Formações e Transformações - Oitavo Capítulo

Um conto erótico de Astrogildo Kabeça
Categoria: Grupal
Contém 2280 palavras
Data: 26/03/2026 11:45:52

No início de dezembro, Lucas falou com Helena que dormiria na casa dela, pois ele faria uma prova no dia seguinte pela manhã em uma instituição bem próxima de lá.

- Você chega que horas? Venha aqui almoçar comigo!

- Não, mãe, vou aproveitar e estudar um pouco por aqui e vou no fim da tarde. Depois da prova a gente almoça fora, pode ser?

- Claro, filho, eu estou por aqui o dia todo, amanhã Marcelo estará de plantão e a gente come em algum lugar. Beijo!

O plano de Lucas era realmente esse, ficar de boa em casa e somente se deslocar no início da noite. Porém, acordou tarde e resolveu fazer uma baita refeição e ir mais cedo pra casa de Helena. Ele planejou sair de casa umas 17 horas, mas com isso, resolveu sair mais cedo. Às 14 horas bateu a porta de casa e se dirigiu à sua antiga residência. Ia de uber, mas como estava cedo ainda, resolveu pegar o metrô.

O que ele não sabia é que por volta do meio-dia Helena estava com Marcelo e recebeu a inesperada visita de Zeca, que foi visitar os pais, na companhia de Michele. Estavam bebendo uma cervejinha, papo vai, papo vem, o clima esquentou. Michele começou a dançar o Tchan, Zeca acompanhou, começou um passa a mão aqui, outra ali, de repente tava os dois casais se beijando com volúpia.

Enquanto Lucas aguardava na estação, esperando o modal chegar, Helena estava ajoelhada em sua sala, com a boca cheia de pica. Nada como uma foda surgida do nada num sábado ensolarado. Michele fazia a mesma coisa com Zeca. Muitos incentivos dos homens, enquanto as mulheres se dedicavam ao maior boquete. Helena segurava aquela rola, masturbava, cuspia, lambia e metia na boca pra chupar com gosto; Michele dava mais linguada, ia da base até o saco, voltava e mamava saboreando cada pedaço.

O metrô chegou, não estava cheio, Lucas se sentou. Enquanto isso, sua mãe estava sentada também, no sofá, mamando duas picas. Michele punhetava a pica dos dois dando de mamar a ela.

- Isso, Helena, chupa essas delícias, lambe assim, que linguinha devassa dessa coroa, você é demais!

Helena cedeu espaço a Michele, que ora chupava uma, ora outra, com leveza, desenvolta, sem pressa. Helena esmerava na chupança, Michele gostava de apreciar mais devagar. O metrô estava a caminho. Helena e Michele agora estavam cavalgando seus homens, se movimentando com rapidez, pulando, deixando os peitos chicoteando o ar no ritmo da trepada, enquanto os homens seguravam os quadris para segurarem um pouco o ímpeto daquelas malucas.

- Ahhhhh, que delícia, Marcelo, como seu pau está tesudo, me come assim, vaiiiiiiiiiii

- Ai, amor, me fode assim, me faz sentar mais nessa pica gostosa, eu quero gozar nessa vara sentando assim, ahhhhhhhhhh

Depois de alguns minutos naquela montaria, Helena cansou e desceu para chupar a rola de seu amado; Michele aproveitou e se curvou pra mamar junto com ela; as duas lambiam cada lado, tentavam sugar a cabeçorra, Marcelo delirando; Helena tenatava enfiar na boa, Michele mordendo bem de levinho as bolas, depois Helena dava o pau pra ela chupar. O metrô chegava em mais uma estação.

Helena agora cavalgava Zeca de costas pra ele, vibrando a cada sentada, totalmente envolvida naquela putaria; ao lado dela, Michele cavalgando Marcelo, trocando linguadas, deixando os peitos pularem junto com ela, o sofá heróico, aguentando o tranco de uma foda dupla. Nisso, Helena se deita de ladinho e Zeca não parou, continuou bombando aquela loira peituda; Michele virou e agora cavalgava de costas, sentando e fazendo caras e bocas de prazer. O metrô se aproximando de uma nova estação, próximo de um grande shopping center, o que fez o veículo lotar e demorar mais um pouco pra sair.

Os pares voltaram a ser os originais e Zeca tentava comer o cu de Michele. Quando a rola entrou, começou de leve e ai acelerou a bombada.

