No início de dezembro, Lucas falou com Helena que dormiria na casa dela, pois ele faria uma prova no dia seguinte pela manhã em uma instituição bem próxima de lá.
- Você chega que horas? Venha aqui almoçar comigo!
- Não, mãe, vou aproveitar e estudar um pouco por aqui e vou no fim da tarde. Depois da prova a gente almoça fora, pode ser?
- Claro, filho, eu estou por aqui o dia todo, amanhã Marcelo estará de plantão e a gente come em algum lugar. Beijo!
O plano de Lucas era realmente esse, ficar de boa em casa e somente se deslocar no início da noite. Porém, acordou tarde e resolveu fazer uma baita refeição e ir mais cedo pra casa de Helena. Ele planejou sair de casa umas 17 horas, mas com isso, resolveu sair mais cedo. Às 14 horas bateu a porta de casa e se dirigiu à sua antiga residência. Ia de uber, mas como estava cedo ainda, resolveu pegar o metrô.
O que ele não sabia é que por volta do meio-dia Helena estava com Marcelo e recebeu a inesperada visita de Zeca, que foi visitar os pais, na companhia de Michele. Estavam bebendo uma cervejinha, papo vai, papo vem, o clima esquentou. Michele começou a dançar o Tchan, Zeca acompanhou, começou um passa a mão aqui, outra ali, de repente tava os dois casais se beijando com volúpia.
Enquanto Lucas aguardava na estação, esperando o modal chegar, Helena estava ajoelhada em sua sala, com a boca cheia de pica. Nada como uma foda surgida do nada num sábado ensolarado. Michele fazia a mesma coisa com Zeca. Muitos incentivos dos homens, enquanto as mulheres se dedicavam ao maior boquete. Helena segurava aquela rola, masturbava, cuspia, lambia e metia na boca pra chupar com gosto; Michele dava mais linguada, ia da base até o saco, voltava e mamava saboreando cada pedaço.
O metrô chegou, não estava cheio, Lucas se sentou. Enquanto isso, sua mãe estava sentada também, no sofá, mamando duas picas. Michele punhetava a pica dos dois dando de mamar a ela.
- Isso, Helena, chupa essas delícias, lambe assim, que linguinha devassa dessa coroa, você é demais!
Helena cedeu espaço a Michele, que ora chupava uma, ora outra, com leveza, desenvolta, sem pressa. Helena esmerava na chupança, Michele gostava de apreciar mais devagar. O metrô estava a caminho. Helena e Michele agora estavam cavalgando seus homens, se movimentando com rapidez, pulando, deixando os peitos chicoteando o ar no ritmo da trepada, enquanto os homens seguravam os quadris para segurarem um pouco o ímpeto daquelas malucas.
- Ahhhhh, que delícia, Marcelo, como seu pau está tesudo, me come assim, vaiiiiiiiiiii
- Ai, amor, me fode assim, me faz sentar mais nessa pica gostosa, eu quero gozar nessa vara sentando assim, ahhhhhhhhhh
Depois de alguns minutos naquela montaria, Helena cansou e desceu para chupar a rola de seu amado; Michele aproveitou e se curvou pra mamar junto com ela; as duas lambiam cada lado, tentavam sugar a cabeçorra, Marcelo delirando; Helena tenatava enfiar na boa, Michele mordendo bem de levinho as bolas, depois Helena dava o pau pra ela chupar. O metrô chegava em mais uma estação.
Helena agora cavalgava Zeca de costas pra ele, vibrando a cada sentada, totalmente envolvida naquela putaria; ao lado dela, Michele cavalgando Marcelo, trocando linguadas, deixando os peitos pularem junto com ela, o sofá heróico, aguentando o tranco de uma foda dupla. Nisso, Helena se deita de ladinho e Zeca não parou, continuou bombando aquela loira peituda; Michele virou e agora cavalgava de costas, sentando e fazendo caras e bocas de prazer. O metrô se aproximando de uma nova estação, próximo de um grande shopping center, o que fez o veículo lotar e demorar mais um pouco pra sair.
Os pares voltaram a ser os originais e Zeca tentava comer o cu de Michele. Quando a rola entrou, começou de leve e ai acelerou a bombada.
- Ai, caralho, que pau gostoso no meu cuuuuuuuuu... ai, que grosso, mas eu amo, amoooooo!!!
Helena não deixou por menos e também resolver soltar o cuzinho pro doutor. Com o pau ainda mais grosso que o de Zeca, ele demorou mais pra enfiar tudo. Havia poucos meses que ela tinha sido inaugurada no sexo anal, mas adorava e assim, os dois casais arfavam e gemiam ainda mais alto. As bombadas iam ficando vigorosas.
- Ahhhh, querido, que gostoso!!! Vai, enfia esse pauzão, eu gosto demais de dar pra você de qualquer jeito, ahhhhhhhhhhhhhhhh
Helena cavalgava Zeca, enquanto Michele estava em pé no sofá, curvada sobre ela, enquanto Marcelo, também em pé no movel, tentava meter por trás. A cena era mágica: Helena totalmente deitada de bruços no peitoral de Zeca, rebolando enquanto ele metia bala, e Michele praticamente deitada em cima das costas de Helena enquanto Marcelo metia na xota, o pau deslizando pelo canal encharcado.
