscou.
— O quê?
Ele só olhou firme.
— E ainda agora. Se não, já era.
Ela ficou quieta um segundo, depois:
— Calma... vamos conversar melhor. Entra aqui.
Eu falei da caminhonete:
— Não. Vem na caminhonete. Tenho um lugar bom pra isso.
Ela hesitou, mas entrou. Ainda molhada, cheiro de cachoeira e perfume caro. Sentou no banco de trás, pernas juntas, tremendo um pouco.
Dirigi até uma área de lazer chique que eu alugava fins de semana. Piscina, sofá de couro, churrasqueira, tudo fechado, ninguém por perto. Chegamos. Moisés abriu o portão. Sofia entrou tímida, olhando tudo.
Moisés já atrás dela, voz grossa:
— Anda, vadia. Vai na frente pra gente ir vendo essa bunda.
Ela andou devagar. Bunda grande balançando no short molhado. Ele deu um tapa leve atrás, igual malandro. Ela deu um pulinho, mas continuou.
Tenho que admitir: a menina era bonita pra caralho. Rostinho infantil, olhos grandes, corpo pequeno mas gostoso. Bunda redonda, pernas finas, seios durinhos marcando o top.
Chegamos na área da piscina. Sofá grande debaixo de uma cobertura. Ela parou.
— Olha... eu dou pra vocês. Se forem com calma. Porque eu sou virgem.
Eu arregalei os olhos.
— O quê? Como assim?
Ela baixou a cabeça.
— Eu nunca dei a buceta. Uai, virgem é quem nunca deu.
Eu ri nervoso.
— Eu sei o que significa. Mas você tava naquela putaria toda com minha mulher e nunca deu?
Ela respirou fundo.
— Só enfio o dedo. Eu e a dona Viviane somos bem amigas. André... cada um tem seu problema. Os pais dele não aceitam. Meus pais são loucos. A Viviane tá triste com a vida. A gente se ajuda.
Eu ia perguntar mais, mas Moisés interrompeu:
— Chega de papo. Bora lá. Tira a roupa.
Ela tirou devagar. Top primeiro, seios médios empinados, bicos rosados. Depois o short e a calcinha. Corpo pequeno, pele clara, bucetinha depilada rosadinha, sem um pelo. Ajoelhou no chão, voz baixa:
— Chupar eu sei. Começo com quem?
Moisés apontou pra mim.
— Pode ir por ele.
Ela veio engatinhando. Eu abri a calça, tirei o pau pra fora. Ela parou, olhos arregalados.
— Meu Deus... isso é gigante. Eu achava que o do André era o maior que tinha.
Eu sorri.
— Se acha.
Ela pegou com as duas mãos. Meu pau: 22 cm, grosso, veias marcadas. Ela tentou bater uma, depois abriu a boca. Mal cabia a cabeça. Tentou mamar, mas engasgou.
Moisés tirou o dele. Ela virou e quase caiu pra trás.
— Caralho... isso é aleijado.
O pau dele: uns 25 cm, grosso também, mas mais comprido. Fazia estrago só de olhar.
Ela ficou revezando. Chupava um, depois o outro. Boca pequena, saliva escorrendo. Moisés mandou:
— Fica de quatro.
Ela obedeceu, empinando a bunda. Moisés apontou pra mim.
— Tira a virgindade da buceta dela.
Eu falei, me gabando:
— Você não quer essa honra? Eu já tirei a da Viviane.
Ele riu.
— Essa é pro senhor.
Eu me posicionei atrás. Cabeça do pau na entrada rosadinha. Ela apertada pra caralho. Empurrei devagar. Ela gemeu alto, corpo tremendo.
— Ai... devagar...
Fui entrando pouco a pouco. Cabeça passou, depois uns 5 cm. Ela apertava forte, paredes quentes pulsando. Eu parava, deixava ela respirar. Empurrava mais. Metade do pau dentro. Uns 11 cm. Ela gemia misturado com chorinho, unhas no sofá.
— Tá doendo... mas não para...
Eu segurava a cintura dela, ia e voltava devagar. Cada estocada entrava mais um pouquinho. Ela molhava cada vez mais, facilitando. Cheguei na metade. Não ia além. Ela apertava tanto que eu sentia as veias latejando.
Moisés mandou:
— Deita.
Eu deitei no sofá. Ela subiu em cima, devagar. Sentou no meu pau, metade dentro de novo. Cavalgava devagar, gemendo baixo. Moisés veio atrás. Cuspiu no cu dela, enfiou um dedo. Ela gritou:
— Não, por favor! No cu não!
Ele calou ela.
— Cala a boca.
Enfiou dois dedos no cu. Ela choramingou, mas continuou cavalgando. Moisés pegou óleo de cozinha na churrasqueira, passou no pau dele. Colocou a cabeça no cu dela.
Ela gritou alto, corpo tremendo.
— Ai... tá rasgando...
Ele empurrou devagar. Cabeça entrou. Depois mais. Metade do pau dele no cu. Ela tava com metade do meu na buceta e metade do dele no cu. Dupla penetração. Ela começou a mexer sozinha, devagar, gemendo alto. Dor misturada com um possível prazer. Corpo suado, bunda tremendo.
Não aguentou muito.
— Goza... por favor... goza dentro...
Eu gozei primeiro. Enchi a buceta dela de porra quente. Pulsava forte, enchendo tudo. Moisés gozou logo depois, enchendo o cu. Porra escorrendo pelos dois buracos. Ela levantou devagar, pernas bambas. Himen estourado, sangue misturado com porra pingando na coxa.
Ela olhou pra gente, voz fraca:
— Gente... e agora? Como vai ser?
Moisés limpou o pau na toalha, calmo.
— Agora você vai se distanciar do André aos poucos. Vai recebendo informações pra gente. E outra coisa: não conta pra Viviane nada.
Ela assentiu, olhos baixos.
— Ok...
Levei ela pra casa depois. Deixei na porta, ela entrou sem olhar pra trás. Moisés ficou do meu lado na caminhonete.
— Amanhã eu tenho um plano. Depois te falo...
Eu liguei o carro, coração ainda disparado. Porra escorrendo na minha cabeça. Raiva, tesão, culpa. Tudo misturado.
O que eu tinha virado?