- Ai, caralho, que pau gostoso no meu cuuuuuuuuu... ai, que grosso, mas eu amo, amoooooo!!!

Helena não deixou por menos e também resolver soltar o cuzinho pro doutor. Com o pau ainda mais grosso que o de Zeca, ele demorou mais pra enfiar tudo. Havia poucos meses que ela tinha sido inaugurada no sexo anal, mas adorava e assim, os dois casais arfavam e gemiam ainda mais alto. As bombadas iam ficando vigorosas.

- Ahhhh, querido, que gostoso!!! Vai, enfia esse pauzão, eu gosto demais de dar pra você de qualquer jeito, ahhhhhhhhhhhhhhhh

Helena cavalgava Zeca, enquanto Michele estava em pé no sofá, curvada sobre ela, enquanto Marcelo, também em pé no movel, tentava meter por trás. A cena era mágica: Helena totalmente deitada de bruços no peitoral de Zeca, rebolando enquanto ele metia bala, e Michele praticamente deitada em cima das costas de Helena enquanto Marcelo metia na xota, o pau deslizando pelo canal encharcado.

- Ahhh, mete nessas putas! Que delicia, que doideira, ahhhhhhhhhh

- Ai, Zeca, me fode gostoso! A putinha de sua namorada tá suando nas minhas costas, loucuraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Finalmente Luicas chegava na estação final, porém, ainda faltava fazer integração com um coletivo que o deixaria em casa num trajeto de pouco mais de 20 minutos. Ficou esperando a hora do ônibus sair. Nisso, Helena estava esparramada no sofá enquanto Zeca dava vigorosas socadas, num frango assado, metendo com velocidade, a dona da casa espremendo os olhinhos de tesão, e com as mãos nos peitões dela, Michele de quatro no tapete sendo socada por um Marcelo raivoso, ajoelhado, socando vara firme.

- Ai, Zeca, porra, vou gozar, mete forteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee, ahhhhhhhhhhhh

- Ai, Marcelo, vou gozar também, mete mais, mais, mais... m... maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaisssssssss, ahhhhhhhhhhh

Zeca tirou o pau e esporrou dois fortes jatos que estalaram no rosto suadíssimo de Michele; Marcelo também tirou o pau e espirrou diversos esguichos na cara feliz de Helena, rindo alto enquanto a porra banhava seu rosto. Cada uma limpou o pau de seu amado, os homens ofegantes e as mulheres com rosto de pura satisfação sexual.

Quando o ônibus saiu da estação, Helena estava na sua suíte tomando banho com Marcelo, e no banheiro da casa Zeca e Michele se banhavam também. Após percorrida a distância, Lucas saltou e foi andando pela rua, sol forte, mas ele tava de boa. Ao chegar no portão, ouviu não só vozes, mas gargalhadas animadas. Assim que acionou a porta para entrar, deu de cara com Zeca, cabelo molhado, em pé, pronto pra sair, Michele também com rabo de cavalo molhado segurando a mão dele, Helena sentada na mesa, e Marcelo ainda dentro do quarto. Os três olharam meio assustados pra Lucas entrando na casa.

- Lucas??!! Já por aqui? Nossa, chegou mais cedo. Que susto nos deu, menino!

Helena disfarçou e se levantou para abraçá-lo. Passado o susto inicial, Zeca e Michele foram falar com ele.

- Cara, quanto tempo! Porra, você não muda nada, mano!

- Lucas! Que saudade, maninho!

- E aí? Como vão vocês?

- Velho, vim visitar meus pais com Michele, resolvemos passar aqui pra ver Helena, falar com ela também. Puxa vida, ela falou que você vinha mais tarde, já estamos de saída. Foi até bom, pois assim lhe vejo!

- Eles beberam uma cervejas com a gente, iamos ligar pra você pra vir, mas ele falou que não ia demorar muito.

- Ah, resolvi vir mais cedo, enfim, que bom revê-los

- Porra, cara, há tempos que tô tentando marcar com você, que sumiço é esse, bicho, não quer mais ver a gente?

- Tô no corre, é assim mesmo, infelizmente as coisas não tão mais como antes, jogar vôlei, praia, tô longe agora.

- E muito feliz com isso, mano. Meu padrasto disse que você sumiu, não liga mais pra ele... some assim não, você é um querido!