- Ahhh, mete nessas putas! Que delicia, que doideira, ahhhhhhhhhh
- Ai, Zeca, me fode gostoso! A putinha de sua namorada tá suando nas minhas costas, loucuraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Finalmente Luicas chegava na estação final, porém, ainda faltava fazer integração com um coletivo que o deixaria em casa num trajeto de pouco mais de 20 minutos. Ficou esperando a hora do ônibus sair. Nisso, Helena estava esparramada no sofá enquanto Zeca dava vigorosas socadas, num frango assado, metendo com velocidade, a dona da casa espremendo os olhinhos de tesão, e com as mãos nos peitões dela, Michele de quatro no tapete sendo socada por um Marcelo raivoso, ajoelhado, socando vara firme.
- Ai, Zeca, porra, vou gozar, mete forteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, ahhhhhhhhhhhh
- Ai, Marcelo, vou gozar também, mete mais, mais, mais... m... maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaisssssssss, ahhhhhhhhhhh
Zeca tirou o pau e esporrou dois fortes jatos que estalaram no rosto suadíssimo de Michele; Marcelo também tirou o pau e espirrou diversos esguichos na cara feliz de Helena, rindo alto enquanto a porra banhava seu rosto. Cada uma limpou o pau de seu amado, os homens ofegantes e as mulheres com rosto de pura satisfação sexual.
Quando o ônibus saiu da estação, Helena estava na sua suíte tomando banho com Marcelo, e no banheiro da casa Zeca e Michele se banhavam também. Após percorrida a distância, Lucas saltou e foi andando pela rua, sol forte, mas ele tava de boa. Ao chegar no portão, ouviu não só vozes, mas gargalhadas animadas. Assim que acionou a porta para entrar, deu de cara com Zeca, cabelo molhado, em pé, pronto pra sair, Michele também com rabo de cavalo molhado segurando a mão dele, Helena sentada na mesa, e Marcelo ainda dentro do quarto. Os três olharam meio assustados pra Lucas entrando na casa.
- Lucas??!! Já por aqui? Nossa, chegou mais cedo. Que susto nos deu, menino!
Helena disfarçou e se levantou para abraçá-lo. Passado o susto inicial, Zeca e Michele foram falar com ele.
- Cara, quanto tempo! Porra, você não muda nada, mano!
- Lucas! Que saudade, maninho!
- E aí? Como vão vocês?
- Velho, vim visitar meus pais com Michele, resolvemos passar aqui pra ver Helena, falar com ela também. Puxa vida, ela falou que você vinha mais tarde, já estamos de saída. Foi até bom, pois assim lhe vejo!
- Eles beberam uma cervejas com a gente, iamos ligar pra você pra vir, mas ele falou que não ia demorar muito.
- Ah, resolvi vir mais cedo, enfim, que bom revê-los
- Porra, cara, há tempos que tô tentando marcar com você, que sumiço é esse, bicho, não quer mais ver a gente?
- Tô no corre, é assim mesmo, infelizmente as coisas não tão mais como antes, jogar vôlei, praia, tô longe agora.
- E muito feliz com isso, mano. Meu padrasto disse que você sumiu, não liga mais pra ele... some assim não, você é um querido!
Conversaram mais um pouco, Lucas nem notou direito cabelos molhados recente, ele não esperava encontrar eles, mas também ficou feliz em vê-los, era o que importava. Apesar de tudo, constatou que depois de anos, não sentia falta dos velhos encontros, não era um cara saudoso, e viu que sua mãe tava muito mais próxima deles, pareciam fazer parte do mesmo círculo, sinal de que as festas na casa de Karina renderam. Zeca jamais iria visitar Helena sem ele em casa. Sentiu-se inadequado, substituído, um pária.
No dia seguinte, como prometido, foi almoçar com Helena, passando o dia todo com ela. Notou ela mais corada, tinha um brilho no olhar. Ela sempre foi falante, porém, estava conversando com segurança, decidida. Lucas notou que nesse período de afastamento ela havia evoluído espirituosamente. Foi então que caiu sua ficha:ele havia ficado pra trás, desinteressante, insignificante, reservado, quase um misantropo. Na me darsemana decidiu tomar uma decisão. Tinha que dar fim àquele marasmo.
Dias depois, ele consultou seu gerente, vendo se havia possibilidade de uma transferência para outro estado.
- Mas porque isso agora?? não tá bem aqui??
- Não, não é isso, sinto que posso evoluir mais, porém, queria um desafio maior, ver novas possibilidades de ascenção longe daqui.
- Lucas... você... brigou com a família, algo assim? Sei que terminou seu namoro há meses, ela nem trabalha mais aqui... o que tá pegando??