Conversaram mais um pouco, Lucas nem notou direito cabelos molhados recente, ele não esperava encontrar eles, mas também ficou feliz em vê-los, era o que importava. Apesar de tudo, constatou que depois de anos, não sentia falta dos velhos encontros, não era um cara saudoso, e viu que sua mãe tava muito mais próxima deles, pareciam fazer parte do mesmo círculo, sinal de que as festas na casa de Karina renderam. Zeca jamais iria visitar Helena sem ele em casa. Sentiu-se inadequado, substituído, um pária.

No dia seguinte, como prometido, foi almoçar com Helena, passando o dia todo com ela. Notou ela mais corada, tinha um brilho no olhar. Ela sempre foi falante, porém, estava conversando com segurança, decidida. Lucas notou que nesse período de afastamento ela havia evoluído espirituosamente. Foi então que caiu sua ficha:ele havia ficado pra trás, desinteressante, insignificante, reservado, quase um misantropo. Na me darsemana decidiu tomar uma decisão. Tinha que dar fim àquele marasmo.

Dias depois, ele consultou seu gerente, vendo se havia possibilidade de uma transferência para outro estado.

- Mas porque isso agora?? não tá bem aqui??

- Não, não é isso, sinto que posso evoluir mais, porém, queria um desafio maior, ver novas possibilidades de ascenção longe daqui.

- Lucas... você... brigou com a família, algo assim? Sei que terminou seu namoro há meses, ela nem trabalha mais aqui... o que tá pegando??

- Nada, queria mesmo mudar de ares. Será bom pra mim. Minha família é basicamente minha mãe, que tem a vida dela.

- Ok, ok... deixe me ver aqui... olha, estamos num bom centro, nossa empresa tem mostrado bons números, estamos crescendo, a pejotização aumentou demais, tem corrido algum dinheiro, isso nos dá retorno... Sabe o que é mais interessante? Temos alguns escritórios em cidades distantes, médias, onde o pessoal pede pra vir pra cá. Creio que não teremos trabalho num intercâmbio. Isso não deve demorar muito.

No dia seguinte foi chamado à sala do chefe.

- Cara, surgiu uma vaga. Olha... você tá disposto mesmo a isso?? É longe, bem longe. Mas como você mesmo disse, há uma boa chance de crescimento nesse local... Bem, Lucas, não sei que deu na sua cabeça pra esse distanciamento, mas vou respeitar... Surgiu uma vaga... Em Rio Branco, no Acre!!

- Uau... Justamente um local para requalificar meus planos!

- Olha, estou realmente impressionado. Você quer mesmo atravessar o país? Num local absolutamente diferente??

- Aqui vou me estagnar, não é questão apenas de trabalho, mas preciso de algo que me dê tesão! Isso, estou perdendo a energia de me manter na risca, quero correr mundo, correr perigo! Estou disposto a isso! Quero a vaga!

- Olha, até eu tô pensando em ir também, ahahahahahahah... estou imaginando aqui o felizardo que vai sair de lá pra vir pra uma cidade praieira, badalada, e cheia de festas! Enquanto alguém quer tomar um rumo contrário e se embrenhar no meio da floresta com cobras, antas, e onças, hehehehehehe...

- Não é assim também, heheheheh

- Eu sei, tô lhe entretendo... Bem, sendo assim, vou sentir sua falta. Espero que venha alguém com a mesma competência.

Estava tudo decidido quando ele falou com Helena.

- Mãe, tenho uma notícia pra dar a senhora, pra mim é boa... fui designado pra ocupar um cargo maior em Rio Branco, ganhando mais. Eu decidir aceitar, afinal, aqui tá tudo muito saturado, queria novos ares, e vai ser ótimo pra mim. Posso me garantir e retornar mais estável profissionalmente.

Apesar da notícia boa - a perspectiva de um bom futuro, o que todo mundo almeja - Helena ficou impactada. Não esperava que Lucas fosse levar tão a sério ficar longe da comunidade onde ela estava inserida já algum tempo.

- Rio Branco? NO ACRE? nossa, Lucas... precisava ir pra tão longe? É necessário isso mesmo? meu Deus... você está realmente fugindo daqui.

- Mãe, olha... aqui me sinto paralisado, engessado, tô me entediando, tudo correndo direitinho, mas não me sinto instigado, uma hora vou achar tudo um saco, só numa burocracia, uma pasmaceira só! Tenho 25 anos, lá será um revigoramento, não vou deixar chegar nos 30 pra achar isso tarde demais!

- Respeito isso, talvez você esteja certo, mas tem algo mais aí... por que não mais próximo? Onde possa me visitar? Tenho impressão que não é apenas renovar sua ambição, mas um desapego...

- Veja pelo lado bom... eu estou disposto a mudar, a senhora tá feliz, namorando, estabilizada, todos que viviam à minha volta mudaram, e agora estou buscando minha felicidade também! Era isso que eu queria mesmo.

- Eu entendo, você já é dono de sua vida há tempos, mas realmente eu não esperava que pra isso você fosse querer tanto se manter longe.

- Não é me manter longe, se trata de buscar o melhor, e lá posso me estabelecer me inserindo numa nova etapa. Eu tô procurando isso, e acho que a senhora precisa me apoiar.

Helena ficou triste, mas as palavras dele eram convictas, difíceis de rebater. De fato, ele buscava se renovar, algo pelo qual todos com quem agora ela convivia teve oportunidade de realizar. Ele estava enfático, e ela não notou nenhum traço depressivo, algum pedido de ajuda, um sinal para socorrê-lo, nada do tipo. Assim sendo, só lhe restou aceitar tudo.

No dia da partida, muitos abraços e choros de Helena. Lucas era cascudo, queria mesmo ficar longe de convites para reaproximações, esquemas, tudo que ele achava papo furado, pois todos estavam vivendo seus relacionamentos e pelo que ele imaginava, tava todo mundo muito bem estruturado com suas vidas amorosas, voltados uns para os outros e compartilhando esses momentos em grupo, incluindo Helena e Marcelo. Com todos enturmados, haveria uma lacuna entre a solidão dele e a afetividade dos demais. Era disso que ele estava correndo. Antes de entrar no avião, ouviu uma música do Falamansa, que tocava no saguão do do Aeroporto:

Quero ver, quem segura essa barra

Até a hora que eu voltar

Vou sair, preencher um vazio no peito

Tô meio sem jeito de falar

Quero ver, se eu cair agora

Quem é que vai me levantar...

(continuar...)

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Comentários

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Sobre essa música.

Ela fala de uma pessoa que é o suporte, força e base para outras pessoas e que se ela sair da vida dessas pessoas as coisas vão desmoronar, pois tudo depende da pessoa que está saindo.

Lucas não é a base de todos, apenas é o elo que uniu todos.

Não entendi o sentido.

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brigado! nem reparei na letra.

" suporte, força e base para outras pessoas"

suporte não seria helena para o lucas???

o sentido talvez seja ele constatando que perdeu o único suporte dele. no caso, sua mãe.

por isso cair no mundo de cabeça.

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Conto ficando estranho!!! Tudo bem que é um conto erótico, mas é suruba pra cá, pra lá, os personagens vivem só pra isso!!! Mãe que tá pouco se fodendo com o filho, prefere ele isolado, triste e desenturmado pra poder ficar trepando com todo mundo? Na minha opinião já passou dos limites!!!

Me parece dois mundos distintos, duas histórias que não se encaixam, Lucas o puritano irreversível e o resto dos amigos e familiares numa orgia desregrada!!! Continuarei lendo por curiosidade mas não vejo onde as histórias podem se encontrar!!!

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"Me parece dois mundos distintos, duas histórias que não se encaixam"

mas tu foi perfeito nessa observação e estava com esse sentimento de incongruencia.

esses dois mundos não estão se encaixando. tá dificil de imaginar como isso vai se densenvolver.

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te contar mas esse é o tipo de escrita do autor.

se não achou agradável, a tendencia é daí para pior.

ele sempre trabalha com um casal de protaganistas:

o cara é fodido alheio a tudo sendo feito babaca e a mulher em todo tipo de suruba sem um pingo de peso na cosciencia.

admito que essa dinamica também não me agrada.

me causa mais angustia e mal estar do que tesão.

eu não li todos os contos, mas os que eu li, nunca vi um final no minimo satisfatoriamente feliz para os caras hahahahaha

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em relação ao conto discutido.

chato que nos primeiros capitulos, voce desenvolve uma empatia e apego emocional pelos personagens, contudo posteriormemte eles são brutalmente profonados hauhauhauahauha

mas ele é mestre em trabalhar esses tipos de sentimentos em nos.

ele sabe que está fazendo.

quer dizer,a não ser que ele mude o padrão. até então...

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porra estou já estou com uma raiva dos personagens.