- Nada, queria mesmo mudar de ares. Será bom pra mim. Minha família é basicamente minha mãe, que tem a vida dela.
- Ok, ok... deixe me ver aqui... olha, estamos num bom centro, nossa empresa tem mostrado bons números, estamos crescendo, a pejotização aumentou demais, tem corrido algum dinheiro, isso nos dá retorno... Sabe o que é mais interessante? Temos alguns escritórios em cidades distantes, médias, onde o pessoal pede pra vir pra cá. Creio que não teremos trabalho num intercâmbio. Isso não deve demorar muito.
No dia seguinte foi chamado à sala do chefe.
- Cara, surgiu uma vaga. Olha... você tá disposto mesmo a isso?? É longe, bem longe. Mas como você mesmo disse, há uma boa chance de crescimento nesse local... Bem, Lucas, não sei que deu na sua cabeça pra esse distanciamento, mas vou respeitar... Surgiu uma vaga... Em Rio Branco, no Acre!!
- Uau... Justamente um local para requalificar meus planos!
- Olha, estou realmente impressionado. Você quer mesmo atravessar o país? Num local absolutamente diferente??
- Aqui vou me estagnar, não é questão apenas de trabalho, mas preciso de algo que me dê tesão! Isso, estou perdendo a energia de me manter na risca, quero correr mundo, correr perigo! Estou disposto a isso! Quero a vaga!
- Olha, até eu tô pensando em ir também, ahahahahahahah... estou imaginando aqui o felizardo que vai sair de lá pra vir pra uma cidade praieira, badalada, e cheia de festas! Enquanto alguém quer tomar um rumo contrário e se embrenhar no meio da floresta com cobras, antas, e onças, hehehehehehe...
- Não é assim também, heheheheh
- Eu sei, tô lhe entretendo... Bem, sendo assim, vou sentir sua falta. Espero que venha alguém com a mesma competência.
Estava tudo decidido quando ele falou com Helena.
- Mãe, tenho uma notícia pra dar a senhora, pra mim é boa... fui designado pra ocupar um cargo maior em Rio Branco, ganhando mais. Eu decidir aceitar, afinal, aqui tá tudo muito saturado, queria novos ares, e vai ser ótimo pra mim. Posso me garantir e retornar mais estável profissionalmente.
Apesar da notícia boa - a perspectiva de um bom futuro, o que todo mundo almeja - Helena ficou impactada. Não esperava que Lucas fosse levar tão a sério ficar longe da comunidade onde ela estava inserida já algum tempo.
- Rio Branco? NO ACRE? nossa, Lucas... precisava ir pra tão longe? É necessário isso mesmo? meu Deus... você está realmente fugindo daqui.
- Mãe, olha... aqui me sinto paralisado, engessado, tô me entediando, tudo correndo direitinho, mas não me sinto instigado, uma hora vou achar tudo um saco, só numa burocracia, uma pasmaceira só! Tenho 25 anos, lá será um revigoramento, não vou deixar chegar nos 30 pra achar isso tarde demais!
- Respeito isso, talvez você esteja certo, mas tem algo mais aí... por que não mais próximo? Onde possa me visitar? Tenho impressão que não é apenas renovar sua ambição, mas um desapego...
- Veja pelo lado bom... eu estou disposto a mudar, a senhora tá feliz, namorando, estabilizada, todos que viviam à minha volta mudaram, e agora estou buscando minha felicidade também! Era isso que eu queria mesmo.
- Eu entendo, você já é dono de sua vida há tempos, mas realmente eu não esperava que pra isso você fosse querer tanto se manter longe.
- Não é me manter longe, se trata de buscar o melhor, e lá posso me estabelecer me inserindo numa nova etapa. Eu tô procurando isso, e acho que a senhora precisa me apoiar.
Helena ficou triste, mas as palavras dele eram convictas, difíceis de rebater. De fato, ele buscava se renovar, algo pelo qual todos com quem agora ela convivia teve oportunidade de realizar. Ele estava enfático, e ela não notou nenhum traço depressivo, algum pedido de ajuda, um sinal para socorrê-lo, nada do tipo. Assim sendo, só lhe restou aceitar tudo.
No dia da partida, muitos abraços e choros de Helena. Lucas era cascudo, queria mesmo ficar longe de convites para reaproximações, esquemas, tudo que ele achava papo furado, pois todos estavam vivendo seus relacionamentos e pelo que ele imaginava, tava todo mundo muito bem estruturado com suas vidas amorosas, voltados uns para os outros e compartilhando esses momentos em grupo, incluindo Helena e Marcelo. Com todos enturmados, haveria uma lacuna entre a solidão dele e a afetividade dos demais. Era disso que ele estava correndo. Antes de entrar no avião, ouviu uma música do Falamansa, que tocava no saguão do do Aeroporto:
Quero ver, quem segura essa barra
Até a hora que eu voltar
Vou sair, preencher um vazio no peito
Tô meio sem jeito de falar
Quero ver, se eu cair agora
Quem é que vai me levantar...
(continuar...)