"- Cara, quanto tempo! Porra, você não muda nada, mano!

- Lucas! Que saudade, maninho!"

cara, acabou de arregaçar a helena e vem com essa de "meu maninho" com o filho dela!

VTC!! cinico do caralho.

michele também:

-E muito feliz com isso, mano. Meu padrasto disse que você sumiu,

não liga mais pra ele... some assim não, você é um querido!

que garota falsa. depois de começou as surubas, nunca mais foi querer saber do

"irmão" ela podia muito bem visitá-lo para saber como estava ou

mandar mensagens como antigamento, porque era óbvio que ele não estava legal.

e eles não sentem nem um pingo de peso na consciencia.

os personagens viraram psicopatas.

tem condições nenhuma manter contato com essa gente.

mais doído mesmo será ele descobrir sobre a mãe dele, ainda mais do que ela falou..

não querendo a presença do filho, para não atrapalhar suas surubas;

e outra após uma de suas sessões pirocadas e leitadas, alegou que finalmente tinha encontrada a verdadeira felicidade.

caralho essa foi foda! tudo que viveu com o filho, foi mero fardo mesmo.

maluco já esta fodido emocionante e se descobrir uma porra dessa...

cara foi rejeitado pela karina

chutado pelo thaylane

e agora a mãe descartou com força o afeto maternal pelo filho

por rodízio de pika.

isso beira a psicopatia, cara.

a mãe dele é a única familia que ele tem.

ele não tem mais nada.

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Ele é lerdo mesmo, não desconfiar de nada....mas será que no lá no Acre, ele se transforma e volta dps para derrubar o barraco?

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cara isso que comentei em baixo.

ele precisa de traquejo social, precisa pegar malicia na vida.

ele não vai ter isso se isolando no fim do mundo.

tinha que ir para capitais mais agitadas, onde a maldade está em toda parte. para ele tomar as porradas e aprender.

nessas ele vai encontrar gente de todo tipo e alguns deles vão orientá-lo de como deve se comportar.

ele não teve uma orientação masculina. cresceu afastado de seu pai enrolado. então ela não sabe como se comportar diante das coisas.

continua um menino inocente. as merdas acontecendo em volta dele, ainda assim não percebe.

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Mas man...

A mãe dele já fez a parte dela que é cuidar do filho. Ela que viva a vida dela do jeito que bem entender.

Não é uma situação agradável. Porém ninguém está roubando ele, ninguém está agredindo ele, ninguém está impedindo ele de seguir a própria vida.

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"A mãe dele já fez a parte dela que é cuidar do filho"

sim, cara...ela já fez a parte dela. fez muito bem, inclusive...

por isso a maior parte do conto, ela foi minha personagem predileta.

mas o ponto não é esse.

nos ultimos capitulos está dando indicativos que ela nunca sentiu falecidade por tê-lo e está descobrindo isso agora.

no ultimo capítulo ela explicitou que uma suruba(uma coisa suja) valeu mais que todo o convivio da vida com o filho dela (maternidade coisa pura).

cara isso é pesado!

e outra...

ela empolgado com a vida libertina não impede também de estar empolgada em ver o filho depois de distantes periodos.

uma coisa não exclui a outra.

quando se encontra com o filho, ela está só seguindo aquele protocolo. parece que não há mais aquele sentimento genuíno. aquele calor. há distanciomento emocional é claro .

quando falo isso, falo me colocando no lugar do lucas.

ele percebeu isso. e expressa no texto.

notando que a mãe parece mais intima com zeca do que com ele.

sendo que mal sabe ele sobre o luan.

vai se sentir mais lixo ainda

é doído.

relação de pais e filhos e vice-versa, eles não deveriam se colocar um ou outro como ultimos na prioridade emocional.

ainda mais o lucas que foi um excelente filho.

se tivesse sido um vagabundo imprestável, beleza,

mas não é o caso dele...

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"Conversaram mais um pouco, Lucas nem notou direito cabelos molhados recente, ele não esperava encontrar eles,

mas também ficou feliz em vê-los, era o que importava..."

não notou cabelos molhadas, o cheiro de sexo na sala....

mas o lucas, meu deus do ceu!!!

é muito cabaço!!! muito cabaço!

ele é causa perdido, mané..

vai terminar o conto e ele não vai descobrir sobre as dinamicas desse clubinho de swing deles.

vai ser sempre assim ele vai chegar sempre um pouco depois dos flagras

e ainda nunca vai notar as pistas claras da ocorrencia.

ele não consegue notar, não consegue ligar um ponto ao outro, porque é muito cabaço.

deve ter passado o namoro todo sem ter comido a ex namoradinha dele.

se ele vier a descobrir sobre as dinamicas, vai ser algum deles no meio da cachaça, acabar gravado a sacanagem e de uma certa forma vazar.

até então...vai estar ele em um comodo e todo mundo fodendo em outro e ele nem se ligando que os

barulhos de gemidos e batidas de peles, são de sexo.

é evidente que ele deveria procurar o rumo dele, mas porra...numa cidade decente.

ele escolhe ir para floresta. lá não vai desenvolver traqueja social nenhuma.

vai se desenvolver tecnicamente, mas socialmente vai continuar um palermo e gente assim só tende a se ferrar, porque não nota as maldades do mundo. é ingenuo é bobo.

vai se fuder para sempre. até profissinalmente vai ficar limitado, pois não tem MAlÍCIA, vão passar a perna

nele direto. empresa não quer mongoloia na liderança. quer cara com maldade.

por isso que ele tem que passar por essa experiencia emocional na descoberta sobre as sacanagens para poder passar por toda a montanha russa de sentumentos: se revoltar, sentir aquela dor, a decepção, a desilusão, aquele sentimento de ser enganado;

absorver, entender esse tipo de dor e chegar a conclusão que não dá para ficar marcando bobeira.

tem que ficar atento, ficar ligado no sinais. nada ensina melhor do que o sofrimento.

Na superação dessas dores, ele finalmente vai avançar como ser humano.

agora ele alheio a tudo, não vendo nada, não entendo nada.

pode ir assumir cede até em marte,

desse jeito não vai avançar na vida meeeeesmo.

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Eu gostaria que o conto agora se focasse no Lucas no Acre, pois a outra parte seria mais do mesmo

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Vamos aguardar o que irá acontecer com o Lucas no Acre. Mas o que aconteceria se ele tivesse pegado a mãe dando para o Zeca? Será que teria uma baita pancadaria?

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lucas não perece ter testosterona para isso não cara.

ou ia ter um colapso mental ou ir sair correndo que nem uma criancinha.

eles provavelmente iam continuar fodendo, já que helena já não tem mais um pingo de respeito por ele.

no fundo do coração, para ela, ele já é um fardo.

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Lucas fica transmitindo ideias dúbias: não sente saudade das amizades mas ao mesmo tempo se acha um pária quando vê eles interagindo entre si.

Que ficar longe e passando trabalho lhe traga maturidade e oportunize experiências. Embora seja difícil que encontrará algo assim no Acre kkkkkkkkkkkkk

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na verdade ele não liga mais para as amizades.

ele esta se sentindo pária com a mãe dele.

ele percebeu que perdeu aquele sentimento maternal forte de helena.

ele percebeu que ela está até mais em sintonia com zeca do que com ele.

como mencionado no capitulo:

"zeca nunca teria visitado minha mãe sem minha presença"

bestinha mesmo... mal sabe ele, que zequinha estava mesmo é metendo muita pika na mãe dele.

lucas agora é o ultimo das prioridades da helena.

helena está ali só cumprindo protocolo dela como mãe, mas emocionalmente ela destina mais ao namorado (justo) e as surubas(isso que é o esculacho hahahaah)

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Ainda não consigo entender bem onde esse conto vai levar mas acho o que o Lucas esta fazendo o mais sensato focando num futuro e deixando a putaria para outros

vamos acompanhar o que o conto vai levar

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Sinceramente, eu faria a mesma coisa que ele. Todo mundo se dando bem na vida, e ele ta se sentindo deslocado e triste. Ele ta tomando um rumo na vida longe da zona de conforto dele, e isso sim é um grande desafio pra qualquer pessoa.

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Eu não consigo julgar o Lucas, sou muito parecido com ele em vários aspectos.

Nunca fui muito de ficar andando com turma, dependente de amigos ou de sentir necessidade de pertencer a um grupo.

A maioria das pessoas que fui conhecendo depois dos 18 anos eram colegas de trabalho ou de estudo, eram amizades momentâneas relacionadas dentro de contextos específicos.

Nunca fui fã de reencontros ou tive esse sentimentalismo saudoso de pessoas.

Sempre fui reservado e comprometido com meus objetivos.

Frequentar casas de amigos ou ficar embolado com familiares pra mim é coisa de maluco, se quiser me ver melhor marcar um barzinho ou restaurante, coisa rápida pra não cansar kkkkkkk

Até o momento eu entendendo o Lucas da mesma forma que eu me entendendo, reservado, introvertido, focado em ganhar dinheiro e cuidar da própria vida. Sem drama e sem sentimentalismo.

Festas, som alto, muita gente, barulho, algazarra é coisa pra maluco.

Prefiro passar uns dias em uma praia tranquila, fazendo trilhas na companhia de uma pessoa legal e tranquila. Já é o suficiente.

E sim, muitas pessoas me acham distante, frio, e sai lá o que, eu acho é bom.

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Então somos dois, pq apesar de eu gostar da presença dos meus amigos, eu não teria problema nenhum em seguir por esse caminho que o Lucas está fazendo. Todo mundo tem a sua vida, e eu nunca fui muito de ficar em festas ou algo do tipo. Me apeguei muito a esse conto.

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Tudo depende de como ele vai agir quando se estabelecer lá.

A mudança de cep é uma coisa. A mudança de comportamento que ele almeja é outra.

Veremos.

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ele indo para o meio do nada, não consigo imaginar ele desenvolvendo não.

ele precisa de traquejo social, precisa de malicia.

sem isso, nem em suas carreira ele vai avançar.

porque quanto mais alto o cargo, mais gente para puxar seu tapete.

o cara me vem e vai para o meio do nada.

cara, é muito vontade de continuar sendo um merda.

ela é uma causa perdida.

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Mas onde foi dito que ele não tem traquejo social ?

O fato dele não querer andar com seus amigos de infância e escolher andar sozinho e se arriscar a ir para um lugar distante, sem qualquer rede de apoio se virar sozinho, demonstra que ele quer de fato se testar e que está comprometido com ele mesmo e não com o que os outros vão achar dele.

O Lucas até agora mostrou estar focado nele mesmo e fazendo as coisas no tempo dele.

O fato dele escolher fazer isso aos 25 anos só mostra que ele está focando cada vez mais nele mesmo e vai ser sim uma baita experiência de vida.

Sai você de perto da sua rede de apoio e zona de conforto pra morar do outro lado do país por um tempo e depois diz se vc não amadureceu muito.

O fato dele não estar buscando ficar chapado em uma roda de samba com os amiguinhos de infância só mostra que ele não tem a mentalidade de adolescente.

E o fato do cara focar em si mesmo do que em buceta, só mostra mais ainda que o cara é um adulto.

Vc queria que ele fizesse o que ? Ficasse atrás da Karina enquanto ela trepa até com a mae dele ?

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"Mas onde foi dito que ele não tem traquejo social ?"

quando mencionei que ele precisa de traquejo social é justamente no intuito de aprender sobre as maldades das pessoas.

não é necessário o texto dizer com todas as palavras que ele não tem traquejo social,

pois com dedução simples, pode-se chegar a essa conclusão de que, de fato, ele não o tem, ao menos o suficiente,

devido tamanha é sua inocencia.

só esse capitulo deixou bem claro com os sinais no minimo muito suspeitos os quais ele não ligou os pontos.

não se questionou sobre o cabelo molhado de todos(se bem que daria para sentir o cheiro recente de sabonete); nem a percepção de cheiro de sexo (odor de suor e fluidos no ar); nem os olhares de assustados a primeira vista da mãe,zeca e michele.

qualquer pessoa com o minimo de sagacidade, teria ao menos estranhado e suspeitado daquela situação.

e outra...

meu comentário sugere que ele deveria IR para uma capital mais agitada com o fim de conhecer pessoas para desenvolver mais habilidades sociais.

as merdas acontecem em volta dele, ele não nota nada, não liga um ponto a outro.

isso é inexperiencia. ele pode ser muito técnico em suas habilidades profissionais, mas isso não é o suficiente para vida.

tem que ter maldade suficiente para perceber o que pessoas podem estar fazendo pelas as suas costas.

ele é introvertido, EU TAMBEM sou. e eu me identifico com ele e já fui muito tapado como o personagem. tomei muita porrada socialmente

para entender as maldades da vida e não ser passado para trás. é por isso que faço tantas críticas a ele.

tem que olhar as pessoa e suas interações com mais atenção. ele não faz isso.

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